Por Que o Antigo Concerto Falhou?

09
May

Por Que o Antigo Concerto Falhou?

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Joe Crews (Amazing Facts)
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“Lança teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás”. Eccl. 11:1 

Porque O Antigo Concerto Falhou?

Algum tempo atrás, quando eu descia do púlpito, no fechamento de uma cruzada evangelista, e me dirigia à porta de saída para cumprimentar o público, de repente meu caminho foi bloqueado por três jovens, e um deles dirigiu-se a mim em um tom de voz que todos à volta podiam ouví-lo. Ele disse, “Irmão Joe, nós ficamos desapontados com a maneira que você nos colocou de volta ao Antigo Pacto, hoje à noite, em fazendo este sermão a respeito do Sábado do Sétimo-dia. Você não se dá conta que nós agora estamos vivendo sob um Novo Pacto e que deveríamos estar guardando o Domingo ao invés do Sábado?

Aquele jovem estava expressando a convicção de milhares de Cristãos que hoje, sinceramente acreditam que os 10 Mandamentos constituíam o Antigo Pacto o qual desapareceu no calvário, e portanto, não tem presente aplicação para os cristãos salvos pela graça. É isso uma verdadeira premissa?  Se é,  nós certamente precisamos claramente entender e apreender a doutrina, em ordem de evitar a armadilha do mortal legalismo. Mas por outro lado, se os 10 Mandamentos continuam em evidência, isto seria o mais trágico êrro, não levá-los em conta, até mesmo um destes grandes preceitos morais.

Niguém pode negar que no Antigo Testamento existe declarações as quais referem-se aos 10 Mandamentos como um pacto; no entanto, isso será nosso objetivo aqui, em mostrar que a lei dos 10 Mandamentos  não eram o Antigo Pacto, o qual foi abolido.

Mas antes que de nós nos aprofundarmos neste facinante assunto, precisamos definir o que pacto realmente é. Existe muitos tipos e formas, mas basicamente, um pacto é um acordo entre duas partes, baseado em uma(s) promessa(s) mútua(s). Através dos séculos DEUS tem feito acordos com Seu povo com base em pactos. Ele é um DEUS razoável, e nós convida: “Vinde então, e arguí-me…”.  Isa. 1:18.

Algumas vezes, DEUS estabeleceu pactos com indivíduos, como Moisés, Abraão, e Daví, e algumas vezes com a nação de Israel.  O mais importante pacto de todos, foi feito muito tempo atrás, antes deste mundo vir a existir. Foi um pacto feito entre O Pai e O Filho e tinha que ver com a eventualidade do pecado. Jesus ofereceu-se a si mesmo, lá na vastidão da eternidade passada, como “O Cordeiro sacrificado desde a fundação do mundo.” Apoc. 13:8. Ele concordou em se tornar

o sacrifício reconciliador para redimir o homem, no caso em que Adão e Eva escolhessem pecar.

Os termos deste eterno pacto nunca foram trocados or substituídos. Muito embora muitos outros pactos tenham sido estabelecidos através dos tempos, a simples provisão para salvação através da fé tem permanecido em efeito através de todas as épocas para toda a humanidade.

O pacto, o qual tem causado maior desintendimento, no entanto, é designado como “O Antigo Pacto”, pelo escritor do livro de Hebreus. Ele também descreve a instituição de um Novo Pacto, o qual tem algumas vantagens sobre o antigo, que são muito importantes. Aqui eis como ele descreve as duas: “Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador dum melhor concerto, que está confirmado em melhores promessas. Porque, se aquele primeiro fora irepreensível, nunca ses teria buscado lugar para o segundo. Porque, repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, em que com a casa de Israel e com a casa de Judá estabelecerei um novo concerto. Não segundo o concerto que fiz com seus pais no dia em que os tomeis pela mão, para os tirar da terra do Egito; como não permaneceram naquele meu concerto, eu para eles não atentei, diz o Senhor. Porque este é o concerto que depois daqueles dias farei com a casa de Israel, diz o Senhor; porei as minhas leis no seu entendimento, e em seu coração as escreverei; e Eu lhes serei por DEUS, e eles me serão por povo;  E não ensinará cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irão, dizendo: Conhece o Senhor; porque  todos me conhecerão, desde o menor deles até o maior. Porque serei misericordioso para com suas iniquidades, e de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais. Dizendo Novo Concerto, envelheceu o primeiro. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar.” Heb. 8:6-13.

