A Bêsta, O Dragão e A Mulher

09
May

A Bêsta, O Dragão e A Mulher

ÍNDICE

  1. A Besta e Seu Background…………………………………………………………….. 2
  2. O Dragão e a Mulher………………………………………………………………….. 14

III. O Número e a Marca da Besta  ……………………………………………………… 21

  1. Os Estados Unidos na Profecia…………………………………………………… 33

Copyright ã 1967 by
Joe Crews

Note: All rights reserved.

Translated from the Original (with permission) by
Ademir P. Soares

“Lança teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás”. Eccl. 11:1 

  1. A besta e Seu Background

Um Terrível Aviso

O mais terrível aviso de punimento encontrado em em toda a Bíblia está contido em Apocalipse 14:9,10: “E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, também o tal beberá do vinho da ira de DEUS, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.”

Esta descrição é tão alarmante e tão diferente de todos os outros versos os quais tratam a respeito do carácter de DEUS, que quase faz com que nos encolhemos todo, em horror. Mas isto claramente aponta para o tempo quando a misericórdia de DEUS será retirada daqueles que persistentemente rejeitaram a autoridade dos Céus. Será uma perfomance sem precedentes da parte de DEUS e Sua relação com a família humana. Por quase 6.000 anos Seu julgamento punitivo tem sido temperado com sua misericórdia para com o homem ímpio. Mas agora a medida da rebelião destes para com DEUS atingiu um ponto o qual faz-se necessário que DEUS intervenha e exponha a terrível extensão da traição do homem para com o Seu Governo.

Aqui estamos nós, curiosos para saber mais sobre o pecado o qual provoca este estranho ato de fúria e punimento da parte de DEUS. Note que o final acontecimento involve uma falsa lealdade para com a besta e sua força, tão frequentemente refererida nas profecias Bíblicas. No final o mundo estará dividido em duas grandes frentes: Aqueles que cultuam o verdadeiro DEUS, e aqueles que adoram a besta de Apocalipse 13. Mas que acontecimento nos leva a esta massiva divisão de todos os habitantes da terra? Depois de descrever a sorte dos falsos adoradores em Apocalipse 14:9-11, João tem isso para nos dizer logo a seguir no próximo verso: “Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de DEUS e a fé de Jesus. Nós vemos aqui um tremendo contraste entre aqueles que seguem a besta e aqueles que seguem o Cordeiro.

Por favor, note que o príncipal subjeto aqui, revolve em torno da guarda dos mandamentos de DEUS. Aqueles que não tem a marca da besta são descritos como os que obedecem a estes mandamentos, e o resto sofre o ódio de DEUS. Isto concorda perfeitamente com a declaração de Paulo em Romanos 6:16: “Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?”

A mais alta lealdade é acordada através do ato da obediência. Ao final, a maioria da população terrestre irá aceitar a autoridade de um sistema falso de autoridade do anticristo, em desobediência à grande lei de DEUS, os 10 mandamentos. Todo o indivíduo estará, ou de um lado, ou de outro. A Bíblia deixa isto bem claro, que vida ou morte revolve em torno desta final decisão concernente à besta de Apocalipse 13.

Suficientemente estranho, modernos teólogos tem simplesmente ignorado as admoestações desta mensagem de Apocalipse 14, relacionada com a marca da besta. O interesse de multidões tem sido destruídos pela influência de pastores que não levam a sério as solenes palavras da profecia de João. Frequentemente são relegadas como confusas, insignificantes cartas, que se aplicam somente a problemas locais, pertinentes à igreja primitiva. Por alguma razão o livro chamado ‘Revelação’ é contado como um livro selado, ao invés da óbvia verdade revelada que o próprio nome implica. Mas por favor, note a promessa feita àqueles que pesquisam a verdade deste maravilhoso livro, “Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.” Apocalipse 1:3.

Antes de irmos mais fundo neste vívido relato de João deste extra-ordinário final encontro entre Cristo e Satanás, deixe-me examinar com voces os contestantes em conflito. Quando e como isto começou, e como irá terminar?

 

DOIS PODEROSOS
COMPETIDORES

Mesmo que o clímax desta grande contenda venha a acontecer justamente bem no fim da história humana quando todo o planeta estará posicionado em dois campos opostos, a controvérsia entre Cristo e Satanás tem se arrastado por quase 6.000 anos. Isto começou nos céus, com a rebelião de Lúcifer contra as regras de DEUS com relação ao universo. A história deste bonito ser celestial que cobiçou a própria posição de DEUS é revelada através de inúmeras descrições proféticas do Antigo Testamento. Isaías fala a respeito desse ser glorioso: “Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançada por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de DEUS exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, da banda do norte. Subirei acima das mais altas nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo.” Isaías 14:12-14.

As sementes desta egoísta revolta de um anjo líder, se espalhou rapidamente para afetar a lealdade de outros anjos. Breve um terço das hostes celestiais haviam se congregado à desafeição de Lúcifer, e a grande controvérsia abria seu caminho – controvérsia esta, que se arrastou por mais de 6.000 anos, a qual finalmente demandaria a decisão de todos os seres viventes nos céus e na terra.

O resultado imediato desta discórdia desencadeou uma guerra nos céus, a qual seu clímax aconteceu com a completa expulsão de Lúcifer e seus confederados da presença de DEUS. João descreve desta maneira: “E houve batalha no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhava o dragão e os seus anjos; Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus. E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo. E Satanás que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.” Apoc. 12:7-9.

Agora este anjo caído não era mais conhecido como Lúcifer, significando “estrela da manhã”, mas Satanás, que significa “adversário”. O conflito tinha agora sido tranferido dos céus, abaixo, para esta terra. Aqui, continuaria até atingir um clima desesperador na divisão das multidões, os prós e os contras aos mandamentos de DEUS. Justamente, como a rebelião inicial começou com  a deslealdade para com a autoridade de DEUS, assim isto irá terminar em desafio de Sua autoridade investida nas leis de Seu governo.

Satanás tem estado aqui com seus anjos maus desde que ele foi banido das regiões de luz. Com demoníacas decepções, ele tem experimentado com diferentes formas de guerra contra DEUS e Seu plano para este mundo. Através de várias insidiosas aproximações ele tem continuado seus esforços para sobrepujar a autoridade de DEUS. A finalidade deste livro é expor os massivos assaltos que tem sido feitos, e que estão sendo feitos por Satanás contra as fundações da verdade.

Todas as gerações tem testemunhado uma nova manifestação desta força malígna em sua incansável batalha contra o programa Celeste para salvar o mundo. A forma final da oposição inimiga será esta da besta do Apocalipse 13. Esta falsa força será formada em mortal conflito com os mandamentos de DEUS. O mundo inteiro será chamado a tomar seu lado. A confederação do mal irá se consolidar para um desesperado último-ato de esforço para ganhar a lealdade dos habitantes da terra. Os objetivos serão claramente revelados, ninguém poderá permanecer neutro. Obediência a DEUS ou Satanás, como manifestado através da força da besta, será as únicas alternativas abertas para o homem.

 

UMA QUESTÃO DE
VIDA OU MORTE

Agora, com esta pequena retrospectiva destes dois competidores, deixe-nos olhar um pouco mais de perto em como a Bíblia nos apresenta os preparativos para este último e decisivo enganjamento nesta grande controvérsia. Por favor, note que a besta de Apocalipse 13 simboliza uma força gigante do anticristo, a qual tenta tomar o lugar de DEUS totalmente. Aqui está a descrição desta força na linguagem de Apocalipse 13: 1-7: “E Eu pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia. E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio. E vÍ uma de sua cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela? E foi lhe dada  uma boca para proferir grandes coisas e blasfêmias contra DEUS, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu. E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e lingua, e nação.”

Nós não podemos deixar de ver aqui uma sem precedente escala de oposição à DEUS e àqueles que O seguem. Mais tarde neste mesmo capítulo, nós lemos que a força desta besta exercitará tamanha influência sobre a terra, que causará ao homem receber sua marca na testa ou na sua mão. (Apocalipse 13:16). Finalmente, aqueles que tem a marca irão sofrer o terrível ódio de DEUS, como descrito em Apocalipse 14:9,10. O ódio de DEUS é mais tarde definido em Apocalipse 15: nestas palavras: “Sete anjos tendo as sete últimas pragas; porque nelas é consumada a ira de DEUS.” A natureza tremenda destas pragas e o extremo sofrimento que causarão aos que receberam a marca da besta, são totalmente reveladas no capítulo 16 de Apocalipse. Nós não iremos tratar deles em detalhe, neste livro, mas deixe-me lembrá-los novamente de que este subjeto irá involver vida eterna ou morte para todos nós. Quão diligentemente deveríamos nós procurar entender o que a besta representa e como nós poderemos evitar esta marca! Aqui não existe espaço ou tempo para especulações neste tão importante e vital subjeto. Nós temos que saber exatamente onde o perigo está e como evitá-lo.

O cristão médio raramente tem ouvido sobre a urgência deste subjeto. Ele não tem a mínima idéia sobre a besta ou o sinal de sua marca, e nem mesmo sabe que o seu futuro esteja dependurado nesta matéria. Multidões de pregadores confortam o povo em sua ignorância sobre este ponto. Eles dizem: “Não se preocupe sobre a besta. Isto é muito complicado para entender. Contanto que voce ame o Senhor, voce estará ok. Realmente voce não pode saber quem a besta é.” Escute! Irá DEUS nos alertar sobre o tenebroso perigo desta besta –  um perigo tão mortal que significa vida ou morte –  e depois dizer para nós que é impossível saber o que é isso?  Iria Ele dizer para nós: “Voce será lançado no lago de fogo se voce tiver esta marca, mas Eu não vou te dizer que sinal é este  –   azar é teu se voce tem tal sinal? Não, isto não é do jeito que DEUS opera! Ele adverte-nos do perigo, para que isso possa ser evitado. Nós só podemos saber que estamos protegidos da besta somente se nós soubermos quem a besta é. Nós podemos saber que estamos livres dessa marca somente se nós sabemos o que esta marca é.

 

UM ANIMAL
SIMBÓLICO

É isto possível, entender a marca da besta? Sem sombra de dúvidas, nós podemos saber, e temos que saber. Mas primeiro nós temos que entender a identidade profética da besta própriamente dita. Deixe-me estabelecer que este estranho e composto animal não deve ser interpretado literalmente. Ninguém jamais viu uma criatura com o corpo de um leopardo, a boca de leão e os pés de um urso. Os livros proféticos da Bíblia usualmente lidam com tipos e símbolos. Esta besta representa alguma coisa. Mas o quê isto simboliza? Não existe espaço para adivinhações aqui. A Bíblia não nos deixa nenhuma margem para dúvidas. Ela serve como o próprio comentário divino e nos provê a chave para o entendimento das profecias.

