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Ademir Soares

09
May

Por Que Deus Disse: Lembre-se?

Porque Deus Disse Lembre-se?

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“Lança teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás”. Eccl. 11:1 

 

Porque DEUS disse Lembre-se?

 

Numerosas pesquisas e questionários tem confirmado que a mais popular forma do moderno cepticismo é a negação da história da criação.  Setenta e dois porcento dos ministros entrevistados expressaram vários degrees de dúvidas de que DEUS tenha atualmente chamado este mundo à existência, de acordo com o relato Bíblico. Esta descrença fundamental tem levado muitos à outra fundacional doutrina do Cristianismo tal como o imaculado nascimento e o reconciliamento.

Isto é interessante notar que DEUS aparentemente já antecipava este monte de controvérsias sobre a descrição em Gênesis, sobre a “FIAT Criação”. Suas alegações da manufatura dessa excitante massa de matéria por meramente comandar isto a existir – bem, certamente que existiriam aqueles que duvidariam e seriam descrentes de tal descrição. E até mesmo aqueles que leram a respeito disso e acreditaram que isso assim foi, iriam brevemente esquecer este milagroso fato, sobre a influência confusa de milhares de deuses que iriam surgir.

Assim DEUS precisava fazer algo não-usual para preservar o conhecimento deste Seu poderoso ato da criação. Esta força de falar e trazer os céus e a terra em existência iria distiguir ELE de todos os falsos deuses e suas enganadoras demandas.

O que poderia ELE fazer, para que toda a humanidade de uma forma inequívoca ficasse apontando para a focal semana da criação, quando ELE para sempre estabeleceu SUA divina autoridade?

 

CRIAÇÃO – A MARCA DA SOBERANIA DE DEUS

DEUS escolheu memorializar aquele convincente display da força criativa em colocando de lado o sétimo dia da semana da criação como um dia santo, de descanso e lembrança. Isto constituiria uma tremenda salvaguarda para a soberania de DEUS – uma marca de Seu direito de exercer as prerrogativas do único DEUS verdadeiro. Isto iria, ao mesmo tempo servir de um devastador sinal para por por terra todo e qalquer deus que não criaram os céus e a terra.

Os escritos dos profetas do Antigo Testamento estão saturados com lembretes da peculiar força de criação de DEUS. Davi escreveu: “Porque todos os deuses dos povoso são coisas vãs; mas o Senhor fez os céus.” Salmos 96:5. Jeremias expressou assim: “Mas o Senhor DEUS é a verdade; ele mesmo é o DEUS vivo e o Rei eterno; do seu furor treme a terra, e as nações não podem suportar a sua indignação. Assim lhes direis: Os deuses que não fizeram os céus e a terra desaparecerão da terra e de debaixo deste céu. Ele fez a terra pelo seu oder; ele estabeleceu o mundo por sua sabedoria e com a sua inteligência estendeu os céus.” Jeremias 10:10-12.

Teve DEUS, por ele mesmo, demonstrado extrema urgência de manter a verdade da criação vívida ante aos olhos do mundo? Sim. Em tal degree que ELE escreveu no coração de Sua grande lei moral a exigência de cumprimento de todo o ser vivente em manter o Sábado santo, e assim, reconhecer Sua divina autoridade. Com estes princípios eternos tendo como a fundação de Seu governo e refletindo o seu próprio perfeito carácter, DEUS escreveu estas palavras: “Lembra-te do dia do Sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra; Mas o sétimo dia é o Sábado do Senhor teu DEUS; não farás nenhuma obra, nem tu, enm teu filho, nem filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nemm o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há,  e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do Sábado, e o santificou.” Êxodo 20:8-11.

Que tamanho ato para resplandecer esta onipotente obra da criação! Uma vez por semana, na medida em que a terra gira em seu próprio eixo, o Sábado viaja ao redor da terra, atingindo a todo o homem, mulher, criança, para lembrá-los deste instante ato da criação. Porque DEUS disse lembre-se? Porque esquecer-se do Sábado é esquecer-se também do Criador.

 

CONVERSÃO – CRIATIVA FORÇA TRABALHANDO

Paralelo ao relato da criação física, nós encontramos o relato da força de DEUS em recriar o coração humano. Evidentemente, os dois processos originam-se da mesma onipotente fonte. Isto requer a mesma quantidade de força para efetuar a conversão ou recriação como fazer alguma do nada passar a existir. Disse o o apóstolo: “E vos revistais do novo homem, que segundo DEUS é criado em verdadeira justiça e santidade.” Efésios 4:24. Desde que o novo nascimento é a mais básica identificação do crente justificado, não é de se admirar de que os escritores da Bíblia constantemente estão a lembrar-nos da força criativa que distingue o verdadeiro DEUS de todos os outros falsos deuses.

Apontando além do mero fato de uma física criacão, DEUS falou também estas palavras: “ E também lhes dei os meus Sábados, para que servissem  de sinal entre mim e eles; para que soubessem que eu sou o Senhor que os santifica.” Ezequiel 20:12.

Note por favor, de que o Santificado Sábado serviria de sinal para o santificado povo. A palavra Santificado, significa colocar de lado para uso santo ( um dia o qual falaria da criativa força de DEUS), serviria também como lembrança de que DEUS também poderia separar um povo para uso santo através de regeneração ou recriação.

Na luz destes fatos, isto é fácil entender o porque de Satanás tem lançado uma contínua e desesperada batalha contra o Sábado do sétimo-dia. Por quase seis mil anos ele tem trabalhado através de orgulho de tradição, desinformação e traições religiosas a destruir a santidade deste especial sinal da autoridade de DEUS – O Sábado.

Como marca do direito de DEUS em reinar, o Sábado desafia a fanfarronice de Satanás de que ele tomaria o lugar de DEUS. Disse o adversário: “Eu subirei ao céu, acima das etrelas de DEUS exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, da banda do norte. Subireiacima das mais altas nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo.” Satanás, atualmente, queria ser adorado. Para atingir o seu objetivo, ele teria que nulificar a Afirmação de DEUS como o regente de direito do universo. A autoridade de DEUS estava assentada em sua afirmação  em dizer ser o Criador, o Sábado era a marca desta autoridade. Em destruindo o Sábado, Satanás preparia o caminho para estabelecer um falso governo baseado em falsos reclamos de autoridade simbolizado por um falso dia de adoração.

 

A BATALHA SOBRE A AUTORIDADE

É fascinante olharmos para trás através dos séculos e vermos o resultado desta grande controvérsia entre Cristo e Satanás. O ponto focal desta batalha tem sempre sido sobre o objeto autoridade.

A estrategia do malígno tem sido um bi-furcado ataque sobre os reclamos de DEUS como o Criador. Primeiro, pela teoria da evolução com a doutrina humanística da seleção natural. Segundo, por um esforço que se estende através dos séculos em tentar destruir a observância do Sábado do sétimo-dia, a marca da força criativa.

Nós somente podemos dizer em passando cada uma dessas infernais tentativas em desacreditar a autoridade divina tem produzido um amargo sucesso, além de qualquer expectativa. Milhões tem sido tornados cépticos religiosos e agnósticos, como resultado da doutrina de Darwin da evolução orgânica. Negando qualquer queda do homem a qual necessitaria um Salvador para o pecado, evolução ataca o plano da redenção bem como o fato da criação.

Em um similar jeito, os ataques de Satanás sobre o Sábado tem levado milhões a desobedecer um mandamento do Decálogo o qual DEUS fez com específico propósito de testar a obediência à lei inteira.

Um bem sucedido plano para subverter a lealdade de milhões os quais eram devotados ao verdadeiro DEUS requeria um master-plano de satânica estratégia. Isto levaria tempo. Isto envolveria séculos de enganadores planos para dobrar a mente humana. Não haveria uma dramática troca de adoradores de DEUS para servidores de Satanás. O segredo seria vencer e ganhar a obediência através de subterfúgios religiosos. Satanás entendia o pricípio descrito em Romanos 6:16 muito antes de Paulo pensar em escrevê-los “Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhle obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para  a justiça?”

Obediência é a mais alta forma lealdade e adoração. Se Satanás pudesse criar uma matéria a qual pudesse fazer com que as pessoas desobedecessem a DEUS, ele teria uma escassa chance de ter suas obediências para a sua causa. A decisiva disputa tomaria efeito sobre a lei de DEUS. Isto constituía a fundação do governo de DEUS. Como Satanás poderia destruir a confidência do povo na lei de DEUS e fazer as com que eles o obedecessem? E que mandamento deveria ele atacar? Óbviamente, aquele que apontava para a força criativa de DEUS e Seu direito de reinar. Como o sinal identificativo do verdadeiro DEUS, o Sábado tem sempre sido objeto de um satânico ódio. DEUS tem escolhido o Sábado como teste de lealdade à Sua lei, no Antigo Testamento: “… para Eu ver se andam na minha lei ou não.” Êxodo 16:4 (última parte).

 

PONTO DE TESTE DA LEI

Desde que DEUS tem feito o Sábado o ponto de teste de todo os Dez Mandamentos, Satanás determinou-se a fazer deste o seu gigante ponto de batalha através de todos os séculos. Em  destruindo o Sábado, Satanás estaria preparado para lançar seu super-plano para reclamar a obediência a um falso dia de adoração. Manipulando a fraqueza de um compromitido cristianismo que vagarosamente ascendia às pagãs influências, Satanás armou seu master-plano – uma igreja-estado de carácter mundial – que inescrupulosamente iria forçar lealdade ao seu falso sistema de adoração.

Por mais de mil anos, começando com a muito falada coversão para o cristianismo do pagão imperador Constantino, a história negra da apostazia se desenrolou. Um dos primeiros atos deste novo professo cristão imperador foi fazer uma lei contra os que guardavam o Sábado e instituiu outras leis, requerindo descansar no primeiro dia da semana, um selvagem dia de adoração pagã ao Sol.

Nós não iremos discutir neste livro, esta bem-documentada história da igreja papal e seus concílios que forçavam observância ao pagão dia-do-Sol, sobre pena de morte. Os fatos são muito bem-conhecidos para aqueles que concordam em pesquisar os registros com uma mente aberta. Durante os quartos e quintos séculos de nossa era, o primeiro dia da semana era exaltado pelo decreto-papal em substituir o verdadeiro Sábado Bíblico.

Infortunadamene, falsas opiniões e falsas informações tem levados milhões de cristãos a fecharem os seus olhos para esta estarrecedora evidência histórica dessa substituição. As raízes destas falsas opiniões, não é difícil de identificar. Satanás tem trabalhado por muito tempo em seu sistema de oposição para permitir que isso seja rejeitado assim tão facilmente. Através dos tempos ele tem aperfeiçoado uma série de falsos e sutís argumentos para suportar a obediência ao seu falso dia de adoração. Ele continua a odiar o Sábado que identifica o verdadeiro DEUS.

Somente na medida que nós expomos estes ataques ao Sábado do sétimo-dia, é que nós estaremos aptos a entender o porquê milhões e milhões continuam a observar o primeiro dia da semana, um dia pelo qual não existe suporte algum, em texto algum da Bíblia. Ninguém discorda com o significado da lei escrita pela mão de DEUS, “O Sábado do sétimo-dia é o Sábado do Senhor… nele voce não deverá fazer nenhum trabalho.” No entanto milhões não obedecem a isto. Ninguém pode refutar a estarrecedora evidência das origens pagãs do domingo, no entanto milhões o guardam, ao invés de estarem guardando o Sábado planamente comandado nos Dez Mandamentos. Porque?  Eu repito, a razão está enraizada um astuto argumento de Satanás que tem criado um clima de desvantagem contra o Sábado do Senhor. Nós iremos agora examinar alguma das maiores falácias destes argumentos.

 

O SÁBADO FOI FEITO SOMENTE PARA OS JUDEUS

Esta falsidade tem ganhado tal força que multidões de cristãos referem-se isto, como “Sábado dos Judeus.” Mas em lugar nenhum da Bíblia nós encotramos tal expressão. Isto é chamado “o Sábado do Senhor,” mas nunca “o Sábado dos Judeus.” Êxodos 20:10. Lucas era um escritor Gentio do Novo Testamento e frequentemente fez referencias para coisas que eram peculiaridade dos Judeus. Ele falou da “Nação dos Judeus,” o “povo dos Judeus”, a “terra dos Judeus”, e “a sinagoga dos Judeus.” Atos 10:22; 12:11; 10:39; 14:1. Mas por favor, note que Lucas nunca referiu-se ao “Sábado dos Judeus”, muito embora ele tenha repetido a palavra Sábado, inúmeras vezes. Cristo claramente ensinou que “O Sábado foi feito para o homem.”Marcos 2:27. O fato é que Adão era o único homem em existência na ocasião em que DEUS fez o Sábado. Nesta ocasião, não existia Judeus no mundo, pelo menos até 2,000 anos depois da criação. Isto nunca poderia ter sido feito para eles. Jesus usou o termo “homem” em senso genérico, referindo-se à humanidade. A mesma palavra é usada em conexão com a instituição do casamento que também foi criada ou introduzida na criação. Mulher foi feita para o homem assim como o Sábado também foi feito para o homem. Certamente ninguém acredita que casamento é somente para os Judeus.

O fato é que estas duas lindas instituições foram  criadas pelo próprio DEUS, antes mesmo do pecado vir a existir nesse mundo. Casamento e Sábado. Ambos foram criados para o homem, ambos receberam a especial benção do Criador e ambos continuam a ser santas do mesmo jeito que elas eram santas no Jardim do Éden. Com o mesmo gráu de intensidade.

Interessante também é notar que Jesus foi O que criou o Sábado, na primeira semana (na semana da criação). Existia uma razão para a Sua afirmação em dizer “Ser o Senhor do Sábado”, Marcos 2:28. Se ele é o Senhor do Sábado, então Sábado tem que ser o Dia do Senhor. João teve uma visão no “Dia do Senhor,” de acordo com Apocalipse 1:10.  Aquele dia tem que ser Sábado. Este é o único dia assim desiginado e reclamado por DEUS na Bíblia. Em escrever os Dez Mandamentos, DEUS chamou isto de “O Sábado do Senhor.” Êxodo 20:10. Em Isaías Ele é parafraseado como dizendo: “O Sábado, meu santo dia.” Isaías 58:13.

Mas nós não podemos menosprezar o fato de que este DEUS que criou o mundo e fez o Sábado foi o próprio Jesús Cristo. João escreveu: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com DEUS, e o Verbo era DEUS. Ele estava no princípio com DEUS. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” João 1:1-3, 14.

Paulo claramente iddenficou Jesús como o Criador, “ …O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou pra o reino do Filho do seu amor; Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados; O qual é a imagem do DEUS invisível, o primogênito de toda a criação; Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam donimações, sejam pricipados, sejam potestades: tudo foi criado por ele e para ele.”

Para cristãos, separar Jesús do Sábado é um trágico erro. Porque Ele é o Autor, o Criador, o Santificador, e o Arquitéto do Sábado. Não contar com as bençãos que Ele colocou sobre este dia é negar sua autoridade.

Este argumento tem levados muitos a acreditar que o Sábado existiu somente por um limitado período de tempo seguindo-se à criação. Mas é isso um fato? Atualmente, o Sábado nunca poderia ser um tipo ou sombra de qualquer coisa, pela simples razão de que ele foi criado antes do pecaod haver entrado na família humana. Certas sombras e observações típicas foram instituídas como resultado do pecado, e apontavam à frente para a libertação do pecado. Como tais, eram os sacríficios empregados para simbolizar a morete de Jesús, a Cordeiro de DEUS. Jamais existiria sacrifícios de animais se não tivesse existido pecado. Estas ofertas foram abolidas quando Cristo morreu na cruz, por causa que os tipos encontraram o seu cumprimento (Mateus 27:51). Mas nenhuma sombra existiu antes do pecado ter entrado nesse mundo; portanto, o Sábado não poderia ter sido incluído na lei cerimonial de tipos e de sombras.

Paulo referiu-se ao sistema temporário de ordenanças em Colossenses 2:14-16 como sendo “contra nós” e “ao contrário de nós.” Ele atou isso às ofertas de carnes, e as ofertas de bebidas e aos antigos festivais da lei que foram riscados fora. Isto é verdade também que ele se referiu a sábados neste texto, mas note cuidadosamente que ele chamou eles de dias de sábados, os quais são sombras das coisas por vir. Foram alguns dias de sábados riscados fora, na cruz?  Sim, existia pelo menos quatro primitivos sábados os quais vinham em certos dias do mes, e eles foram pregados na cruz. Eles eram sombras e requeriam especificadas carnes e bebidas como oferta. Todos estes sábados anuais são descritos em Levíticos 23:24-36, e depois feito um sumário nos versos 37 e 38: “Estas são as solenidades do Senhor, que apregoareis para santas convocações, para oferecer aos Senhor oferta queimada, holocausto e oferta de manjares, sascrifício e libações, cada qual em seu dia próprio. Além dos sábados do Senhor, alem dos vossos dons, e além de todos os vossos votos, e além de todas as vossas ofertas voluntárias que daries ao Senhor.”

As Escrituras planamente diferencia entre os anuais (sombra) sábados e o Sábado semanal, o “Sábado do Senhor.” Os sábados cerimoniais foram abolidos na cruz; eles foram adicionados em consequência do pecado. Mas o Sábado dos Dez Mandamentos foi santificado, posto de lado, bem antes do pecado ser introduzido e mais tarde foi incorporado na grande lei moral escrita pelo dedo de DEUS. Isto era eterno em sua própria natureza.

 

GUARDE QUALQUER DIA DA SEMANA

Com este argumento Satanás preparou o mundo para aceitar o substituto no lugar do Sábado que DEUS havia comandado. Mediante as ‘tábuas-de-pedra’ DEUS escreveu a grande, imutável lei dos séculos. Toda a palavra era séria e significativa. Nem uma linha era ambígua ou misteriosa. Pecadores e cristãos, educados e não-educados, não tem problema nenhum em entender as simples e claras palavras dos Dez Mandamentos. DEUS pensou no que ele disse; e disse o que Ele pensou. Ninguém tem tentado anular esta lei dizendo ser muito complicada para entender.

A maior parte dos dez preceitos começam com a mesma palavra: “NÃO”, mas no coração (no meio) da lei nós encontramos o quarto mandamento, o qual é introduzido com a palavra “Lembra-te.” Porque este um é diferente? Porque DEUS estava comandando eles a trazerem algo em memória, que já existia mas tinha sido esquecido. Gênesis descreve a origem do Sábado com estas palavras: “Assim os céus e a terrra e todo o seu exército foram acabados. E havendo DEUS acabado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou DEUS o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que DEUS criara e fizera.” Gênesis 2:1-3.

Que dia DEUS abençoou e santificou?  O sétimo dia. Como este dia deveria ser mantido santo?  Em descansando. Poderia algum dos outros dias ser mantidos santos? Não. Porque? Porque DEUS não comandou para descansar nestes dias, mas para trabalhar. Faz a benção de DEUS alguma diferença? É claro que faz. Isto é o porque que os pais oram a DEUS para que abençoe os seus filhos. Eles acreditam que isso faça diferença. O sétimo dia é diferente de todos os outros seis, porque ele tem as bençãos de DEUS.

Mais algumas questões: Porque DEUS abençoou este dia?  Porque Ele criou o mundo em seis dias, isto era o nascimento do mundo, o memorial de um poderoso ato. Pode o memorial do Sábado ser trocado? Nunca…!  Porque ele aponta para trás, para um fato consumado. 7 de Setembro é o dia da Independência do Brasil. Pode isso ser mudado? Não. Porque a independência do Brasil foi proclamada neste dia, 7 de Setembro de 1822. Pela mesma razão a data de seu nascimento não pode ser mudada. Isto é o memorial de seu nascimento, o qual aconteceu num dado dia no passado. A história teria que retroceder no tempo e trocar o dia do seu nascimento para que isso pudesse tomar efeito, o mesmo caso com o dia da Independência. O MESMO CASO COM O SÁBADO. Nós poderemos até chamar a outro dia, como o dia da Independência, e nós podemos chamar a um outro dia  de Sábado, mas isso não mudará o dia em nem um segundo sequer.

Deu DEUS o privilégio de escolha para o homem para escolher o seu próprio dia de descanso? Não, Ele não deu. Em fato, DEUS confirmou na Bíblia que o Sábado foi estabelecido e selado pela Sua própria seleção divina e não deveria ser obstruído sob qualquer circunstância. Leia Êxodus 16 concernente à dádiva do maná. Por 40 anos DEUS mostrou tres milagres semanais, todas as semanas, para mostrar para Israel qual o dia que era santo. (1) Nenhum maná caia no sétimo dia. (2) Eles não podiam guardas isso para o outro dia, pois estragava, mas (3) quando eles guardavam o maná de Sexta-feira para Sábado, isto conservava o sabor e a frescura do dia anterior.

Mas alguns Israelitas tiveram a mesma idéia que alguns dos modernos cristãos tem. Eles sentiram que qualquer dia entre os sete estaria ok para ser santo: “E aconteceu ao sétimo dia , que alguns do povo sairam para colher, mas não o acharam. Então disse o Senhor a Moisés: Até quando recusareis guardar os meus mandamentos e as minhas leis?”

Entendeu o quadro? Aquelas pessoas pensavam que qualquer outro dia poderia ser guardado da mesma forma como o sétimo. Talvez eles estivessem planejando guardar o primeiro dia da semana, ou algum outro dia era mais conviniente para eles. O que aconteceu? DEUS encontrou-se com eles e os acusou de estarem quebrando sua lei e indo trabalhar no sétimo dia. Iria DEUS dizer a mesma coisa hoje para aqueles que quebram o Sábado? Sim, Ele é o mesmo ontem, hoje e para sempre – ELE não muda. DEUS fez isso muito claro que, independente do sentimento deles, aqueles que vão em frente e trabalham no Sábado são culpados de quebrantar a Sua lei. Tiago explica que isto é pecado até mesmo quebrar um desses Dez Mandamentos. “Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu poios não cometeres adultério, mas matares, estás feito transgresor da lei.” Tiago 2:10, 11.