Esta descrição não deixa espaço para dúvida, concernente à sorte do Antigo Concerto. Ele foi colocado de lado, em favor de um novo, com melhores promessas. Naturalmente, nós estamos interessados em saber tudo sobre este novo concerto, o qual irá colocar A Lei de DEUS no coração e na mente. Mas nós também precisamos entender a natureza do concerto que desapareceu em favor deste novo. Millhões tem sido ensinados que aquele era a Lei dos 10 Mandamentos. Eles alardeiam que foram libertos da lei e do trabalho que o Antigo Concerto exigia, e que agora caminham caminham em uma  gloriosa liberdade.

Neste momento, vamos dar uma olhada em tres provas absolutas de que o pacto que desapareceu não eram os 10 Mandamentos. Depois nós iremos determinar em comparando escritura com escritura, o que o Antigo Concerto era.

Primeiro de tudo, nós notamos que o Antigo Concerto continha algumas pobres promessas. O Novo Concerto, nos é dito, “foi estabelecido sobre melhores promessas.” Verso 6. Diga-me, alguma vez  foi alguém capaz de encontrar alguma “pobre promessa”, contida nos 10 Mandamentos?  Nunca. Pelo contrário, Paulo declara que elas eram muito boas. “VÓS, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; Para que te vá bem, e vivas muiuto tempo sobre a terra.” Efé. 6:1-3.
Esta declaração sózinha, é suficiente para mostrar que o escritor de Hebreus não estava acusando a Lei moral com qualquer pobre promessa.  O Antigo Concerto, sendo qualquer uma outra coisa que isso possa ser, nunca poderia ser os 10 Mandamentos.

A segunda coisa errada com o Antigo Concerto era que isso estava em falta. A Bíblia diz: “Porque, se aquele primeiro fora irreprensível, nunca se teria buscado lugar para o segundo.” Heb. 8:7. Deixe-me te fazer uma pergunta: Alguma vez algum homem foi capaz de encontrar alguma falha ou falta no que DEUS escreveu com sua própria mão?  O salmista declarou: “A lei doSenhor é perfeita, e refrigera a alma…” Sal. 19:7. Paulo escreveu: “E assim, a lei é santa, e mandamento santo, justo e bom.” Rom. 7:12

Por acaso isso soa como alguma coisa fraca ou imperfeita?  Nenhuma lei poderia ser perfeita e em falta ao mesmo tempo. Isso está ficando cada vez mais tranparente que o Antigo Concerto não poderia ter sido os 10 Mandamentos.

Finalmente, então, nós lemos a coisa mais dramática sobre o Antigo Concerto – isto era para ser abolido! “Dizendo Novo Concerto, envelheceu o primeiro. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto esta de acabar.” Heb. 8:13. Agora nós podemos fazer uma séria pergunta a respeito desta matéria, que ao mesmo tempo deverá retirar todas as dúvidas sobre o assunto: Por algum acaso, a grande lei moral dos 10 Mandamentos, colocadas de lado, fora de existência?  Qualquer um que tenha lido o Novo Testamento terá que responder,… Absolutamente não! Paulo afirma exatamente o contrário sobre a lei. Ele perguntou: “Anulamos a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei.” Rom. 3:31.

Será que a Bíblia se contradiz? Pode alguma coisa ser posta de lado e ser estabelecida ao mesmo tempo?  Será que o mesmo escritor disse duas coisas opostas sobre a mesma lei? Somente para estarmos certos que Paulo não estava dizendo que o Antigo Concerto era a lei, vamos inserir as palavras “Antigo Concerto” ao invés da palavra “lei”, em Romanos 3: 31. “Anulamos, pois  Antigo Concerto pela fé? De maneira nenhuma, antes estebelemos o Antigo Concerto.”

Isto não soa direito, soa?  Nós sabemos que o Antigo Concerto foi posto de lado e que nunca poderia ser falado desta maneira. Claro, muito claro então, nós podemos ver que o concerto o qual desapareceu não pode ter sido os 10 Mandamentos.

 

O que era o Antigo Concerto?

Tendo encontrado o que o Antigo Concerto não era, nós agora estamos pronto para identificá-lo, especificamente tirado da Palavra de DEUS. Para assim fazermos nós teremos que voltar à Bíblia, no livro de Êxodos. Muitas pessoas tem falhado em ver que havia mais do que um concerto envolvido no Monte Sinai. DEUS chamou Moisés à montanha antes de ter dado a lei e proposto o concerto entre Ele e Seu povo. “E subiu Moisés a DEUS, e o Senhor o chamou do monte, dizendo: Assim falarás à casa de Jacó, e anunciarás os filhos de Israel: Vós tendes visto o que fiz aos egípicios, como vos levei sobre asas de águia, e vos trouxe a mim; Agora pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz, e guardardes o meu concerto, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha; E vós me sereis um reino sacerdotal e o povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel”.  Êxo. 19:3-6. Note como DEUS pediu a Moisés para apresentar sua oferta para o povo.  Aqui estão todos os elementos de um verdadeiro concerto. Condições e promessas são exigidas e aceitas por ambos os lados.