Tudo na Bíblia que se relaciona com a descrição da besta é simbólico. Considere a água por exemplo, de onde o animal se levanta. O que isto representa? Leia a resposta em Apocalipse 17:15 “E disse-me: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são os povos, e multidões, e nações, e línguas.” Não pode haver equívocos sobre este ponto. DEUS claramente explicou o significado da água em profecia. Uma vez o símbolo é interpretado em qualquer profecia, a regra será aplicada e todas as outras profecias. Água sempre representará povo em proféticas interpretações de imagens na Bíblia.

Agora, que tal sobre as outras partes desta estranha e apocalíptica besta? O que elas representam?  Para que possamos entender a besta nós temos que voltar ao Antigo Testamento no livro de Daniel e comparar Escritura com Escritura. Os livros de Daniel e de Apocalipse se interrelacionam entre si, se explicam e se complementam. Eles se encaixam perfeitamente como a mão e a luva. Por favor note que Daniel teve uma visão muito similar com a que teve João. Isto está descrito em Daniel 7:2,3: “Falou Daniel, e disse: Eu estava olhando, na minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu combatiam no mar grande. E quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar.” Ele viu a profética água justamente como João também viu, mas Daniel viu quatro bestas subindo, ao invés de uma.

Nós já encontramos que água simboliza povos, ou multidões, mas o que os animais representam? A resposta é encontrada no verso 17, “Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis, que se levantarão da terra.” Aí está. Tão explícito, tão claro, que ninguém pode questionar ou duvidar! DEUS diz que animais em profecia representam nações. Assim como os Estados Unidos tem a águia e a Russia tem o urso, no moderno vacabulário político, DEUS usou de animais, a muitos anos atrás, para representar países também. Depois, para ser mais explícito ainda, DEUS adicionou isto, no verso 23, “Disse assim: O quarto animal será o quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços.” Se o quarto animal representava o quarto império da história, então os tres primeiros deveriam representar os tres primeiros impérios.

Esta explanação começa a ficar mais clara e simples quando nós nos lembramos que houve somente quatro impérios mundiais desde os tempos de Daniel. Estes reinados são referidos muito frequente em profecias Bíblicas e são chamados pelo nome em algumas profecias relatadas de Daniel. De uma olhada em Daniel 8:20, 21 e Daniel 11:2, por exemplo. No segundo capítulo de Daniel os mesmos quatro impérios mundiais são simbolizados por quatro metais, na grande estátua do sonho de Nabucodonozor. Aqueles quatro impérios são: Babilônia, Medo-Persia, Grécia e Roma.

 

QUATRO IMPÉRIOS
DA HISTÓRIA

Voce quer dar uma olhalda mais de perto comigo, nestes quatro animais, um por um, na medida que eles vão aparecendo na visão do profeta? O primeiro era “como um leão mas tinha asas como as asas da águia.” Daniel 7:4. Aqui nós temos representados este grande império da Babilônia, tão bem simbolizado pelo rei dos animais, o leão. Babilônia foi um dos mais ricos, e dos mais forte impérios que existiu na face da terra. Note que este animal possui asas. Asas são usada em terminologia profética para simbolizar velocidade. E certamente, Babilônia emergiu muito rápido para tomar seu lugar como império regente de toda a terra.

De 606B.C. até 538B.C. Babilônia continuou a exercitar sua extensiva autoridade. Mas uma mudança estava para acontecer. Daniel viu a segunda besta, “como um urso, e tinha emergido de um lado e tinha tres costelas em sua boca, entre seus dentes.” Daniel 7:5. Depois de Babilônia veio o reino dos Medos-Persas, em 538B.C., o segundo império mundial.

O urso que emergiu de um lado, representa o fato de que Pérsia era mais forte do que os Medos. Estas duas forças eram juntas, aliadas em seus domínios sobre a terra. As tres costelas, provavelmente simbolizam as tres províncias daquele império – Babilônia, Lídia e Egito.

Depois, em 331 B.C.  Caíu Medo-Pérsia, e um terceiro império mundial apareceu. De acordo com a profecia, “foi dado o domínio a este império.” Verso 6. E este império era “como um leopardo, o qual tinha sobre suas costas quatro asas de ave; a besta tinha também quatro cabeças.” Verso 6. Qualquer escolar que tenha estudado sua lição em história antiga cuidadosamente, saberá que a Grécia emergiu como como o próximo império mundial. Alexandre o “Grande” veio marchando do Oeste, destruindo e conquistando, colocando o mundo a seus pés, em um curto espaço de tempo.

As quatro asas do leopardo denotam uma excelente velocidade com a qual Alexandre subjugou as nações. Em oito anos ele completamente subjugou o mundo inteiro, e depois sentou-se e se pôs a chorar, porque não restava mais nada a conquistar. Mas ele não pode conquistar a si mesmo. Ele morreu homem jovem, com trinta e tres anos de idade, de embriaguês. Com sua morte, o império foi dividido em quatro, entre seus generais líderes: Cassandro, Lysimachus, Seleuco e Potolomeu. As quatro cabeças da besta, representam estas quatro divisões desse império. Isto nos trás ao ano de 168 B.C. e para a queda desse império Grego, neste mesmo ano. Até aqui, todos os detalhes da profecia tem sido preenchidos exatamente.

 

O TERRÍVEL QUARTO
ANIMAL

Agora vamos ver o aparecimento do quarto animal, o qual é o “quarto império sobre a terra.” Verso 23. Embora Daniel tenha visto estas quatro selvagens feras, como as que foram descritas nos tres primeiros símbolos proféticos, ele nunca viu nada igual, que se assemelhasse ao terrível quarto animal. Esta é a maneira que a Bíblia descreve isso: “Depois disso, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez pontas.” Verso 7.

Como nós já aprendemos, este simboliza o quarto império mundial, o qual foi a feroz Monarquia Romana. A extensão de seu cruel domínio sobre a terra está bem documentado através das páginas da história antiga. Mas esta poderosa nação também sería dividida, como o verso 24 indica, “E, quanto às dez pontas, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a tres reis.” Por favor, note que está é uma interpretação Divina, das dez pontas desse animal. Roma seria dividida em dez distintos reinados.

Seguindo o curso da história, nós descobriremos que o exato cumprimento desta profecia aconteceu no ano 476 D.C.  Ferozes tribos vieram, varrendo e botando tudo abaixo, desde o norte da Europa, e transtornando todo o território da Europa Ocidental, e finalmente dividindo esta, em dez partes. Estas partes, naturalmente, correspondem aos dez dedos daquela grande imagem de Daniel 2.

Todo o estudante de história muito bem sabe, e está bem relacionado com o nome daquelas tribos conquistadoras da Europa Ocidental no ano de 476 D.C. Eles foram os Anglo-Saxões, Alemães, Herulios, Vândalos, Ostrogodos, Visigodos, Suevis, Lombardos, Burgundos e os Francos. Sete dessas tribos ainda continuam a existir até o presente momento, tendo se tornado em modernas nações. Eles sobrevivem no mapa da Europa como significantes forças do século-vinte. Tres deles desapareceram do palco da história, como nós iremos apreender em seguida.

 

A PEQUENA
PONTA

Agora nós estamos preparados para ler o próximo verso da profecia e descobrir qual é o significado da pequena ponta, na visão de Daniel. “Estando eu considerando as pontas, eis que entre elas subiu outra ponta pequena, diante da qual tres das pontas primeiras foram arrancadas; e eis que nesta ponta havia olhos, como olhos de homem, e uma boca que falava grandiosamente.” Verso 8.  Aqui nós temos que ser muito, mas muito cuidadosos, realmente! Nós não podemos cometer o erro de falsamente identificar a força desta pequena ponta, porque isto irá provar ser a grande força do anti-cristo da história.

Em ordem, para que possamos evitar de cometer o erro de identidade, isto seria bem, considerar as nove marcas características descritas na própria profecia. Estas marcas de identidades nos possibilitará de estar absolultamente certos da interpretação. Nós temos que ter a coragem de não especular, ou tentar adivinhar, concernente a histórica identidade desta “pequena ponta” da profecia.

Primeiro de tudo, a pequena ponta veio junto com as dez. O que nos possibilita a colocar isto, geograficamente, na Europa Ocidental. Segundo, isto apareceu depois que os dez emergiram, porque isto apareceu “entre as outras dez pontas.” Desde que elas apareceram em 476 D.C., a pequena ponta só poderia ter começado o seu reinado algum tempo depois desta data. Terceiro, isto iria destruir tres destas tribos, na medida em que adquiria forças. O oitavo verso diz que diante da qual tres das pontas foram arrancadas, diante desta pequena ponta, naturalmente. Quarto, esta pequena ponta tinha “olhos como como olhos de homem, e uma boca que falava grandiosamente.” Verso 8. Isto indica que um ser humano seria o cabeça desta força representada por esta pequena ponta. Quinto,  “será diferente das primeiras.” Verso 24. Isto quer dizer que esta pequena ponta seria um tipo diferente de força, diferente daqueles simplesmente políticos reinados que os precedeu. A Sexta característica é revelada na primeira parte do verso 25, “E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei.” Outro verso diz assim: “E foi lhe dada uma boca para proferir frandes coisas e blasfêmias;….” Apocalipse 13:5.

Neste ponto, vamos definir pela Bíblia, o significado de blafêmia. Em João 10:30-33, Jesus estava para ser apedrejado porque ele dizia ser “um com o Pai”. Os judeus que iriam matá-lo disseram: “Não te apedrejamos  por alguma obra boa, mas pela blasfêmia, porque sendo tu homem, te fazes DEUS a ti mesmo.” De acordo com este texto, blasfêmia é o homem se colocar em um lugar como se fosse DEUS. No lugar de DEUS. Agora vamos ver outra definição de basflêmia. Jesus tinha perdoado os pecados de um homem, e os escribas diziam assim: “Por que diz está assim blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, senão DEUS?” Marcos 2:7. Claramente, Jesus não era blásfemo, porque Ele era DEUS, e Ele era capaz de perdoar pecados. Mas para o homem fazer tais declarações, isso constitui blasfêmia, de acordo com a própria definição Bíblica.

Agora nós chegamos ao Sétimo ponto da identidade, encontrada tambem no verso 25, “…E destruirá os santos do Altíssimo.” Isso nos fala de que esta pequena ponta, é uma força perseguidora. Isto irá fazer guerra contra o povo de DEUS e causará com que eles sejam executados. A Oitava marca também é dada no verso 25: “… E pensará em mudar os tempos e a lei.” Aparentemente, em sua amarga oposição ao DEUS dos Céus, em falando grandes blasfêmias contra Ele, esta força também procura mudar a grande lei de DEUS. Este movimento desta pequena ponta, óbviamente foi somente uma tentativa, porque a grande moral lei de DEUS jamais pode ser alterada pelo homem.