 

NÓS NÃO PODEMOS LOCALIZAR
O VERDADEIRO SÉTIMO DIA

Esta é a falácia que tem confortado a muitos em sua desobediência ao 4th mandamento. Isto simplesmente não é verdade. Aqui estao tres positivas provas que identificam o verdadeiro Sábado, hoje:

  1. De acordo com as Escrituras, Cristo morreu na Sexta-feira e ressussitou no Domingo, o primeiro dia da semana. Praticamente todas as igrejas reconhecem este fato em observar o Domingo de Páscoa e Sexta-feira Santa. Aqui está a evidência Bíblica: “… Esse chegando a Pilatos, pediu o corpo de Jesús. E, havendo-o tirado, envolveu-o num lençol, e pô-lo nu sepulcro escavado numa penha, onde ninguém ainda havia sido posto. E era o dia da preparação, e amanhecia o Sábado.” Lucas 23:52-54. Aqui esta a prova que Jesús morreu no dia antes do Sábado. Este era chamado o dia da preparação, porque era hora para começar a se preparar para o Sábdo. Deixe-me ler os próximos versos: “E as mulheres, que tinham vindo com ele da Galiléia, seguiram também e viram o sepulcro, e como foi posto o seu corpo. E voltando elas, preparam especiarias e unguentos; e no Sábado repousaram, conforme o mandamento.” Versos 55, 56.                   Por favor notem que as mulheres repousaram no Sábado, “conforme o mandamento.” O mandamento diz: “O sétimo dia é o Sábado,” assim nós sabemos que eles estavam observando o Sábado. Mas no próximo verso diz: “E no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao sepulcro levando as especiarias que tinham preparado. E acharam a pedra revolvida do sepulcro.” Lucas 24:1, 2. uão claro estes tres consecutivos dias são descritos para nós. Ele morreu Sexta-feira, o dia da preparação, comumente chamado Sexta-feira santa. Ele descansou na tumba no sétimo dia, Sábado, “de acordo com o mandamento.” Isto foi Sábado. Depois, no Domingo, o primeiro dia da semana, Domingo de Páscoa, para muitos, Jesus levantou-se da sepultura. Qualquer um que pode localizar Sexta-feira ou Domingo de Páscoa não terá absolutamente dificuldade nenhuma em encontrar o verdadeiro Sábado.
  2. O calendário não tem sido trocado assim para confundir os dias da semana. Nós podemos estar positivos de que o nosso sétimo dia é o mesmo dia que Jesús observou quando Ele aqui esteve. O Papa Gregório XIII fez uma troca no calendário em 1582, mas isso não interferiu com ciclo semanal. Nosso Greoriano calendário atual herdou este nome, quando ele fez esta pequena mundança em 1582. O que o Papa Gregório  fez no calendário? Antes de 1582 o calendário Juliano tinha estado em efeito, instituído por Julio Cesar mais ou menos em 46 B. C.  e herdou o seu nome. Mas o calendário Juliano tinha calculado o tamanho do ano como 365 + ¼ de dia, e o ano, atualmente é 11 minutos menos que os 365 + ¼ de dia. Aqueles 11 minutos foram  acumulando-se, e até o ano 1582 os números do calendários estavam 10 dias a menos, fora de harmonia com o sistema solar. Gregório simplesmente acrescentou estes 10 dias ao calendário. Isto era Quinta-feira, 4 de outubro de 1582, Sexta-feira deveria ser o próximo dia 5 de outrubro. Mas ao invés disso, Gregório fez esse dia; Sexta-feira, 15 de outubro de 1582, trazendo o calendário de volta em harmonia com o sistema solar. Foram os dias da semana confundidos? Não. Sexta-feira continuou seguindo após Quinta-feira, e antes de Sábado. O mesmo sétimo dia permaneceu inalterado e o ciclo semanal não foi perturbado. Quando nós guardamos o sétimo dia no Sábado, nós estamos observando o mesmo dia que Jesús guardou, e Ele fez isso todas as semanas, de acordo com Lucas 4:16. “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de Sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler.”
  3. A terceira Evidência para o verdadeiro Sábado é a mais conclusiva de todas. Os povo Judeu tem observado o sétimo dia desde os tempos de Abraão, e eles continuam a guardar isso hoje. Aqui está – uma nação inteira – milhões de indivíduos – os quais vem continuamente mantendo atualizado, contando semana após semana, após semana, após semana, uma contabilidade meticulosa dos dias da semana até os dias de hoje. Eles estão fazendo isso a mais 3.000 anos, poderiam eles estarem errados? Impossível. O único jeito de ser possível era de que toda a nação entrasse em um profundo sono e por 24 horas todos perdessem a noção do tempo, e depois disso ninguém viesse a eles e lhes contassem o que havia acontecido. Nunca existiu mudança ou perda de Sábado desde que DEUS criou isso em Gênesis. A origem da semana é encontrada na história da criação. Não existe científica ou astronômica razão para medir-se a semana em ciclos de 7 dias. Isto é um arbitrário arranjamento de DEUS e tem sido milagrosamente preservado por uma razão – Porque o santo Sábado aponta para uma força criativa do único verdadeiro DEUS. Isto é um sinal de SUA soberania sobre o todo o universo e a vida humana; um sinal de criação e redenção. Não é essa a razão pela qual DEUS irá preservar a guarda do Sábado através de toda a eternidade?  Nós lemos em Isaías 66:22, 23: “Porque com os céus novos e a terra nova, que hei de fazer, estarão diante daminha face, diz o Senhor, assim ha de estar a vossa posteridade e o vosso nome. E será que desde uma lua nova até à outra, e desde um Sábado até ao outro, virá toda a carne adorar perante mim, diz o Senhor.” O Sábado é tão precioso para DEUS que o Seu povo irá observá-lo por toda a eternidade na linda nova terra que DEUS reconstruirá.  Se isso é assim tão precioso para Ele, não deveria isso ser precioso para nós também? E se nós iremos guardar o Sábado depois, não deveríamos nós guardá-lo agora também? Em uma era de falsos deuses, de uma ateística evolução e tradições do homem, o mundo necessita do Sábado, mais do que nunca como um teste de nossa lealdade ao Grande DEUS-Criador e como sinal de nossa santificação através de Sua força.
  4. A prova número 4 basea-se no fato de que mais do que 100 (cem) diferentes linguagens da terra usa a palavra “Sábado” para o sétimo dia da semana. Por exemplo, a palavra para o sétimo dia da semana em Espanhol é Sábado. No Português também é Sábado. O que isso Prova? Isso prova que quando esta centena de linguagens se originaram, a muito, mas a muito tempo atrás, Sábado era reconhecido como o sétimo dia da semana. E foi incorporado no próprio nome deste dia.

 

SÁBADO FOI SOMENTE UM  MEMORIAL DE LIBERTAÇÃO DO EGITO

Esta estranha idéia é tirada de um singular texto do Antigo Testamento e é distorcida para contradizer muitas e claras afirmações sobre a verdadeira origem do Sábado. O texto é encontrado em Deuteronômio 5:14, 15. “Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu DEUS, não farás nenhuma obra nele, nem tu, nem tue filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu boi, nem o teu jumento, nem animal algum teu, nem o estrangeiro que está dentro de tuas portas; para que o teu servo e a tua serva descansem como tu. Porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu DEUS te tirou dalí com mão forte e braço estendido; pelo que o Senhor teu DEUS te ordenou que guardassses o dia de sábado.”

Algumas pessoas tiram deste texto que DEUS deu o Sábado como memorial do Êxito do Egito. Mas a história de Gênesis sobre a criação do Sábado (Gênesis 2:1-3) e o que está escrito no 4th mandamento, que foi comandado pelo próprio DEUS (Êxodos 20:11) revelam o Sábado como memorial da criação.

A chave para entender estes dois versos basea-se na palavra “servos.” DEUS disse: “ Lembre-se de tu foste servo na terra do Egito.”  E na sentença anterior a esta Ele relembra eles “de que os seus servos como as suas servas devem descansar como eles também descansam.” Em outras palavras, a experiência que eles tiveram no Egito como servos, iria relembrá-los e fariam com que eles agissem justamente com os seus servos e servas por darem a eles o Sábado de descanso.

Em similar raciocínio DEUS comandou: “E quando o estrangeiro peregrinar contigo na vossa terra, não o oprimireis, Como um natural entre vós será o estrangeiro que peregrina convosco; amalo-ás como a ti mesmo, pois estrangeiros fostes na terra do Egito. Eu sou o Senhor vosso DEUS.” Levíticos 19:33, 34. Isto não era incomum, DEUS trazer à memória deles, o tempo em que eles foram libertados do Egito, como forma de incentivo para ele obedecerem a outros mandamentos. Em Deuteronômio 24:17, 18, DEUS disse: “Não perverterás o o direito do estrangeiro e do òrfão; nem tomarás em penhor a roupa da viúva. Mas lembrar-te-ás de qe foste servo no Egito, e de que o Senhor te livrou dalí; pelo que te ordeno que faças isto.”

Nem o comando para ser justo, nem tampouco o comando para guardar o Sábado foi dado para memorializar o Êxoto, mas DEUS falou a eles da sua bondade em tirá-los fora da captividade constituia uma forte adicional razão para que eles lidassem com brandura com seus servos no Sábado e que tratassem com justiça os estrangeiros e as viúvas. Da mesma maneira, DEUS falou a eles em Levíticos 11:45: “Porque Eu sou o Senhor, que vos faço subir da terra do Egito, para que eu seja vosse DEUS, e para que sejais santos, porque eu sou santo.” Certamente ninguém insiste que esta santidade não existiu antes do Êxodos, ou que isto seria para sempre depois desta época limitada somente aos Judeus, para memorializar a sua libertação.

 

GUARDAR O DOMINGO EM MEMÓRIA
À RESSURREIÇÃO

Isto é verdade que Jesus ressuscitou no primeiro dia da semana, mas em lugar nenhum existe a menor possível intimação na Bíblia para qualquer pessoa guardar este dia como santo. As bases para a Guarda do Sábado é uma direta ordem escrita pela mão de DEUS.

Muitos maravilhosos eventos ocorreram em dias da semana, mas nós não temos nenhum comando para guardá-los santos. Jesús morreu pelos nossos pecados na Sexta-feira. Isto provavelmente é o mais significante evento de todos os registrados na história. Isto marca o momento em que minha sentença de morte foi comutada e minha salvação assegurada. Mas nenhum texto Bíblico fornece nenhuma indicação de que este dia deveria ser observado, muito embora ele tenha sido um dia de tão grande significância.

Isto foi um momento dramático, quando Jesús ressussitou da tumba naquela manhã de domingo, mas não existe nenhum ínfimo sinal gráfico sequer na Bíblia que mostre uma evidência de que nós deveríamos observar este dia em homenagem à Sua ressurreição. Nenhuma instância de observação do domingo tem sido encontrada nos registros das Escrituras.

Existe, é claro, um memorial da ressurreição comandado na Bíblia, mas is não é a guarda do domingo. Paulo escreveu: “De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na maorte; para que , como Cristo ressuscitou dos mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.” Romanos 6:4.

Batismo é o memorial da morte de Cristo, sepultamento e ressurreição. Aqueles que acreditam que a observação do domingo homenageia a sua ressurreição citam a reunião que ouve no andar de cima de uma casa em que os dicípulos se reuniram no mesmo dia da resssurreição. Para eles, esta reunião foi para celebrar a ressurreição. Mas quando nós lemos os registros Bíblicos do evento, descobrimos que as circunstâncias foram totalmente diferentes. Lucas fala-nos que, mesmo que os dicípulos tenham sido confrontados com o testemunho ao vivo de Maria Madalena, “eles não acreditaram.” E depois manifestou-se noutra forma a dois deles, que iam de caminho para o campo. E, indo estes, anunciaram-no aos outros, mas nem ainda estes creram. Finalmente apareceu aos onze, estando eles assentados juntamente, e lançou-lhes em rosto a sua incredulidade e dureza de coração, por não haverem crido nos que o tinham visto já resssuscitado.” Marcos16:12-14.

Óbviamente, nenhum daqueles dicípulos que estavam na sala acreditavam que Ele tinha ressuscitado, assim eles não puderam celebrar a ressurreição com gozo. João explica as suas razões para estarem juntos nessas palavras: “Chegada, pois a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesús, e pôs-se no meio, e disse-lhes:  Paz seja convosco.” João 20:19.

Assim, nós temos examinado os maiores argumentos usados contra a observância do Santo Sábado de DEUS. Nenhuma das objeções provê um traço de evidência de que DEUS alguma vez tenha trocado a sua mente sobre o Sábado. Quando Ele escreveu “Lembre-se” no 4th mandamento, isto era em referência ao mesmo sétimo dia que aparece em nosso calendário de parede. Nem o homem nem os demônios podem diminuir a validade desta eterna lei moral.

            Possa DEUS garantir a cada um de nós a coragem de honrar o mandamento do Sábado como um celestial e especial teste de nosso amor e lealdade. Como nós descobrimos, quando Jesús retornar, nós iremos guardar este mesmo Sábado com Ele, nas eras do porvir, para todo o sempre. Ora vem Senhor Jesús. Amém

 

09
May

É o Domingo Realmente Sagrado?

 Joe Crews
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“Lança teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás”. Eccl. 11:1 

            É O DOMINGO REALMENTE SAGRADO?

Uma das mais bonitas orações de David está registrada em Salmos 43:3. “Envia a tua luz e a tua verdade, para que me guiem e me levem ao teu santo monte, e aos teus tabernáculos.”

Esta mesma fervorosa petição para entender a Palavra de DEUS deveria estar no coração de cada um que realmente está em busca da verdade. Uma predisposição para aprender e obedecer tem que caracterizar todos aqueles que expectam ser iluminados pelo Espírito Santo. A tais, a maravilhosa promessa da santificação será cumprida. “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos.” Mateus 5:6.

Mas isso não faz nenhuma diferença, e não nos traz nenhum regozijo, orar pela verdade, se nós não temos nenhuma intenção de obedecer, quando DEUS responder nossas orações.  Um dos grandes favores que DEUS pode nos honrar é dar-nos o conhecimento de Sua Palavra. E uma das maiores presunções que o indivíduo pode ter é orar por entendimento quanto à vontade Divina e depois se recusar, por qualquer razão que se possa apresentar, quando a resposta vier.

Muitas pessoas são culpadas em colocar a Bíblia p’ra baixo, para poder combinar suas pobres e fracas experiências, ao invés de trazer suas experiências para cima para que possam combinar com os requerimentos da Palavra de DEUS. Existe somente um grande e ácido teste da verdade, e este é a Bíblia. Todo pensamento religioso, todo livro que lemos, e todo sermão que nós ouvimos deveriam ser medidos pela infalível regra inspirada das Sagradas Escrituras. Isto não interessa o que nos foi ensinado, quando ainda éramos crianças, ou o que a maioria está seguindo, ou o que nosso emocional sentimento nos leva a pensar ou crer. Estes fatores são perfeitamente inválidos como teste de absoluta verdade. A última questão tem que ser respondida: O que a Palavra de DEUS fala sobre o subjeto?

Algumas pessoas pensam que se eles são sinceros no que eles acreditam, DEUS irá aceitá-los e salvá-los. Mas sinceridade sòzinha, não é o suficiente. Uma pessoa pode ser sincera, e estar sinceramente errada. Eu me lembro uma vez, eu estava dirigindo para West Palm Beach, na Flórida, a alguns anos atrás. Pelo menos eu pensei que estava indo p’ra lá. Era de noite, e eu não via sinais na estrada por algum bom tempo já. De repente, as luzes do carro iluminaram um sinal que dizia:

“Belle Glade 14 milhas”. Frustrado, eu me dei conta que estava viajando ao oposto da minha meta, a qual era West Palm Beach. Eu estava numa estrada errada. Ninguém poderia estar mais sincero do que eu naquela noite, mas eu estava sinceramente errado. Eu poderia ter continuado, dizendo, bem pode ser que daqui a pouco, de alguma maneira eu possa encontrar uma maneira de chegar em West Palm Beach. Mas eu parei o carro, dei meia volta e voltei ao lugar aonde eu havia pego a estrada errado, e desta vez tendo me certificado que havia pego a rota certa, comecei a dirigir-me ao locar o qual eu estava dirigindo para; West Palm Beach. Esta era a única coisa certa a fazer.

 

MENTES FECHADAS
E A 
REGRA DA MAIORIA

A Palavra de DEUS, tem muito a dizer àqueles que concordam em ser corrigidos. As pessoas a serem as mais contemplativas são aquelas com mentes fechadas. Eles irão resistir a qualquer informação a qual não combine com as suas pessoais opiniões. Suas mentes já estão feitas e eles não querem ser aborrecidos pelos fatos. Isto é especialmente verdade concernente ao subjecto do Sábado.

Multidões tem herdado opiniões sobre o dia a ser observado semanalmente, e eles acham isso muito difícil, olhar objetivamente a qualquer outro ponto de vista. Muitos deles sabem que um dos Dez Mandamentos requer a guarda do sétimo-dia da semana. Eles também sabem que o sétimo dia da semana é o Sábado. Mas no entanto eles tenazmente seguem a tradição de observar um dia diferente daquele que DEUS comandou. Eles guardam o domingo, o primeiro dia da semana, pelo qual não existe nenhum comando Bíblico.

Porque eles fazem isso? A maioria dos que guardam o domingo tem simplesmente aceitado a prática de religiosidade da maioria em sua comunidade, onde eles foram crescidos, assumindo que isto tem que estar certo, desde que a grande maioria está fazendo isso. É isso uma segura razão?  Tem a maioria usualmente estado certa em questões religiosas?

A Bíblia claramente responde estas questões negativamente. Toda a fonte disponível de informação revela que em questões religiosas, pelo menos, a maioria sempre tem estado errado. O próprio Jesus disse: “E, como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do homem.” Lucas 17:26. Somente oito pessoas entraram na arca para serem salvas do dilúvio. Cristo ensinou que somente uma comparável pequena multidão seria salva no final dos tempos, no fim do mundo. Ele disse: “Entrai pela porta estreita; porque  larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos sãos os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, poucos há que a encontrem.” Mateus 7:13, 14.

Isto é bem verdade, que a grande maioria dos cristãos hoje, incluindo muitos famosos evangelistas e teólogos, estão guardando o domingo ao invés do Sábado do sétimo-dia. Este fato sòzinho, não deveria impressionar muita gente. Pego por ele próprio sob a luz das palavras de Cristo, isto deveria levantar uma bandeira de aviso. Verdade nunca foi popular com as massas. E aqueles, em maioria hoje, como em todas as idades passadas, realmente não estão procurando por verdade, o muito que estão buscando é uma suave, fácil e confortável religião a qual permita a eles viver do jeito que eles queiram viver.

O que então deve ser o teste da verdade do Sábado?  Somente uma coisa, e uma coisa somente – a Palavra de DEUS. Desafortunadamente, milhões nunca estudaram a Bíblia por eles mesmo, nesse subjecto. Eu proponho que nós testemos a prática da guarda do domingo desse grupo majoritário para verificarmos se isso é correto. Se isso é correto e Bíblico, então todos nós deveríamos aceitar isso e fielmente guardar todo o domingo. Mas se isso não é suportado pelas Escrituras, então nós diligentemente deveríamos pesquisar nas Escrituras até nós encontrarmos o dia o qual o nosso Senhor endorsou para nós guardarmos.

A mais honesta maneira que eu sei para abordarmos esse subjecto é olhar em absolutamente tudo o que a Bíblia diz a respeito do primeiro dia da semana. Existe somente 8 textos no Novo Testamento os quais fazem qualquer referência ao domingo, e em cuidadosamente estudando estes versos, nós poderemos estar certos de que todas as evidências para considerações estão diante de nós. Se existe alguma autoridade Bíblica para guardar o domingo, o primeiro dia da semana, seguramente iremos encontrar em um desses 8 versos.

Estamos nós aptos a encarar as consequências desse tipo de estudo exaustivo? Aqui é onde a nossa capacidade de julgar será testada! Podemos nós abrir completamente nossas mentes, não interessando o que este estudo objetivo irá nos revelar?  Estas não são perguntas capiciosas. Pessoalmente, eu não me importo que dia será encontrado ser Sábado. Se a Bíblia ensina isso, eu com o maior prazer irei guardar, não interessa ser; segunda, terça, quarta, ou domingo. A muito tempo atrás eu decidi ser cristão e seguir a Palavra de DEUS não importando o lugar que ela me levar, não importando os meus sentimentos. Isso não faz diferença nehuma para mim o dia que eu guardo como santo, conquanto este seja o dia que esteja comandado na Bíblia! Eu espero que voce se sinta da mesma maneira na medida que nós começamos nossa pesquisa de toda e qualquer referência no Novo Testamento a quais mencionam o primeiro dia da semana.

 

RESSURREIÇÃO
NO DOMINGO

Vamos começar com o primeiro Evangelho. Mateus escreve:  “E, no fim do Sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro.” Mateus 28:1. Aqui nós temos uma prova bem interessante de que o Sábado não podia ser o primeiro dia da semana. De acordo com este registro, o Sábado estava terminando quando o primeiro dia estava começando. Eles são dois sucessivos dias. Com base nas Escrituras, ninguém poderia, verdadeiramente chamar domingo de Sábado. Isso seria ambos, não-Bíblical e confuso.

A substância do testemunho de Mateus é simplesmente que as mulheres vieram no dia que se seguia a Sábado e não mais encontraram a Jesus, pois Ele já havia ressussitado. Isso perfeitamente se harmoniza com o próximo Evangelho, o qual adiciona alguns novos detalhes. Note que Marcos equaliza o “anoitecer com o aparecimento do sol.” E, passado o Sábado, Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem ungí-lo. E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nascer do sol; E diziam umas às outras: Quem nos revolverá a pedra da porta do sepulcro? Marcos 16:1-3.

Esta descrição paralela do Evangelho limpa qualquer comum erro de interpretação que possa ter aparecido sobre o significado das palavras de Mateus; “… e no fim do Sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana… .”  Alguns têm interpretado isso como sendo um pouco antes da entrada do sol, Sábado de tarde. Desde que os Hebreus reconhecem e tem estabelecido o fim do Sábado como à entrada do sol, eles assumem que as mulheres vieram justamente antes do primeiro dia começasse a aparecer, no pôr-do-sol.

Aqui nós vemos o valor de comparar texto contexto. As palavras de Marcos fazem impossível o ponto de que as mulheres vieram Sábado à noite e encontraram a tumba vazia. As mesmas mulheres são relatadas como vindo ao nascer do sol, domingo pela manhã, mas elas estavam perguntando; “Quem irá remover a pedra? Obviamente, se elas estivessem estado lá na noite anterior e descoberto a tumba vazia, então elas saberiam que a pedra já havia sido removida da entrada da tumba. Dessa maneira, nós podemos entender claramente que Mateus está se referindo à madrugada de domingo, justo antes do sol nascer, domingo de manhã.

A terceira referência que encontramos no Novo Testamento sobre o domingo, é simplesmente uma narrativa de afirmação feita em Marcos 16:9, “ E Jesus tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios.” Não necessitamos de muito comentários aqui, visto que o verso está somente repetindo a mesma história da ressurreição, domingo pela manhã bem cedo. O importante a notar é que nada foi dito com relação a este dia nestes textos referenciando ser ele um dia para guardarmos. Não existe nenhuma intimação de ninguém observando o dia em honra à ressurreição.

 

LOCALIZANDO O
VERDADEIRO SÁBADO

Uma das mais completas palavra dando uma gravura da ressurreição, nós encontramos no Evangelho de Lucas, e aqui nós lemos a quarta referência com relação ao primeiro dia da semana. “Esse (homem – José de Arimatéia), chegando a Pilatos, pediu o corpo de Jesus. E, havendo-o tirado, envolveu-o num lençol, e pô-lo num sepulcro escavado numa penha, onde ninguém ainda havia sido posto. E era o dia da preparação, e amanhecia o Sábado.” S. Lucas, 23:52-54.

Antes de irmos adiante com nossa leitura, vamos examinar cuidadosamente a inspirada descrição deste dia da crucificação. A vasta maioria dos cristãos concordam que estes eventos transpiraram no dia que nós chamamos hoje como Sexta-Feira Santa. Aqui ele é chamado como dia da “preparação”, porque era hora de fazer arranjamentos para o Sábado que se aproximava. Em fato, o texto afirma simplesmente que o “Sábado vinha se aproximando.” Isso quer dizer que ele (o Sábado) era o próximo dia que se aproximava.

O que mais aconteceu naquele dia em que Jesus morreu? “E as mulheres, que tinha vindo com ele da Galiléia, seguiram também e viram o sepulcro, e como foi posto o seu corpo. E, voltando elas, prepararam especiarias e unguentos, e no Sábado repousaram, conforme o mandamento.” Lucas 23:55, 56. Durante o resto daquela sexta-feira fatídica aquelas devotadas mulheres compraram os óleos, unguentos e especiarias para fazerem um preparado para usarem quando elas fossem para a sua visita de domingo pela manhã à tumba. Depois, à medida que o Sábado se aproximava com o pôr-do-sol, eles “descansaram no dia de Sábado, conforme o mandamento.”  Isto identifica a este dia, como sendo o específico Sábado semanal dos Dez Mandamentos e não o “Passover” ou algum outro sábado de festas, o que poderia cair em qualquer dia da semana.

O próximo verso fala do que as mulheres fizeram no dia em que sucedeu ao Sábado. “E no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado. E acharam a pedra resolvida do sepulcro. E, entrando não acharam o corpo do Senhor Jesus.” S. Lucas 24:1, 2.

Primeiro de tudo, notamos que as mulheres voltaram às suas tarefas diárias no dia da ressurreição. Modernas igrejas referem-se àquele particular dia como sendo o domingo de páscoa. Não existe nenhuma dúvida de que Jesus tenha ressuscitado algum tempo durante aquela madrugada do primeiro dia. Em nenhum dos pontos citados nos Evangelhos nós temos qualquer evidência de que as mulheres ou qualquer uma outra pessoa tenha atachada qualquer ato sagrado com relação ao dia da ressurreição.

A descrição de Lucas com relação àquele cheio fim-de-semana, prova acima de qualquer questão de que o verdadeiro Sábado do Sétimo-dia pode ser precisamente localizado. Ele descreve a sequência dos eventos sobre os três dias sucessivos – Sexta-feira, Sábado e Domingo. Jesus morreu no dia da ‘preparação’, (sexta-feira) e o Sábado estava se aproximando. Cristãos referem-se a este dia, atualmente como (sexta-feira santa). O próximo dia foi Sábado, “de acordo com o mandamento”. Desde que o mandamento planamente designa que “O Sétimo-dia é o Sábado do Senhor”, o Sábado tem que ser o sétimo-dia.

Isto é muito interessante notar, que Jesus descansou na tumba durante o dia do Sábado, deste seu trabalho de redenção do homem. Ele tinha também descansado de seu trabalho da criação, no sétimo-dia.

No dia que se seguiu ao Sábado, Jesus ressuscitou. Hoje este dia é referido como sendo domingo de páscoa, mas a Bíblia designa este dia como “primeiro dia da semana.” Na luz destes indisputáveis e históricos fatos e evidências, para os quais toda a cristandade o subscreve, ninguém pode alegar ignorância com relação ao verdadeiro Sábado. Isto é o dia entre o dia da “preparação” e o “Domingo de Páscoa.” Os registros de Lucas, em tal perfeita ordem cronológica destes três dias, não deixa nenhuma dúvida, até o mais simples e educado, pode localizar o sétimo-dia Bíblico em nosso calendário atual.

Agora nós estamos prontos para examinar a quinta afirmação do Novo Testamento com relação ao domingo. “E no primeiro dia da semana Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro.” Existe muito pouco a ser acrescentado na declaração de João com relação à ressurreição. Como todos os outros escritores ele não dá indicação nenhuma de que o primeiro dia da semana foi alguma vez considerado santificado, guardado como santo, por qualquer que seja. Até agora o significante e comum traço em todas as histórias do Evangelho tem sido uma total absência de tal evidência.

 

POR MEDO DOS
JUDEUS

João menciona o “primeiro dia” novamente em algum outro capítulo, e isso tem frequentemente sido mal-interpretado como referência à adoração no domingo. “Chegada pois à tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco.” S. João 20:19.