Se os filhos de Israel aceitam a proposta de DEUS, o concerto será estabelecido. Como eles responderam à oferta divina? “E veio Moisés, e chamou os ançiãos do povo, e expôs diante deles todas estas palavras, que o Snhor lhe tinha ordernado. Então todo o povo respondeu a uma voz, e disseram: Tudo o que o Senhor tem falado, faremos. E relatou Moisés ao Senhor as palavras do povo”. Êxo. 19:7,8. Assim que a resposta voltou à DEUS, as bases para o concerto foi estabelecida. Mas antes que isso entrasse em formal operação, deveria existir uma norma para selar e ratificar o pacto. Este ritualístico serviço involvia o espargir de sangue de um novilho, como está descrito no livro de Êxo. 24:4-8: “E Moisés escreveu todas as palavras do Senhor, e levantou-se pela manhã de madrugada, e edificou um altar ao pé do monte, e doze monumentos, segundo as doze tribos de Israel; E enviou certos mancebos dos filhos de Israel, os quais ofereceram holocaustos, e sacrificaram ao Senhor sacríficios pacíficos de bezerros. E Moisés tomou a metade do sangue, e a pôs em bacias; e a outra metade do sangue espargiu sobre o altar. E tomou o livro do cencerto, e o leu ao ouvidos do povo, e eles disseram: Tudo o que o Senhor tem falado faremos, e obedeceremos”.

Novamente nós somos lembrados que este concerto não era a própria lei, mas foi feito concernente a todas aquelas palavras. Os Dez Mandamentos serviam de base para este acordo. O povo prometeu em cumprir a lei, e DEUS prometeu abençoá-los, em retorno. A cruscial fraqueza, no todo deste arranjamento revolveu em torno da maneira que Israel prometeu. Lá não tinha sujestão nenhuma de que eles não poderiam cumprir na sua totalidade, dos requerimentos de DEUS. Nem tampouco existiu alguma aplicação para a assistência divina. “Nós faremos isto”, insistiam eles. Aqui está um perfeito exemplo em confira na carne, e acreditar na própria força humana. As palavras foram enchidas com total confidência. “Tudo o que O Senhor tem falado, nós faremos, e seremos obedientes”. Foram eles aptos a cumprir a promessa? Ainda que repetidas vezes eles haviam assegurado em cumprir, miseravelmente eles quebraram sua palavra, até mesmo, antes que Moisés pudesse ter descido da montanha com as tábuas de pedra. Será que da para nós notarmos aonde está o lado fraco da promessa, que foi prometida no Antigo Concerto?

O livro de Hebreus começa a revelar gradativamente. Lá DEUS é reportado como “achando falta neles” Heb. 8:8. Ele disse: “Porque eles não permaneceram em meu concerto, Eu para eles não atentei… Verso 9.  A culpa é colocada inteiramente do lado humano no pacto mutual.

Agora nós podemos perfeitamente intender porque paulo escreveu daquela maneira, referindo-se ao Antigo Concerto, em Hebreus 8.  Isso se confundiu com escravidão, foi provado estar em falta, tinha pobres promessas, e finalmente desapareceu – tudo por causa que o povo de Israel falhou em cumprir com a sua parte do pacto. Colocando todas estas coisas juntas, nos podemos ver o porquê que um Novo Concerto era só desesperadamente necessário, o qual teria melhores promessas.

Como eram as promessas do Novo Concerto melhores?  Porque DEUS as fez, e elas garantem o sucesso da obediência através de Sua força somente. “Porque, este é o conceerto que depois daqueles dias farei com a casa de Israel, diz o Senhor: porei as minhas leis no seu entendimento, e em seu coração as escreverei; e Eu lhes serei por DEUS e eles me serão por povo; E não ensinará cada aum ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até o maior. Porque serei misericordioso para com suas iniquidades, e de seus peccados e de suas prevaricações não me lembrarei mais”. Heb. 8:1-12.