 

UM DOMÍNIO POR

1260 ANOS

A Nona e final marca identificatória, no verso 25, nos fala exatamente por quanto tempo esta pequena ponta exerceria o seu domínio na terra; “…E eles serão entregues na sua mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo.” Aqui nós nos deparamos com uma estranha expressão:  Isto atualmente é um termo profético o qual a própria Bíblia nos explica. Em Apocalipse 12:14, nós lemos estas palavras concernentes ao mesmo periodo de tempo, “E foram dadas à mulher duas asas de grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente.” Agora leia o verso 6, o qual descreve o mesmo evento. Ao invés de dizer, “Um tempo, e tempos e metade de um tempo,” diz: “E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por DEUS, para que alí fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.” Assim nós vemos que estes dois períodos de tempo são exatamente o mesmo. Em comparando estas Escrituras entendemos que tempo é igual a 1 ano em profecia Bíblica, tempos é igual a 2 anos, e metade de um tempo é igual a 1/2 ano. Isto nos dá um total de 3 tempos e meio, ou seja 3 anos e meio. Que por sua vez é igual a 1260 dias, se considerarmos, é claro, que o ano Bíblico tem 360 dias.

Agora estamos prontos para aplicar um outro grande princípio na interpretação de profecia. Por favor, note que sempre, nas medidas de tempo proféticos, DEUS usa 1 dia para representar 1 ano. Em Ezequiel 4:6 nos lemos a atual regra: “… Um dia te dei por cada ano.” Futuro suporte a este versículo é encontrado em Números 14:34. Este método de reconhecer o tempo, sempre dever ser aplicado no estudo das profecias Bíblicas. Isto quer dizer então que esta pequena ponta iria exercer seu domínio por 1260 anos, ao invés de meros 1260 dias.

 

UM EXATO
CUMPRIMENTO

Temos diante de nós agora, uma lista de nove específicas características, que foram levantadas do capítulo 7 de Daniel, descrevendo esta pequena ponta. Existe somente uma força na história deste mundo que preenche todas as características aqui descritas. Em outras palavras, DEUS fecha toda e qualquer outra opção, e nos força a uma única e possível conclusão: A Igreja Católica, sòzinha, preenche todos os pontos de identidades estabelecidos em Daniel 7.

Vamos dar uma rápida olhada e perceber quão claramente isto é feito. Primeiro de tudo, o papado surgiu na Europa Ocidental, bem no coração do território do pagão Império Romano – Em Roma, p’ra ser mais preciso. Segundo, isto apareceu depois de 476 D.C. Atualmente, isso foi no ano de 538 D.C que o decreto do Imperador Justiniano entrou em efeito o qual assinava absoluta preeminência à Igreja de Roma. Estes fatos da história podem ser verificados por qualquer fonte de autoridade histórica.

Terceiro, quando o papado surgiu, ele teve uma forte oposição por tres tribos que tinham tomado o controle com o colapso do Império Romano. Os Vândalos, Os Ostrogodos e Herulios era forças Arianas que fortemente se opuseram contra o surgimento da Igreja Católica. O exército de Roma veio e completamente destruiu estas tres tribos. A última destas tres foi destruída neste mesmo ano, 538 D.C., quando o decreto de Justiniano entrou em efeito.

Quarto, a Igreja Católica tinha um homem como cabeça de seu sistema. Quinto, o papado era uma força diferente de todos os outros reinados políticos que apareceram antes dele. Era um sistema político-religioso diferente de qualquer sistema de reinado que a terra tinha conhecido até aquele momento.

Agora olhemos para a sexta característica – o proferir de grandes palavras de blasfêmias contra o Altíssimo. O papado se encaixa nesta descrição? Nós precisamos somente se lembrar de que a Igreja Católica se tem atribuido a ela mesma o poder de perdoar pecados. Com relação ao proferir de grandes palavras, deixe-me usar as palavras de um artigo por F. Lucii Ferraris, contidas no livro, Prompta Bibliotheca Canonica Juridica Moralis Theologica. Este livro foi impresso em Roma e sancionado pela enciclopédia Católica. Ouçam o que eles dizem com relação ao Papa e ao papado. “O Papa é assim de tão grande dignidade, e tão exaltado, que ele não é meramente um homem, mas como se fosse o próprio DEUS e o Filho de DEUS. O Papa é como se fosse DEUS na terra, Rei dos reis, tendo plenitude de força.” Volume VI, pags 25-29. Estas são apenas poucas palavras das quais a Bíblia define como blasfêmia. Dito isso, o papado satisfaz as marcas de identidade como a força da pequena ponta de Daniel.

Indo para o sétimo ponto de identidade, nós encontramos que a história suporta a profecia concernente a perseguição papal. Todos os que tem um pouco de conhecimento sobre a Idade-Média tem familiaridade com o fato de que milhões de pessoas (calcula-se que foi aproximadamente entre 50 e 100 milhões) foram torturadas e assassinadas pela Inquisição Católica. De um livro escrito por um Cardeal Católico, o qual tem a sanção da Igreja, nós lemos: “A Igreja Católica… tem horror de sangue. Entretanto quando confrontada por heresia… ela recorre à força, ao punimento corporal, à tortura. Ela criou tribunais como a Inquisição. Ela conclama às leis do estado para lhe auxiliar. … Especialmente agiu ela assim no século XVI com relação aos Protestantes. … Na França, sob Francis I e Sob Henrique II, na Inglaterra, sob Maria Tudor, ela torturou os heréticos.” The Catholic Church, The Renaissance and Protestantism, pags. 182-184.

Nós poderiamos multiplicar afirmações como esta, de historiadores, tanto Católicos como Protestantes, que descrevem as horríveis torturas que as autoridades papais impuseram aos Protestantes. Assim, podemos ver o completo cumprimento da descrição da pequena ponta.

A oitava marca, como é dada no verso 25, concerne à tentativa de mudar a lei de DEUS. Se aplica isto ao papado? Note isso: A Igreja Católica removeu o segundo mandamento de seus livros doutrinários e catecismos, porque este mandamento condena a adoração à imagens. O décimo mandamento, então é divido em dois, e desta maneira continua sendo os 10 mandamentos. Mas dois são contra a cobiça e não existe nenhum condenando a idolatria. Dessa maneira, o papado tem pensado em trocar a lei, mas sem sucesso. A lei de DEUS não pode ser mudada!

Finalmente, viemos para a nona identificativa marca, a qual nos fala exatamente por quanto tempo esta força papal exerceria o seu poder sobre a terra. Descobrimos que isso seria por um período de 1260 anos. Está isso de acordo com os registros da história? Lembrem-se que nós sabemos de como o papado começou o seu reinado, pela ordem de Justiniano, o Imperador Romano, em 538 D.C. Em continuando de 538 D.C. adicionando 1260 anos a partir desta data, nós somos trazidos até 1798. Neste mesmo ano, General Berthier (General Frances), das forças Napoleônicas, invadiu com seu exército Roma e arrancou o papa de seu trono. Ele foi levado para a França em exílio e todas suas propriedades da Igreja foram confiscadas.

O Governo do Diretório Frances decretou que jamais haveria outro Bispo de Roma. Até onde se pode notar, para o mundo, externa e aparentemente a Igreja Católica estava morta. Depois de exatamente 1260 anos em total cumprimento da profecia, a igreja perdeu o seu controle do mundo. Assim, o último ponto é completa e claramente cumprido no papado. E somente no papado, não tem como sair fora.

 

A BESTA E A PEQUENA
PONTA, IDÊNTICAS

Voce pode estar a ponderar, o que tudo isso tem a ver com a besta de Apocalipse 13. Nós estamos agora prontos para identificar este estranho e composto animal descrito no livro de Apocalipse. Vamos ler a descrição deste animal uma vez mais, o qual tem o corpo de um leopardo, tem os pés de um urso, e a boca de leão.

“E foi lhe dada uma boca para proferir grandes coisas e blasfêmias;” Verso 5. Note por favor que esta besta está fazendo exatamente as mesmas coisas que a pequena ponta de Daniel. O verso 5 continua; “e deu-se-lhe poder para continuar por quarenta e dois meses.” Quão longo são quarenta e dois meses? Exatamente 1260 proféticos dias, ou anos – o mesmo que 3 tempos e meio da profecia de Daniel.

Concernente à besta, nós lemos mais, “E foi lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los.” Verso 7. Esta besta é também uma força perseguidora. Em outras palavras, a besta de Apocalipse 13 é a mesma força da pequena ponta. Ambas são símbolos do papado. Esta é a ilustração gráfica de DEUS da força papal, como isso veio a exercer sua arbitrária autoridade sobre a terra por 1260 anos. Adicional similaridade é encontrada lendo Apocalipse 13:3, “E ví uma de suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a tera se maravilhou após a besta.” Como já estabelecemos anteriormente, a ferida mortal ocorreu no ano de 1798 D. C., quando o exército frances deportou o Papa para o exílio na França. Mas aquela ferida mortal, serial eventualmente curada, e finalmente todo o mundo renderia sua lealdade para com o papado novamente. Esta profecia tem se cumprido muito, mas muito vividamente bem em frente de nossos próprios olhos.

Isto foi no ano de 1929 que Mussoline executou a Concordata de 1929 com o Papa, restaurando as propriedades que tinham tinham sido confiscadas da Igreja. Por esta ocasião, o Papa foi feito rei uma vez mais, e a Cidade do Vaticano foi estatizada uma vez mais como uma soberana força política. Desse dia em diante a força do papado tem avancado tremendamente, a passos largos.

No presente, a maioria dos países do mundo tem representantes políticos na Cidade do Vaticano. A incrível influência do papado nos afazeres internacionais é atestado por todos os cabeçalhos de jornais do mundo inteiro. Quase todos os discursos do Papa são publicados nos confins da terra, e milhões e milhões de pessoas veem na força papal como a maior influência na política do mundo de hoje. Sim, a ferida foi certamente sarada, e o mundo continua a seguir após a besta.

II O Dragão E A Mulher

Neste ponto, nós estamos preparados para fazer outra pergunta concernente a esta apropriação de força por parte da besta. De onde ela recebeu a autoridade para reinar em todo o mundo por 1260 anos e perseguir a tantos milhões de pessoas por causa de sua fé?  A resposta é encontrada em Apocalipse 13:2, “E a besta que ví era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio.” Note que a força veio do dragão. Mas quem é o dragão?  Apocalipse 12:7-9: “E ouve batalha no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhava o dragão e os seus anjos; Mas não prevaleceram, nem mias o seu lugar se achou nos céus. E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.”

O Dragão, naturalmente, é o próprio Satanás. Mas quando Satanás enganou o mundo inteiro?  Quando ele foi expulso dos céus, existia somente duas pessoas no mundo, Adão e Eva, e eles representavam o mundo inteiro. Em enganando Adão e Eva, no jardim do Éden, Satanás levou o mundo todo a errar e tornou-se temporariamente em possessão da terra. A grande controvérsia entre o bem e o mal, a qual havia começado nos céus, havia agora sido transferida para este planeta.