Ainda que esta reunião tenha acontecido atrás de portas fechadas, no mesmo dia da ressurreição, foi esta uma especial comemoração daquele evento?  As circunstâncias fazem isso ser impossível que venha a ser o caso. O texto explica planamente que eles estavam se reunindo às portas fechadas, “com medo dos Judeus.” Os amedrontados discípulos já sabiam que a tumba estava vazia, eles tinham a expectativa de serem momentâneamente considerados culpados em terem roubado o corpo de Jesus. Eles se reuniram às portas fechadas para proteção e seguridade.

O fato é que eles não acreditaram que Jesus havia ressuscitado dos mortos. O relato de Marcos revela que eles totalmente rejeitaram o testemunho de Maria e dos outros discípulos que trouxeram a palavra de que atualmente tinha visto o Senhor ressurreto. “E partindo  ela, anunciou-o àqueles que tinham estado com ele, os quais estavam tristes, e chorando. E, ouvindo eles que vivia, e que tinha sido visto por ela, não o creram. E depois manifestou-se noutra forma a dois deles, que iam de caminho para o campo. E, indo estes, anunciaram-no aos outros, mas nem ainda estes creram. Finalmente apareceu aos onze, estando eles assentados juntamente, e lançou-lhes em rosto a sua incredulidade, e dureza de coração, por não haverem crido nos que O tinham visto já ressuscitado.” Marcos 16:10-14.

Baseado nestas palavras, nós temos que passar quietamente sobre este embaraçoso ‘domingo à tarde’ reunião naquela sala fechada. Isso não foi uma ocasião para uma irefreável e deleitosa manifestação de felicidade sobre a ressurreição, como alguns tem caracterizado isso. Em fato, lá não existiu até mesmo um reconhecimento por parte dos discípulos de que um milagre havia acontecido, Jesus havia ressuscitado. Eles estavam temerosos, chorosos, depressivos e não acreditando. Quando Jesus apareceu para eles, Ele falou fortes palavras de reprensão por causa da falta de fé por parte dos discípulos e por causa que eles tinham rejeitado o testemunho de seus próprios companheiros. Quão inapropriado é fazer desse acontecimento um serviço memorial honrando a ressurreição!

Até aqui nós já analizamos cuidadosamente seis das oito referências encontradas no Novo Testamento sem encontrar nenhuma singular evidência de observância ao domingo como dia sagrado. Em fato, todos os textos revelam uma consistente, total ignorância de qualquer reconhecimento do primeiro dia da semana para adoração, oração, culto, descanso ou em honra à ressurreição. Os evangelhos foram escritos muitos anos após o evento transcorrido, dando ampla oportunidade para o Espírito Santo inspirar os autores com todos os fatos. Jesus falou a Seus discípulos que o trabalho deste Espírito era para “…Guiá-los em toda a verdade… .”Se a observância do primeiro-dia tivesse sido parte qualquer da verdade, então o Espírito Santo deveria ser divinamente obrigado a revelar isto a Mateus, Marcos, Lucas ou João. Assim disse o Senhor.

Agora nós voltamos às duas restantes referências. Se nós não encontrarmos nenhuma evidência nestes textos, nós teremos que abandonar a pesquisa, porque não existe lugar nenhum mais para procurar. Paulo e Lucas são as finais testemunhas que mencionam o primeiro dia da semana, e ambos tem sido totalmente mal-interpretados no que eles disseram.

 

NÃO EXISTIA GUARDA DO
DOMINGO EM CORINTHOS

Em I Corintios 16:1, 2 Paulo Escreveu: “Ora, quanto à coleta que se faz para os santos, fazei vós também o mesmo que ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que se não façam as coletas quando eu chegar.”

Por favor, note cuidadosamente o que o apóstolo disse e o que ele não disse também. Muitos tem assumido que uma reunião religiosa teve efeito e que a coleta foi retirada. Este não é o caso. Paulo estava escrevendo um especial apelo às igrejas da Ásia Menor, porque muitos estavam sofrendo grandemente por falta de comida e necessidades diárias, em Jerusalém. Paulo apelou à igreja de Corinthos que arrecadassem comida, roupas, etc…, e que guardassem isso em suas casas até que ele pudesse mandar homens para transportar o arrecadado para Jerusalém. A expressão “Lay by him in store” no original Grego dá a clara conotação de colocar de lado, em casa. Até os advogados do domingo concordam com isso.

Lá não existiu serviço nenhum que se realizasse no primeiro dia da semana. A arrecadação e guarda do arrecadado era para ser feita naquele dia. Porque Paulo sugeriu que este trabalho fosse executado no domingo, e o que envolvia em ter esse serviço realizado?

Primeiro de tudo, a carta provavelmente foi discutida com a igreja no Sábado, quando eles estavam todos juntos reunidos para o culto de adoração. A primeira oportunidade para executar o trabalho seria o próximo dia – o primeiro dia da semana. Tenha em mente, que aparentemente havia uma grande falta de comida em Jerusalém, e a primeira necessidade não era por dinheiro. Tais condições não eram raras de acontecer naquela região, como Lucas relembra-nos em Atos 11:28-30. “E, levantando se um deles, por nome Ágabo, dava a entender, pelo espírito, que haveria uma grande fome… . E os discípulos determinaram mandar, cada um coforme o que pudesse… .”A igreja em Roma dá uma dica com relação às necessidades especiais para aqueles cristãos sofredores “Mas agora vou a Jerusalém para ministrar aos santos. Porque pareceu bem à Macedônia e a Acaia fazerem umam coleta para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém. Isto lhes pareceu bem, como devedores que são para com eles. Porque se os gentios foram participantes dos seus bens espirituais, devem também ministrar-lhes os temporais. Assim que, concluído isto, e havendo-lhes consignado este fruto, de lá passando por vós, irei à Espanha.” Romanos 15:25-28.

Aqui o apóstolo toca um sensível local em seu eloquente apelo. Os cristãos Romanos deviam um grande débito de gratidão à igreja mãe de Jerusalém a qual havia mandado mestres para evangelizar eles. Paulo urge que eles retornem bens carnais ou materiais como presente de sua apreciação pela verdades espirituais que eles receberam deles. Que tipo de dádivas Paulo tinha em mente?  Isto é bem interessante que ele descreve isso como selando para eles “este fruto.”  A palavra original no Grego, usada aqui é “karpos”, o que é o universal termo usado para a fruta literal. Isso pode também ter a conotação de “frutos do labor de alguém.”

Isso atira luz ao conselho de Paulo aos cristãos de Corinthos para o trabalho deles no primeiro dia da semana, “assim não tenha arrecadação quando eu venha.” Tal trabalho de arrecadação e guarda de produtos dos pomares e dos campos certamente não é um trabalho apropriado para ser executado no Sábado. Nestes versos, domingo é identificado novamente como um dia de secular atividades e não nos dá indicação nenhuma de observância religiosa.

 

O MAIS LONGO
SERMÃO DE PAULO

Isto nos traz à final referência a qual poderia prover qualquer suporte para a Santidade do domingo. Na história de Lucas sobre a igreja primitiva, ele descreve a dramática reunião de adeus a qual Paulo teve com os crentes em Tróia. Este relato no livro de Atos tem sido distorcido grandemente por aqueles que buscam uma pequena desculpa para justificar sua desobediência dos Mandamentos de DEUS. Por causa que este é o único registro no Novo Testamento de uma reunião religiosa no primeiro dia da semana, nós deveríamos examinar este texto com especial cuidado e interesse.

O contexto total revela-nos que esta foi uma reunião noturna. “E, depois dos dias dos pães asmos, navegamos de Filipos, e em cinco dias fomos ter com eles a Troas, onde estivemos sete dias. E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e alargou a prática até à meia-noite. E havia muitas luzes no cenáculo onde estavam juntos. E, estando um certo mancebo, por nome Êutico, assentado numa janela, caiu do terceiro andar, tomando de um sono profundo que lhe sobreveio durante o extenso discurso de Paulo; e foi levantado morto. Paulo, porém, descendo, inclinou-se sobre ele e, abraçando-o disse: Não vos perturbeis, que a sua alma nele está. E subindo, e partindo o pão e comendo, ainda lhes falou largamente até a alvorada; e assim partiu. E levaram vivo o mancebo, e ficaram não pouco consolados. Nós, porém, subindo ao navio, navegamos até Assôs, onde devíamos receber a Paulo, porque assim o ordenara, indo ele por terra.”Atos 20:6-13.

Existe alguma coisa nada de normal com esta (toda a noite) reunião em Troas. Primeiro de tudo, isto tinha que ser solene, tocante ocasião tanto para o orador como para a congregação. No verso 25 Paulo declarou: “E, agora, na verdade, sei que todos vós, por quem passei pregando o reino de Deus, não vereis mais o meu rosto.” Atos 20:25.

Isto é óbvio que esta reunião de despedida foi realizada na noite do primeiro dia da semana. Existia luzes no salão, e Paulo pregou até à meia-noite. Isto é importante entender a maneira Judia de reconhecer o tempo. Os dias não eram contados de acordo com o método da Roma pagã, de uma meia-noite até outra meia-noite. Na Bíblia o dia começa ao anoitecer. Gênesis descreve todos os dias da criação da mesma maneira – “E foi tarde e manhã e o primeiro dia…. e foi tarde e manhã e o dia segundo, … etc, “. Em outras palavras, a noite sempre vem primeiro no dia.

Isto explica porque o Sábado é descrito nestas palavras: “Sábado de descanso vos será; então afligireis as vossas almas; aos nove do mês à tarde, duma tarde a outra tarde, celebrareis o vosso Sábado.” Levítico 23:32. Mas quando começa a noite segundo a Bíblia?  “E, tendo chegado a tarde, quando já se estava pondo o sol, trouxeram-lhe todos os que se achavam enfermos, e os endemoninhados.” Marcos 1:32. Considerando que os Fariseus ensinavam que era pecado curar no Sábado, as pessoas esperavam até que o Sábado acabasse para trazer os seus doentes para Jesus. Assim eles traziam eles “à noite quando o sol já tinha entrado.” Moisés escreveu, “Senão no lugar que escolher o Senhor teu DEUS, para fazer habitar o seu nome; alí sacrificarás a páscoa à tarde, ao pôr do sol, ao tempo determinado da tua saída do Egito.” Deuteronômio 16:6.

Em Neemias nos é dado outra descrição sobre o começo do Sábado. “Sucedeu pois que, dando as portas de Jerusalém já sombra antes do Sábado, ordenando-o eu, as portas se fecharam; e mandei que as não abrissem até passado o Sábado, e pus às portas alguns de meus moços, para que nenhuma carga entrasse no dia de Sábado.” Isto definitivamente coloca os primeiros momentos do Sábado ao entrar do sol, quando então começa a escurecer.

Agora nós estamos preparados para aplicar este profundo princípio Bíblico à reunião de Paulo no primeiro dia da semana, em Troas. Os preparativos para esta reinião requeriam que ela fosse realizada Sábado à noite. O Sábado havia acabado no pôr-do-sol, e o primeiro dia da semana havia começado. Paulo, que já havia ficado uma semana completa, assim ele poderia estar com o povo no Sábado, decidiu não ir com o navio aquela noite de Sábado. Ao invés, ele se congregou com a irmandade durante toda a noite e caminhou 36 Kilômetros através da península, no domingo pela manhã para se juntar com a tripulação do navio em Assôs.

Incidentalmente, este navio estava sendo comandado pela companhia missionária de Paulo, incluindo Lucas que fez a crônica detalhada dos mais importantes tópicos desta jornada. Isto é muito significante que eles não partiram sem que o Sábado houvesse acabado, isto é depois do pôr-do-sol. Trabalhar extenuadamente para içar velas e navegar não teria sido mais próprio para o dia de repouso do que a caminhada de paulo através da península, de 36 quilômetros no domingo pela manhã. Nem Paulo nem seus amigos de viagem se engajariam nestas seculares atividades no Santo Dia do Senhor, o Sábado.

 

PORQUE ÊUTICUS CAIU
DA JANELA NA IGREJA?

A nova tradução Inglesa da Bíblia, atualmente afirma que esta reunião aconteceu Sábado à noite. O focus chefe da história parece centralizar-se na ressurreição de Êuticus dos mortos, depois que ele caiu da janela. O corajoso Paulo, após ministrar durante o Sábado inteiro, e depois à noite de Sábado também, caminhou trinta e seis quilômetros no domingo pela manhã para juntar-se aos seus companheiros em Assôs. Eles permaneceram no navio enquanto ele navegava pela península, Sábado à noite, depois que o pôr-do-sol havia passado. Aquela longa jornada a pé, por Paulo no próximo dia teria sido totalmente inapropriada em qualquer tipo de dia santo.

Alguns tem equalizado a quebra do pão com o serviço de comunhão, mas tal interpretação não pode ser suportada pelas Escrituras. Lucas assegura-nos que aqueles cristãos primitivos quebravam o pão diariamente. “ E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração.”Atos 2:46.

A contenção que Paulo celebrou a Santa-Ceia com os crentes na sala de cima não pode ser confirmada pela Bíblia. As palavras, isto sim, parecem indicar que eles tiveram uma refeição comum, que repartiram entre todos. “E subindo, e partindo o pão e comendo, ainda lhes falou largamente até à alvorada; e assim partiu.” Atos 20:11. Aqui nós  encontramos que comer estava associado com o partir de pão. Isto é muito improvável que a comunhão fosse refereciada desta maneira.

Mas mesmo que esta reunião de despedida tivesse incluída a celebração do sofrimento e morte de Cristo, isto não poderia emprestar nenhuma credencial para a observação do domingo. Nós já vimos dos escritos de Atos 2, que a quebra do pão era feita diariamente e em lugar nenhum é a Ceia do Senhor conectada com qualquer particular dia. Isto é certamente óbvio para qualquer um que a reunião de Troas não foi uma regular reunião semanal de adoração. A importância daquela ‘noite inteira’de sermão aparece no miraculoso levantar do jovem Êuticus, e tambem pelo fato de que Paulo nunca mais os veria de novo, antes de sua morte. Este particular espaço de tempo – todo a noite de Sábado –  não tem espiritual significado nenhum. Lucas, o historiador meticuloso, não registra nem o conteúdo do maratônico sermão de Paulo, no entanto ele fielmente registra o milagre da ressurreição do jovem. Aparentemente isto foi o jeito que Êuticus caíu e não o dia em que ele caíu é que Lucas está procurando estabelecer.

Nós temos agora completado uma intensiva examinação de cada um de todos os textos referenciados no Novo Testamento com relação ao primeiro dia da semana. Nenhum deles ofereceram a menor evidência que domingo foi alguma vez santificado por DEUS, ou celebrado pelo homem. O grande e infalível Livro-teste de DEUS tem revelado que a maioria está seguindo uma tradição em vez da verdade. Milhões tem sido enganados em uma cega aderência a um vazio símbolo pagão.

Eu me lembro de uma história de um C’zar da Rússia, que certa vez, caminhando pelo jardim do palácio, pela manhã. Ele avistou um soldado com seu fuzil no ombro, marchando para cima e para baixo, próximo de um corner deserto do jardim. Ele perguntou ao soldado, que aparentemente estava de sentinela, guardando aquele expecífico lugar, o que ele estava guardando. O soldado respondeu que ele estava apenas cumprindo ordens de seu superior e que não sabia o porque que ele estava guardando aquele particular lugar. O C’zar perguntou ao Capitão da guarda o que o soldado estava fazendo, mas o ele não tinha a menor idéia também. O general responsável pela segurança do palácio foi consultado, mas ele não pode dar nenhuam razão para tal procedimento. Finalmente o rei ordenou uma busca nos empoeirados registros militares, e o mistério foi dissolvido. Há muitos anos atrás, a rainha-mãe havia plantado algumas rosas naquele corner do jardim, e um soldado foi designado para proteger as tenras flores de serem arrancadas pelos visitantes. Mais tarde, alguém se esqueceu de revogar a ordem, e diariamente um sentinela era designado cuidar daquele particular lugar, este ritual se seguiu por muitos anos através dos tempos –  soldados com seus fuzís guardando nada, mas um vaso vazio num lugar vazio do jardim.

Hoje existe milhões de cristãos sinceros que estão religiosamente tentando proteger a santidade do domingo, não se dando conta que lá não existe realmente nada para ser guardado. A santidade do primeiro dia da semana é simplesmente vazia como era o vaso de rosas que o sentinela estava protegendo. Jesus disse: “… Toda a planta, que meu Pai celestial não plantou, será arrancada.” Mateus 15:13.

 

O DIA QUE ELES
GUARDARAM

Agora que nós exaurimos todas as possíveis fontes para a guarda do domingo sem encontrarmos a menor evidência favorável, vamos dar volta e dar uma olhada na inspirada história da igreja primitiva. Se eles não guardavam o primeiro dia da semana, qual dia ele observavam então? O livro de Atos estabelece um consistente padrão da guarda do Sábado do sétimo-dia. Em uma ocasião Paulo foi solicitado pelos gentios a realizar um  exclusivo serviço a eles no Sábado. “ E, saídos os judeus da sinagoga, os gentios rogaram que no Sábado seguinte lhes fossem ditas as mesmas coisas. “E, despedida a sinagoga, muitos dos judeus e dos prosélitos religiosos seguiram Paulo e Barnabé, os quais, falando-lhes, os exortavam a que permanecessem na graça de DEUS.” Atos 13:42-44.

Existe alguns pontos muito interessantes nesses dinâmicos versos os quais validam a prática do Sábado de Paulo e seus amigos cristãos. Depois de pregar na sinagoga, onde os gentios não eram permitido entrar, Paulo foi cercado pelos gentios e esses imploravam a Paulo que pregasse para eles “no próximo Sábado”. Muitos dizem que Paulo somente pregava nas sinagogas aos Sábados, porque ele já tinha uma audiência de judeus prontos, esperando. Esta é uma falsa alegação. Porque neste particular caso, Paulo fez um apontamento para pregar aos gentios no ‘próximo Sábado’, e de acordo com o verso 43, muitos daqueles que ouviram o sermão eram “prosélitos” na fé. Isto quer dizer que eles eram conversos ao cristianismo, e Paulo e Barnabás “persuadiram eles a continuar na graça de DEUS.”

Quão interessante é isso que a adoração do Sábado aqui falada, no contexto, referencia-se a continuar na graça de DEUS!

Modernos críticos do Sábado, tentam colocar um rótulo nos guardadores do Sábado como legalistas os quais estão alienados da graça do evangelho. Não é assim com os escritores da Bíblia, que associam obediência com a verdadeira salvação pela fé.

Em Atos 16:13 nós temos uma positiva prova que Paulo guardou o Sábado até mesmo quando não existia sinagoga e não existia judeus. Ele estava ministrando na Grécia, onde havia somente um pouco de judeus espalhados e não existia nenhuma sinagoga. O que fez ele no Sábado? “ E no dia de Sábado saímos fora das portas, para a beira do rio, onde julgávamos ter lugar para oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que alí se ajuntaram.”

Até mesmo sem igreja para ir, o apóstolo procurou um lugar aonde o serviço religioso pudessse ser realizado – um lugar para orar junto ao rio – e pregou para os que foram lá. Certamente ninguém pode falhar em dicernir a determinação profunda de Paulo com relação ao Sábado na medida que nós o seguimos nesta não usual missão ao ar livre. Somente suponha esta Macedônica experiencia tivesse sido realizada no primeiro dia da semana ao invés do Sábado. Sem questionar isso poderia ser citado como evidência  absoluta para a adoração no domingo, e nós teríamos que concordar. Mas que possível argumento pode alguém apresentar contra este exemplo de Paulo na guarda do Sábado?

De novo, nós lemos sobre a prática costumeira de Paulo nestas palavras: “ E Paulo, como tinha por costume, foi ter com eles; e por três Sábados disputou com eles sobre as Escrituras.” Atos 17:2.  “E todos os Sábados disputava na sinagoga, e convencia a judeus e gregos.” Atos 18:4.

Finalmente nós citamos o grande testemunho pessoal do apóstolo Paulo que ele nunca teve o domingo como santo e nunca guardou este dia em toda a sua vida. Um pouco antes de sua morte, Paulo fez esta enfática declaração aos líderes judeus: “ E aconteceu que três dias depois Paulo convocou os principais dos judeus e, junto eles, lhes disse: Varões irmãos, não havendo feito eu nada contra o povo, ou contra os ritos paternos, vim contudo preso desde Jerusalém, entregue nas mãos dos romanos.” Atos 28:17.

Pense por um momento! Se Paulo alguma vez tivesse quebrado o Sábado deliberadamente, ou guardado um outro dia que não fosse o sétimo-dia ele não poderia ter declarado verdadeiramente que ele não havia feito nada contra os costumes judáicos. Na força de uma qualificada declaração por um homem de uma tremenda integridade nós fechamos a pesquisa pela autoridade de guarda do domingo na Bíblia, isto simplesmente não está lá.

Tivesse nós sido capaz de encontrar isso, nossas obrigações religiosas deveriam sem sombra de dúvidas serem muito mais fáceis de serem preenchidas. Nós teríamos o suporte e exemplo da maioria das grandes instituições religiosas da terra, ambas, Protestantes e Católicas.

Mas nós não estamos procurando pela mais popular ou mais coveniente maneira, nós estamos procurando pela maneira da Bíblia. E nós encontramos isto. Com toda a honestidade, nós temos que declarar que o costume que prevalece de guardar um dia diferente do qual a Bíblia ensina, na grande lei escrita com o dedo de DEUS, é totalmente contrário à Palavra, a qual finalmente irá julgar-nos. Não existe quantidade de popularidade ou maioria de opinião que possa anular o peso do testemunho de um cristalinoAssim diz o Senhor”.  Nós temos que  tomar o partido da Bíblia e a Bíblia sòmente para nossa doutrina nesse subjecto.

A Palavra de DEUS declara, “O sétimo-dia é o Sábado do Senhor teu DEUS: nesse dia não farás nenhuma obra… .” Êxodo 20:10.  Até nós encontrarmos alguma indicação na Bíblia que DEUS retirou esta moral lei que Ele introduziu para o mundo com tal fanfarra, demonstração de força e grandiosidade, nós iremos aceitar os Dez Mandamentos como continuando em vigor, atuando em toda sua força atualmente. DEUS disse o que Ele estava pensando, e Ele pensou no que Ele disse.

Alguns argumentam que DEUS livrou-nos da guarda do quarto mandamento porque isto é impossível guardar nos dias em que vivemos, nesta competição da sociedade industrializada em que nós temos que lutar pela sobrevivência. Isto é sem dúvida verdade que Satanás tem manipulado o mundo econômico para uma distinta desvantagem para os que guardam o Sábado, mas DEUS nunca requereu o impossível de nós. Isto é, nunca será necessário quebrar um dos mandamentos  por qualquer razão que possa acontecer.

Você poderá dizer, “Mas meu patrão requer que eu trabalhe aos Sábados, e eu não posso deixar minha família morrer de fome.” A resposta para este dilema foi dada a muito tempo atrás por Jesus, no Sermão da Montanha. Ele disse: “ Mas buscai primeiro o reino de DEUS, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” Mateus 6:33. O verso que precede a este, explica o que são ‘estas coisas’, como sendo comida, vestuário e trabalho. Jesus simplesmente está dizendo que se existir conflito entre obedecer Ele ou obedecer ser patrão, nós deveríamos pô-Lo, sempre, em primeiro lugar. Considerações materiais deveriam nunca serem consideradas mais importantes do que fazer a vontade de DEUS.

Em todos os casos DEUS honra a fé dos cristãos que decidem guardar o Sábado, não importando o que possa acontecer com o seu trabalho. Muitas vêzes DEUS opera milagres por fazer alguns arranjamentos especiais para os que guardam o Sábado. Em alguns casos Ele permite que seu filhos percam o trabalho para que dessa maneira eles sejam testados, e abre outras melhores oportunidades em resposta de sua fé. Mas as “coisas” são sempre adicionadas quando nós acreditamos e obedecemos à Sua vontade, independente das circunstâncias.

O real segredo em guardar o Sábado do Senhor é ter O Senhor do Sábado em nossos corações!  Isto é o amor que leva os filhos de DEUS escolher a morte do que desobedecer nem que seja um de seus mandamentos. Jesus disse: “ Se voce me ama, guarde os meus mandamentos.” João 14:15. O apóstolo João define o amor nessas palavras: “ Porque esta é a caridade (amor) de DEUS, que guardamos os seus mandamentos.” I João 5:3.

Assim, isto não é muito uma questão de dia, mas de via – pela via da obediência através do amor, ou pela via da desobediência através da falta de amor. Marque isso bem, e nunca se esqueca! A guarda do Sábado, até mesmo a guarda do verdadeiro Sábado do sétimo-dia, é uma operação fútil se isso não proceder de um coração cheio de amor e devoção  a DEUS. Sem amor, toda a guarda da lei, se torna mecânica e miserável, mas com amor, todo o mandamento se torna um prazer e deleite. Faça desse tipo de relação pessoal as bases de sua guarda do Sábado, e este será o seu dia mais feliz da semana, pelo resto de sua vida!