Como foi o Novo Concerto ratificado?  Da mesma maneira que o Antigo Concerto havia sido confirmado – pelo derramamento de sangue. Mas ao invés de o sangue de um novilho, ter que ser derramado, agora o sangue daquele que não conheceu o pecado, o Filho de DEUS, é que seria oferecido para ser espargido: “Ora o DEUS de paz, que pelo sangue do concerto eterno tornou a trazer dos mortos a nosso Senhor Jesús Cristo, grande pastor das ovelhas, Vos aperfeiçoe em toda a boa obra, para fazerdes a sua vontade, operando em vós o que perante ele é agradavel por Cristo Jesús, ao qual seja gloria para todo o sempre, Amém”. Heb. 13:20-21.

Que contraste, comparado com a fraca promessa carnal feita pelo povo de Israel, no monte Sinai. Ao invés do “Nós faremos” do povo, a promessa do Novo Concerto de DEUS é: “fazer voce perfeito em todo o bom serviço… trabalhando em voce”. Isto é, não é mais o esforço humano, isto não é mais voce trabalhando…. mas é ELE trabalhando em voce. E como esta força é feita disponível?  “Através do sangue do “Concerto Eterno”. Pelo que Jesus fez na cruz.

 

O Novo Concerto  Baseado Na Conversão

Isto nos trás ao coração da operação do Novo Concerto. A Obediência é feita possível quando a lei é escrita em nossos corações. Através de uma regeneração espirítual, a mente e o coração são transformados. Cristo, atualmente, entra na prórpria vida do crente e divide Sua própria força pela obediência. Em participar da divina natureza, o mais fraco ser humano começa a viver a mesma vida de Jesus Cristo, manifestando Sua  vitória, crucificando a carne.

Paulo descreve esta transação dessa maneira: “Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, DEUS, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne; Para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que  não andamos segundo a carne, mas segundo o espírito”.  Rom. 8:3,4.

A palavra ‘justiça’ é “dikaima,” em Grego,  significando “requerimento justo” da lei. Em outras palavras, por causa da vida sem pecado na carne, de Jesus, o requerimento da lei pode ser cumprido. Ele sobrepujou o pecado em um mesmo tipo de corpo que nós temos, para que desta maneira, Pudesse  repartir esta vitória conosco. Atualmente, Ele viverá sua própria vida sem pecado e santa, separada do pecado, em nossos corpos, se nós assim O permitir. Esta é a promessa do Novo Concerto para todo o filho de DEUS que acredita. E esta é absolutamente a única maneira que alguém pode cumprir com os requerimentos que a lei exige. “Cristo em vós, a esperança da gloria”. Col. 1:27. “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim, e avida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho  de DEUS, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim. Gal. 2:20.

É mais importante para nós, entender que a lei do Novo Concerto, escrita em nossos corações é a mesma que foi lavrada nas tábuas da lei. Aqueles grandes pricipios espirituais refletem o próprio carácter de DEUS, e formam a base de Seu governo. A diferença não está na lei e sim em como a lei é administrada. Somente escritas nas tábuas de pedra, elas podem somente condenar e ministrar a morte, “porque a mente carnal não se sujeita à lei de DEUS.” Rom. 8:7 Recebida no coração, o qual se tornou espiritualizado pela graça conversora de Cristo, a mesma lei se torna um deleite. O dicípulo ‘amado’, João declara: “Porque esta é a caridade de DEUS: que guardemos os Seus mandamentos, e seus mandamentos não são pesados”. 1 João 5:3.   A lei não somente não é pesada para os filhos de DEUS cheios de Seu espírito, mas a abediência começa a ser uma enexplicável sensação de bem estar e possibilidade. O Salmista escreveu: “Deleito-me em fazer a tua vontade, ó DEUS meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração.

 

O Novo Concerto Não Foi Trocado Depois do Calvário

Desde que o Novo Concerto foi ratificado pelo sangue de Cristo, isto é óbvio que ele não poderia entrar em efeito antes que acontecesse a Sua morte na cruz. Este fato cruscial não pode deixar de ser notado e entendido. Vida ou morte eterna pode estar dependurada no total entendimento deste ponto-chave.  Paulo escreveu:

“Porque onde há testamento, necessário é que intervenha a morte do testador. Porque um testamento tem força onde houve morte; ou terá ele algum valor enquanto o testador vive? Heb. 9:16,17. A palavra “testamento” é igual a palavra  “concerto”. Quanto alguém morre, somente após a última vontade e testamento ter sido ratificada pela sua morte pode a provisão ser executada. Da mesma maneira, o concerto ou testamento de Cristo, seria levado a efeito após ele ter confirmado o testamento pela Sua morte no Calvário.