 

A PREDIÇÃO DE
INIMIZADE

Depois da queda do homem, DEUS pronunciou uma maldição a cada participante daquela original trangressão. Em Gênesis 3:15, nós lemos da maldição que foi colocada sobre o diabo, ou o dragão. “E porei inimidade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar.” Aqui está a profecia que vem atravessando todos os séculos, descrevendo a guerra que haveria entre a mulher e o dragão, e entre a semente do dragão e a semente da mulher.

Mas quem é a mulher referenciada nesta profecia?  Mulher, em profecia Bíblica, sempre representa a Igreja. Em Jeremias 6:2 nós lemos: “A formosa e delicada filha de Sião, eu deixarei desfilhada.” Quem é Sião?  Isaías 51:16, “E             ponho as minhas palavras na tua boca, e te cubro com a sombra da minha mão; para plantar os céus, e para fundar a terra, e para dizer a Sião: Tu és o meu                                   povo.” Assim, a grande controvérsia tem se desenrolado neste mundo, desde o Éden. Sempre existiu dois lados, desde a antiguidade até nossos dias. O dragão e seus seguidores fazendo guerra contra DEUS e Seus seguidores. Verdade versus Erro, e Satanás contra a Igreja.

 

DOIS LADOS

Satanás e DEUS tem estado em contenda pelo controle de todos os seres humanos que vivem sobre a face da terra. Até mesmo nos filhos de Adão e Eva os dois lados estavam representados. Caín estava do lado do dragão e queria substituir pelo seu jeito, as coisas que DEUS havia determinado que ele fizesse. Abel estava do lado de DEUS, e assim sendo mais justo do que seu irmão Caín, finalmente Caín matou Abel. Voçê se lembra de como DEUS falou para  cada um deles, que Lhes trouxesse cada um uma ovelha, mas Caín substituiu por frutas e vegetais o que DEUS havia comandado como sacrifício? Isso,  voçê irá descobrir, sempre será a marca do dragão. Ele tenta substituir, ou falsificar a exata verdade de DEUS.

Através dos descendentes de Caín a terra estava tão corrupta, que DEUS finalmente teve que destruí-la com o dilúvio. Mas depois de algum tempo os dois lados apareceram novamente. O seguidores do dragão, concentrados em Babel tentaram desafiar a DEUS em construindo uma torre que alcançasse os céus. O plano falhou, é claro, e naquele local, mais tarde foi fundada Babilônia, que no ano de 606 B.C. veio a ser o primeiro império mundial.

Durante estes iniciais anos de confusão, DEUS chamou a Abraão que saísse de Babilônia e lhe mandou para Canaã. Abraão havia crescido na Mesopotâmia, perto do local onde a tentativa de construção da grande torre de Babel tinha ocorrido, e onde o império da Babilônia começou. Os planos de DEUS sempre envolveram uma chamada de separação da confusão e da falsidade.

O DRAGÃO E A
ADORAÇÃO DO SOL

Brevemente, vamos estudar um pouco da história do lado do dragão. A cidade de Babilônia, foi a primeira capital do dragão nesta terra. Um sistema pagão de religião desenvolveu-se nesta cidade, na forma de adoração ao sol. Isso foi uma blasfêmia idolatria, cheia de imoralidades, licenciosidade, e cerimônias de degradantes rituais. Mas breve os seguidores do dragão se envolveram em disputas entre eles e os Medo-Persas vieram e sua total força. Mas ainda assim continuou sendo o quartel-general do dragão. A adoração a Baal continuava a predominar como havia ocorrido no império anterior. Depois a Grécia veio e tomou lugar, mas a adoração ao mesmo sistema idólatra, de adoração ao Sol, não foi mudada. Finalmente, O Império Romano começou sua dinastia como império mundial. Mas, como nos impérios antecedentes, nada mudou quanto ao sistema religioso. Mitraismo, ou a adoração do Sol era a religião universal do pagão Império Romano.

De Babilônia até Roma, o dragão manteve o controle através do ateu sistema de adoração ao Sol.

Mas durante a dinastia romana, um fato muito importante aconteceu! Era tempo da semente da mulher aparecer. Lembre-se, a profecia falava da inimizade

entre a semente da mulher e a semente do dragão. A semente da mulher surgiu nos dias do Império Romano. Vamos ler alguma coisa a respeito disso em Apocalipse 12:1: “E VIU-SE um grande sinal no céu: uma mulher vestida do Sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça.” Não se esqueça, mulher em profecia, representa a igreja.  Uma pura mulher, significa a pura e verdadeira igreja, mas uma mulher decaida, ou depravada,  simboliza  o falso sistema religioso.

 

A SEMENTE
DA MULHER

Esta mulher de branco, descrita em Apocalipse 12, representa a verdadeira igreja, a igreja apostólica, com suas puras doutrinas. As doze estrelas em sua cabeça, são os doze apóstolos. “E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ansias de dar à luz. E viu-se outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas. E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho. E deu à luz um filho, um varão que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para DEUS e para o seu trono.” Agora, quem foi este menino-homem?  Existiu somente um menino-homem o qual foi destinado a reger todas as nações, o qual finalmente foi arrebatado para o trono de DEUS. Isto não é outro senão Jesus Cristo! Mas quem tentou matar a Jesus, tão logo ele nasceu? Voce responde, “Herodes, o Imperador Romano”. E realmente foi ele. Herodes tentou matar a todos os bebês meninos de dois anos e para baixo, numa tentativa de destruir Cristo.

O Império Romano, então, é simbolizado na profecia Bíblica pelo mesmo dragão vermelho, como sendo o próprio Satanás. Porque Satanás trabalhou tão entrelaçado através desta nação, para destruir a Jesus, Roma pagã é representada pelo mesmo símbolo em profecia, como sendo Satanás. Mas Herodes não teve sucesso em sua tentativa de destruir o menino-homem. Maria e José fugiram para o Egito e escaparam do terrível decreto. O mestre ataque de Satanás em destruir Jesus na cruz foi anulado naquela manhã de domingo, quando Aquele que havia sido crucificado, quebrou as barreiras da morte pela sua ressurreição! Quarenta dias depois, Ele foi elevado aos céus, em perfeito cumprimento às palavras da profecia.

Quando o dragão viu que ele não obteve sucesso em destruir a Cristo, voltou o seu ódio contra a primitiva igreja. De acordo com Apocalipse 12:13, “E, quando o dragão viu que fora lançado na terra, perseguiu a mulher que dera à luz o varão.” Por esse tempo existia somente um pequeno número de Cristãos, e Satanás pensava que ele poderia completamente destruí-los pela sua sistemática perseguição. Milhares e milhares de Cristãos foram martirizados sob a terrível persiguição dos crueis Imperadores Romanos. Mas o evangelho continuou a crescer e se espalhar. O sangue dos mártires parecia que se transformava nas sementes da igreja. Quando um morria, cem mais apareciam para tomar o lugar daquele um. Paulo pregava este evangelho às portas deste próprio Império Romano. O velho dragão se tornou tremendamente aborrecido. Agora era tempo de surgir a semente do dragão.


A SEMENTE DO
DRAGÃO

Por séculos Satanás tem tentado destruir o povo de DEUS através de violenta oposição, de Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma. Através de violência e perseguição ele sempre falhou em tentar fazer desaparecer a verdade. Assim, o que ele não pode fazer através da força, o dragão iria agora tentar através de outras  estratégias e decepções. Ele iria organizar sua própria contrafação à verdadeira religião, seu próprio sistema religioso. Através deste engodo, ele trazeria para dentro, doutrinas e filosofias pagãs dos impérios da Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma e combinaria com o ensinamento cristão. Assim ele tentaria destruir a milhões através da decepção.

Em que forma a semente do dragão apareceu?  Ela foi trazida à tona como a besta de Apocalipse 13.  Isto é muito significativo que a besta, atualmente é feita através de partes de leão, de leopardo, de urso e do não descrito animal de Daniel 7. A ilustrativa figura que DEUS mostra do papado, revela que era fora feita de partes de todos aqueles impérios pagãos. Em particular ela esquadrinhou sua força das nações pagãs Romanas. De acordo com Apocalipse 13.2, o dragão deu à besta sua força seu trono e grande autoridade. Nós aprendemos que o dragão, atualmente simboliza o pagão Império Romano, bem como o próprio Satanás.

Por um acaso, o pagão Império Romano delegou alguma autoridade ao papado?  O facto é que no ano 330 D.C., Constantino, o Imperador Romano, tornou a cidade inteira de Roma sob os auspícios do papado como trono de sua autoridade. A história usa quase que a mesma linguagem profética ao descrever este acontecimento. Eu usarei referência de uma fonte Católica e um livro da história secular para descrever este facto. “Quando o Império Romano tornou-se Cristão, e a paz da igreja foi garantida, o Imperador deixou Roma para o Papa, para ser o trono da autoridade do Vigário de Cristo, o qual deveria lá reinar, independente de toda a autoridade humana, até a consumação dos séculos, até o final dos tempos.” Papal Rights and Privileges, pags 13,14.

A troca da capital do Império, de Roma para Constantinopla, no ano de 330 A. D., deixou a igreja do Oeste praticamente livre da força imperial, para desenvolver sua própria forma de organização. O Bispo de Roma, no trono dos Cezar’s, agora, era a maior força no Oeste e foi em muito breve tempo forçada a tornar-se a maior força política bem como o cabeça espiritual.”  The Rise of the Medieval Chruch. pag. 168. Quão claro estas declarações mostram que o papado recebeu o seu assento e força da Roma pagã! Mas de quem Roma recebeu isto? Da Grécia. E de onde a Grécia recebeu isto?  Dos Medos-Persas. Mas de quem os Medos-Persas receberam isto? De Babilônia. E de quem Babilônia recebeu isto? Do dragão. Assim nós começamos a entender um pouco melhor porque DEUS tem dado temerosos avisos contra a força da besta. Atualmente o dragão esta por trás de tudo isso.

 

A CONTRAFACÇÃO
DAS VESTIDURAS PAGÃS

Vamos considerar por um momento como as doutrinas pagãs foram capazes de encontrar lugar neste falso sistema religioso o qual Satanás introduziu. Porque a marca do dragão é a falsidade e a substituição, nós seremos capazes de ver neste político-religioso sistema a melhor e infernal operação de Satanás. Justo como foi no caso de Caim, substitutos foram providos para satisfazer os mandamentos de DEUS. Muitos relicários da adoração ao Sol, atualmente, vieram a tornar-se um status Cristão. Um inteiro set de doutrinas falsas foram adicionadas, assim que, para ganhar o pretígio com os povos pagãos da época. Idolos pagãos foram deixados à porta, mas ídolos de Pedro, Maria e de outros santos tomaram os seus lugares.