 

09
May

A Bêsta, O Dragão e A Mulher

ÍNDICE

  1. A Besta e Seu Background…………………………………………………………….. 2
  2. O Dragão e a Mulher………………………………………………………………….. 14

III. O Número e a Marca da Besta  ……………………………………………………… 21

  1. Os Estados Unidos na Profecia…………………………………………………… 33

Copyright ã 1967 by
Joe Crews

Note: All rights reserved.

Translated from the Original (with permission) by
Ademir P. Soares

“Lança teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás”. Eccl. 11:1 

  1. A besta e Seu Background

Um Terrível Aviso

O mais terrível aviso de punimento encontrado em em toda a Bíblia está contido em Apocalipse 14:9,10: “E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, também o tal beberá do vinho da ira de DEUS, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.”

Esta descrição é tão alarmante e tão diferente de todos os outros versos os quais tratam a respeito do carácter de DEUS, que quase faz com que nos encolhemos todo, em horror. Mas isto claramente aponta para o tempo quando a misericórdia de DEUS será retirada daqueles que persistentemente rejeitaram a autoridade dos Céus. Será uma perfomance sem precedentes da parte de DEUS e Sua relação com a família humana. Por quase 6.000 anos Seu julgamento punitivo tem sido temperado com sua misericórdia para com o homem ímpio. Mas agora a medida da rebelião destes para com DEUS atingiu um ponto o qual faz-se necessário que DEUS intervenha e exponha a terrível extensão da traição do homem para com o Seu Governo.

Aqui estamos nós, curiosos para saber mais sobre o pecado o qual provoca este estranho ato de fúria e punimento da parte de DEUS. Note que o final acontecimento involve uma falsa lealdade para com a besta e sua força, tão frequentemente refererida nas profecias Bíblicas. No final o mundo estará dividido em duas grandes frentes: Aqueles que cultuam o verdadeiro DEUS, e aqueles que adoram a besta de Apocalipse 13. Mas que acontecimento nos leva a esta massiva divisão de todos os habitantes da terra? Depois de descrever a sorte dos falsos adoradores em Apocalipse 14:9-11, João tem isso para nos dizer logo a seguir no próximo verso: “Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de DEUS e a fé de Jesus. Nós vemos aqui um tremendo contraste entre aqueles que seguem a besta e aqueles que seguem o Cordeiro.

Por favor, note que o príncipal subjeto aqui, revolve em torno da guarda dos mandamentos de DEUS. Aqueles que não tem a marca da besta são descritos como os que obedecem a estes mandamentos, e o resto sofre o ódio de DEUS. Isto concorda perfeitamente com a declaração de Paulo em Romanos 6:16: “Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?”

A mais alta lealdade é acordada através do ato da obediência. Ao final, a maioria da população terrestre irá aceitar a autoridade de um sistema falso de autoridade do anticristo, em desobediência à grande lei de DEUS, os 10 mandamentos. Todo o indivíduo estará, ou de um lado, ou de outro. A Bíblia deixa isto bem claro, que vida ou morte revolve em torno desta final decisão concernente à besta de Apocalipse 13.

Suficientemente estranho, modernos teólogos tem simplesmente ignorado as admoestações desta mensagem de Apocalipse 14, relacionada com a marca da besta. O interesse de multidões tem sido destruídos pela influência de pastores que não levam a sério as solenes palavras da profecia de João. Frequentemente são relegadas como confusas, insignificantes cartas, que se aplicam somente a problemas locais, pertinentes à igreja primitiva. Por alguma razão o livro chamado ‘Revelação’ é contado como um livro selado, ao invés da óbvia verdade revelada que o próprio nome implica. Mas por favor, note a promessa feita àqueles que pesquisam a verdade deste maravilhoso livro, “Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.” Apocalipse 1:3.

Antes de irmos mais fundo neste vívido relato de João deste extra-ordinário final encontro entre Cristo e Satanás, deixe-me examinar com voces os contestantes em conflito. Quando e como isto começou, e como irá terminar?

 

DOIS PODEROSOS
COMPETIDORES

Mesmo que o clímax desta grande contenda venha a acontecer justamente bem no fim da história humana quando todo o planeta estará posicionado em dois campos opostos, a controvérsia entre Cristo e Satanás tem se arrastado por quase 6.000 anos. Isto começou nos céus, com a rebelião de Lúcifer contra as regras de DEUS com relação ao universo. A história deste bonito ser celestial que cobiçou a própria posição de DEUS é revelada através de inúmeras descrições proféticas do Antigo Testamento. Isaías fala a respeito desse ser glorioso: “Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançada por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de DEUS exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, da banda do norte. Subirei acima das mais altas nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo.” Isaías 14:12-14.

As sementes desta egoísta revolta de um anjo líder, se espalhou rapidamente para afetar a lealdade de outros anjos. Breve um terço das hostes celestiais haviam se congregado à desafeição de Lúcifer, e a grande controvérsia abria seu caminho – controvérsia esta, que se arrastou por mais de 6.000 anos, a qual finalmente demandaria a decisão de todos os seres viventes nos céus e na terra.

O resultado imediato desta discórdia desencadeou uma guerra nos céus, a qual seu clímax aconteceu com a completa expulsão de Lúcifer e seus confederados da presença de DEUS. João descreve desta maneira: “E houve batalha no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhava o dragão e os seus anjos; Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus. E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo. E Satanás que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.” Apoc. 12:7-9.

Agora este anjo caído não era mais conhecido como Lúcifer, significando “estrela da manhã”, mas Satanás, que significa “adversário”. O conflito tinha agora sido tranferido dos céus, abaixo, para esta terra. Aqui, continuaria até atingir um clima desesperador na divisão das multidões, os prós e os contras aos mandamentos de DEUS. Justamente, como a rebelião inicial começou com  a deslealdade para com a autoridade de DEUS, assim isto irá terminar em desafio de Sua autoridade investida nas leis de Seu governo.

Satanás tem estado aqui com seus anjos maus desde que ele foi banido das regiões de luz. Com demoníacas decepções, ele tem experimentado com diferentes formas de guerra contra DEUS e Seu plano para este mundo. Através de várias insidiosas aproximações ele tem continuado seus esforços para sobrepujar a autoridade de DEUS. A finalidade deste livro é expor os massivos assaltos que tem sido feitos, e que estão sendo feitos por Satanás contra as fundações da verdade.

Todas as gerações tem testemunhado uma nova manifestação desta força malígna em sua incansável batalha contra o programa Celeste para salvar o mundo. A forma final da oposição inimiga será esta da besta do Apocalipse 13. Esta falsa força será formada em mortal conflito com os mandamentos de DEUS. O mundo inteiro será chamado a tomar seu lado. A confederação do mal irá se consolidar para um desesperado último-ato de esforço para ganhar a lealdade dos habitantes da terra. Os objetivos serão claramente revelados, ninguém poderá permanecer neutro. Obediência a DEUS ou Satanás, como manifestado através da força da besta, será as únicas alternativas abertas para o homem.

 

UMA QUESTÃO DE
VIDA OU MORTE

Agora, com esta pequena retrospectiva destes dois competidores, deixe-nos olhar um pouco mais de perto em como a Bíblia nos apresenta os preparativos para este último e decisivo enganjamento nesta grande controvérsia. Por favor, note que a besta de Apocalipse 13 simboliza uma força gigante do anticristo, a qual tenta tomar o lugar de DEUS totalmente. Aqui está a descrição desta força na linguagem de Apocalipse 13: 1-7: “E Eu pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia. E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio. E vÍ uma de sua cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela? E foi lhe dada  uma boca para proferir grandes coisas e blasfêmias contra DEUS, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu. E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e lingua, e nação.”

Nós não podemos deixar de ver aqui uma sem precedente escala de oposição à DEUS e àqueles que O seguem. Mais tarde neste mesmo capítulo, nós lemos que a força desta besta exercitará tamanha influência sobre a terra, que causará ao homem receber sua marca na testa ou na sua mão. (Apocalipse 13:16). Finalmente, aqueles que tem a marca irão sofrer o terrível ódio de DEUS, como descrito em Apocalipse 14:9,10. O ódio de DEUS é mais tarde definido em Apocalipse 15: nestas palavras: “Sete anjos tendo as sete últimas pragas; porque nelas é consumada a ira de DEUS.” A natureza tremenda destas pragas e o extremo sofrimento que causarão aos que receberam a marca da besta, são totalmente reveladas no capítulo 16 de Apocalipse. Nós não iremos tratar deles em detalhe, neste livro, mas deixe-me lembrá-los novamente de que este subjeto irá involver vida eterna ou morte para todos nós. Quão diligentemente deveríamos nós procurar entender o que a besta representa e como nós poderemos evitar esta marca! Aqui não existe espaço ou tempo para especulações neste tão importante e vital subjeto. Nós temos que saber exatamente onde o perigo está e como evitá-lo.

O cristão médio raramente tem ouvido sobre a urgência deste subjeto. Ele não tem a mínima idéia sobre a besta ou o sinal de sua marca, e nem mesmo sabe que o seu futuro esteja dependurado nesta matéria. Multidões de pregadores confortam o povo em sua ignorância sobre este ponto. Eles dizem: “Não se preocupe sobre a besta. Isto é muito complicado para entender. Contanto que voce ame o Senhor, voce estará ok. Realmente voce não pode saber quem a besta é.” Escute! Irá DEUS nos alertar sobre o tenebroso perigo desta besta –  um perigo tão mortal que significa vida ou morte –  e depois dizer para nós que é impossível saber o que é isso?  Iria Ele dizer para nós: “Voce será lançado no lago de fogo se voce tiver esta marca, mas Eu não vou te dizer que sinal é este  –   azar é teu se voce tem tal sinal? Não, isto não é do jeito que DEUS opera! Ele adverte-nos do perigo, para que isso possa ser evitado. Nós só podemos saber que estamos protegidos da besta somente se nós soubermos quem a besta é. Nós podemos saber que estamos livres dessa marca somente se nós sabemos o que esta marca é.

 

UM ANIMAL
SIMBÓLICO

É isto possível, entender a marca da besta? Sem sombra de dúvidas, nós podemos saber, e temos que saber. Mas primeiro nós temos que entender a identidade profética da besta própriamente dita. Deixe-me estabelecer que este estranho e composto animal não deve ser interpretado literalmente. Ninguém jamais viu uma criatura com o corpo de um leopardo, a boca de leão e os pés de um urso. Os livros proféticos da Bíblia usualmente lidam com tipos e símbolos. Esta besta representa alguma coisa. Mas o quê isto simboliza? Não existe espaço para adivinhações aqui. A Bíblia não nos deixa nenhuma margem para dúvidas. Ela serve como o próprio comentário divino e nos provê a chave para o entendimento das profecias.

Tudo na Bíblia que se relaciona com a descrição da besta é simbólico. Considere a água por exemplo, de onde o animal se levanta. O que isto representa? Leia a resposta em Apocalipse 17:15 “E disse-me: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são os povos, e multidões, e nações, e línguas.” Não pode haver equívocos sobre este ponto. DEUS claramente explicou o significado da água em profecia. Uma vez o símbolo é interpretado em qualquer profecia, a regra será aplicada e todas as outras profecias. Água sempre representará povo em proféticas interpretações de imagens na Bíblia.

Agora, que tal sobre as outras partes desta estranha e apocalíptica besta? O que elas representam?  Para que possamos entender a besta nós temos que voltar ao Antigo Testamento no livro de Daniel e comparar Escritura com Escritura. Os livros de Daniel e de Apocalipse se interrelacionam entre si, se explicam e se complementam. Eles se encaixam perfeitamente como a mão e a luva. Por favor note que Daniel teve uma visão muito similar com a que teve João. Isto está descrito em Daniel 7:2,3: “Falou Daniel, e disse: Eu estava olhando, na minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu combatiam no mar grande. E quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar.” Ele viu a profética água justamente como João também viu, mas Daniel viu quatro bestas subindo, ao invés de uma.

Nós já encontramos que água simboliza povos, ou multidões, mas o que os animais representam? A resposta é encontrada no verso 17, “Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis, que se levantarão da terra.” Aí está. Tão explícito, tão claro, que ninguém pode questionar ou duvidar! DEUS diz que animais em profecia representam nações. Assim como os Estados Unidos tem a águia e a Russia tem o urso, no moderno vacabulário político, DEUS usou de animais, a muitos anos atrás, para representar países também. Depois, para ser mais explícito ainda, DEUS adicionou isto, no verso 23, “Disse assim: O quarto animal será o quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços.” Se o quarto animal representava o quarto império da história, então os tres primeiros deveriam representar os tres primeiros impérios.

Esta explanação começa a ficar mais clara e simples quando nós nos lembramos que houve somente quatro impérios mundiais desde os tempos de Daniel. Estes reinados são referidos muito frequente em profecias Bíblicas e são chamados pelo nome em algumas profecias relatadas de Daniel. De uma olhada em Daniel 8:20, 21 e Daniel 11:2, por exemplo. No segundo capítulo de Daniel os mesmos quatro impérios mundiais são simbolizados por quatro metais, na grande estátua do sonho de Nabucodonozor. Aqueles quatro impérios são: Babilônia, Medo-Persia, Grécia e Roma.

 

QUATRO IMPÉRIOS
DA HISTÓRIA

Voce quer dar uma olhalda mais de perto comigo, nestes quatro animais, um por um, na medida que eles vão aparecendo na visão do profeta? O primeiro era “como um leão mas tinha asas como as asas da águia.” Daniel 7:4. Aqui nós temos representados este grande império da Babilônia, tão bem simbolizado pelo rei dos animais, o leão. Babilônia foi um dos mais ricos, e dos mais forte impérios que existiu na face da terra. Note que este animal possui asas. Asas são usada em terminologia profética para simbolizar velocidade. E certamente, Babilônia emergiu muito rápido para tomar seu lugar como império regente de toda a terra.

De 606B.C. até 538B.C. Babilônia continuou a exercitar sua extensiva autoridade. Mas uma mudança estava para acontecer. Daniel viu a segunda besta, “como um urso, e tinha emergido de um lado e tinha tres costelas em sua boca, entre seus dentes.” Daniel 7:5. Depois de Babilônia veio o reino dos Medos-Persas, em 538B.C., o segundo império mundial.

O urso que emergiu de um lado, representa o fato de que Pérsia era mais forte do que os Medos. Estas duas forças eram juntas, aliadas em seus domínios sobre a terra. As tres costelas, provavelmente simbolizam as tres províncias daquele império – Babilônia, Lídia e Egito.

Depois, em 331 B.C.  Caíu Medo-Pérsia, e um terceiro império mundial apareceu. De acordo com a profecia, “foi dado o domínio a este império.” Verso 6. E este império era “como um leopardo, o qual tinha sobre suas costas quatro asas de ave; a besta tinha também quatro cabeças.” Verso 6. Qualquer escolar que tenha estudado sua lição em história antiga cuidadosamente, saberá que a Grécia emergiu como como o próximo império mundial. Alexandre o “Grande” veio marchando do Oeste, destruindo e conquistando, colocando o mundo a seus pés, em um curto espaço de tempo.

As quatro asas do leopardo denotam uma excelente velocidade com a qual Alexandre subjugou as nações. Em oito anos ele completamente subjugou o mundo inteiro, e depois sentou-se e se pôs a chorar, porque não restava mais nada a conquistar. Mas ele não pode conquistar a si mesmo. Ele morreu homem jovem, com trinta e tres anos de idade, de embriaguês. Com sua morte, o império foi dividido em quatro, entre seus generais líderes: Cassandro, Lysimachus, Seleuco e Potolomeu. As quatro cabeças da besta, representam estas quatro divisões desse império. Isto nos trás ao ano de 168 B.C. e para a queda desse império Grego, neste mesmo ano. Até aqui, todos os detalhes da profecia tem sido preenchidos exatamente.

 

O TERRÍVEL QUARTO
ANIMAL

Agora vamos ver o aparecimento do quarto animal, o qual é o “quarto império sobre a terra.” Verso 23. Embora Daniel tenha visto estas quatro selvagens feras, como as que foram descritas nos tres primeiros símbolos proféticos, ele nunca viu nada igual, que se assemelhasse ao terrível quarto animal. Esta é a maneira que a Bíblia descreve isso: “Depois disso, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez pontas.” Verso 7.

Como nós já aprendemos, este simboliza o quarto império mundial, o qual foi a feroz Monarquia Romana. A extensão de seu cruel domínio sobre a terra está bem documentado através das páginas da história antiga. Mas esta poderosa nação também sería dividida, como o verso 24 indica, “E, quanto às dez pontas, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a tres reis.” Por favor, note que está é uma interpretação Divina, das dez pontas desse animal. Roma seria dividida em dez distintos reinados.

Seguindo o curso da história, nós descobriremos que o exato cumprimento desta profecia aconteceu no ano 476 D.C.  Ferozes tribos vieram, varrendo e botando tudo abaixo, desde o norte da Europa, e transtornando todo o território da Europa Ocidental, e finalmente dividindo esta, em dez partes. Estas partes, naturalmente, correspondem aos dez dedos daquela grande imagem de Daniel 2.

Todo o estudante de história muito bem sabe, e está bem relacionado com o nome daquelas tribos conquistadoras da Europa Ocidental no ano de 476 D.C. Eles foram os Anglo-Saxões, Alemães, Herulios, Vândalos, Ostrogodos, Visigodos, Suevis, Lombardos, Burgundos e os Francos. Sete dessas tribos ainda continuam a existir até o presente momento, tendo se tornado em modernas nações. Eles sobrevivem no mapa da Europa como significantes forças do século-vinte. Tres deles desapareceram do palco da história, como nós iremos apreender em seguida.

 

A PEQUENA
PONTA

Agora nós estamos preparados para ler o próximo verso da profecia e descobrir qual é o significado da pequena ponta, na visão de Daniel. “Estando eu considerando as pontas, eis que entre elas subiu outra ponta pequena, diante da qual tres das pontas primeiras foram arrancadas; e eis que nesta ponta havia olhos, como olhos de homem, e uma boca que falava grandiosamente.” Verso 8.  Aqui nós temos que ser muito, mas muito cuidadosos, realmente! Nós não podemos cometer o erro de falsamente identificar a força desta pequena ponta, porque isto irá provar ser a grande força do anti-cristo da história.

Em ordem, para que possamos evitar de cometer o erro de identidade, isto seria bem, considerar as nove marcas características descritas na própria profecia. Estas marcas de identidades nos possibilitará de estar absolultamente certos da interpretação. Nós temos que ter a coragem de não especular, ou tentar adivinhar, concernente a histórica identidade desta “pequena ponta” da profecia.

Primeiro de tudo, a pequena ponta veio junto com as dez. O que nos possibilita a colocar isto, geograficamente, na Europa Ocidental. Segundo, isto apareceu depois que os dez emergiram, porque isto apareceu “entre as outras dez pontas.” Desde que elas apareceram em 476 D.C., a pequena ponta só poderia ter começado o seu reinado algum tempo depois desta data. Terceiro, isto iria destruir tres destas tribos, na medida em que adquiria forças. O oitavo verso diz que diante da qual tres das pontas foram arrancadas, diante desta pequena ponta, naturalmente. Quarto, esta pequena ponta tinha “olhos como como olhos de homem, e uma boca que falava grandiosamente.” Verso 8. Isto indica que um ser humano seria o cabeça desta força representada por esta pequena ponta. Quinto,  “será diferente das primeiras.” Verso 24. Isto quer dizer que esta pequena ponta seria um tipo diferente de força, diferente daqueles simplesmente políticos reinados que os precedeu. A Sexta característica é revelada na primeira parte do verso 25, “E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei.” Outro verso diz assim: “E foi lhe dada uma boca para proferir frandes coisas e blasfêmias;….” Apocalipse 13:5.

Neste ponto, vamos definir pela Bíblia, o significado de blafêmia. Em João 10:30-33, Jesus estava para ser apedrejado porque ele dizia ser “um com o Pai”. Os judeus que iriam matá-lo disseram: “Não te apedrejamos  por alguma obra boa, mas pela blasfêmia, porque sendo tu homem, te fazes DEUS a ti mesmo.” De acordo com este texto, blasfêmia é o homem se colocar em um lugar como se fosse DEUS. No lugar de DEUS. Agora vamos ver outra definição de basflêmia. Jesus tinha perdoado os pecados de um homem, e os escribas diziam assim: “Por que diz está assim blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, senão DEUS?” Marcos 2:7. Claramente, Jesus não era blásfemo, porque Ele era DEUS, e Ele era capaz de perdoar pecados. Mas para o homem fazer tais declarações, isso constitui blasfêmia, de acordo com a própria definição Bíblica.

Agora nós chegamos ao Sétimo ponto da identidade, encontrada tambem no verso 25, “…E destruirá os santos do Altíssimo.” Isso nos fala de que esta pequena ponta, é uma força perseguidora. Isto irá fazer guerra contra o povo de DEUS e causará com que eles sejam executados. A Oitava marca também é dada no verso 25: “… E pensará em mudar os tempos e a lei.” Aparentemente, em sua amarga oposição ao DEUS dos Céus, em falando grandes blasfêmias contra Ele, esta força também procura mudar a grande lei de DEUS. Este movimento desta pequena ponta, óbviamente foi somente uma tentativa, porque a grande moral lei de DEUS jamais pode ser alterada pelo homem.

 

UM DOMÍNIO POR

1260 ANOS

A Nona e final marca identificatória, no verso 25, nos fala exatamente por quanto tempo esta pequena ponta exerceria o seu domínio na terra; “…E eles serão entregues na sua mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo.” Aqui nós nos deparamos com uma estranha expressão:  Isto atualmente é um termo profético o qual a própria Bíblia nos explica. Em Apocalipse 12:14, nós lemos estas palavras concernentes ao mesmo periodo de tempo, “E foram dadas à mulher duas asas de grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente.” Agora leia o verso 6, o qual descreve o mesmo evento. Ao invés de dizer, “Um tempo, e tempos e metade de um tempo,” diz: “E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por DEUS, para que alí fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.” Assim nós vemos que estes dois períodos de tempo são exatamente o mesmo. Em comparando estas Escrituras entendemos que tempo é igual a 1 ano em profecia Bíblica, tempos é igual a 2 anos, e metade de um tempo é igual a 1/2 ano. Isto nos dá um total de 3 tempos e meio, ou seja 3 anos e meio. Que por sua vez é igual a 1260 dias, se considerarmos, é claro, que o ano Bíblico tem 360 dias.

Agora estamos prontos para aplicar um outro grande princípio na interpretação de profecia. Por favor, note que sempre, nas medidas de tempo proféticos, DEUS usa 1 dia para representar 1 ano. Em Ezequiel 4:6 nos lemos a atual regra: “… Um dia te dei por cada ano.” Futuro suporte a este versículo é encontrado em Números 14:34. Este método de reconhecer o tempo, sempre dever ser aplicado no estudo das profecias Bíblicas. Isto quer dizer então que esta pequena ponta iria exercer seu domínio por 1260 anos, ao invés de meros 1260 dias.

 

UM EXATO
CUMPRIMENTO

Temos diante de nós agora, uma lista de nove específicas características, que foram levantadas do capítulo 7 de Daniel, descrevendo esta pequena ponta. Existe somente uma força na história deste mundo que preenche todas as características aqui descritas. Em outras palavras, DEUS fecha toda e qualquer outra opção, e nos força a uma única e possível conclusão: A Igreja Católica, sòzinha, preenche todos os pontos de identidades estabelecidos em Daniel 7.

Vamos dar uma rápida olhada e perceber quão claramente isto é feito. Primeiro de tudo, o papado surgiu na Europa Ocidental, bem no coração do território do pagão Império Romano – Em Roma, p’ra ser mais preciso. Segundo, isto apareceu depois de 476 D.C. Atualmente, isso foi no ano de 538 D.C que o decreto do Imperador Justiniano entrou em efeito o qual assinava absoluta preeminência à Igreja de Roma. Estes fatos da história podem ser verificados por qualquer fonte de autoridade histórica.

Terceiro, quando o papado surgiu, ele teve uma forte oposição por tres tribos que tinham tomado o controle com o colapso do Império Romano. Os Vândalos, Os Ostrogodos e Herulios era forças Arianas que fortemente se opuseram contra o surgimento da Igreja Católica. O exército de Roma veio e completamente destruiu estas tres tribos. A última destas tres foi destruída neste mesmo ano, 538 D.C., quando o decreto de Justiniano entrou em efeito.

Quarto, a Igreja Católica tinha um homem como cabeça de seu sistema. Quinto, o papado era uma força diferente de todos os outros reinados políticos que apareceram antes dele. Era um sistema político-religioso diferente de qualquer sistema de reinado que a terra tinha conhecido até aquele momento.