Um outro texto, não nos deixa qualquer dúvidas sobre este assunto: “Irmão, como homem falo; se o testamteno de um homem for confirmado, ninguém o anula nem o acrescenta”. Gal. 3:15. Paulo está dizendo aqui, que após a morte, o testamento não pode ser mudado. E que nada pode ser adicionado ao testamento, após a morte do testador. O testamento permanece para sempre, exatamente como isso era quando o testador morreu. Após a morte de Cristo, nenhum tipo de mudança poderia ser feito para provisão para salvar a espécie humana, nenhuma de espécie nenhuma… As condições foram todas seladas e ratificadas pelo derramamento de sangue. Todos os requerimentos haviam sidos satisfeitos claramente,  pelo perfeito sacrifício de Sua vida sem pecados, e provisão foi feita para  escrita de sua magnificada lei, pelo Santo Espírito, na mente de cada crente. Sob os termos deste Novo Concerto, nenhuma alma seria deixada a se debater sem esperança contra as forças destruidoras de uma natureza caída. “Onde o pecado abundou, superabundou a graça.” Rom. 5:20. Promessas eternas, enraizadas na imutável natureza de DEUS, iriam prover força para superarmos toda fraqueza herdada e cultivada da natureza humana. Não é de se admirar que a Bíblia da ênfases à “melhores promessas” deste glorioso novo pacto!

Agora é fácil para entendermos alguma das coisas que Jesus fez, justamente antes de Sua morte. Por exemplo: porque Ele instituiu a Santa-Ceia, antes de seu corpo ter sido dilacerado? Naquela noite de Quinta-Feira, antes de Sua agonizante morte de Sexta-Feira, Jesus reuniu-se com Seus dicípulos naquela sala, e segurando o cálice em Suas mãos, Ele disse:  Este é o meu sangue do novo testamento, o qual é derramado por muitos, para remissão dos pecados.”Mat 26:28.  Não é isto curioso, que Jesus disse isso antes de Seu sangue ter sido derramado? Ele estava comandando um memorial para um evento que não tinha acontecido ainda. Porque?  Porque isso deveria ser introduzido antes da Sua morte, em ordem que isso pudesse estar contido sob o Novo Concerto. Nada poderia ser adicionado após a Sua morte.

Agora, deixe-me voltar à história que eu havia começado a contar no início deste livro.  Eu havia justamente  feito o sermão que falava no subjecto do Sábado em um de meus sermões evangelistas. Tão logo eu desci da plataforma para cumprimentar o povo, à medida que eles saíam, tres jovens bloquearam meu caminho no corredor. Um dos três dirigiu-me uma pergunta em alto e bom tom – alto o suficiente para fazer com que 50 pessoas que estavam perto do auditório parassem para escutar. “Irmão Joe,” ele disse: nós fomos desapontados esta noite, com o que o senhor nos colocou de volta sob o Antigo Concerto. Você não se dá conta que nós estamos vivendo agora sob o Novo Concerto, e que devemos guardar o Domingo, ao invés do Sábado?”

Embora a maioria da congregação estivessem deixando o prédio, o grupo de pessoas que estavam mais perto, começaram a chegar se mais, para ouvir o que os tres jovens estavam dizendo. Era óbvio que ia ter que encontrar um tempo para responder a esta desafiante pergunta destes tres jovens. Como eu suspeitava, acabou que eles eram tres jovens seminaristas que estavam em treino na Faculdade local de Estudos da Bíblia. Anciosamente eles seguravam suas Bíblias em suas mãos e esperavam triunfante pela minha resposta.

Usualmente, eu não gosto de debater matérias controversiais, em público, por temer que se espalhe uma discussão generalizada, mas aqui, parecia que eu não encontraría um jeito de evitar ester tres miniteriais estudantes, e escapar ao debate. De qualquer maneira, eles haviam bloqueado o meu caminho completamente, e o círculo em volta de mim começava a aumentar, expectante de uma resposta de minha parte.

Bem… parece que voces tem estudado o subjecto “concerto” profundamente, eu sugerí.

Oh, sim, eles afirmaram, “nós sabemos tudo sobre concerto”.

“Muito bem”, respondí eu, “Voces indubitavelmente sabem quando Antigo Concerto foi instituído.” Um deles respondeu rapidamente, “Isto foi no monte Sinai.”

“E como foi isto rafificado”? Perguntei eu.  Sem um momento de hesitação um deles respondeu:  “Pela aspersão do sangue de um novilho”.

“Muito bem,” eu comentei, “e como foi Novo Concerto ratificado?” Todos os tres responderam em coro: “Pelo sangue de Jesus, na cruz.”