Como um exemplo de como os conceitos pagãos vieram para igreja, considere o exemplo do Natal. Voce sabe onde se originou o Natal? O natal como festival, existia muito antes de Jesus nascer neste mundo. Dezembro 25, atualmente, era celebrado centenas de anos antes de nosso Salvador nascer. Os pagãos adoravam o Sol, e eles notaram que em Dezembro vinham encurtando, encurtando e sol se tornando cada vez mais distante da terra. Temendo que o Sol se afastasse de vez, eles rezavam e ofereciam sacrifícios. Então em dezembro 25, pela primeira

vez, eles puderam dizer que o Sol estava se aproximando novamente; os dias começaram a ser mais longos novamente. Assim, esse povo disse: “O Sol renaceu para nós”. Então eles chamaram 25 de dezembro, o nascimento do Sol, ou o deus Sol. Isto tornou-se um grande festival religioso entre eles.

Este dia era celebrado somente pelos pagãos, até que o falso sistema papal começou a tomar forma. Por esse tempo, este dia foi adotado pelo papado e chamado: “The birth of the SON”, o  nascimento do filho, ao invés de “The birth of the SUN”, o nascimento do Sol. Dr. Gilbert Murray, M.A., D. Litt. , LL.D., FBA., professor de Grego, na Universidade de Oxford, tem escrito o seguinte: “ O Mitraísmo teve tanta aceitação, que isso foi possível ser imposto no mundo cristão o seu próprio “Sun-day”, dia de adoração ao Sol, no lugar do Sábado; Isto é  o nascimento do sol, 25 de dezembro, como se fosse o  nascimento de Cristo.” History of Christianity in the Light of Modern Knowledge, cap. III; citado em Religion and Philosophy, pag. 73,74. New York: 1929.

Atualmente, nós não sabemos a data do nascimento de Cristo. Como voce mesmo pode ver, a adoção de 25 de dezembro, é pura e totalmente baseada em um costume pagão, o festival de adoração ao Sol. Por favor tome nota, o quão fácil instituições pagãs resvalam para dentro das instituições cristãs e até mesmo para dentro das igrejas Protestantes.

E agora, o que voce me diz da Páscoa? Isto é uma muito bem conhecida celebração dentro das igrejas cristãs de nossos tempos. No entanto, isso também era celebrado por pagãos, muito antes da ressurreição de Cristo. Todos os grupos cristãos reconhecem que o Domingo de Páscoa é muitas vezes, celebrado com uma             diferença de até 5 semanas, de um ano para o outro. Poucos sabem, no entanto, que tudo isso é governado por corpos celestes. A páscoa sempre cai no primeiro domingo depois da lua-cheia, depois de equinox, (Quando o Sol cruza a linha do        Equador, e dia e noite tem o mesmo tamanho.)

Os pagãos de muito tempo atrás notaram que tudo parecia tomar uma nova vida no início da primavera, tão logo o Sol cruzasse a linha do Equador. Assim eles designaram um dia, na primavera, em homenagem à deusa da reprodução. Aquele dia foi dedicado a Ishtar, a deusa da reprodução, por causa da nova vida e o crescimento na natureza. A própria palavra Easter foi transliterada do nome Ishtar, a qual a adoração foir memorializada pela adoção de Easter, (significando Páscoa).

Muitas vezes, leigos cristãos tem perguntado o que tem a ver o tradicional ovo de páscoa e o coelhinho tem a ver com a ressurreição de Cristo. É claro, eles não tem nada a ver um com o outro, nada em comum. O coelho foi escolhido por aqueles pagãos, como símbolo do dia da páscoa por causa de sua grande capacidade de reprodução. O ovo, foi também escolhido, como símbolo da fertilidade. Entre os ateus daquela época, este dia era associado a grandes bacanais, licenciosidades e práticas imorais.

Durante o tempo em que o papado estava desenvolvendo-se, Ishtarday (dia da páscoa) foi adotado pela igreja e chamado (Easter-day). Até mesmo os símbolos; o coelhinho e o ovo, permaneceram, como uma recordação de sua origem pagã. Estes exemplos foram aqui mostrados meramente para mostrar o quão fácil Satanás é capaz de introduzir pagãs idéias na igreja. Na medida que o papado desenvolvia-se, ele abria suas portas para a recepção de não Bíblicos costumes, isto marcou claramente como a real falsa força descrita por DEUS em Apocalipse 13.

A questão que vem à nossas mentes agora é: Estamos nós realmente seguindo a Bíblia em todas as nossas doutrinas?  Se tradição e ateístas costumes entraram assim tão facilmente na igreja, o que dizer então a respeito de outras doutrinas?  As coisas mencionadas até aqui, não interferem, ou são opostas aos mandamentos de DEUS. Nós não temos nenhum mandamento concernente à observação da ressurreição de Cristo e seu nascimento. Nós podemos pensar de Sua ressurreição e nascimento a qualquer tempo ou dia do ano. No próximo capítulo, iremos descobrir, no entanto, que outras doutrinas pagãs foram introduzidas, as quais atacam diretamente o ámago, da verdadeira religião da Bíblia. Nós não estamos assim tão preocupados, excepto por aquelas que vão diretamente contra o plano comando de DEUS.

O crescente crescimento da força do papado contiuava em seu programa, em falsificar algumas das mais vitais verdades contidas na Palavra de DEUS. Que os nossos olhos possam se manter abertos, para reconhecer estas falsidades e mantermo-nos leais à exata verdade em sua forma original.

 

III. O NÚMERO E A MARCA DA BESTA.

 

Dois dos mais importantes aspectos da besta e sua força, são trazidos à luz em Apocalipse 13: “ E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas; Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seissentos e sessenta e seis.” Apocalipse 13: 16-18.  Até aqui, em nossos estudos, descrevemos nove marcas identificativas da besta, e sua aplicação ao papado. E aqui, iremos adicionar a décima marca em nossa lista, em explanando o número de seu nome.

 

De acordo com Apocalipse 13:17, o número de seu nome é também um número de homem. Sem dúvida nenhuma, isso se refere ao homem o qual é o cabeça dessa força. O antigo método de derivar o número de um nome é o de pegar o valor numérico de todas as letras e somá-los.  Se nós queremos aplicar este teste ao papado, teremos que encontrar o real e official nome do papa, o qual é o cabeça de sua igreja. Se isso é o número de um homem, sería natural isso ser o homem, o qual é o lider e cabeça dessa organização.

É interessante notarmos de que existe um título oficial (em Latin) para o Papa, um título que foi garantido a ele pela própria igreja. Este título é encontrado repetidamente nas publicações de Roma. Mas na publicação semanal do jornal católico, entitulado: Our Sunday Visitor, de abril de 1915, nós temos uma interessante declaração de que as letras do oficial título estão inscritas na mitra papal. Aqui vai a atual inscrição; “As palavras escritas na mitra papal sao estas: “ Vicarius Filii Dei, o que  é o Latin para: Vigário, o Filho de Deus.” Católicos afirmam que a Igreja, a qual é a visível sociedade, tem que ter um visível cabeça; Cristo, antes de Sua ascenção aos céus, apontou São Pedro como Seu representante. Como sendo O Bispo de Roma, cabeça da igreja, e lhe foi dado o título, ‘Vigário de Cristo’.” Atualmente, a mitra papal não contém mais este título em latim, mas as palavras estão incorporadas nas cerimônias de coroação de cada novo coroado Papa. Assim, com esse nome oficial do Papa em mãos, nós podemos aplicar o teste das Escrituras. Como nós podemos derivar o número de seu nome?  Pegando o valor numérico em algarismos Romanos das letras: Vicarius Filii Dei, atualmente vem a um definido número: 666. Note como isso funcionou; atribuindo  um valor numerico para cada letra.

V =    5 F =   0   D = 500
I  =     1 I  =   1  E =     0
C = 100            L = 50  I  =     1
A =    0 I  =   1
R =    0 I  =   1 
I  =    1
V =   5
S =    0

Total:  112      +      53 +          501 = 666

Alguém pode objetar, dizendo que isso é uma mera concidência. Nós garantimos que isso é possível, tal ocorrência ser coincidência, se nós tivéssemos somente esta característica. Mas o fato é que esta é a décima de uma longa lista de marcas que a Bíblia usa para identificar a besta e sua força. Isso somente adiciona peso e força no que já foi dito em fazer a aplicação à força papal. Esta é a mais alta prova, em conjunção com todas as outras marcas, explicadas plena e claramente nas Escrituras.

 

A MARCA”
UMA FALSIFICAÇÃO DE MESTRE

Agora nós estamos preparados para considerar o climax da falsificação, no que concerne à besta e sua força.  Já aprendemos que esta força falsificaria muita das grandes verdades de DEUS. Isto era uma combinação de idéias pagãs com doutrinas cristãs, o que formou uma conglomeração de confusão, bem designada como “Babilônia”, nas Escrituras.

Algumas das falsas doutrinas podem ser listadas como segue: ao invés da Palavra de DEUS, tradição; ao invés do Espírito Santo, o Papa; ao invés do batismo, o salpicar de água; ao invés da comunhão; a transubstação; ao invés da eterna lei de DEUS, a lei trocada; ao invés de dízimos, taxas e indulgências; ao invés de morte, purgatório; ao invés do selo de DEUS, a marca da besta.

Aqui, nós estamos especialmente preocupados sobre a marca da besta. Em Apocalipse 14:9, 10, nós lemos: “E seguiu o terceiro anjo, dizendo com grande voz: se alguém  adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, também o tal beberá  do vinho da ira de DEUS, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.” Isto é uma questão de vida ou morte. Nós temos que saber exatamente o que esta marca é, e como nós poderemos evitá-la.

Primeiro de tudo, note que na Bíblia, sempre a marca se opõe ao selo de DEUS. Em Apocalipse :2, 3, nós aprendemos que o selo de DEUS é colocado na testa, bem como a marca da besta também é colocada na testa. As duas marcas parecem estar diametricamente oposta uma a outra. Ambas são recebidas na testa. Agora perguntamos, “O que é o selo?” Se nós pudermos estabelecer este ponto, isso nos irá auxiliar a identificar a marca.

 

O SELO DE DEUS

Um selo, é alguma coisa que tem que ver com alguma atividade legal. Documentos oficiais são sempre estampados com o selo de um corpo governamental. Todo o governo tem o seu selo, o qual é estampado e seus documentos legais. A finalidade é de mostrar que existe uma autoridade atrás daquele documento, dando-lhe cobertura. Isso é especialmente verdade nas leis do país. Toda nova lei tem um selo, para mostrar que existe uma força por detrás para que tal lei seja cumprida.

Note voce que nesses selos existe tres diferentes coisas, a saber: 1: Isto tem que conter o nome da autoridade; 2: o título da autoridade; 3: e o território sobre o qual esta autoridade tem domínio. O selo do presidente dos Estados Unidos contém as seguintes palavras:  Bill Clinton, Presidente, Estados Unidos da América. Quando este selo é colocado sobre uma lei, ou algum documento oficial, isso mostra que a autoridade do presidente está suportando aquela declaração.