Agora olhemos para a sexta característica – o proferir de grandes palavras de blasfêmias contra o Altíssimo. O papado se encaixa nesta descrição? Nós precisamos somente se lembrar de que a Igreja Católica se tem atribuido a ela mesma o poder de perdoar pecados. Com relação ao proferir de grandes palavras, deixe-me usar as palavras de um artigo por F. Lucii Ferraris, contidas no livro, Prompta Bibliotheca Canonica Juridica Moralis Theologica. Este livro foi impresso em Roma e sancionado pela enciclopédia Católica. Ouçam o que eles dizem com relação ao Papa e ao papado. “O Papa é assim de tão grande dignidade, e tão exaltado, que ele não é meramente um homem, mas como se fosse o próprio DEUS e o Filho de DEUS. O Papa é como se fosse DEUS na terra, Rei dos reis, tendo plenitude de força.” Volume VI, pags 25-29. Estas são apenas poucas palavras das quais a Bíblia define como blasfêmia. Dito isso, o papado satisfaz as marcas de identidade como a força da pequena ponta de Daniel.

Indo para o sétimo ponto de identidade, nós encontramos que a história suporta a profecia concernente a perseguição papal. Todos os que tem um pouco de conhecimento sobre a Idade-Média tem familiaridade com o fato de que milhões de pessoas (calcula-se que foi aproximadamente entre 50 e 100 milhões) foram torturadas e assassinadas pela Inquisição Católica. De um livro escrito por um Cardeal Católico, o qual tem a sanção da Igreja, nós lemos: “A Igreja Católica… tem horror de sangue. Entretanto quando confrontada por heresia… ela recorre à força, ao punimento corporal, à tortura. Ela criou tribunais como a Inquisição. Ela conclama às leis do estado para lhe auxiliar. … Especialmente agiu ela assim no século XVI com relação aos Protestantes. … Na França, sob Francis I e Sob Henrique II, na Inglaterra, sob Maria Tudor, ela torturou os heréticos.” The Catholic Church, The Renaissance and Protestantism, pags. 182-184.

Nós poderiamos multiplicar afirmações como esta, de historiadores, tanto Católicos como Protestantes, que descrevem as horríveis torturas que as autoridades papais impuseram aos Protestantes. Assim, podemos ver o completo cumprimento da descrição da pequena ponta.

A oitava marca, como é dada no verso 25, concerne à tentativa de mudar a lei de DEUS. Se aplica isto ao papado? Note isso: A Igreja Católica removeu o segundo mandamento de seus livros doutrinários e catecismos, porque este mandamento condena a adoração à imagens. O décimo mandamento, então é divido em dois, e desta maneira continua sendo os 10 mandamentos. Mas dois são contra a cobiça e não existe nenhum condenando a idolatria. Dessa maneira, o papado tem pensado em trocar a lei, mas sem sucesso. A lei de DEUS não pode ser mudada!

Finalmente, viemos para a nona identificativa marca, a qual nos fala exatamente por quanto tempo esta força papal exerceria o seu poder sobre a terra. Descobrimos que isso seria por um período de 1260 anos. Está isso de acordo com os registros da história? Lembrem-se que nós sabemos de como o papado começou o seu reinado, pela ordem de Justiniano, o Imperador Romano, em 538 D.C. Em continuando de 538 D.C. adicionando 1260 anos a partir desta data, nós somos trazidos até 1798. Neste mesmo ano, General Berthier (General Frances), das forças Napoleônicas, invadiu com seu exército Roma e arrancou o papa de seu trono. Ele foi levado para a França em exílio e todas suas propriedades da Igreja foram confiscadas.

O Governo do Diretório Frances decretou que jamais haveria outro Bispo de Roma. Até onde se pode notar, para o mundo, externa e aparentemente a Igreja Católica estava morta. Depois de exatamente 1260 anos em total cumprimento da profecia, a igreja perdeu o seu controle do mundo. Assim, o último ponto é completa e claramente cumprido no papado. E somente no papado, não tem como sair fora.

 

A BESTA E A PEQUENA
PONTA, IDÊNTICAS

Voce pode estar a ponderar, o que tudo isso tem a ver com a besta de Apocalipse 13. Nós estamos agora prontos para identificar este estranho e composto animal descrito no livro de Apocalipse. Vamos ler a descrição deste animal uma vez mais, o qual tem o corpo de um leopardo, tem os pés de um urso, e a boca de leão.

“E foi lhe dada uma boca para proferir grandes coisas e blasfêmias;” Verso 5. Note por favor que esta besta está fazendo exatamente as mesmas coisas que a pequena ponta de Daniel. O verso 5 continua; “e deu-se-lhe poder para continuar por quarenta e dois meses.” Quão longo são quarenta e dois meses? Exatamente 1260 proféticos dias, ou anos – o mesmo que 3 tempos e meio da profecia de Daniel.

Concernente à besta, nós lemos mais, “E foi lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los.” Verso 7. Esta besta é também uma força perseguidora. Em outras palavras, a besta de Apocalipse 13 é a mesma força da pequena ponta. Ambas são símbolos do papado. Esta é a ilustração gráfica de DEUS da força papal, como isso veio a exercer sua arbitrária autoridade sobre a terra por 1260 anos. Adicional similaridade é encontrada lendo Apocalipse 13:3, “E ví uma de suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a tera se maravilhou após a besta.” Como já estabelecemos anteriormente, a ferida mortal ocorreu no ano de 1798 D. C., quando o exército frances deportou o Papa para o exílio na França. Mas aquela ferida mortal, serial eventualmente curada, e finalmente todo o mundo renderia sua lealdade para com o papado novamente. Esta profecia tem se cumprido muito, mas muito vividamente bem em frente de nossos próprios olhos.

Isto foi no ano de 1929 que Mussoline executou a Concordata de 1929 com o Papa, restaurando as propriedades que tinham tinham sido confiscadas da Igreja. Por esta ocasião, o Papa foi feito rei uma vez mais, e a Cidade do Vaticano foi estatizada uma vez mais como uma soberana força política. Desse dia em diante a força do papado tem avancado tremendamente, a passos largos.

No presente, a maioria dos países do mundo tem representantes políticos na Cidade do Vaticano. A incrível influência do papado nos afazeres internacionais é atestado por todos os cabeçalhos de jornais do mundo inteiro. Quase todos os discursos do Papa são publicados nos confins da terra, e milhões e milhões de pessoas veem na força papal como a maior influência na política do mundo de hoje. Sim, a ferida foi certamente sarada, e o mundo continua a seguir após a besta.

II O Dragão E A Mulher

Neste ponto, nós estamos preparados para fazer outra pergunta concernente a esta apropriação de força por parte da besta. De onde ela recebeu a autoridade para reinar em todo o mundo por 1260 anos e perseguir a tantos milhões de pessoas por causa de sua fé?  A resposta é encontrada em Apocalipse 13:2, “E a besta que ví era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio.” Note que a força veio do dragão. Mas quem é o dragão?  Apocalipse 12:7-9: “E ouve batalha no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhava o dragão e os seus anjos; Mas não prevaleceram, nem mias o seu lugar se achou nos céus. E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.”

O Dragão, naturalmente, é o próprio Satanás. Mas quando Satanás enganou o mundo inteiro?  Quando ele foi expulso dos céus, existia somente duas pessoas no mundo, Adão e Eva, e eles representavam o mundo inteiro. Em enganando Adão e Eva, no jardim do Éden, Satanás levou o mundo todo a errar e tornou-se temporariamente em possessão da terra. A grande controvérsia entre o bem e o mal, a qual havia começado nos céus, havia agora sido transferida para este planeta.

 

A PREDIÇÃO DE
INIMIZADE

Depois da queda do homem, DEUS pronunciou uma maldição a cada participante daquela original trangressão. Em Gênesis 3:15, nós lemos da maldição que foi colocada sobre o diabo, ou o dragão. “E porei inimidade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar.” Aqui está a profecia que vem atravessando todos os séculos, descrevendo a guerra que haveria entre a mulher e o dragão, e entre a semente do dragão e a semente da mulher.

Mas quem é a mulher referenciada nesta profecia?  Mulher, em profecia Bíblica, sempre representa a Igreja. Em Jeremias 6:2 nós lemos: “A formosa e delicada filha de Sião, eu deixarei desfilhada.” Quem é Sião?  Isaías 51:16, “E             ponho as minhas palavras na tua boca, e te cubro com a sombra da minha mão; para plantar os céus, e para fundar a terra, e para dizer a Sião: Tu és o meu                                   povo.” Assim, a grande controvérsia tem se desenrolado neste mundo, desde o Éden. Sempre existiu dois lados, desde a antiguidade até nossos dias. O dragão e seus seguidores fazendo guerra contra DEUS e Seus seguidores. Verdade versus Erro, e Satanás contra a Igreja.

 

DOIS LADOS

Satanás e DEUS tem estado em contenda pelo controle de todos os seres humanos que vivem sobre a face da terra. Até mesmo nos filhos de Adão e Eva os dois lados estavam representados. Caín estava do lado do dragão e queria substituir pelo seu jeito, as coisas que DEUS havia determinado que ele fizesse. Abel estava do lado de DEUS, e assim sendo mais justo do que seu irmão Caín, finalmente Caín matou Abel. Voçê se lembra de como DEUS falou para  cada um deles, que Lhes trouxesse cada um uma ovelha, mas Caín substituiu por frutas e vegetais o que DEUS havia comandado como sacrifício? Isso,  voçê irá descobrir, sempre será a marca do dragão. Ele tenta substituir, ou falsificar a exata verdade de DEUS.

Através dos descendentes de Caín a terra estava tão corrupta, que DEUS finalmente teve que destruí-la com o dilúvio. Mas depois de algum tempo os dois lados apareceram novamente. O seguidores do dragão, concentrados em Babel tentaram desafiar a DEUS em construindo uma torre que alcançasse os céus. O plano falhou, é claro, e naquele local, mais tarde foi fundada Babilônia, que no ano de 606 B.C. veio a ser o primeiro império mundial.

Durante estes iniciais anos de confusão, DEUS chamou a Abraão que saísse de Babilônia e lhe mandou para Canaã. Abraão havia crescido na Mesopotâmia, perto do local onde a tentativa de construção da grande torre de Babel tinha ocorrido, e onde o império da Babilônia começou. Os planos de DEUS sempre envolveram uma chamada de separação da confusão e da falsidade.

O DRAGÃO E A
ADORAÇÃO DO SOL

Brevemente, vamos estudar um pouco da história do lado do dragão. A cidade de Babilônia, foi a primeira capital do dragão nesta terra. Um sistema pagão de religião desenvolveu-se nesta cidade, na forma de adoração ao sol. Isso foi uma blasfêmia idolatria, cheia de imoralidades, licenciosidade, e cerimônias de degradantes rituais. Mas breve os seguidores do dragão se envolveram em disputas entre eles e os Medo-Persas vieram e sua total força. Mas ainda assim continuou sendo o quartel-general do dragão. A adoração a Baal continuava a predominar como havia ocorrido no império anterior. Depois a Grécia veio e tomou lugar, mas a adoração ao mesmo sistema idólatra, de adoração ao Sol, não foi mudada. Finalmente, O Império Romano começou sua dinastia como império mundial. Mas, como nos impérios antecedentes, nada mudou quanto ao sistema religioso. Mitraismo, ou a adoração do Sol era a religião universal do pagão Império Romano.

De Babilônia até Roma, o dragão manteve o controle através do ateu sistema de adoração ao Sol.

Mas durante a dinastia romana, um fato muito importante aconteceu! Era tempo da semente da mulher aparecer. Lembre-se, a profecia falava da inimizade

entre a semente da mulher e a semente do dragão. A semente da mulher surgiu nos dias do Império Romano. Vamos ler alguma coisa a respeito disso em Apocalipse 12:1: “E VIU-SE um grande sinal no céu: uma mulher vestida do Sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça.” Não se esqueça, mulher em profecia, representa a igreja.  Uma pura mulher, significa a pura e verdadeira igreja, mas uma mulher decaida, ou depravada,  simboliza  o falso sistema religioso.

 

A SEMENTE
DA MULHER

Esta mulher de branco, descrita em Apocalipse 12, representa a verdadeira igreja, a igreja apostólica, com suas puras doutrinas. As doze estrelas em sua cabeça, são os doze apóstolos. “E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ansias de dar à luz. E viu-se outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas. E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho. E deu à luz um filho, um varão que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para DEUS e para o seu trono.” Agora, quem foi este menino-homem?  Existiu somente um menino-homem o qual foi destinado a reger todas as nações, o qual finalmente foi arrebatado para o trono de DEUS. Isto não é outro senão Jesus Cristo! Mas quem tentou matar a Jesus, tão logo ele nasceu? Voce responde, “Herodes, o Imperador Romano”. E realmente foi ele. Herodes tentou matar a todos os bebês meninos de dois anos e para baixo, numa tentativa de destruir Cristo.

O Império Romano, então, é simbolizado na profecia Bíblica pelo mesmo dragão vermelho, como sendo o próprio Satanás. Porque Satanás trabalhou tão entrelaçado através desta nação, para destruir a Jesus, Roma pagã é representada pelo mesmo símbolo em profecia, como sendo Satanás. Mas Herodes não teve sucesso em sua tentativa de destruir o menino-homem. Maria e José fugiram para o Egito e escaparam do terrível decreto. O mestre ataque de Satanás em destruir Jesus na cruz foi anulado naquela manhã de domingo, quando Aquele que havia sido crucificado, quebrou as barreiras da morte pela sua ressurreição! Quarenta dias depois, Ele foi elevado aos céus, em perfeito cumprimento às palavras da profecia.

Quando o dragão viu que ele não obteve sucesso em destruir a Cristo, voltou o seu ódio contra a primitiva igreja. De acordo com Apocalipse 12:13, “E, quando o dragão viu que fora lançado na terra, perseguiu a mulher que dera à luz o varão.” Por esse tempo existia somente um pequeno número de Cristãos, e Satanás pensava que ele poderia completamente destruí-los pela sua sistemática perseguição. Milhares e milhares de Cristãos foram martirizados sob a terrível persiguição dos crueis Imperadores Romanos. Mas o evangelho continuou a crescer e se espalhar. O sangue dos mártires parecia que se transformava nas sementes da igreja. Quando um morria, cem mais apareciam para tomar o lugar daquele um. Paulo pregava este evangelho às portas deste próprio Império Romano. O velho dragão se tornou tremendamente aborrecido. Agora era tempo de surgir a semente do dragão.


A SEMENTE DO
DRAGÃO

Por séculos Satanás tem tentado destruir o povo de DEUS através de violenta oposição, de Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma. Através de violência e perseguição ele sempre falhou em tentar fazer desaparecer a verdade. Assim, o que ele não pode fazer através da força, o dragão iria agora tentar através de outras  estratégias e decepções. Ele iria organizar sua própria contrafação à verdadeira religião, seu próprio sistema religioso. Através deste engodo, ele trazeria para dentro, doutrinas e filosofias pagãs dos impérios da Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma e combinaria com o ensinamento cristão. Assim ele tentaria destruir a milhões através da decepção.

Em que forma a semente do dragão apareceu?  Ela foi trazida à tona como a besta de Apocalipse 13.  Isto é muito significativo que a besta, atualmente é feita através de partes de leão, de leopardo, de urso e do não descrito animal de Daniel 7. A ilustrativa figura que DEUS mostra do papado, revela que era fora feita de partes de todos aqueles impérios pagãos. Em particular ela esquadrinhou sua força das nações pagãs Romanas. De acordo com Apocalipse 13.2, o dragão deu à besta sua força seu trono e grande autoridade. Nós aprendemos que o dragão, atualmente simboliza o pagão Império Romano, bem como o próprio Satanás.

Por um acaso, o pagão Império Romano delegou alguma autoridade ao papado?  O facto é que no ano 330 D.C., Constantino, o Imperador Romano, tornou a cidade inteira de Roma sob os auspícios do papado como trono de sua autoridade. A história usa quase que a mesma linguagem profética ao descrever este acontecimento. Eu usarei referência de uma fonte Católica e um livro da história secular para descrever este facto. “Quando o Império Romano tornou-se Cristão, e a paz da igreja foi garantida, o Imperador deixou Roma para o Papa, para ser o trono da autoridade do Vigário de Cristo, o qual deveria lá reinar, independente de toda a autoridade humana, até a consumação dos séculos, até o final dos tempos.” Papal Rights and Privileges, pags 13,14.

A troca da capital do Império, de Roma para Constantinopla, no ano de 330 A. D., deixou a igreja do Oeste praticamente livre da força imperial, para desenvolver sua própria forma de organização. O Bispo de Roma, no trono dos Cezar’s, agora, era a maior força no Oeste e foi em muito breve tempo forçada a tornar-se a maior força política bem como o cabeça espiritual.”  The Rise of the Medieval Chruch. pag. 168. Quão claro estas declarações mostram que o papado recebeu o seu assento e força da Roma pagã! Mas de quem Roma recebeu isto? Da Grécia. E de onde a Grécia recebeu isto?  Dos Medos-Persas. Mas de quem os Medos-Persas receberam isto? De Babilônia. E de quem Babilônia recebeu isto? Do dragão. Assim nós começamos a entender um pouco melhor porque DEUS tem dado temerosos avisos contra a força da besta. Atualmente o dragão esta por trás de tudo isso.

 

A CONTRAFACÇÃO
DAS VESTIDURAS PAGÃS

Vamos considerar por um momento como as doutrinas pagãs foram capazes de encontrar lugar neste falso sistema religioso o qual Satanás introduziu. Porque a marca do dragão é a falsidade e a substituição, nós seremos capazes de ver neste político-religioso sistema a melhor e infernal operação de Satanás. Justo como foi no caso de Caim, substitutos foram providos para satisfazer os mandamentos de DEUS. Muitos relicários da adoração ao Sol, atualmente, vieram a tornar-se um status Cristão. Um inteiro set de doutrinas falsas foram adicionadas, assim que, para ganhar o pretígio com os povos pagãos da época. Idolos pagãos foram deixados à porta, mas ídolos de Pedro, Maria e de outros santos tomaram os seus lugares.

Como um exemplo de como os conceitos pagãos vieram para igreja, considere o exemplo do Natal. Voce sabe onde se originou o Natal? O natal como festival, existia muito antes de Jesus nascer neste mundo. Dezembro 25, atualmente, era celebrado centenas de anos antes de nosso Salvador nascer. Os pagãos adoravam o Sol, e eles notaram que em Dezembro vinham encurtando, encurtando e sol se tornando cada vez mais distante da terra. Temendo que o Sol se afastasse de vez, eles rezavam e ofereciam sacrifícios. Então em dezembro 25, pela primeira

vez, eles puderam dizer que o Sol estava se aproximando novamente; os dias começaram a ser mais longos novamente. Assim, esse povo disse: “O Sol renaceu para nós”. Então eles chamaram 25 de dezembro, o nascimento do Sol, ou o deus Sol. Isto tornou-se um grande festival religioso entre eles.

Este dia era celebrado somente pelos pagãos, até que o falso sistema papal começou a tomar forma. Por esse tempo, este dia foi adotado pelo papado e chamado: “The birth of the SON”, o  nascimento do filho, ao invés de “The birth of the SUN”, o nascimento do Sol. Dr. Gilbert Murray, M.A., D. Litt. , LL.D., FBA., professor de Grego, na Universidade de Oxford, tem escrito o seguinte: “ O Mitraísmo teve tanta aceitação, que isso foi possível ser imposto no mundo cristão o seu próprio “Sun-day”, dia de adoração ao Sol, no lugar do Sábado; Isto é  o nascimento do sol, 25 de dezembro, como se fosse o  nascimento de Cristo.” History of Christianity in the Light of Modern Knowledge, cap. III; citado em Religion and Philosophy, pag. 73,74. New York: 1929.

Atualmente, nós não sabemos a data do nascimento de Cristo. Como voce mesmo pode ver, a adoção de 25 de dezembro, é pura e totalmente baseada em um costume pagão, o festival de adoração ao Sol. Por favor tome nota, o quão fácil instituições pagãs resvalam para dentro das instituições cristãs e até mesmo para dentro das igrejas Protestantes.

E agora, o que voce me diz da Páscoa? Isto é uma muito bem conhecida celebração dentro das igrejas cristãs de nossos tempos. No entanto, isso também era celebrado por pagãos, muito antes da ressurreição de Cristo. Todos os grupos cristãos reconhecem que o Domingo de Páscoa é muitas vezes, celebrado com uma             diferença de até 5 semanas, de um ano para o outro. Poucos sabem, no entanto, que tudo isso é governado por corpos celestes. A páscoa sempre cai no primeiro domingo depois da lua-cheia, depois de equinox, (Quando o Sol cruza a linha do        Equador, e dia e noite tem o mesmo tamanho.)

Os pagãos de muito tempo atrás notaram que tudo parecia tomar uma nova vida no início da primavera, tão logo o Sol cruzasse a linha do Equador. Assim eles designaram um dia, na primavera, em homenagem à deusa da reprodução. Aquele dia foi dedicado a Ishtar, a deusa da reprodução, por causa da nova vida e o crescimento na natureza. A própria palavra Easter foi transliterada do nome Ishtar, a qual a adoração foir memorializada pela adoção de Easter, (significando Páscoa).

Muitas vezes, leigos cristãos tem perguntado o que tem a ver o tradicional ovo de páscoa e o coelhinho tem a ver com a ressurreição de Cristo. É claro, eles não tem nada a ver um com o outro, nada em comum. O coelho foi escolhido por aqueles pagãos, como símbolo do dia da páscoa por causa de sua grande capacidade de reprodução. O ovo, foi também escolhido, como símbolo da fertilidade. Entre os ateus daquela época, este dia era associado a grandes bacanais, licenciosidades e práticas imorais.

Durante o tempo em que o papado estava desenvolvendo-se, Ishtarday (dia da páscoa) foi adotado pela igreja e chamado (Easter-day). Até mesmo os símbolos; o coelhinho e o ovo, permaneceram, como uma recordação de sua origem pagã. Estes exemplos foram aqui mostrados meramente para mostrar o quão fácil Satanás é capaz de introduzir pagãs idéias na igreja. Na medida que o papado desenvolvia-se, ele abria suas portas para a recepção de não Bíblicos costumes, isto marcou claramente como a real falsa força descrita por DEUS em Apocalipse 13.

A questão que vem à nossas mentes agora é: Estamos nós realmente seguindo a Bíblia em todas as nossas doutrinas?  Se tradição e ateístas costumes entraram assim tão facilmente na igreja, o que dizer então a respeito de outras doutrinas?  As coisas mencionadas até aqui, não interferem, ou são opostas aos mandamentos de DEUS. Nós não temos nenhum mandamento concernente à observação da ressurreição de Cristo e seu nascimento. Nós podemos pensar de Sua ressurreição e nascimento a qualquer tempo ou dia do ano. No próximo capítulo, iremos descobrir, no entanto, que outras doutrinas pagãs foram introduzidas, as quais atacam diretamente o ámago, da verdadeira religião da Bíblia. Nós não estamos assim tão preocupados, excepto por aquelas que vão diretamente contra o plano comando de DEUS.

O crescente crescimento da força do papado contiuava em seu programa, em falsificar algumas das mais vitais verdades contidas na Palavra de DEUS. Que os nossos olhos possam se manter abertos, para reconhecer estas falsidades e mantermo-nos leais à exata verdade em sua forma original.

 

III. O NÚMERO E A MARCA DA BESTA.

 

Dois dos mais importantes aspectos da besta e sua força, são trazidos à luz em Apocalipse 13: “ E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas; Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seissentos e sessenta e seis.” Apocalipse 13: 16-18.  Até aqui, em nossos estudos, descrevemos nove marcas identificativas da besta, e sua aplicação ao papado. E aqui, iremos adicionar a décima marca em nossa lista, em explanando o número de seu nome.

 

De acordo com Apocalipse 13:17, o número de seu nome é também um número de homem. Sem dúvida nenhuma, isso se refere ao homem o qual é o cabeça dessa força. O antigo método de derivar o número de um nome é o de pegar o valor numérico de todas as letras e somá-los.  Se nós queremos aplicar este teste ao papado, teremos que encontrar o real e official nome do papa, o qual é o cabeça de sua igreja. Se isso é o número de um homem, sería natural isso ser o homem, o qual é o lider e cabeça dessa organização.

É interessante notarmos de que existe um título oficial (em Latin) para o Papa, um título que foi garantido a ele pela própria igreja. Este título é encontrado repetidamente nas publicações de Roma. Mas na publicação semanal do jornal católico, entitulado: Our Sunday Visitor, de abril de 1915, nós temos uma interessante declaração de que as letras do oficial título estão inscritas na mitra papal. Aqui vai a atual inscrição; “As palavras escritas na mitra papal sao estas: “ Vicarius Filii Dei, o que  é o Latin para: Vigário, o Filho de Deus.” Católicos afirmam que a Igreja, a qual é a visível sociedade, tem que ter um visível cabeça; Cristo, antes de Sua ascenção aos céus, apontou São Pedro como Seu representante. Como sendo O Bispo de Roma, cabeça da igreja, e lhe foi dado o título, ‘Vigário de Cristo’.” Atualmente, a mitra papal não contém mais este título em latim, mas as palavras estão incorporadas nas cerimônias de coroação de cada novo coroado Papa. Assim, com esse nome oficial do Papa em mãos, nós podemos aplicar o teste das Escrituras. Como nós podemos derivar o número de seu nome?  Pegando o valor numérico em algarismos Romanos das letras: Vicarius Filii Dei, atualmente vem a um definido número: 666. Note como isso funcionou; atribuindo  um valor numerico para cada letra.