Eu Parabenizei os tres jovens, pelo seu conhecimento das Escrituras e pedi que eles lessem para mim dois versos de suas próprias Bíblias. – Hebreus 9:16, 17 e Gálatas 3:15.  Eles responderam com ansiedade ao convite, e leram os versos, comentando em cada verso, após a leitura. “Nós concordamos que o Novo Concerto não entrou em efeito até a morte de Jesus Cristo, e que nada poderia ser adicionado ou tirado, após ele ter ratificado isto na cruz,” o porta-voz grupo afirmou. Todos os tres, de cabeças juntas, enfaticamente, faziam acertiva sobre este ponto.

Eu disse: “Agora eu gostaria que voces me respondessem mais duas questões: Aqui está a primeira, e voces tem que pensar cuidadosamente, para darem-me a correta resposta: Quando começou a Guarda do Domingo?” Houve um minuto de choque e silêncio, e outro, e depois outro. Eles se olharam entre eles, e depois, de volta a seus pes, e depois de volta para mim. Eu gentilmente indaguei deles a resposta, “Certamente voces tem a resposta para esta pergunta, voces sabiam todas as outras, e as responderam corretamente. Quando e porque voces pensam que as pessoas começaram a guardar o Domingo?

Finalmente um deles disse: “Nós guardamos o Domingo em honra à ressurreição de Jesus.” Eu disse, “Então eu tenho que lhes fazer a última pergunta. Como poderia a guarda do Domingo ser parte do Novo Concerto? Voces acabaram de afirmar que nada poderia ser adicionado ou tirado depois da morte de Cristo. Ele morreu na Sexta-Feira, e ressuscitou no Domingo. Se Domingo foi adicionado depois da morte de Jesus, isto nunca poderia ser parte do Novo Concerto, poderia?

Os tres jovens moveram-se de um lado para outro, olharam em volta sem esperança, e deles disse: “Nós iremos estudar este assunto um pouco mais e falaremos com voce mais tarde.” Depois eles desapareceram do autitório tão rápido com quando eles apareceram à minha frente. E eu posso assegurar a voces que até o dia de hoje, eles nunca mais me procuraram para falar a respeito de “concertos”.

O fato é que a ‘a guarda do Domingo’, mesmo que isso tenha começado no dia da ressurreição, começou com tres dias de atrazo para fazer parte do Novo Concerto. A Bíblia e história, ambas nos provam que que o Domingo nunca foi observado pela igreja apostólica. Isto foi adicionado muito tempo depois como resultado de uma gradual apostasia a qual teve inicio nos séculos iniciais da igreja e o qual culminou com a pagã acomodação de Constantino em 330 A.D.

Milhões de membros da igreja moderna guardam o Domingo como o sagrado dia que comemora a ressurreição de Cristo. Certamente isto é verdade que Cristo ressussitou no primeiro dia da semana, mas em lugar nenhum da Bíblia nós somos comandados a guardar este dia como santo.

Eventos como a crucificação e ressurreição devem significar muito na vida de todo o cristão, mas não existe nenhuma intimação, em toda a Bíblia, para guardar Sexta-Feira, ou Domingo. O único dia comandado a ser guardado, semanalmente ser reverenciado, é o sétimo-dia da semana, o Sábado. O mesmo que Jesus guardou durante a semana da criação, e que irá guardar por toda a eternidade. (Gen. 2:1-3; Isaías 66:22,23.

Uma forte razão para rejeitar a guarda do Domingo é que este dia não foi incluído nos requerimentos do ‘Novo Concerto’, os quais foram ratificados pela morte de Jesus. Se Cristo tivesse o desejo de Sua ressurreição ser comemorada pela guarda do Domingo, Ele haveria instituído isto naquela mesma Quinta-feira, por ocasião da Santa-Ceia. Então isto faria parte do do Novo Concerto, bem como a cerimônia da Comunhão e do lava-pés. Jesus não hesitou em comandar que se observasse estes serviços em memoria de sua morte, até mesmo antes que isso acontecesse. Dessa mesma maneira ele poderia também ter comandado a observância de sua ressurreição, que também estava no futuro, em ordem que isto podesse fazer parte no requerimento do Novo Concerto. Mas Ele não fez! E nem um outro fez também, até que a profecia de Paulo comecasse a ser cumprida, sobre a apostasia que se seguiria após a partida de Jesus. Atos 20:29,30. Ele falou também do deslizes que a igreja teria, o qual possibilitaria o entronamento do Anticristo. II Tes.  2:3,4. Mas verdade isto é, que a Bíblia não nos dá nehuma dica de mudança na lei, tanto no Antigo como no Novo Concerto. A imutabil lei moral de Deus foi preservada em ambos concertos, como uma perfeita revelação do carácter e vontade de DEUS.