Será que o selo de DEUS, tem alguma coisa que ver com Sua lei também? Se sim, onde e como é isso impresso? Vamos ler Isaías 8:16, “Liga o testemunho, sela a lei entre os meus discípulos.” Isto prova que o selo está conectado com a lei. Em fato, Sua lei está selada entre os discípulos de DEUS. Mas onde, atualmente, está a lei colocada, sobre aqueles que Lhes são fiéis? A resposta é encontrada em Hebreus 10:16, “Este é o concerto que farei eles depois daqueles dias, diz o Senhor: porei as minhas leis em seus corações, e as escreverei em seus entendimentos; acrescenta.” Assim, então, é como o selo do Senhor é colocado em Seus discípulos. Isto é escrito em suas mentes, ou simbólicamente, em suas testas. Provérbios 7:2 e 3, faz isso ainda mais claro: “ Guarda os meus mandamentos, e vive; e a minha lei como a menina dos teus olhos. Ata-os aos teus dedos, escreve-os na tábua do teu coração.” A lei, como voce pode ver, é observada por ambas, pela mente e pelas mãos, assim isto é falado como sendo aplicada às mãos e à testa.

 

O SINAL DA
AUTORIDADE DE DEUS

Nós queremos pesquisar na lei de DEUS, para ver que parte, atualmente, constitue o selo. Mas primeiramente vamos ver o do que constitue a força e a autoridade de DEUS. O presidente exerce sua força em virtude de seu mandato como presidente. DEUS proclama Sua força baseado em Seu mandato como Criador do universo. Note as palavras encontradas em Jeremias 10:10-12; “ Mas o Senhor DEUS é a verdade; ele mesmo ;e o DEUS vivo e o Rei eterno; do seu furor treme a terra, e as nações não podem suportar a sua indignação. Assim lhes direis, Os deuses que não fizeram os céus e a terra desaparecerão da terra e de debaixo deste céu. Ele fez a terra pelo se poder; ele estabeleceu o mundo por sua sabedoria e com a sua inteligência estendeu os ceús.” De novo, em Salmos 96:5, “Porque todos os deuses dos povos são coisas vãs; mas o Senhor fez os céus.” Coloque isso com o que encontramos em Isaías 40:25 e 26: “A quem pois me fareis semelhante, para que lhe seja semelhante? Diz o Santo. Levantai ao alto os vossos olhos e vede quem criou estas coisas, quem produz por conta o seu exército, quem a todas chama pelos seus nomes; por causa da grandeza das suas forças, e pela fortaleza do seu poder, nenhuma faltará.” Somos impressionados que estas grandes coisas destinguem o verdadeiro DEUS e Sua criativa força. Ele baseia Seus reclamos de autoridade como o verdadeiro e único DEUS sobre Sua força e capacidade de criar. Mas qual é o sinal de Seu memorial da criação? Gênesis 2:2 e 3 nos dá a resposta: “E havendo DEUS acabado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou DEUS o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que DEUS criara e fizera.” O Sábado é o memorial da criativa força, a qual distigue a DEUS dos outros falsos deuses.

 

O SELO NA LEI

Agora nós estamos preparados para pesquisar a lei de DEUS e determinar o que o Seu selo de autoridade realmente é. Lembre-se, um selo tem que conter o nome, o título e o território de sua autoridade. Um por um, nós estudamos todos os 10 mandamentos do Decálogo. Gradativamente todos são eliminados com exeção de um. Os tres requisitos do selo vai ser encontrado somente em um, no qual inclui o nome, o título e o território de DEUS.

Bem no coração da lei está o memorial de Sua criativa força, e eis que neste quarto mandamento nós encontramos também estes tres componentes do selo. “Lembra-te do dia do Sábado, para o santificar.  Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra; Mas o sétimo dia é o Sábado do Senhor teu DEUS; (nome) não farás nenhuma obra, nem tu, nem o teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro que está dentro de tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor (ofício-função) os céus e a terra, (território) os mares e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do Sábado, e o santificou.” Em outras palavras, o Sábado é o selo de DEUS – a marca de um que pode criar e o qual é autorizado a reger a terra. E para fazer Sua lei autoritativa, Ele colocou o seu selo sobre ela, mostrando que Ele mantém-se por detrás desta lei, em todos os Seus mandamentos.

Voce  poderá perguntar: É o Sábado realmente o selo de DEUS?  Vamos dar uma olhada em Ezequiel 20:12, “E também lhes dei os meus Sábados, para que servissem de sinal entre mim e eles; para que soubessem que eu sou o Senhor que os santifica.” Aqui o Sábado é chamado de “sinal” de DEUS. É isso o mesmo que selo?

Romanos 4:11 revela-nos que selo e sinal são a mesma coisa, sendo usados alternadamente nas Sagradas Escrituras. “E recebeu o sinal da cincuncisão, selo da justiça da fé quando estava na incircucisão, afim de que também a justiça lhes seja imputada.”

 

O SELO E A MARCA
EM COMPETIÇÃO

Vamos ver que relação existe o selo de DEUS e a marca da besta. As duas coisas estão em competição entre si. Em Apocalipse 14:9 e 10, a terceira mensagem angélica mostra aqueles que tem a marca: “E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, também o tal beberá do vinho da ira de DEUS, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.” No verso 12 nós temos outro grupo identificado por estas palavras: “Aqui está a paciência dos santos: aqui está aqueles que guardam os mandamentos de DEUS e a fé de Jesus.” Em outras palavras, aqueles que guardam os mandamentos de DEUS não tem a marca da besta e aqueles que tem a marca da besta não obedecem os mandamentos de DEUS. Os Dez Mandamentos, contendo o selo de DEUS, estão ordenados em competição com a marca da besta. Este selo é o Sábado, portanto o Sábado é oposto à marca. Então o que é a marca?

 

UMA TENTATIVA DE MUDANÇA

Para responder esta pergunta nos é apontado ir para trás, ao livro de Daniel 7:25, onde o papado é descrito como a força que “pensaria em mudar a lei e o tempo.” Nós já aprendemos como o segundo mandamento foi removido e o décimo mandamento foi dividido em dois, nos catecismos do papado. Mas e agora sobre o “tempo”, mencionado no texto?  Somente onde nos 10 mandamentos é mencionado alguma coisa a respeito do tempo? Isto é somente no quarto mandamento que a lei faz referência ao tempo. Por algum acaso o papado pensou em mudar o Sábado, o único tempo designado pela lei? Sim, ele tentou, e isso aconteceu de uma maneira muito interessante. Os pagãos tinham um sistema de religião baseado em adoração. Seu dia sagrado era o primeiro dia da semana, o qual eles nomearam Sun-Day (que nós chamamos domingo) em homenagem ao deus Sol. Domingo era observado pelos pagãos, em contraste com o Sábado, observado pelos cristãos. Mas no tempo do Imperador Romano Constantino, uma coisa significante aconteceu. Constantino professando ter se convertido ao cristianismo, abriu as portas da igreja a todos os seus ateus seguidores.

Em ordem para adquirir força, prestígio e maior número para a igreja, ele aceitou muito dos costumes de adoração ao sol dos pagãos. Muitos desses compromissos, tais como o Natal e a Páscoa, que eu já descrevi anteriormente. Outro desses costumes foi a observância do domingo. Isto parecia mais conveniente deixar os pagãos guardar o seu próprio dia de adoração, o domingo, e convidar os cristão a participar nisso. Assim Constantino, atualmente, fez a primeira lei para guardar o domingo ao invés do Sábado. Concílios da igreja papal reforçaram a lei, até que isto se entrincheirou no cristianismo e no mundo.

 

O TESTEMUNHO
DA HISTÓRIA

Tornamo-nos agora à testemunha de historiadores seculares, voce pode ler os fatos por sua própria conta. Toda a afirmação é claramente definida nos registros históricos. Da Enciclopédia Britânica, sob o artigo “DOMINGO”, nós lemos: “Foi Constantino quem primeiro fez a lei para a própria observância do domingo, e quem…. apontou que isso deveria ser regularmente celebrada através de todo o Império Romano.” Aqui estão as palavra do Dr. Gilbert Murra, M.A., Lit., L.L.D., F.B.A., professor de Grego na Universidade de Oxford: “Agora, desde que Mithras era o Sol, o não conquistado”, e o Sol era a ‘Estrela Real’, a religião olhava por um rei que pudesse reprentar Mithras sobre a terra… O Imperador Romano parecia ser claramente indicado como o verdadeiro rei. Em cortante contraste com o cristianismo, Mitraísmo recohecia a Cezar como instituido de divina graça, e seus devotos cheios de legiões e de serviço civil. … Isto teve tanta aceitação que foi capaz de impor-se ao mundo cristão o seu próprio domingo, em lugar do Sábado, o seu Nascimento do Sol dia, 25 de dezembro, como se fosse o nascimento de Jesus.” History of Christianity in the Light of Modern Knowledge.

Dr. William Frederick afirma a mesma verdade histórica: “Os gentios eram um povo idólatra, que adoravam o sol, e domingo era o seu mais sagrado dia.

Agora para atingir o povo neste novo campo, isto parece natural, como necessário, fazer de domingo o dia de descanso da igreja. Nessa época era necessário para igreja, ou um ou outro, adotar o ‘Gentio-Dia’, ou fazer os gentios trocar o seu dia de adoração. Trocar o “Gentio-Dia’, seria uma ofensa e um bloco intransponível para eles. A igreja poderia naturalmente, melhor alcança-los, em guardando o dia deles.” Sunday and Christian Sabbath, pag. 169, 170.

O North British Review dá a seguinte razão para os cristão adotarem o ateu domingo: “Este dia era o domingo de seus ateus vizinhos e respectivos cidadãos, e o patriotismo com prazer uniu-se em expediente em fazendo isso de uma só vez, o Dia doSenhor deles, e seus Sábados. … A igreja primitiva, em fato, ficou calada com relação à adoção do domingo., – até que isso se estabeleceu supremo, quando já era muito tarde para fazer outra alteração. Volume XVIII, pag. 409.

 

O ACORDO CATÓLICO

Desde que a profecia de Daniel predisse que o papado “pensaria em trocar os tempos e a lei,” deixe-nos perguntar à sua igreja se ela tem feito alguma coisa a ver nessa mudança do Sábado. Nós queremos ser justo com todos, e pegar um testemunho autêntico de todos. Os próximos textos e quotações foram tomadas de conhecidas autoridades Católicas que expressam claramente os reclamos do papado sobre a tentativa de mudança. Do Catholic Encyclopedia , Volume IV, pag. 153: “A Igreja… depois de trocar o dia de descanso do Sábado Judeu ou o sétimo dia da semana, para o primeiro, fez o terceiro mandamento referenciar a domingo como o dia para ser guardado como o dia do Senhor.”

Salvation History and the Commandaments, pag. 294, edição de 1963, por Rev. Leo J. Trese e John J. Castlelot, S.S. descreve nessas palavras: “Nada é dito na Bíblia sobre a troca do Dia do Senhor de Sábado para domingo. Nós sabemos da troca somente por tradição da igreja. – fato trazido até nós desde os tempos primitivos pela viva voz da igreja. Por isso é que achamos ilógicas as atitudes de muitos não-católicos, que dizem que eles não acreditarão em nada que eles não encontrarem na Bíblia, e ao mesmo tempo continuam a guardar o domingo como o Dia do Senhor, assim como diz a Igreja Católica.”