V =    5 F =   0   D = 500
I  =     1 I  =   1  E =     0
C = 100            L = 50  I  =     1
A =    0 I  =   1
R =    0 I  =   1 
I  =    1
V =   5
S =    0

Total:  112      +      53 +          501 = 666

Alguém pode objetar, dizendo que isso é uma mera concidência. Nós garantimos que isso é possível, tal ocorrência ser coincidência, se nós tivéssemos somente esta característica. Mas o fato é que esta é a décima de uma longa lista de marcas que a Bíblia usa para identificar a besta e sua força. Isso somente adiciona peso e força no que já foi dito em fazer a aplicação à força papal. Esta é a mais alta prova, em conjunção com todas as outras marcas, explicadas plena e claramente nas Escrituras.

 

A MARCA”
UMA FALSIFICAÇÃO DE MESTRE

Agora nós estamos preparados para considerar o climax da falsificação, no que concerne à besta e sua força.  Já aprendemos que esta força falsificaria muita das grandes verdades de DEUS. Isto era uma combinação de idéias pagãs com doutrinas cristãs, o que formou uma conglomeração de confusão, bem designada como “Babilônia”, nas Escrituras.

Algumas das falsas doutrinas podem ser listadas como segue: ao invés da Palavra de DEUS, tradição; ao invés do Espírito Santo, o Papa; ao invés do batismo, o salpicar de água; ao invés da comunhão; a transubstação; ao invés da eterna lei de DEUS, a lei trocada; ao invés de dízimos, taxas e indulgências; ao invés de morte, purgatório; ao invés do selo de DEUS, a marca da besta.

Aqui, nós estamos especialmente preocupados sobre a marca da besta. Em Apocalipse 14:9, 10, nós lemos: “E seguiu o terceiro anjo, dizendo com grande voz: se alguém  adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, também o tal beberá  do vinho da ira de DEUS, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.” Isto é uma questão de vida ou morte. Nós temos que saber exatamente o que esta marca é, e como nós poderemos evitá-la.

Primeiro de tudo, note que na Bíblia, sempre a marca se opõe ao selo de DEUS. Em Apocalipse :2, 3, nós aprendemos que o selo de DEUS é colocado na testa, bem como a marca da besta também é colocada na testa. As duas marcas parecem estar diametricamente oposta uma a outra. Ambas são recebidas na testa. Agora perguntamos, “O que é o selo?” Se nós pudermos estabelecer este ponto, isso nos irá auxiliar a identificar a marca.

 

O SELO DE DEUS

Um selo, é alguma coisa que tem que ver com alguma atividade legal. Documentos oficiais são sempre estampados com o selo de um corpo governamental. Todo o governo tem o seu selo, o qual é estampado e seus documentos legais. A finalidade é de mostrar que existe uma autoridade atrás daquele documento, dando-lhe cobertura. Isso é especialmente verdade nas leis do país. Toda nova lei tem um selo, para mostrar que existe uma força por detrás para que tal lei seja cumprida.

Note voce que nesses selos existe tres diferentes coisas, a saber: 1: Isto tem que conter o nome da autoridade; 2: o título da autoridade; 3: e o território sobre o qual esta autoridade tem domínio. O selo do presidente dos Estados Unidos contém as seguintes palavras:  Bill Clinton, Presidente, Estados Unidos da América. Quando este selo é colocado sobre uma lei, ou algum documento oficial, isso mostra que a autoridade do presidente está suportando aquela declaração.

Será que o selo de DEUS, tem alguma coisa que ver com Sua lei também? Se sim, onde e como é isso impresso? Vamos ler Isaías 8:16, “Liga o testemunho, sela a lei entre os meus discípulos.” Isto prova que o selo está conectado com a lei. Em fato, Sua lei está selada entre os discípulos de DEUS. Mas onde, atualmente, está a lei colocada, sobre aqueles que Lhes são fiéis? A resposta é encontrada em Hebreus 10:16, “Este é o concerto que farei eles depois daqueles dias, diz o Senhor: porei as minhas leis em seus corações, e as escreverei em seus entendimentos; acrescenta.” Assim, então, é como o selo do Senhor é colocado em Seus discípulos. Isto é escrito em suas mentes, ou simbólicamente, em suas testas. Provérbios 7:2 e 3, faz isso ainda mais claro: “ Guarda os meus mandamentos, e vive; e a minha lei como a menina dos teus olhos. Ata-os aos teus dedos, escreve-os na tábua do teu coração.” A lei, como voce pode ver, é observada por ambas, pela mente e pelas mãos, assim isto é falado como sendo aplicada às mãos e à testa.

 

O SINAL DA
AUTORIDADE DE DEUS

Nós queremos pesquisar na lei de DEUS, para ver que parte, atualmente, constitue o selo. Mas primeiramente vamos ver o do que constitue a força e a autoridade de DEUS. O presidente exerce sua força em virtude de seu mandato como presidente. DEUS proclama Sua força baseado em Seu mandato como Criador do universo. Note as palavras encontradas em Jeremias 10:10-12; “ Mas o Senhor DEUS é a verdade; ele mesmo ;e o DEUS vivo e o Rei eterno; do seu furor treme a terra, e as nações não podem suportar a sua indignação. Assim lhes direis, Os deuses que não fizeram os céus e a terra desaparecerão da terra e de debaixo deste céu. Ele fez a terra pelo se poder; ele estabeleceu o mundo por sua sabedoria e com a sua inteligência estendeu os ceús.” De novo, em Salmos 96:5, “Porque todos os deuses dos povos são coisas vãs; mas o Senhor fez os céus.” Coloque isso com o que encontramos em Isaías 40:25 e 26: “A quem pois me fareis semelhante, para que lhe seja semelhante? Diz o Santo. Levantai ao alto os vossos olhos e vede quem criou estas coisas, quem produz por conta o seu exército, quem a todas chama pelos seus nomes; por causa da grandeza das suas forças, e pela fortaleza do seu poder, nenhuma faltará.” Somos impressionados que estas grandes coisas destinguem o verdadeiro DEUS e Sua criativa força. Ele baseia Seus reclamos de autoridade como o verdadeiro e único DEUS sobre Sua força e capacidade de criar. Mas qual é o sinal de Seu memorial da criação? Gênesis 2:2 e 3 nos dá a resposta: “E havendo DEUS acabado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou DEUS o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que DEUS criara e fizera.” O Sábado é o memorial da criativa força, a qual distigue a DEUS dos outros falsos deuses.

 

O SELO NA LEI

Agora nós estamos preparados para pesquisar a lei de DEUS e determinar o que o Seu selo de autoridade realmente é. Lembre-se, um selo tem que conter o nome, o título e o território de sua autoridade. Um por um, nós estudamos todos os 10 mandamentos do Decálogo. Gradativamente todos são eliminados com exeção de um. Os tres requisitos do selo vai ser encontrado somente em um, no qual inclui o nome, o título e o território de DEUS.

Bem no coração da lei está o memorial de Sua criativa força, e eis que neste quarto mandamento nós encontramos também estes tres componentes do selo. “Lembra-te do dia do Sábado, para o santificar.  Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra; Mas o sétimo dia é o Sábado do Senhor teu DEUS; (nome) não farás nenhuma obra, nem tu, nem o teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro que está dentro de tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor (ofício-função) os céus e a terra, (território) os mares e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do Sábado, e o santificou.” Em outras palavras, o Sábado é o selo de DEUS – a marca de um que pode criar e o qual é autorizado a reger a terra. E para fazer Sua lei autoritativa, Ele colocou o seu selo sobre ela, mostrando que Ele mantém-se por detrás desta lei, em todos os Seus mandamentos.

Voce  poderá perguntar: É o Sábado realmente o selo de DEUS?  Vamos dar uma olhada em Ezequiel 20:12, “E também lhes dei os meus Sábados, para que servissem de sinal entre mim e eles; para que soubessem que eu sou o Senhor que os santifica.” Aqui o Sábado é chamado de “sinal” de DEUS. É isso o mesmo que selo?

Romanos 4:11 revela-nos que selo e sinal são a mesma coisa, sendo usados alternadamente nas Sagradas Escrituras. “E recebeu o sinal da cincuncisão, selo da justiça da fé quando estava na incircucisão, afim de que também a justiça lhes seja imputada.”

 

O SELO E A MARCA
EM COMPETIÇÃO

Vamos ver que relação existe o selo de DEUS e a marca da besta. As duas coisas estão em competição entre si. Em Apocalipse 14:9 e 10, a terceira mensagem angélica mostra aqueles que tem a marca: “E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, também o tal beberá do vinho da ira de DEUS, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.” No verso 12 nós temos outro grupo identificado por estas palavras: “Aqui está a paciência dos santos: aqui está aqueles que guardam os mandamentos de DEUS e a fé de Jesus.” Em outras palavras, aqueles que guardam os mandamentos de DEUS não tem a marca da besta e aqueles que tem a marca da besta não obedecem os mandamentos de DEUS. Os Dez Mandamentos, contendo o selo de DEUS, estão ordenados em competição com a marca da besta. Este selo é o Sábado, portanto o Sábado é oposto à marca. Então o que é a marca?

 

UMA TENTATIVA DE MUDANÇA

Para responder esta pergunta nos é apontado ir para trás, ao livro de Daniel 7:25, onde o papado é descrito como a força que “pensaria em mudar a lei e o tempo.” Nós já aprendemos como o segundo mandamento foi removido e o décimo mandamento foi dividido em dois, nos catecismos do papado. Mas e agora sobre o “tempo”, mencionado no texto?  Somente onde nos 10 mandamentos é mencionado alguma coisa a respeito do tempo? Isto é somente no quarto mandamento que a lei faz referência ao tempo. Por algum acaso o papado pensou em mudar o Sábado, o único tempo designado pela lei? Sim, ele tentou, e isso aconteceu de uma maneira muito interessante. Os pagãos tinham um sistema de religião baseado em adoração. Seu dia sagrado era o primeiro dia da semana, o qual eles nomearam Sun-Day (que nós chamamos domingo) em homenagem ao deus Sol. Domingo era observado pelos pagãos, em contraste com o Sábado, observado pelos cristãos. Mas no tempo do Imperador Romano Constantino, uma coisa significante aconteceu. Constantino professando ter se convertido ao cristianismo, abriu as portas da igreja a todos os seus ateus seguidores.

Em ordem para adquirir força, prestígio e maior número para a igreja, ele aceitou muito dos costumes de adoração ao sol dos pagãos. Muitos desses compromissos, tais como o Natal e a Páscoa, que eu já descrevi anteriormente. Outro desses costumes foi a observância do domingo. Isto parecia mais conveniente deixar os pagãos guardar o seu próprio dia de adoração, o domingo, e convidar os cristão a participar nisso. Assim Constantino, atualmente, fez a primeira lei para guardar o domingo ao invés do Sábado. Concílios da igreja papal reforçaram a lei, até que isto se entrincheirou no cristianismo e no mundo.

 

O TESTEMUNHO
DA HISTÓRIA

Tornamo-nos agora à testemunha de historiadores seculares, voce pode ler os fatos por sua própria conta. Toda a afirmação é claramente definida nos registros históricos. Da Enciclopédia Britânica, sob o artigo “DOMINGO”, nós lemos: “Foi Constantino quem primeiro fez a lei para a própria observância do domingo, e quem…. apontou que isso deveria ser regularmente celebrada através de todo o Império Romano.” Aqui estão as palavra do Dr. Gilbert Murra, M.A., Lit., L.L.D., F.B.A., professor de Grego na Universidade de Oxford: “Agora, desde que Mithras era o Sol, o não conquistado”, e o Sol era a ‘Estrela Real’, a religião olhava por um rei que pudesse reprentar Mithras sobre a terra… O Imperador Romano parecia ser claramente indicado como o verdadeiro rei. Em cortante contraste com o cristianismo, Mitraísmo recohecia a Cezar como instituido de divina graça, e seus devotos cheios de legiões e de serviço civil. … Isto teve tanta aceitação que foi capaz de impor-se ao mundo cristão o seu próprio domingo, em lugar do Sábado, o seu Nascimento do Sol dia, 25 de dezembro, como se fosse o nascimento de Jesus.” History of Christianity in the Light of Modern Knowledge.

Dr. William Frederick afirma a mesma verdade histórica: “Os gentios eram um povo idólatra, que adoravam o sol, e domingo era o seu mais sagrado dia.

Agora para atingir o povo neste novo campo, isto parece natural, como necessário, fazer de domingo o dia de descanso da igreja. Nessa época era necessário para igreja, ou um ou outro, adotar o ‘Gentio-Dia’, ou fazer os gentios trocar o seu dia de adoração. Trocar o “Gentio-Dia’, seria uma ofensa e um bloco intransponível para eles. A igreja poderia naturalmente, melhor alcança-los, em guardando o dia deles.” Sunday and Christian Sabbath, pag. 169, 170.

O North British Review dá a seguinte razão para os cristão adotarem o ateu domingo: “Este dia era o domingo de seus ateus vizinhos e respectivos cidadãos, e o patriotismo com prazer uniu-se em expediente em fazendo isso de uma só vez, o Dia doSenhor deles, e seus Sábados. … A igreja primitiva, em fato, ficou calada com relação à adoção do domingo., – até que isso se estabeleceu supremo, quando já era muito tarde para fazer outra alteração. Volume XVIII, pag. 409.

 

O ACORDO CATÓLICO

Desde que a profecia de Daniel predisse que o papado “pensaria em trocar os tempos e a lei,” deixe-nos perguntar à sua igreja se ela tem feito alguma coisa a ver nessa mudança do Sábado. Nós queremos ser justo com todos, e pegar um testemunho autêntico de todos. Os próximos textos e quotações foram tomadas de conhecidas autoridades Católicas que expressam claramente os reclamos do papado sobre a tentativa de mudança. Do Catholic Encyclopedia , Volume IV, pag. 153: “A Igreja… depois de trocar o dia de descanso do Sábado Judeu ou o sétimo dia da semana, para o primeiro, fez o terceiro mandamento referenciar a domingo como o dia para ser guardado como o dia do Senhor.”

Salvation History and the Commandaments, pag. 294, edição de 1963, por Rev. Leo J. Trese e John J. Castlelot, S.S. descreve nessas palavras: “Nada é dito na Bíblia sobre a troca do Dia do Senhor de Sábado para domingo. Nós sabemos da troca somente por tradição da igreja. – fato trazido até nós desde os tempos primitivos pela viva voz da igreja. Por isso é que achamos ilógicas as atitudes de muitos não-católicos, que dizem que eles não acreditarão em nada que eles não encontrarem na Bíblia, e ao mesmo tempo continuam a guardar o domingo como o Dia do Senhor, assim como diz a Igreja Católica.”

Outro bem conhecido escritor católico, deu esta explicação para a troca: “A Igreja Católica transferiu a observãncia do sétimo para o primeiro dia da semana. … A Igreja Católica julgou isto mais adequado apontar este dia, ao invés do Sábado, o dia de festival dos cristãos.” This is Catholicism, edição de 1959, John Walsh, S. J. Pag. 325

Um catecismo de 1958, por Killgallen e Weber, entitulado: Life in Christ – Instructions in the Catholic Faith, explanava o seguinte:  Porque a Igreja Católica trocou O Dia Do Senhor de Sábado para domingo? A igreja usando da força de atar ou desatar, dada por Cristo ao Papa, trocou O Dia do Senhor para o domingo.” Pag. 243.

No livro ‘A doctrinal Catechism o Rev. Stephen Keena tem isso para nos dizer: “Pergunta – Voce tem uma outra maneira de provar que a Igreja tem força para instituir festivais como regras? Resposta – Se ela não tivesse esta força, ela não poderia ter feito o que todas as modernas religiões concordam com ela; ela não poderia ter substituído a observãncia do domingo, primeiro dia da semana, pela  observãncia do Sábado, o sétimo dia, uma troca em que não há escritural autoridade nenhuma.” Por favor, note a palavra ‘substituído,’ um termo o qual nós temos usados várias vezes para descrever as atividades desta força.

O Cardeal Gibbons, no seu livro: The Question Box, pag. 179, faz esta chocante declaração:  “Se a Bíblia é o único guia para o cristão, então os Adventistas do Sétimo-Dia estão certos em observar O Sábado com os Judeus. …   Não é estranho que aqueles que fazem a Bíblia como o seu único guia, inconsistentemente, nessa matéria, seguem a tradição da Igreja Católica?”

O Rev. John A/ O’Brien, no livro entitulado ‘Understanding the Catholic Faith, pag. 13, edição de 1955 afirma: “A Bíblia não contém todos os ensinamentos da religião católica, nem tampouco ela formula todas as obrigações de seus membros. Pegue-se por exemplo a guarda do domingo, o atendimento ao divino serviço, e abstenção de não necessário servil trabalho neste dia. Isto é matéria na qual nossos Protestantes vizinhos, enfaticamente tem dado tamanha importãncia por muitos anos; no entanto em lugar nenhum da Bíblia é o domingo designado como o Dia do Senhor; o dia mencionado é o Sábado, o último dia da semana. A Igreja Primitiva côncia de sua autoridade em ensinar no nome de Cristo, deliberadamente trocou este dia para domingo.”

Um dos maiores desafios jamais visto que é atirado à face do Protestantismo está contido em uma declaração feita pelo Padre Enright, Presidente do Redemptory College in America: “Foi a Igreja Católica que trocou o dia de descanso de Sábado para domingo, o primeiro dia da semana. E ela não somente compeliu à todos a guarda do domingo, como também ordenou a todos que trabalhassem no sétimo dia da semana sob pena de maldição. Protestantes…  professam grande reverência pela Bíblia, mas no entanto por seu solene ato de guardar o domingo, eles reconhecem a força da Igreja Católica. A Bíblia diz: “Lembre-se do dia de Sábado par santificá-lo.” Mas a Igreja Católica diz: NÃO: Guarde o primeiro dia da semana” e eis, que quase que a totalidade deste civilizado mundo prosta-se em reverente obediência ao comando da santa Igreja Católica.”

Voce tem que responder a este desafio! Quem voce irá obedecer? Escutem a estas palavras de C. F. Thomas, Chanceler do Cardeal Gibbons, em resposta a uma carta concernente à mudança do Sábado: “É claro que a Igreja Católica reclama como ato dela esta mudança. E este ato é a marca de sua força eclesiástica força e autoridade em questões religiosas.” Assim o assunto se torna bem plano – DEUS diz que ele é o verdadeiro DEUS: Ele nos tem dado o Sábado como selo de Sua Autoridade como Criador de tudo. Em guardando o Sábado, nós reconhecemos Sua autoridade como o verdadeiro DEUS. Mas a Igreja Católica aparece e diz, em efeito, “NÃO, não guarde o Sábado; guarde o primeiro dia da semana. Nós mudamos isto, e esta mudança é a marca de nossa força em mudar a lei e a autoridade de DEUS.”

A marca da besta então, é este falso dia de guarda, o domingo pelo qual a força da besta está tentando ser reconhecida como uma autoridade maior do que a do próprio Criador. O Sinal, ou o Selo da autoridade de DEUS (Sábado) é tirado, pela instituição papal e sua marca e em seu lugar coloca-se o (domingo), o qual ela reclama ter autoridade para fazer.

Oh! Se o mundo pudesse ver que tremendo assunto se apresenta à nossa frente, hoje! Para quem iremos nós render obediência – a DEUS ou à besta? Quando nós entendermos esta matéria, teremos que fazer uma tremenda decisão, ou nós guardamos o verdadeiro Sábado e reconhecemos a autoridade de DEUS, ou nós pegamos o falso sábado (domingo) e acatamos os reclamos da Igreja Católica. E finalmente nós temos que receber ou um, ou outro, ou o selo de DEUS ou a marca da besta. Existirá somente dois lados – DEUS e o dragão, verdade e erro, Bíblia e tradição.

Um livro publicado em 1956 entitulado The Faith of Millions (A Fé de Milhões), atualmente disponível nas livrarias católicas como livro texto na religião católica tem um interessante comentário na página 473: “Mas desde que Sábado, e não domingo, é especificado na Bíblia; não é isso curioso que não-católicos que professam tirar sua religião diretamente da Bíblia e não da igreja, estejam observando o domingo ao invés do Sábado? Sim, é claro que isso é inconsistente; mas esta troca foi feita mais ou menos 1500 anos antes do Protestantismo surgir, e por esse tempo este costume era universalmente observado. Eles tem continuado a observar este costume, ainda que ele esteja ancorado na autoridade da Igreja Católica e não seja uma explícita ordem Bíblica. Esta observãncia mantém-se como uma lembrança à igreja-mãe, da qual as não-católicas seitas se separaram – como um menino que sai de casa, mas continua a carregar em seu bolso uma foto de sua mãe, ou uma caixinha com um fio de cabelo dela.”

A muito tempo atrás o Cardeal Gibbons sumarizou este assunto que estará face-a-face com todo o indivíduo na questão do Sábado. “Razão e senso demandam uma aceitação de uma ou de outra dessas alternativas. ou Protestantismo e a santificação do Sábado, ou Católicismo e a guarda do domingo como dia santo. Compromisso é impossível.” Catholic Mirror, 23 de dezembro de 1893.

 

A APROVAÇÃO
PROTESTANTE

Talvez voce esteja ponderando o que o corpo Protestante pensa a respeito dessas coisas que nós estamos considerando. Eles falarão por eles próprios. Aqui está algumas cândidas admissões dessas igrejas com relação a questão do Sábado. Todas estas declarações foram tomadas das mais altas autoridades e dos porta-vozes destas denominações. Aqui está a quotação do Dr.  Edward T. Hiscox, o autor do Manual Batista: “Existia e existe um mandamento para guardar e santificar o dia de Sábado, mas o dia de sábado não era domingo. Mas isso será dito, e com um certo ar de triunfo, que o Sábado foi transferido do sétimo dia para o primeiro dia da semana. … Onde pode o registro de tal acontecimento ser encontrado? Não no Novo Testamento – absolutamente não. … É claro, eu sei muito bem que o domingo veio a ser usado no início da história do cristianismo como um dia religioso, como nós aprendemos de nossos Pais Cristãos, e de outras fontes. Mas que pena que isso veio selado com a marca do paganismo e cristianizado com o nome do deus do sol, quando adotado e sancionado pela apostasia papal, e transferido como sagrado legado ao Protestantismo!” (De um jornal lido ante os Ministros Batistas de Nova York em uma conferência que se realizou no dia 13 de novembro de 1893.) Este grande líder Batista condensa em poucas sentenças tudo o que foi dito nas páginas deste livro.

O Prebiteriano Christian at Work disse isso: “Alguns tem tentado construir a observãncia do domingo através do comando apostólico, ao contrário, os apóstolos não deram nenhum comando com relação a esta matéria. … A verdade é, assim que apelamos para a litera scripta  ( a escrita literal) da Bíblia, os Sabatarianos tem os melhores argumentos.” Editado em 19 de abril de 1883.  O Methodist Theological Compendium declara: “Isto é verdade que não existe nenhum comando para o batismo de infantis … nem tampouco nenhum comando para guardar como santo o primeiro dia da semana.”

Dr. W. R. Dale (congregacional) em Os Dez Mandamentos, pag. 106 e 107 diz: “ Isto está  muito claro, que não interessa o quão devotado ou rígido nós guardarmos o domingo, nós não estamos guardando o Sábado. O Sábado foi fundado com um específico, divino comando. Nós não podemos reclamar tal comando para a observãncia do domingo. … Não existe nem uma singular linha sequer, em todo o Novo Testamento que sugira  que incorreremos em alguma penalidade por violar a suposta santidade do domingo.”

A posição Luterana, como revelada no Ausburg Confession of Faith, declara: “ A observãncia do Dia do Senhor (domingo) não é fundada em nenhum comando de DEUS, mas na autoridade da igreja.” O porta-voz Episcopal, Neander, escreve em “The History of the Christian Religion and Church, pag. 186: “O festival de domingo, como qualquer outro festival foi sempre uma ordenança humana, e isto estava muito longe das intenções dos apóstolos, estabelecer um comando divino a este respeito, longe deles (da igreja apostólica primitiva) em trocar as leis do Sábado para o domingo.”

No livro “Ten Rules For Living, por Clovis G. Chappell nós lemos: “Nós temos de nos lembrar que o Sábado é um presente de DEUS para os homens. Nós, é claro, entendemos que o nosso Sábado, não é o mesmo observado pelos Judeus. O deles era o sétimo dia da semana, enquanto o nosso é o primeiro. A razão que nós observamos o primeiro dia ao invés do sétimo não é baseada em neunhum positivo comando.

Alguém poderá pesquisar nas Escrituras Sagradas, em vão, por que não vai encontrar, por autoridade para trocar do sétimo dia para o primeiro. Os cristãos primitivos começaram a adorar e cultuar no primeiro dia da semana porque Jesus resurgiu dos mortos nesse dia. Com o passar do tempo foi feito desse dia o dia de descanso, um legal dia santo. Isto aconteceu no ano 321 A.C. Nosso Sábado cristão portanto, não é um caso de positivo comando.” Pag. 61.