 

Ismael e Isaac Representam Dois Concertos

Com esta retrospectiva, nós agora estamos prontos para examinar Gálatas 4.  Muitos tem sido confundidos sobre a alegoria que Paulo usou para ilustrar o Antigo e o Novo Concerto. Aqui está uma das maneiras que ele escreveu sobre isso: “Porque está escrito que Abraão teve dois filhos, um da escrava, e outro da livre. Todavia o que era da escrava nasceu segundo à carne, mas, o que era da livre, por promessa. O que se entende por alegoria; porque estes sãos os dois concertos: um, do monte Sinai, gerando filhos para a servidão, que é Agar. Ora esta Agar é Sinai, um monte da Arabia, que corresponde à Jerusalém que agora existe, pois é escrava com seus filhos.” Gal. 4:22-25.

Paulo retrata Isaac e Ismael, os dois filhos de Abraão, como representando o Antigo e o Novo Concerto. De uma maneira muito clara ele nos mostra que o filho de Agar, Ismael, simboliza o Antigo Concerto, e o filho de Sara, Isaac, representa o Novo Concerto. Agora irmãos, nós, como Isaac foi, somos filhos da promessa… Então nós não somos filhos da escrava, mas da livre.” Versos 28-31. Isto é bem interessante. Como aqueles dois filhos daquelas duas mulheres representam os dois concertos? Atualmente, eles são uma ilustração perfeita, de acordo com tudo o que nós apreendemos até agora. DEUS havía prometido um filho a Abraão pela sua mulher, Sara, mas porque ela já era de quase noventa anos de idade, nenhum deles acreditou que tal coisa poderia acontecer. Sara sabia que sua madre ja estava morta e que ela já a muito tempo havia passado da idade de procriar uma criança. Dessa maneira, ela sugeriu que seu marido entrasse à sua escrava, Hagar e tivesse um filho por ela. Esta parecia a única maneira de socorrer DEUS de sua promessa impossível. Em tempo, Abraão aceitou a oferta de sua esposa e teve um filho por Hagar.

Aqui está uma exata ilustração do princípio do Antigo Concerto, “Nós faremos.” Abraão tentou encontrar a solução através da carne, de acordo com esforço e planificação humana. Eventualmente este antigo arranjamento falhou, bem como o arranjamento do Antigo Concerto, porque lá não existia dependência na força divina. DEUS nunca reconheceu a Ismael como o filho da prometida semente.

Quando Isaac nasceu, isto foi um milagre. DEUS criou uma nova vida de um ventre que biologicamente estava infértil. A impossibilidade física rendeu-se à supernatural força criativa de DEUS. Isaac perfeitamente representa o princípio do Novo Concerto, uma relação baseada na regeneração e na experiência do novo nascimento, o qual obtém a vida do filho de DEUS, para todos aqueles que creem. A natural e física barriga de Sara estava incapaz de produzir qualquer fruto. Da mesma forma o natural e carnal corpo e mente do pecador não pode trazer o fruto da obediência. Quando DEUS usou Sua força para criar uma nova vida de Sara, o impossível aconteceu, e ela deu à luz a um filho. Quando DEUS usou Sua força para criar uma nova vida no espírito, o impossível acontece de novo – O ser humano passa a ser espiritual e obediênte.

Isaac não “nasceu após à carne”, mas ‘após o espírito’. Gal. 4:29. Porque o homem é carnal e  “a carne é fraca”, não tem força para se manter à justiça da lei. Ele também tem que nascer segundo o Espírito. Qualquer tentativa em obedecer as bases do Antigo Concerto baseado no esforço humano, irá criar sempre, filhos da escravidão. A lei tem que estar escrita no coração, pelo Espírito Santo, e completar-se com Cristo habitanto em voce.

Esta alegoria de Hagar e Sara, clareia-nos um outro ponto muito importante. Aqueles que estão sob o Antigo Concerto, são os que quebram os mandamentos. E aqueles que estão sob o Novo Concerto, são os que guardam os Mandamentos. Isto foi somente quando Abraão desobedeceu DEUS e tomou a Hagar, que ele preencheu as condições do Antigo Concerto. Quando ele confiou em DEUS, que ele teria um filho através de Sara, ele estava sendo obediênte à vontade divina, e propriamente representou os Cristãos do Novo Concerto. No entanto, quão frequente modernos interpretes fazem confusão com estes fatos! Igual aos tres jovens da história, eles acusam os guardadores da lei, de estarem vivendo sob o Antigo Concerto. Quando a verdade é exatamente o oposto. A lei não é realmente guardada, até que ela seja escrita no coraçao do transformado Cristão. Depois então comessa o trabalho de identificação – O símbolo do amor – para aqueles que são nascidos do Espírito. Jesus disse: “Se voce me ama, guarde os meus mandamentos.” João 14:15. João escreveu:  “Porque esta é a caridade de DEUS, que guardamos os seus mandamentos”. I João 5:3.