Outro bem conhecido escritor católico, deu esta explicação para a troca: “A Igreja Católica transferiu a observãncia do sétimo para o primeiro dia da semana. … A Igreja Católica julgou isto mais adequado apontar este dia, ao invés do Sábado, o dia de festival dos cristãos.” This is Catholicism, edição de 1959, John Walsh, S. J. Pag. 325

Um catecismo de 1958, por Killgallen e Weber, entitulado: Life in Christ – Instructions in the Catholic Faith, explanava o seguinte:  Porque a Igreja Católica trocou O Dia Do Senhor de Sábado para domingo? A igreja usando da força de atar ou desatar, dada por Cristo ao Papa, trocou O Dia do Senhor para o domingo.” Pag. 243.

No livro ‘A doctrinal Catechism o Rev. Stephen Keena tem isso para nos dizer: “Pergunta – Voce tem uma outra maneira de provar que a Igreja tem força para instituir festivais como regras? Resposta – Se ela não tivesse esta força, ela não poderia ter feito o que todas as modernas religiões concordam com ela; ela não poderia ter substituído a observãncia do domingo, primeiro dia da semana, pela  observãncia do Sábado, o sétimo dia, uma troca em que não há escritural autoridade nenhuma.” Por favor, note a palavra ‘substituído,’ um termo o qual nós temos usados várias vezes para descrever as atividades desta força.

O Cardeal Gibbons, no seu livro: The Question Box, pag. 179, faz esta chocante declaração:  “Se a Bíblia é o único guia para o cristão, então os Adventistas do Sétimo-Dia estão certos em observar O Sábado com os Judeus. …   Não é estranho que aqueles que fazem a Bíblia como o seu único guia, inconsistentemente, nessa matéria, seguem a tradição da Igreja Católica?”

O Rev. John A/ O’Brien, no livro entitulado ‘Understanding the Catholic Faith, pag. 13, edição de 1955 afirma: “A Bíblia não contém todos os ensinamentos da religião católica, nem tampouco ela formula todas as obrigações de seus membros. Pegue-se por exemplo a guarda do domingo, o atendimento ao divino serviço, e abstenção de não necessário servil trabalho neste dia. Isto é matéria na qual nossos Protestantes vizinhos, enfaticamente tem dado tamanha importãncia por muitos anos; no entanto em lugar nenhum da Bíblia é o domingo designado como o Dia do Senhor; o dia mencionado é o Sábado, o último dia da semana. A Igreja Primitiva côncia de sua autoridade em ensinar no nome de Cristo, deliberadamente trocou este dia para domingo.”

Um dos maiores desafios jamais visto que é atirado à face do Protestantismo está contido em uma declaração feita pelo Padre Enright, Presidente do Redemptory College in America: “Foi a Igreja Católica que trocou o dia de descanso de Sábado para domingo, o primeiro dia da semana. E ela não somente compeliu à todos a guarda do domingo, como também ordenou a todos que trabalhassem no sétimo dia da semana sob pena de maldição. Protestantes…  professam grande reverência pela Bíblia, mas no entanto por seu solene ato de guardar o domingo, eles reconhecem a força da Igreja Católica. A Bíblia diz: “Lembre-se do dia de Sábado par santificá-lo.” Mas a Igreja Católica diz: NÃO: Guarde o primeiro dia da semana” e eis, que quase que a totalidade deste civilizado mundo prosta-se em reverente obediência ao comando da santa Igreja Católica.”

Voce tem que responder a este desafio! Quem voce irá obedecer? Escutem a estas palavras de C. F. Thomas, Chanceler do Cardeal Gibbons, em resposta a uma carta concernente à mudança do Sábado: “É claro que a Igreja Católica reclama como ato dela esta mudança. E este ato é a marca de sua força eclesiástica força e autoridade em questões religiosas.” Assim o assunto se torna bem plano – DEUS diz que ele é o verdadeiro DEUS: Ele nos tem dado o Sábado como selo de Sua Autoridade como Criador de tudo. Em guardando o Sábado, nós reconhecemos Sua autoridade como o verdadeiro DEUS. Mas a Igreja Católica aparece e diz, em efeito, “NÃO, não guarde o Sábado; guarde o primeiro dia da semana. Nós mudamos isto, e esta mudança é a marca de nossa força em mudar a lei e a autoridade de DEUS.”

A marca da besta então, é este falso dia de guarda, o domingo pelo qual a força da besta está tentando ser reconhecida como uma autoridade maior do que a do próprio Criador. O Sinal, ou o Selo da autoridade de DEUS (Sábado) é tirado, pela instituição papal e sua marca e em seu lugar coloca-se o (domingo), o qual ela reclama ter autoridade para fazer.

Oh! Se o mundo pudesse ver que tremendo assunto se apresenta à nossa frente, hoje! Para quem iremos nós render obediência – a DEUS ou à besta? Quando nós entendermos esta matéria, teremos que fazer uma tremenda decisão, ou nós guardamos o verdadeiro Sábado e reconhecemos a autoridade de DEUS, ou nós pegamos o falso sábado (domingo) e acatamos os reclamos da Igreja Católica. E finalmente nós temos que receber ou um, ou outro, ou o selo de DEUS ou a marca da besta. Existirá somente dois lados – DEUS e o dragão, verdade e erro, Bíblia e tradição.

Um livro publicado em 1956 entitulado The Faith of Millions (A Fé de Milhões), atualmente disponível nas livrarias católicas como livro texto na religião católica tem um interessante comentário na página 473: “Mas desde que Sábado, e não domingo, é especificado na Bíblia; não é isso curioso que não-católicos que professam tirar sua religião diretamente da Bíblia e não da igreja, estejam observando o domingo ao invés do Sábado? Sim, é claro que isso é inconsistente; mas esta troca foi feita mais ou menos 1500 anos antes do Protestantismo surgir, e por esse tempo este costume era universalmente observado. Eles tem continuado a observar este costume, ainda que ele esteja ancorado na autoridade da Igreja Católica e não seja uma explícita ordem Bíblica. Esta observãncia mantém-se como uma lembrança à igreja-mãe, da qual as não-católicas seitas se separaram – como um menino que sai de casa, mas continua a carregar em seu bolso uma foto de sua mãe, ou uma caixinha com um fio de cabelo dela.”

A muito tempo atrás o Cardeal Gibbons sumarizou este assunto que estará face-a-face com todo o indivíduo na questão do Sábado. “Razão e senso demandam uma aceitação de uma ou de outra dessas alternativas. ou Protestantismo e a santificação do Sábado, ou Católicismo e a guarda do domingo como dia santo. Compromisso é impossível.” Catholic Mirror, 23 de dezembro de 1893.

 

A APROVAÇÃO
PROTESTANTE

Talvez voce esteja ponderando o que o corpo Protestante pensa a respeito dessas coisas que nós estamos considerando. Eles falarão por eles próprios. Aqui está algumas cândidas admissões dessas igrejas com relação a questão do Sábado. Todas estas declarações foram tomadas das mais altas autoridades e dos porta-vozes destas denominações. Aqui está a quotação do Dr.  Edward T. Hiscox, o autor do Manual Batista: “Existia e existe um mandamento para guardar e santificar o dia de Sábado, mas o dia de sábado não era domingo. Mas isso será dito, e com um certo ar de triunfo, que o Sábado foi transferido do sétimo dia para o primeiro dia da semana. … Onde pode o registro de tal acontecimento ser encontrado? Não no Novo Testamento – absolutamente não. … É claro, eu sei muito bem que o domingo veio a ser usado no início da história do cristianismo como um dia religioso, como nós aprendemos de nossos Pais Cristãos, e de outras fontes. Mas que pena que isso veio selado com a marca do paganismo e cristianizado com o nome do deus do sol, quando adotado e sancionado pela apostasia papal, e transferido como sagrado legado ao Protestantismo!” (De um jornal lido ante os Ministros Batistas de Nova York em uma conferência que se realizou no dia 13 de novembro de 1893.) Este grande líder Batista condensa em poucas sentenças tudo o que foi dito nas páginas deste livro.

O Prebiteriano Christian at Work disse isso: “Alguns tem tentado construir a observãncia do domingo através do comando apostólico, ao contrário, os apóstolos não deram nenhum comando com relação a esta matéria. … A verdade é, assim que apelamos para a litera scripta  ( a escrita literal) da Bíblia, os Sabatarianos tem os melhores argumentos.” Editado em 19 de abril de 1883.  O Methodist Theological Compendium declara: “Isto é verdade que não existe nenhum comando para o batismo de infantis … nem tampouco nenhum comando para guardar como santo o primeiro dia da semana.”

Dr. W. R. Dale (congregacional) em Os Dez Mandamentos, pag. 106 e 107 diz: “ Isto está  muito claro, que não interessa o quão devotado ou rígido nós guardarmos o domingo, nós não estamos guardando o Sábado. O Sábado foi fundado com um específico, divino comando. Nós não podemos reclamar tal comando para a observãncia do domingo. … Não existe nem uma singular linha sequer, em todo o Novo Testamento que sugira  que incorreremos em alguma penalidade por violar a suposta santidade do domingo.”

A posição Luterana, como revelada no Ausburg Confession of Faith, declara: “ A observãncia do Dia do Senhor (domingo) não é fundada em nenhum comando de DEUS, mas na autoridade da igreja.” O porta-voz Episcopal, Neander, escreve em “The History of the Christian Religion and Church, pag. 186: “O festival de domingo, como qualquer outro festival foi sempre uma ordenança humana, e isto estava muito longe das intenções dos apóstolos, estabelecer um comando divino a este respeito, longe deles (da igreja apostólica primitiva) em trocar as leis do Sábado para o domingo.”

No livro “Ten Rules For Living, por Clovis G. Chappell nós lemos: “Nós temos de nos lembrar que o Sábado é um presente de DEUS para os homens. Nós, é claro, entendemos que o nosso Sábado, não é o mesmo observado pelos Judeus. O deles era o sétimo dia da semana, enquanto o nosso é o primeiro. A razão que nós observamos o primeiro dia ao invés do sétimo não é baseada em neunhum positivo comando.

Alguém poderá pesquisar nas Escrituras Sagradas, em vão, por que não vai encontrar, por autoridade para trocar do sétimo dia para o primeiro. Os cristãos primitivos começaram a adorar e cultuar no primeiro dia da semana porque Jesus resurgiu dos mortos nesse dia. Com o passar do tempo foi feito desse dia o dia de descanso, um legal dia santo. Isto aconteceu no ano 321 A.C. Nosso Sábado cristão portanto, não é um caso de positivo comando.” Pag. 61.