 

A MARCA FORÇADA

Nós poderíamos fornecer dúzias de declarações de outras fontes denominacionais, mas o espaço não nos permite. Qual é a sua resposta para  o que já vimos até agora? Claramente, temos visto que DEUS predisse o aparecimento de uma força que cuidaria em trocar o Sábado; registros históricos mostram que esta força tentou mudar; a própria força admite que ela tentou trocar isso; e Protestantes confessam que a troca foi feita. Quantos irão tomar partido e ficar do lado da verdade Bíblica?

O mundo está rapidamente se aproximando do tempo em que o Sábado de DEUS será um grande teste de obediência. Seus reclamos serão colocados em frente de todos os habitantes da terra. E então quando chegar a hora, quando este assunto for claramente revelado, indivíduos irão aceitar o selo de DEUS ou a marca da besta. O livro de Apocalipse descreve o final édito dos governos da terra, os quais, atualmente irão procurar por em efeito a marca da besta em todo os habitantes do planeta. “E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita ou na suas testas.” Apocalipse 13:16.

Isto é evidente que ninguém tem a marca até que pressionados em tudo através deste legislativo ato do governo humano. Então, o verdadeiro Sábado (o sétimo-dia da semana) e o falso, (domingo) será então revelado que ninguém poderá escapar da decisão – a decisão de guardar o verdadeiro Sábado com mão e mente, ou se submeter ao falso sabado do papado, ( o domingo). No próximo capítulo voce irá aprender a identidade da nação a qual irá influenciar o mundo a aceitar o falso sábado, e a qual procurará forçar a marca da besta a todos, como sinal de lealdade ao papado.

 

  1. OS ESTADOS UNIDOS NA PROFECIA

 

Qualquer pessoa deveria ter orgulho de ser Americana. Certamente não existe nenhum lugar na  terra onde a liberdade é assim completamente gozada, como nos Estados Unidos. Voce já parou para pensar porque isto é verdade?  Existe uma razão para o surgimento da democracia neste hemisfério. Isso não é somente uma coincidência que a América é a capital da liberdade no mundo. Atualmente, a força da besta de Apocalipse 13 tem muito a ver com aparecimento da América. Voce pode estar a perguntar, “Como é que a força papal pode ser responsável pelo aparecimento dos Estados Unidos da América?” Isto foi por causa da perseguição da forca da besta, na Europa que o Estados Unidos veio à existência. Os peregrinos pais, para escapar da perseguição religiosa do papado, fugiram para o Novo Mundo da América, onde eles poderiam seguir suas conciências em adoração.

Vamos pegar o quadro agora, das páginas da profecia, na Palavra de DEUS. Os primeiros 10 versos de Apocalipse 13 descreve o papado em seu surgimento em força. Nós já estudamos esta profecia em detalhes. Verso 10 termina com a descrição do papa sendo levado cativo no ano de 1798: “Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que  à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos.” Depois, imediatamente João viu a segunda besta em visão a qual ele descreve no próximo verso. “E ví subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão.” Apocalipse 13:11. Teremos que ser muito cuidadosos em identificar esta segunda besta. Existem muitos pontos os quais irão revelar a identidade desta força.

Primeiro de tudo, isto é visto “aparecendo”, quando a primeira besta recebeu sua ferida mortal. Desde que a primeira besta (o papado) recebeu esta ferida em 1798, quando o General Bertier, do exército de Napoleão, levou o papa cativo, nós deveríamos procurar pela segunda besta e seu aparecimento por este tempo. Isso quer dizer que por volta de 1798 esta força estaria aparecendo para o mundo. Segundo:  esta segunda besta viría à tona, da terra.” Em contraste com a primeira que tinha aparecido de muitas águas. Nós encontramos em Apocalipse 17:15 que água simboliza muitos povos e nações. A segunda besta, vindo à tona da terra, representaria uma nação que apareceria em alguma área da terra onde não existisse uma civilização e multidão. A falta de água denota a falta de pessoas.

Terceiro, esta nação tinha dois chifres como os de um cordeiro, e não existe coroa neles, como tinha na primeira besta. Isto apareceu pacificamente, como um cordeiro, e a falta de coroas, revela que não existia reis como cabeça desta nação. Não era uma monarquia ou ditadura. Tudo sobre esta besta indica uma pacífica democracia.

 

SEGUNDA BESTA
IDENTIFICADA

Estamos agora áptos a identificar esta segunda besta. Não pode existir dúvidas quanto sua identidade. Existe somente uma nação na história à qual satisfaz todas estas descrições. Os Estados Unidos da América foi a única nação que apareceu como força mundial, em 1798, na medida em que a primeira recebia sua ferida mortal. A constituição dos Estados Unidos foi votada em 1787, e a Carta dos Direitos adotados em 1791. Também, isto foi em 1798 que América foi primeiramente reconhecida como força mundial. Historiadores registram que existia alguma coisa maravilhosa e providencial sobre o aparecimento deste país.

Em exato cumprimento da profecia, esta nação cresceu no Novo Mundo, onde outra civilização não havia existido. Isto apareceu pacificamente, democraticamente, e se estabeleceu sobre dois grandes princípios; Do Protestantismo e do Republicanismo. Igreja e estado eram para serem mantidos separados. Nossos Antepassados tiveram visto suficiente males de um governo Igreja-Estado.

Deixe-me ler uma declaração de John Wesley, um maravilhoso estudante da Bíblia, e arquiteto da Igreja Metodista. Escrevendo em 1754 no seu ‘New Testment with Explanatory Notes depois de aplicar a primeira besta de Apocalipse ao papado, ele disse: “Outra besta… Mas isto ainda não apareceu, ainda que não esteja longe; porque isso é para aparecer no final dos 42 mêses da primeira besta.” Página 427. Por favor note que Wesley estava olhando por uma nação que estivesse a aparecer em curto espaço de tempo o qual viria ao encontro da descrição da profecia. Somente Os Estados Unidos poderiam preencher esta expectativa.

Isto sería ok, para nós se pudéssemos parar aqui com nosso estudo, mas nós não estaríamos sendo leais para com as Escrituras se não lêssemos o resto da profecia. Versos 11 e 12 continuam: “… E tinha dois chifres como o cordeiro; e falava  como o dragão. E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada.” Em outras palavras, tempos virão, quando os Estados Unidos da América trocará sua pacífica e democrática maneira de falar. Sob alguma influência, ele começará a compelir à adoração, “E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia. E foi lhe concedido que desse espírito à imagem da besta e falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas. Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.” Apocalipse 13: 13-17.

Uma nação fala através de suas leis. Isto pode parecer incrível para nós, na medida que lemos tais coisas, que os Estados Unidos possa algum dia ser persuadido a emitir um tal tipo de lei religiosa, e tentar forçar o povo ao seu cumprimento e fazer com que adorem de uma certa maneira, mas profecia nunca falhou. Esta nação fará uma imagem ao papado, ou desenvolverá um sistema que assemelhe-se a essa força. Igreja e estado irão estar unidos o suficiênte para obrigar esta lei religiosa e assim juntos estarão à semelhança do sistema papal.

De acordo com a profecia, a América finalmente pora em vigor a marca da besta. O que isto significa? O que é esta marca? Tendo por base a Palavra de DEUS, nós temos mostrado ser isto o falso sábado montado pela força da besta. A guarda do domingo, ao invés do Sábado Bíblico, é reclamado como uma marca de aliança à Igreja Católica por seus próprios agentes e líderes. Irá então os Estados Unidos procurar por em vigor a guarda do domingo?  Isto é exatamente o que esta predito na profecia, e é exatamente o que está sendo tomado forma agora mesmo na política americana.

Não importa o quanto nós queremos acreditar ao contrário, este amado país de muitos, irá começar a usar sua influência para compelir a guarda do domingo. E as bases já foram postas. Hoje, a maioria dos estados já tem a Lei dominical em seus livros. Em alguns lugares estas leis religiosas já tem causado bastante dificuldades para os que guardam o Sábado. Algumas grandes cidades já começaram a boicotar as pessoas que se recusam a guardar o domingo. A profecia em Apocalipse 13:17 indica que sanções econômicas serão aplicadas, “e que ninguém poderá comprar ou vender, a não ser os que tiverem a marca da besta.”

 

A LEI DOMINICAL
NACIONAL ESTÁ PERTO

A Suprema Corte dos Estados Unidos já julgou que a lei dominical não é inconstitucional ou discriminatória. Isto abre o caminho para toda a presente confundida e contraditória lei estadual ser reposta por uma lei nacional que tornará padrão o cumprimento da guarda do domingo em toda a América. Com incrível avanços sendo tomados em direção a um federal controle da liberdade individual, este passo que regula o dia de adoração não será visto de uma maneira tão drástica quando isso for levado a efeito.

Marque isso bem: Estes acontecimentos já estão delineados no horizonte. Aqueles que se recusarem a aceitar o falso dia de adoração, estarão a mercê de multas, boicote, prisão e finalmente, ameaçados de morte. Quando a questão do Sábado for feito uma matéria nacional, pessoas serão forçadas a aceitar ou um lado, ou o outro. Toda e qualquer pessoa terá que fazer sua decisão. A marca da besta, então será posta em todos os que escolheram desobedecer o mandamento de DEUS em santificar o dia de Sábado. Em aceitando a marca de fidelidade ao papado (o domingo), eles rejeitam o sinal o qual DEUS reclama como o Seu selo de Autoridade – O SÁBADO do sétimo-dia.

 

DECISÃO

Alguém pode muito bem levantar a questão, “O que isto tem a ver comigo?” Esta é uma importante pergunta, e a resposta é ainda mais importante. Sua salvação eterna está dependurada em sua decisão agora. Voce não pode mostrar indiferença às implicações desta revelação concernente à obediência do mandamento do Sábado. Não é uma questão de conveniência ou inconveniência. Nós estamos lidando com a lei dos 10 Mandamentos, o qual foi escrito com o próprio dedo de DEUS. Quebrar um desses mandamentos é cometer pecado, e nenhum pecador voluntário será salvo. A guarda do Sábado do sétimo-dia foi feito o teste de lealdade e amor a DEUS. “Aquele pois que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.” Tiago 4:17.

Rapidamente, o mundo está confederando-se sob duas bandeiras. O tempo está se esgotando. A grande controvérsia está entrando em seu estágio final. Enquanto o ecumenismo traça um bloco de denominações em um campo liberal, baseado largamente através da desobediência ao Sábado da santa lei de DEUS, outro grupo é distinguido como “Os que guardam os mandamentos de DEUS e tem a fé de Jesus.” Apocalipse 14:12. Na medida que este teste começa a ser mais e mais severo, todo indivíduo terá que optar em obedecer a DEUS ou ao homem, a seguir os mandamentos de DEUS ou tradição, guardar o verdadeiro Sábado ou o falso, receber o selo de DEUS ou a marca da besta. Agora é o tempo de resolver estes assuntos. “Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas.” Apocalipse 22.14.

09
May

A Mulher de Escarlate

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Joe Crews (Amazing Facts)
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“Lança teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás”. Eccl. 11:1 

A MULHER DE ESCARLATE

Em todos os lugares as pessoas estão perguntando a mesma pergunta sobre a moderna igreja. Porque está ela parecendo assim tão fraca e compromissada?  Onde está aquele fogo dos velhos tempos que marcaram as igrejas de uma ou duas gerações passadas?  Estas são perguntas que estão presas nas mentes de muitos cristãos na medida em que eles testemunham a encolhedora influência de instituições religiosas. Alguma coisa parece que aconteceu de errado. Os membros das igrejas gastam mais tempo em teatros e parques de diversões do que o tempo que eles passam na casa de DEUS. Existe uma muito pequena firmeza de fé, e quase que não existe diciplina nenhuma para aqueles que, fraquejando, se dobram à indulgência de um estilo de vida totalmente mundano e carnal.

Onde poderemos encontrar corajosos pastores que não tenham medo de chamar o pecado pelo seu verdadeiro nome? Paulo pressionava os pastores de sua época para “ Que pregues a palavra, instes a tempo e em fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concuspiscências; E desviarão os ouvidos da verdade voltando às fábulas. II Tim. 4: 2-4.

Estes versos estão sendo cumpridos bem em frente de nossos olhos. Fábulas estão sendo ensinadas, mensagens doutrinárias estão se esvaindo, e milhares estão tornando-se da verdade para outros platôs de prazeres. Qualquer sermão que demande obediência ou o negar-se a si mesmo, é rejeitado como fora de moda ou legaslístico e discriminativo. A voz de reprovação é raramente ouvida, e apontadas pregações que  dentificam o anticristo bíblico são consideradas como muito severas e destituídas de amor.

Teremos nós redesenhado esta gravura? Eu não acredito que qualquer observador cuidadoso da cena religiosa estaria contente com o que ele está vendo. Satanás está trabalhando mais arduamente dentro da igreja do que fora dela, e seu plano é produzir a mais inteligente distorção da verdade que jamais existiu. Em criando um diabólico paralelo sistema de doutrinas erradas dentro da própria igreja, ele já tem levado milhões a um falso ritual de adoração. Este extremamente corrupto plano foi reconhecido e exposto pelo Santo Espírito justamente antes que o grande enganador começasse a implementar os maiores elementos de seu maquiavélico plano na pós-apostólica igreja.

Mas antes de nós voltarmos para as páginas inspiradas de João, desta sórdida história, no livro de Apocalipse, vamos ler uma outra profética descrição do estado espiritual deste turbulento período. Paulo advertiu: “Porque eu sei isto, que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não perdoarão ao rebanho.” E depois novamente ele escreve em II Tessalonicenses 2: 3,4: “Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho de perdição; O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama DEUS, querendo parecer DEUS.”

As palavras de Paulo não revelam a natureza da apostasia nem identidade “do homem do pecado” o qual assumiria as prerrogativas de DEUS, mas o programa iria claramente começar a desenrolar-se na igreja primitiva. Justamente após as enigmáticas palavras de precauções de Paulo, sobre o movimento anti-cristo na igreja, o amado João começava a registrar suas misteriosas visões apocalípticas na ilha de Patmos. Na medida que os símbolos dessas revelações tornavam-se mais claramente explicados através de um estudo comparativo das profecias, isto é fácil perceber que João estava apenas se alargando sobre as oblíquas referências anteriores que Paulo havia falado sobre a dictomia em desenvolvimento do bem e o mal que estava tomando parte na pós-apostólica igreja.

Sem entender o histórico significado de sua própria inigmática linguagem, João fielmente descreveu a controvérsia cósmica entre Cristo e Satanás desde sua própria incepcção. O secular conflito iria finalmente focalizar sobre o emergente falso Cristo manipulado pelo próprio Satanás, o qual iria procurar destruir a Lei de DEUS, Seu Governo, e Seu povo. Em um climático encontro chamado a “Batalha do Armagedon”, o grande adversário iria consolidar ambos, secular e religiosas forças da terra contra a minoria, um grupo de fiéis, que se recusava a transgredir as leis de DEUS. Este sistema do anti-cristo, sobre o controle de Satanás, iria ser a maior força para suprimir a verdade e procurar a sentença de morte contra aqueles que se recusavam a cooperar com esta malígna confederação.

Nesta epístola, o amado João tem declarado: “E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em em carne, não é de DEUS; mas este  é o espírito do anti-cristo, do qual já ouviste que há de vir, e eis que está já no mundo.” I João 4:3. Por reconhecer que o “espírito” deste profetizado anti-cristo já estava operando em seus dias, João cooperou totalmente com o Espírito Santo em vestir sua ‘exposé’ daquela força com simbólica linguagem, irreconhecível para os inimígos que poderiam ter tentado exterminar aqueles inspirados registros, todos de uma vez.

 

OS DOIS LADOS EM CONFLITO

João usou uma variedade de coloridos tipos e símbolos para mostrar os elementos involvidos nesta final controvérsia entre Cristo e Satanás; por exemplo:  o dragão, o cordeiro e duas terríveis bestas selvagens. Mas a mais proeminente representação dos dois lados, se centraliza nas duas mulheres (com características totalmente diferentes), descritas nos capítulos 12 e 17.  Nenhuma palavra poderia ser encontrada para melhor descrever vividamente, a natureza destas duas forças em contenda, nesta terrível batalha. Em um lado está a pura mulher de Apocalipse 12, revestida da glória do sol, usando uma corôa de estrelas, tendo a lua debaixo de seus pés. Aqui está representada a verdadeira igreja, a noiva de Cristo. Os profetas escreveram: “A formosa e delicada, a filha de Sião…” Jeremias 6:2. “… E para dizer a Sião: Tu és meu povo.” Isaías 51:16. Mais tarde, Paulo usou o mesmo simbolismo da igreja quando ele escreveu: “Porque estou zeloso de vós com zelo de DEUS: porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo.”

Por outro lado, João escreveu em Apocalipse 17 das atividades de uma prostituta embriagada e vestida de vermelho, sentada sobre muitas águas e segurando uma dourada taça cheia de abobinações em suas mãos. Aqui está a antítesis da mulher pura do capítulo 12. A mulher, ainda continua a simbolizar a igreja, mas uma que cometeu adultério espiritual. Seu copo estava cheio de fornicações. De acordo com a Bíblia, fornicação quer dizer quando a igreja se afasta de Cristo e é infiél à Sua palavra. “Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que amizade do mundo é inimizade contra DEUS? Portanto qualquer que quizer ser amigo do mundo, constitue-se inimigo de DEUS.” Tiago 4:4. Embora casada com Cristo, esta igreja tem sido desobediente à Sua palavra, tendo aceito os ensinamentos do mundo, Seu inimigo, e portanto tornou-se uma protituta espiritual. As fornicações encontradas na taça, constituem os falsos ensinamentos e doutrinas que são contrárias a Cristo, o verdadeiro marido.

Exatamente como o livro de Apocalipse classifica, toda a população do planêta, ou estará seguindo a Cristo ou o dragão, obedecendo à verdade ou o erro, recebendo a marca da besta, ou o sêlo de DEUS, assim, isto retrata que todo o indivíduo, no final dos tempos, ou estarão do lado da “prostituta” simbólica, ou do lado da virgem pura. Que pensamento solene é este que toda a pessoa que está lendo estas palavras, agora, estarão em uma categoria ou na outra. Lá não existirá coluna do meio. Será o campo dos que estão salvos, ou o campo dos que estão perdidos. O profeta olhou para um lado e viu o ódio de DEUS sendo derramado sobre àqueles que tinham a marca da bêsta. (Apocalipse 14:10,11). Depois ele olhou para o outro lado e disse: “Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de DEUS e a fé de Jesus”. Apocalipse 14:12. A experiência da fé – a experiência de Jesus – que produz obediência aos Seus mandamentos, é a distinção chefe entre os seguidores de Cristo e os seguidores da besta.

 

O SISTEMA PROSTITUTO

Desde que a maior parte de nosso estudo é focalizado neste falso sistema religioso o qual gradativamente evoluiu da apostasia da igreja primitiva, nós devemos ler a total descrição da “grande protituta”, como foi descrita por João. “E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo-me. Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas; Com a qual se prostituiram os reis da terra: e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua prostituição. E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e tinha sete cabeças e dez chifres. E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ourro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição; E na sua testa estava escrito o nome: MISTÉRIO, A GRANDE BABILÔNIA, A MÃE DAS PROSTITUIÇÕES E ABOMINAÇÕES DA TERRA.  E ví que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das tetemunhas de Jesus. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração”. Apocalipse 17: 1 – 6.

Não é exagerar, observar que nossa eterna salvação poderá muito bem depender de uma própria identificação deste corrupto sistema religioso. O Revelador declarou que: “Todo o mundo se maravilhou após a besta.” Apocalipse 13: 3. Não temos tempo para construir uma lista persuasiva de uma característica Bíblica da força da bêsta, neste estudo, mas isto foi tratado em sua totalidade, num outro livro por mim traduzido, intitulado: ‘A Besta, O Dragão e a Mulher’. Aqui, nós iremos considerar a evidência contextual de Apocalipse 17 para identificar a mulher decaída e suas filhas que receberam o nome de ‘Babilônia’.

Vamos conservar estes pontos claros, numa perspectiva lógica, na medida em que nós olhamos os fatos revelados. Primeiro: a mulher, nos tem sido mostrado, representar um sistema religioso, ainda que falso. Segundo: ela está sendo suportada por uma bêsta-como-um-dragão, com sete cabeças e dez chifres. Quem é esta besta segurando a mulher? De novo, nós não podemos exaurir estas evidências, por falta de tempo, mas o verso 9 nos dá uma dica muito forte. “ As sete cabeças são sete colinas, sobre as quais a mulher está sentada”.

Estas palavras atacam uma corda muito familiar para nós. Qual é a cidade que está construída sobre sete colinas? O antigo pagão Império Romano teve o seu centro na cidade de Roma, a qual se espalhava através das sete colinas, na costa do rio Tiber.  Mesmo que esta misteriosa besta involva mais do que a pagã Roma, nós temos suficiênte evidências de que Roma foi definitivamente parte desta, a qual deu suporte para este protituto sistema religioso. Isto nos leva à pergunta; Que igreja recebeu o suporte do pagão império Romano? Somente uma, é claro, e esta foi a Igreja Católica, da qual o seu cabeça, o papa, assumiu o título de “Maximus Pontífice”, como o direto sucessor dos Cesares Romanos.

A segunda linha de evidência a qual também aponta para o papado, é encontrada no verso 6. “E ví que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das tetemunhas de Jesus”.  A história revela que somente uma igreja desencadeou uma guerra em frenezi contra os fiéis cristãos. De acordo com as mais conservativas esimativas, mais de 50.000.000 (Cinquenta milhões) de mártires foram assassinados, vítimas da terrível perseguição; “a inquisição da Igreja de Roma”. Ela foi realmente uma igreja perseguidora. Múltiplas evidências, incluindo declarações da própria igreja, poderiam ser apresentadas para suportar esta particular marca de identificação.

Outra interessante dica, nós encontramos no verso 4: “E a mulher estava vestida de púrpura e escarlate”. Qualquer pessoa que tenha visitado o Vaticano pode confirmar que estas são as cores em evidência nas cercanias da Praça São Pedro. Os Cardeais com seus robes vermelhos, são os mais frequentes visitantes do sistema papal e do estado do Vaticano.

João observa mais adiante que a mulher estava adornada de ouro, pedras preciosas e pérolas.  Que contraste para com a simplicidade da mulher pura de Apocalipse 12, a qual não tem adornos artificiais nenhum. – somente a glória dos raios da sua luz. Através da Bíblia, jóias e artigos de adornos são usados simbolicamente como indicação de apostazia e infidelidade. (Com tais negativas conotações espirituais, o verdadeiro cristão deveria evitar a vaidade deste display orgulhoso e carnal).

Passando, nós deveríamos notar também que a besta, na qual a prostituta estava sentada tem dez chifres. O anjo explicou depois, nestas palavras: “E os dez chifres que viste são dez reis, que ainda não receberam o reino, mas receberão poder como reis por uma hora, juntamente com a besta. Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta. Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão os que estão com ele, chamados, e eleitos, e fiéis. E disse-me: As águas que viste, onde se assenta a prosituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas. E os dez chifres que viste na besta são os que aborrecerão a prostituta, e a porão desolada e nua, e comerão a sua carne, e a queimarão no fogo.” Apocalipse 17:12-16.

Este cenário profético é realmente muito interessante.  Desde que o número dez representa a perfeição humana, assim como o número sete representa a perfeição divina, nós podemos reconhecer nesta profecia uma confederação universal de governadores de toda a terra, dando suporte à besta por um certo período de tempo. Exatamente como a Roma pagã foi uma das maiores forças políticas, passando o seu poder e força para o sistema papal, agora nós vemos, no final dos tempos, um ajuntamento de todos os reis da terra em suporte aos reclamos Católicos. João declarou que: “Todo o mundo se maravilhou após a besta.” Apocalipse 13:2.

Mas uma mudança estava para acontecer, justo antes do julgamento da grande prostituta. Os reinos da terra, aparentemente, reconheceriam que eles foram ludibriados por este sistema da ‘Grande Babilônia’, e que oportunamente retirariam o seu suporte a este sistema. A linguagem profética leva-nos a crer que bem no final, eles violentamente, se tornam contra a mulher “e fazem ela desolada… e queimam ela com o fogo.”

Isto nos ajuda a entender outra narrativa simbólica da experiência da mulher. Embora ela estivesse sentada sobre muitas águas, “estas águas eventualmente seriam secadas.” Apocalipse 16:12. O anjo explicou: “As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, nações, e línguas.” Apocalipse 17:15.

Quando aquelas águas, de pessoas e nações voltarem atrás de seu suporte, será o verdadeiro enxugamento das águas, as quais mantém a mulher em sua posição. Os detalhes deste futuro acontecimento é impossível de definir em miúdo, mas a larga gravura se detém claramente em frente de nós, na linguagem do profeta.

 

A TAÇA DOURADA
DA PROSTITUTA

Agora, nós precisamos dar uma atenção mais de perto no conteúdo desta taça dourada das mãos da prostituta. Nós já estabelecemos a natureza espiritual destas abomináveis fornicações. Uma igreja só pode possuir tais infidelidades em tornando suas costas para as leis de seu marido, o qual é Cristo. Sem questão alguma, o copo se torna cheio de doutrinas e práticas sem fundamento Bíblico nenhum. Muitos deles são fácilmente identificados, porque eles foram subsequentemente absorvidos por outros corpos religiosos. Destes, nós teremos mais para dizer um pouco mais adiante.