 

A Verdadeira Circuncisão Não É Física.

Por acaso voce já se perguntou alguma vez, porque DEUS deu a Abraão a circuncisão como sinal do Antigo Concerto? Não te parece este ser um sinal um tanto bruto para representar um tão importante acordo? Pense sobre isso por um momento e isto poderá fazer muito senso. DEUS deu a Abraão o sinal da circuncisão para relembrá-lo como ele havia falhado em confiar na carne. Através de toda as Escrituras, a circuncisão física é relatada como dependência da carne. Paulo escreveu: “Porque a circuncisão somos nós, que servimos a DEUS em espírito, e nos gloriamos em Jesus Cristo, e não confiamos na carne”. Fil. 3:3.

Paulo estava comparando a verdadeira circuncisão com aquela “qual é chamada circuncisão.” O cortar o prepúscio não era a verdadeira circuncisão. “Porque não é judeu o que o é exteriormente, nem é circuncisão a que o é exteriormente na carne. Mas é judeu o que o é no inteior e circuncisão a que é do coração, no espírito, não na letra: cujo louvor não provem dos homens, mas de DEUS”. Rom. 2:28,29. Note como Paulo muda da carne para o Espírito. Ele diz que a real circuncisão acontece no coração, e isto exalta o que DEUS faz, e não o homem. Isto é o cortar da natureza carnal carnal através da conversão. O novo nascimento é a verdadeira experiência da verdadeira circuncisão. A mais clara explanação para este fato, encontramos na Epístola de Paulo aos Colossensses. “No qual também estais circuncidados com a circuncisão não feita por mão no despojo do corpo da carne: a circuncisão de Cristo”. Col. 2:11.

Aqui o trabalho espiritual de Cristo, no coração, é chamado circuncisão. Isto é feito sem mão humana, indicando que nenhum esforço humano pode executar este ato. Isto não é o corte da carne física. Mas o corte da natureza carnal do pecado através da presença de Cristo. Isto é disponível a todos, nas mesmas bases: “E se sois de Cristo, então sois descedência de Abraão., e herdeiuros conforme a promessa.” Gal. 3:29. Todos que recebem a Cristo, se tornam herdeiros da promessa feita a Abraão. Aqueles que tem a experiência da verdadeira circuncisão do coração, constitue os verdadeiros judeus.

Ninguém mais pode se vangloriar de pertencer á verdadeira física familia. Não existe mais judeus e gentís, macho ou fêmea. A aceitação é baseada na aceitação e fé pessoal de cada um em Jesus Cristo como seu Salvador. Nem tampouco pode o homem reclamar especial favor por cortar fisicamente o prepucio de sua carne. Estas coisas foram feitas por um povo o qual baseou tudo no “nós faremos”. Eles buscavam a justificação e a salvação através dos trabalhos da carne. O Novo Plano de DEUS através de Cristo não é de trabalho mas da graça atraves da fé.

Isso quer dizer que trabalho já não é mais importante?  Desde que a lei não pode justificar, ela deveria ser abolida pelo crente? A doutrina destes Concertos, estabelece, acima de qualquer dúvida que a lei é tão importante tanto sob o Antigo Concerto, como no Novo Concerto. Só que ao invés de ser gravada em uma pedra como foi no Antigo, agora ela é gravada no coração do crente. Ao invés de suas condições serem satisfeitas por nós, elas são satisfeitas por Jesus, em nós. Ao invés de guardarmos a lei para sermos salvos, nós guardamos isto por que estamos salvos. O mesmo trabalho da obediência encontramos aqui, mas agora por uma razão diferente e um motivo diferente. Algumas vezes, sem nos darmos conta, começamos a acreditar em uma série de exercícios religiosos, muito mais do que pensávamos. Nenhum sistema de méritos deve fechar ou interromper o fluxo livre da fé, do amor e da graça. Obediência, na sua própria posição, é importante e necessária, mas isto tem que (sempre) estar nesta posição – Seguida da graça e acompanhada pelo amor.

De fato, isto ainda é possível para nós colocar-nos sob o Antigo Concerto se começarmos a acreditar que nosso trabalho nos salvará. Exatamente como os santos da antiguidade poderiam ter recebido a verdadeira circuncisão em aceitando a espiritual regeneração, nós poderemos voltar pra trás sob o Antigo Concerto em acreditar que os trabalhos da carne podem nos salvar.

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