 

A MARCA FORÇADA

Nós poderíamos fornecer dúzias de declarações de outras fontes denominacionais, mas o espaço não nos permite. Qual é a sua resposta para  o que já vimos até agora? Claramente, temos visto que DEUS predisse o aparecimento de uma força que cuidaria em trocar o Sábado; registros históricos mostram que esta força tentou mudar; a própria força admite que ela tentou trocar isso; e Protestantes confessam que a troca foi feita. Quantos irão tomar partido e ficar do lado da verdade Bíblica?

O mundo está rapidamente se aproximando do tempo em que o Sábado de DEUS será um grande teste de obediência. Seus reclamos serão colocados em frente de todos os habitantes da terra. E então quando chegar a hora, quando este assunto for claramente revelado, indivíduos irão aceitar o selo de DEUS ou a marca da besta. O livro de Apocalipse descreve o final édito dos governos da terra, os quais, atualmente irão procurar por em efeito a marca da besta em todo os habitantes do planeta. “E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita ou na suas testas.” Apocalipse 13:16.

Isto é evidente que ninguém tem a marca até que pressionados em tudo através deste legislativo ato do governo humano. Então, o verdadeiro Sábado (o sétimo-dia da semana) e o falso, (domingo) será então revelado que ninguém poderá escapar da decisão – a decisão de guardar o verdadeiro Sábado com mão e mente, ou se submeter ao falso sabado do papado, ( o domingo). No próximo capítulo voce irá aprender a identidade da nação a qual irá influenciar o mundo a aceitar o falso sábado, e a qual procurará forçar a marca da besta a todos, como sinal de lealdade ao papado.

 

  1. OS ESTADOS UNIDOS NA PROFECIA

 

Qualquer pessoa deveria ter orgulho de ser Americana. Certamente não existe nenhum lugar na  terra onde a liberdade é assim completamente gozada, como nos Estados Unidos. Voce já parou para pensar porque isto é verdade?  Existe uma razão para o surgimento da democracia neste hemisfério. Isso não é somente uma coincidência que a América é a capital da liberdade no mundo. Atualmente, a força da besta de Apocalipse 13 tem muito a ver com aparecimento da América. Voce pode estar a perguntar, “Como é que a força papal pode ser responsável pelo aparecimento dos Estados Unidos da América?” Isto foi por causa da perseguição da forca da besta, na Europa que o Estados Unidos veio à existência. Os peregrinos pais, para escapar da perseguição religiosa do papado, fugiram para o Novo Mundo da América, onde eles poderiam seguir suas conciências em adoração.

Vamos pegar o quadro agora, das páginas da profecia, na Palavra de DEUS. Os primeiros 10 versos de Apocalipse 13 descreve o papado em seu surgimento em força. Nós já estudamos esta profecia em detalhes. Verso 10 termina com a descrição do papa sendo levado cativo no ano de 1798: “Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que  à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos.” Depois, imediatamente João viu a segunda besta em visão a qual ele descreve no próximo verso. “E ví subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão.” Apocalipse 13:11. Teremos que ser muito cuidadosos em identificar esta segunda besta. Existem muitos pontos os quais irão revelar a identidade desta força.

Primeiro de tudo, isto é visto “aparecendo”, quando a primeira besta recebeu sua ferida mortal. Desde que a primeira besta (o papado) recebeu esta ferida em 1798, quando o General Bertier, do exército de Napoleão, levou o papa cativo, nós deveríamos procurar pela segunda besta e seu aparecimento por este tempo. Isso quer dizer que por volta de 1798 esta força estaria aparecendo para o mundo. Segundo:  esta segunda besta viría à tona, da terra.” Em contraste com a primeira que tinha aparecido de muitas águas. Nós encontramos em Apocalipse 17:15 que água simboliza muitos povos e nações. A segunda besta, vindo à tona da terra, representaria uma nação que apareceria em alguma área da terra onde não existisse uma civilização e multidão. A falta de água denota a falta de pessoas.

Terceiro, esta nação tinha dois chifres como os de um cordeiro, e não existe coroa neles, como tinha na primeira besta. Isto apareceu pacificamente, como um cordeiro, e a falta de coroas, revela que não existia reis como cabeça desta nação. Não era uma monarquia ou ditadura. Tudo sobre esta besta indica uma pacífica democracia.

 

SEGUNDA BESTA
IDENTIFICADA

Estamos agora áptos a identificar esta segunda besta. Não pode existir dúvidas quanto sua identidade. Existe somente uma nação na história à qual satisfaz todas estas descrições. Os Estados Unidos da América foi a única nação que apareceu como força mundial, em 1798, na medida em que a primeira recebia sua ferida mortal. A constituição dos Estados Unidos foi votada em 1787, e a Carta dos Direitos adotados em 1791. Também, isto foi em 1798 que América foi primeiramente reconhecida como força mundial. Historiadores registram que existia alguma coisa maravilhosa e providencial sobre o aparecimento deste país.

Em exato cumprimento da profecia, esta nação cresceu no Novo Mundo, onde outra civilização não havia existido. Isto apareceu pacificamente, democraticamente, e se estabeleceu sobre dois grandes princípios; Do Protestantismo e do Republicanismo. Igreja e estado eram para serem mantidos separados. Nossos Antepassados tiveram visto suficiente males de um governo Igreja-Estado.

Deixe-me ler uma declaração de John Wesley, um maravilhoso estudante da Bíblia, e arquiteto da Igreja Metodista. Escrevendo em 1754 no seu ‘New Testment with Explanatory Notes depois de aplicar a primeira besta de Apocalipse ao papado, ele disse: “Outra besta… Mas isto ainda não apareceu, ainda que não esteja longe; porque isso é para aparecer no final dos 42 mêses da primeira besta.” Página 427. Por favor note que Wesley estava olhando por uma nação que estivesse a aparecer em curto espaço de tempo o qual viria ao encontro da descrição da profecia. Somente Os Estados Unidos poderiam preencher esta expectativa.

Isto sería ok, para nós se pudéssemos parar aqui com nosso estudo, mas nós não estaríamos sendo leais para com as Escrituras se não lêssemos o resto da profecia. Versos 11 e 12 continuam: “… E tinha dois chifres como o cordeiro; e falava  como o dragão. E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada.” Em outras palavras, tempos virão, quando os Estados Unidos da América trocará sua pacífica e democrática maneira de falar. Sob alguma influência, ele começará a compelir à adoração, “E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia. E foi lhe concedido que desse espírito à imagem da besta e falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas. Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.” Apocalipse 13: 13-17.

Uma nação fala através de suas leis. Isto pode parecer incrível para nós, na medida que lemos tais coisas, que os Estados Unidos possa algum dia ser persuadido a emitir um tal tipo de lei religiosa, e tentar forçar o povo ao seu cumprimento e fazer com que adorem de uma certa maneira, mas profecia nunca falhou. Esta nação fará uma imagem ao papado, ou desenvolverá um sistema que assemelhe-se a essa força. Igreja e estado irão estar unidos o suficiênte para obrigar esta lei religiosa e assim juntos estarão à semelhança do sistema papal.

De acordo com a profecia, a América finalmente pora em vigor a marca da besta. O que isto significa? O que é esta marca? Tendo por base a Palavra de DEUS, nós temos mostrado ser isto o falso sábado montado pela força da besta. A guarda do domingo, ao invés do Sábado Bíblico, é reclamado como uma marca de aliança à Igreja Católica por seus próprios agentes e líderes. Irá então os Estados Unidos procurar por em vigor a guarda do domingo?  Isto é exatamente o que esta predito na profecia, e é exatamente o que está sendo tomado forma agora mesmo na política americana.

Não importa o quanto nós queremos acreditar ao contrário, este amado país de muitos, irá começar a usar sua influência para compelir a guarda do domingo. E as bases já foram postas. Hoje, a maioria dos estados já tem a Lei dominical em seus livros. Em alguns lugares estas leis religiosas já tem causado bastante dificuldades para os que guardam o Sábado. Algumas grandes cidades já começaram a boicotar as pessoas que se recusam a guardar o domingo. A profecia em Apocalipse 13:17 indica que sanções econômicas serão aplicadas, “e que ninguém poderá comprar ou vender, a não ser os que tiverem a marca da besta.”

 

A LEI DOMINICAL
NACIONAL ESTÁ PERTO

A Suprema Corte dos Estados Unidos já julgou que a lei dominical não é inconstitucional ou discriminatória. Isto abre o caminho para toda a presente confundida e contraditória lei estadual ser reposta por uma lei nacional que tornará padrão o cumprimento da guarda do domingo em toda a América. Com incrível avanços sendo tomados em direção a um federal controle da liberdade individual, este passo que regula o dia de adoração não será visto de uma maneira tão drástica quando isso for levado a efeito.

Marque isso bem: Estes acontecimentos já estão delineados no horizonte. Aqueles que se recusarem a aceitar o falso dia de adoração, estarão a mercê de multas, boicote, prisão e finalmente, ameaçados de morte. Quando a questão do Sábado for feito uma matéria nacional, pessoas serão forçadas a aceitar ou um lado, ou o outro. Toda e qualquer pessoa terá que fazer sua decisão. A marca da besta, então será posta em todos os que escolheram desobedecer o mandamento de DEUS em santificar o dia de Sábado. Em aceitando a marca de fidelidade ao papado (o domingo), eles rejeitam o sinal o qual DEUS reclama como o Seu selo de Autoridade – O SÁBADO do sétimo-dia.

 

DECISÃO

Alguém pode muito bem levantar a questão, “O que isto tem a ver comigo?” Esta é uma importante pergunta, e a resposta é ainda mais importante. Sua salvação eterna está dependurada em sua decisão agora. Voce não pode mostrar indiferença às implicações desta revelação concernente à obediência do mandamento do Sábado. Não é uma questão de conveniência ou inconveniência. Nós estamos lidando com a lei dos 10 Mandamentos, o qual foi escrito com o próprio dedo de DEUS. Quebrar um desses mandamentos é cometer pecado, e nenhum pecador voluntário será salvo. A guarda do Sábado do sétimo-dia foi feito o teste de lealdade e amor a DEUS. “Aquele pois que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.” Tiago 4:17.

Rapidamente, o mundo está confederando-se sob duas bandeiras. O tempo está se esgotando. A grande controvérsia está entrando em seu estágio final. Enquanto o ecumenismo traça um bloco de denominações em um campo liberal, baseado largamente através da desobediência ao Sábado da santa lei de DEUS, outro grupo é distinguido como “Os que guardam os mandamentos de DEUS e tem a fé de Jesus.” Apocalipse 14:12. Na medida que este teste começa a ser mais e mais severo, todo indivíduo terá que optar em obedecer a DEUS ou ao homem, a seguir os mandamentos de DEUS ou tradição, guardar o verdadeiro Sábado ou o falso, receber o selo de DEUS ou a marca da besta. Agora é o tempo de resolver estes assuntos. “Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas.” Apocalipse 22.14.

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