Nesta taça pode ser encontrado: o respingar da água benta, ao invés do batismo. Aqui está um costume que nunca foi autorizado e/ou reconhecido por nosso Senhor.  Quando Jesus falou do batismo, Ele usou uma palavra especial que só pode ter uma possível definição. Isto não pode conotar a respingar ou a parcial efusão de água.  Isto literalmente significa submergir o corpo totalmente sob a água.

Também dentro desta taça está incluído os ensinos da guarda do Domingo, ao invés da observação do Sábado. Em lugar algum da Bíblia tem sido a grande Lei, escrita pela mão de DEUS, sido abrogada, ou trocada. Jesus guardou o Sábado do sétimo-dia, como era o Seu costume, “E não sabia absolutamente nada sobre a observância do primeiro dia da semana.” Lucas 4:12. O dia pagão “dia do sol”, foi adotado muito depois da era dos apóstolos em ordem para acomodar o massivo influxo dos Mitraísticos adoradores do sol, e seu professo ‘convertido’ pagão imperador Constantino.

O maior elemento, dentro desta taça, seria sem dúvidas o conceito Greco-pagão de que espírito imortal do homem, naturalmente, mediante a sua morte, retira-se para a eternidade, ou então para o punimento eterno. A verdade é que a Bíblia em lugar nenhum fala ou ensina sobre a imortalidade da alma. Jesus chamou a morte de um ‘sono’.  De acordo com Sua doutrina, o que existe é um sono da morte, inconciente, um sono da morte, na sepultura, sem sonho do qual todos serão acordadados no dia do julgamento para receber a vida eterna ou a morte eterna. “Não vos maravilheis disto; porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação.” S. João 5:28, 29.

Jesus também contradisse uma outra tradicional falácia que está dentro desta taça de abominações. A doutrina do tormento eterno em um infindável e furioso inferno tem sido responsável pelo afastamento de inumerável multidão da graçiosa provisão de um amável Salvador. De novo, as palavras de Jesus, são claras e sem ambiguidade: “E não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e corpo.” Mateus 10:28.

Este texto estabelece acima de qualquer questão com a mais alta autoridade de que a alma é subjeta à morte. Somente os justos recebem o prêmio da vida eterna. “O Salário do pecado é a morte.” Romanos 6:23. “A alma que pecou esta deve morrer.” Ezequiel 18:4. “Porque eis que aquele dia vem ardendo como forno; todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como palha; e o dia que está para vir os abrasará, diz o Senhor dos Exércitos, de sorte que lhes não deixará raíz nem ramos. Mas para vós, que temeis o meu nome nascerá o sol da justiça, e salvação trará debaixo das suas asas; e saireis, e crescereis como os bezerros do cevadouro. E pisareis os ímpios, porque se farão cinza debaixo da planta de seus pés, naquele dia que farei, diz o Senhor dos Exérçitos.” Malaquias 4:1-3.

O consistente testemunho das Escrituras apontam para a final execução do julgamento sobre os ímpios num lago de fogo. Esta será a morte eterna, da qual não haverá nenhum sobrevivente ou ressurreição. Desde que a alma não é imortal por natureza, todos os ímpios irão sofrer de fato, assim vividamente descrito por Jesus, “destrói a ambos, a alma e o corpo, no inferno.”

 

O NOME DA PROSTITUTA

Estes e numerosos outros “ismos’ e perversões da verdadeira doutrina podem ser identificados na misteriosa taça da prostituta. Todos eles constituem a deslealdade e infidelidade à espiritual relação, a qual todo o verdadeiro cristão deveria sustentar em Cristo. Isto é o porquê que esta mulher carrega o nome em sua testa “Mistério, Babilônia a Grande, a mãe das prostituições e as abominações da terra.” Que título!

A palavra ‘Babilônia’, denota confusão. Isto originou-se com a Torre de Babel, onde DEUS confundiu as línguas e dessa maneira eles não se entendiam uns com os outros. Nós estamos falando de vozes guturais. DEUS chama esta mulher “Babilônia” por causa de sua não-santa mistura de verdade e erros, “os quais fazem com que os habitantes da terra sejam feitos embriagados com o vinho de sua fornicação.” Em outras palavras, o mundo inteiro será contaminado e confundido com os seus ensinamentos e doutrinas.

Mas agora, vamos dar uma olhada neste decorado nome um pouco mais de perto. Note que isso é óbviamente um nome de família, porque ela tem filhas; e elas são chamadas de prostitutas, exatamente como a sua mãe. Tendo estabelecido que mulher simboliza a igreja nestes escritos proféticos, nós agora inquirimos a respeito da identidade destas ‘filhas’. Desde que elas são culpadas de infidelidade também, nós temos que concluir que elas são igrejas que partilham das mesmas falsas doutrinas as quais constituem a fornicação espiritual. Em outras palavras, elas beberiam da mesma taça dourada com suas não-escriturais porções de um pseudo-Cristão ensinamento. Que igrejas poderiam ser representadas por estas ‘filhas’?  Desde que a mãe tem sido identificada como a Igreja Católica, nós temos que olhar para outros corpos religiosos que surgiram da igreja-mãe, a Igreja de Roma e trouxeram junto com elas algumas das confusas doutrina desta igreja.

Ninguém pode escapar da conclusão de que aquelas filhas são Protestantes igrejas que herdaram muitas dessas doutrinas vazias e tradições de sua antecessora, a Igreja Católica Romana. Quer nós queiramos ou não, nós temos de admitir que muitas das mais populares doutrinas destas estabelecidas igrejas Protestantes estão enraigadas neste quase-cristão iluminado período quando a pós-apostólica igreja estava sendo inundada com estas pagãs influências.

A única coisa que precisamos é somente dar uma olhada para um exemplo da lei moral, para vermos o quão sériamente esta infiltração afetou os ensinamentos da igreja, ambas, de antes e agora. Com as mais explícitas palavras dos 10 Mandamentos em frente deles, “O Sétimo-dia é o Sábado do Senhor teu DEUS, neste dia não farás nenhuma obra,” Aqueles líderes da igreja primitiva entregaram-se ao clamor político para aceitar os milhões de antigos adoradores do sol, os quais não queriam se desfazer de seus costumes pagãos de adoração e adorar ao sol no primeiro dia da semana. – um dia em que eles haviam nomeado para ser o dia de adoração ao seu deus, o venerável deus-sol.

A hierarquia da Igreja Católica simplesmente trocou o dia de adoração do sétimo-dia para o primeiro dia, sob os auspícios de que DEUS lhes havia dado autoridade para tal troca. Milhões de Protestantes continuam com esta alterada prática, ainda que isto se ancore no ilegítimo ato do sistema da apostatada Igreja Católica. A nenhum lider humano de igreja, seja bisbo, pastor, ou papa, tem sido dado o poder ou autoridade para trocar a grande moral lei do universo, os 10 Mandamentos.

Isto não é interessante de que as filhas segamente seguiram a maioria das práticas da compromissada Igreja Católica, ainda que elas mesmas tenham propriamente identificado a Igreja Católica como a força do anticristo da profecia?  Como pode ser isto?  Porque foi assim tão fácil aceitar alguma coisa, que era assim tão flagrante violação do plano comando de DEUS?  Talvez a resposta para esta questão vai ser mais aparente na medida em que nos seremos confrontados com um comando conciso e específico. Nós tornamos agora para o núcleo desta tremenda profecia e fazemos a seguinte questão: O que DEUS pensa a respeito dessa mulher e suas filhas?

 

A CHAMADA PARA SAIR PARA
FORA DE BABILÔNIA

A resposta é encontrada nos primeiros versos de Apocalipse 18. Alí também encontramos o comando de DEUS, o qual poucos estão ligando em nossos dias. “E depois destas coisas vi descer do céu outro anjo, que tinha grande poder, e a terra foi iluminada com a sua glória. E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e coito de todo o espírito imundo, e coito de toda a ave imunda e aborrecível. Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituiram com ela; e os moradores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias. E ouví outra voz do ceú, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e DEUS se lembrou das iniquidades dela.”  Apocalipse 18: 1-5.

Um exame mais de perto destes versos, revelam que uma especial mensagem está sendo proclamada a qual irá profundamente afetar todos os cantos da terra. Sob o símbolo de um poderoso quarto anjo, o aviso soa contra o falso evangelho que está sendo comunicado por esta mulher e suas filhas. Não somente está ela espiritualmente caída dos favores com DEUS, mas seus vinho de doutrinas deceptivas as tem colocado em uma não-santificada aliança com os príncipes da terra. Todas as nações são representadas como cometer fornicação com ela por darem suporte à suas falsas doutrinas e ensinamentos. Eles usam o ilícito relacionamento para sua própria política vantagem, e ficam ricos através de sua abundância de delícias.”

Mas de repente, a mensagem do quarto anjo é interrompida por uma ainda mais urgente voz a qual soa vinda dos céus.

Desta vez não existe dúvida nenhuma sobre quem está dando esta mensagem a qual vai de uma extremidade à outra dos céus. DEUS está falando! E Ele está falando a um grupo exclusivo. Ele próprio se dirige a este grupo, dizendo; “meu povo.”

Aqui está as exatas palavras: “E ouví outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.” Apocalipse 18:4. Agora a gravura começa a ficar mais distinta. Existe um povo sincero em todas estas denominações e/ou igrejas representadas pela prostituta e suas filhas. Porque eles tem sido fiéis à luz que tem sido revelada a eles, DEUS estende um final convite de misericórdia. Mas que mensagem! Isto é sem dúvida uma das mais chocantes e revolucionárias chamadas, jamais ouvida pelo ouvido humano.

O que isto significa?  Existe somente uma resposta. Aqueles corpos religiosos representados pelo decaído sistema da ‘Babilônia’ se colocaram tão distante dos verdadeiros fundamentos Bíblicos, que DEUS já não pode mais reconhecê-los como Seus. Em escolhendo as tradições do homem sobre os mandamentos de DEUS, eles próprios se tornaram desqualificados como disponíveis pastores do rebanho de DEUS. Quase que em todas as cruzadas, membros vem até mim, de uma variedade muito grande de igrejas, chorando e perguntando o que eles devem fazer a respeito de suas igrejas e seus pastores. Ao invés de receber conselhos de amor e respostas Bíblicas, eles estão sendo ensinados a quebrar a lei de DEUS. “OS DEZ MANDAMENTOS foram pregados na cruz. Voce não precisa guardar o Sábado hoje em dia. Voce pode escolher qualquer outro dia de descanso e adorar,” eles são ensinados.

Apostasia e traição tem alcançado os seus límites, quando líderes confortam o povo em sua prática de pecados. DEUS disse: OK meu povo; acabou. Voces não podem mais permanecer em adoração em uma igreja que está totalmente decaída espiritualmente que chega a ensinar-te a quebrar minha santa lei. Saia desta confusão.” Que temível e emocionante comando para as pessoas que ouvem este chamado pela primeira vez, e quão facil é se identificar com seus mixtos sentimentos. Eles amam suas igrejas. Suas mais profundas raízes e memórias revolvem sobre seu ministro – batismo, casamento, e compromissos. E mesmo que eles reconheçam a apostasia e a necessidade de separar, este é um dos mais árduos comando para se obedecer.

Quão estranho é isto, que a mais forte e a mais condenatória linguagem na Bíblia é usada contra o povo religioso. Jesus pronunciou terrível julgamento sobre os Fariseus os quais pretendiam ser tão justos enquanto violavam todo o pricípio da verdade. Similarmente, DEUS fala novamente diretamente dos céus, contra aqueles que professam Seu nome, enquanto que concientemente estão a transgredir Seus mandamentos. Seu extremo desprazer é revelado contra ambos grupos religiosos – Hipócritas, sepulturas caiadas, geração de víboras, casa de todo espírito falso, habitação de demônios, covil de toda ave imunda e desprezível. – estas são algumas das condenações que Ele tem levantado contra eles. São elas justificáveis?  Porque tão grande reação contra aqueles que são assim tão religiosos?

A resposta para esta questão é importante.  Estas igrejas – todas elas – tem permitido que populares tradições do homem tenham populado em seus meios. Auto-negando verdades de Sua Palavra e Sua lei. Rejeitando o Sábado do Senhor em favor de um substituto pagão, eles tem sido culpados de concordar com o pecado em vez da justiça. Jesus disse: “Em vão eles me adoram, ensinando doutrinas, ensinando mandamentos que são preceitos dos homens.” Mateus 15:9.

Quem é então Babilônia e suas filhas?  Qualquer contemporânia igreja que ensine contrário ao que Jesus ensinou. Erros e “ismos” podem ser multiplicados, mas a mais alta das abominação foi alcançada em dando um deliberado encorajamento à quebra da grande lei moral de DEUS. Em ensinando o homem a quebrar o Sábado, o sinal e o selo de nossa salvação e descanso em Cristo, as igrejas tornaram-se os destruidores do povo de DEUS. Muito breve estas mesmas igrejas se tornarão tão amargas contra povo de DEUS que eles emprestarão sua influência para forçar uma obediência mediante uma legislação religiosa. Para tais organizações, nehum filho de DEUS pode dar suporte. Isto seria o equivalente a subscrever ao mesmos errôneos credos e ações destes grupos de igrejas.

Não é de se admirar então que DEUS ecoa esta radical chamada. “Sai dela povo meu. Voce deve abandonar estas igrejas que tem rejeitado minha lei.” Mas para onde devem eles ir quando eles saírem das decaídas igrejas?  Quer DEUS que eles agora sejam sem raízes, sem igreja, sem pastor, e sem grupo de adoração?  Não, realmente não. Certamente como existe a mulher prostituta na profecia, representando uma falsa religião, também existe uma mulher pura, a qual simboliza a verdadeira igreja de Jesus Cristo.

 

A MULHER DE BRANCO

Nós somente temos tempo par uma rápida olhada em Apocalipse 12, onde a excitante história da verdadeira igreja é registrada. Um completo e profundo estudo é encontrado num outro livro, por mim traduzido, entitulado: “EM BUSCA DA VERDADEIRA IGREJA”.

João começa sua narrativa da mulher em branco com esta descrição: “E viu-se um grande sinal no Céu:  uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça. E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ãnsias de dar à luz.” Apocalipse 12:1-2.

O restante deste capítulo segue o curso desta linda mulher grávida e seu filho. Parando sobre a gloriosa luz da era do Novo Testamento, com o símbolo dos doze apóstolos em sua cabeça, ela está para dar à luz a um bebê.  Um terrível dragão vermelho para em fronte dela, para destruir a criança tão logo ela nasça. Mas o bebê menino engana o dragão. Mais tarde ele é levado para o trono de DEUS. Quem foi este menino? João declara que ele foi o regente de todas as nações da terra; portanto nós temos que concluir que foi Jesus. Ele foi também o único que foi levado p’ra cima junto ao trono de DEUS.

Depois disso, a mulher, a verdadeira igreja, fugiu para o deserto e se manteve escondida por 1260 dias. Desde que um profético dia é igual a um ano literal, a mulher tinha que permanecer escondida por 1260 anos. (Ezequiel 4:6).  A história confirma que o período total do domínio papal, durante o qual os santos verdadeiros foram perseguidos, foi de 538 D.C. até 1798 D.C.. Durante este período negro da Idade-Média, a Bíblia foi suprimida, e a verdadeira igreja não poderia aparecer para o mundo.

No entanto, no final dos 1260 anos, ou algum tempo depois de 1798, a verdade emergiria de seu esconderijo. João provê uma dramática descrição dessa mulher que eventualmente apareceria bem no final dos tempos, e como Satanás estaria em sua contínua e incessante luta em fazer silenciar seu testetemunho da verdade para o mundo. “E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao resto da sua semente, os que guardam os mandamentos de DEUS, e tem o testemunho de Jesus Cristo.” Apocalipse 12:17.

Este verso contém uma das mais excitantes revelações da Bíblia. Ele revela que o remanescente, a última parte, da verdadeira igreja será caracterizada pela obediência aos Mandamentos de DEUS. A mulher de Escarlate de Apocalipse 17 afastou-se das leis de DEUS, rejeitando o Sábado, e espiritualmente adulterou as doutrinas com tradições do homem. Agora a brecha é restaurada, ou curada e a verdade original está sendo restaurada pela última parte da semente da mulher pura, a igreja remanescente.

Finalmente a profecia de Isaías será cumprida: “E os que de ti procederem edificarão os lugares antigamente assolados; e levantarás os fundamentos de geração em geração; e charmar-te-ão reparador das roturas, e restaurador de veredas para morar. Se desviares o teu pé do Sábado, de fazer a tua vontade no meu santo dia, e se chamares ao Sábado deleitoso, e santo dia do Senhor digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falar as tuas próprias palavras. Então te deleitarás no Senhor, e te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do Senhor disse.” Isaías 58: 12-14.

Assim o círculo total da apostasia tem sido descoberto. Desde a semente da mulher em Gênesis 3:15 até a semente da mulher de Apocalipse 12:17, a verdadeira tem sofrido a pressão desta incansável guerra contra a confusão de doutrina. No combate final, a mulher de escarlate muitas vezes parece estar prevalecendo com um suporte da maioria, mas o pequeno e fiél remanescente da mulher em branco os quais “Guardam os mandamentos de DEUS” finalmente triunfam. E mesmo com essa força descomunal desta besta descrita no livro de Apocalipse, é o Cordeiro ferido que prevalece no final.

Que nós possamos todos, através do sangue do Cordeiro, reunirmos no Monte Sião, o lugar de nosso refúgio e descanso eterno.

09
May

Armagedom

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Cover illustration by Ademir P. Soares
Cover Design by Ademir P. Soares

“Lança teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás”. Eccl. 11:1 

Armagedom

A assinatura do tratado de paz entre Egito e Israel, em 26 de Março de 1979, marcou um emocional momento na história do Oriente-Médio. Depois de anos de amarga animosidades pontuadas por conflitos militares, uma nação Árabe e uma nação Judia se abraçam com promessas de paz de ambos os lados.
O que isso isso significou para o pequeno bolso de Zionismo, o qual a luta pela sobrevivência tem conseguido o apoio dos Estados Unidos com suporte financeiro? Sadat, antes de sua morte, foi incapaz de prover a segurança e a paz permanente, que tem iludido os Israelitas desde os tempos de Abraão. A resposta para o dilema Israelita é claramente revelada nas fantásticas profecias da Bíblia.
De acordo com a Palavra de DEUS, Israel não irá encontrar uma verdadeira libertação de seus inimigos até que isso lhe seja assegurado pelos Reis do Oriente. Sua última batalha ainda não foi lutada. O livro de Apocalipse descreve a aliança com aluguns poderosos defensores os quais finalmente destroem os opressores de Israel e estabelecem sua eterna segurança. A estes aliados lhe são dado o títulos enigmáticos de “Reis do Oriente”, em Apocalipse 16:12. Eles, atualmente intervém para liberar Israel durante a guerra do Armagedom, descrita na Bíblia como o final conflito a ter efeito no planêta Terra. Todas as nações estarão envolvidas nesta batalha, mas Israel será o único vitorioso.
Nosso objetivo nesse estudo é responder inúmeras questões, as quais sejam: Qual é a natureza desta final batalha do Armagedom? Como que todas as nações da terra estarão envolvidas nesta batalha? Como é possível que somente um grupo, o povo de Israel, ser o sobrevivente deste terrível holocausto? Quem são os miteriosos Reis do Oriente, que em efeito lhes trazem esta vitória? E finalmente, como Israel e libertado de seus inimigos pelo secamento do rio Eufrates, como descrito em Apocalipse 16:12? Primeiro de tudo, nós precisamos descobrir se a presente nação de Israel é a mesma nação de Israel a qual está designada no livro de Apocalipse como o povo de DEUS. Algumas tremendas profecias são encontradas neste livro, a maioria delas concernentes com o salvamento de um grupo constantemente em batalha, um grupo remanescente de fiéis seguidores de Jesus Cristo. Estes seguidores são algumas vezes referidos como as “tribos de Israel” e falados a respeito como no contexto do costume judáico. Quer isso dizer literalmente que a nação de Israel – esta que está lutando com tanques e bombas – irá completamente ter um revez e se tornar cristã? Irão eles deixar de lado sua ambição Zionista de matar seus atacantes e desposar os princípios do sermão da montanha – aquele que fala de amar o seu inimigo e de tornar a outra face?
Milhões de estudantes da Bíblia acreditam que este tipo de espetacular conversão tem te ter efeito em ordem para que se cumpra a profecia Bíblica. Eles baseiam sua fé e seus estudos sobre o que é encontrado nos livros de Jeremias, Ezequiel, Isaías, etc…, referentes à restauração de Israel e seu final triunfo. Estão eles corretos? É isso verdade que os profetas pintaram uma gravura com brilhantes palavras sobre o futuro de Israel e registraram suas muitas promessas sobre a autoridade de Israel sobre as outras nações. Mas é o Israel do Antigo Testamento o mesmo Israel do livro de Apocalipse? Foram as promessas incondicionais e irrevogáveis? Irá o literal e carnal decendente de Abraão volver em massa para o Messias, ser restaurado como nação e salvo como povo?

CONDICIONAIS PROMESSAS A ISRAEL

Um cuidadoso estudo da Bíblia revela-nos que aquelas promessas do Antigo Testamento não eram incondicionais, sobre hipótes alguma. Repetidamente a nação de Israel foi admoestada sobre as terríveis consequências da desobediência. Ambas, bençãos e maldições foram postas à sua frente, dependendo em obediência ou desobediência. Por causa de um contínuo caminho de rebelião. DEUS permitiu que eles fossem dizimados quase que à extinção e espalhados e levados cativos ao império Babilônico por setenta anos. Muitos profetas foram erguidos por DEUS para falar-lhes com antecedência de seu retorno desta captividade. Alguns modernos comentaristas tem cometido o engano de aplicar estas profecias de restauração a um futuro ajuntamento de Israel. Eles se recusam a ver que a restauração falada pelos profetas Isaías e Jeremias já tiveram efeito e foram cumpridas.
Aqui, nós não temos tempo nem espaço para registrar uma fração dos inúmeros tratos e rejeições feitas a Israel. Um após outro, DEUS deu avisos a Israel, como este: “E se tu andares perante mim como andou Davi teu pai, com inteireza de coração e com sinceridade, para fazeres segundo tudo o que te mandei, e guardares os meus estatutos e os meus juízos, Então confirmarei o trono de teu reino sobre Israel para sempre, como falei acerca de teu pai Daví, dizendo: Não te faltará varão sobre o trono de Israel. Porém se vós e vosos filhos de qualquer maneira vos apartardes de mim, e não guardardes os meus mandamentos, e os meus estatutos, que vos tenho proposto, mas fordes e servirdes a outros deuses, e vos curvardes perante eles, Então destruirei a Israel da terra que lhes dei; e a esta casa, que santifiquei a meu nome, lançarei longe da minha presença; e Israel será por ditado e mote, entre todos os povos.” I Reis, 9:4-7.
Finalmente, como relatado através do profeta Daniel, DEUS estabeleceu um período de provação, de 490 anos para o povo Judeu, para ver o que eles fariam a respeito do Messias (Daniel 9:24). Este período profético de 70 semanas (um dia por um ano – Ezequiel 4:6) começou com a ordem para a restauração e construção de Jerusalém, (decreto de Artaxerxes em 457 B.C., Esdras 7:11) e terminou em 34 D.C. Neste mesmo ano o evangelho começou a ser pregado para os gentios, Estevão foi apedrejado, e Paulo foi em frente em seu ministério de apresentar o evangelho aos não-Judeus. A ocasião marcou a formal e final separação de Israel em relação ao antigo concerto.
Jesus já havia explicado aos líderes, na linguagem mais clara possível que a sua (do povo de Israel) rejeição com relação a Ele, iria selar a sua (povo de Israel) própria rejeição como filhos do reino. “Portanto Eu vos digo que o reino de DEUS vos será tirado, e será dado uma nação que dê os seus frutos.” Mateus 21:43.
Não existe mistérios, do porquê que centenas de expecífica promessas do Antigo Testamento nunca foram cumpridas com Israel. Eles falharam totalmente em preencher as condições de obediência. De outra maneira, eles teriam herdado a terra, teriam sido libertados de todos os seus inimigos, e feito de Jerusalém o centro de adoração de todas as nações.

QUEM É O VERDADEIRO ISRAEL?

A grande questão é esta: Irão as promessas de DEUS falhar, somente porque os literais decendentes de Abraão não satisfizeram as condições do antigo concerto? Foram as promessas transferidas para esta outra “nação”, a qual Jesus disse o reino seria dado? Ou devemos nós por a nossa fé em uma futura reviravolta na qual irá restaurar a Israel nacional em favor com DEUS? Todos estes pontos serão completamente clarificados no momento em que nós estabelecermos uma regra básica de interpretação Bíblica. Sem este princípio em mente, ninguém pode propriamente entender os livros de Daniel e Apocalipse, nem tampouco identificar o verdadeiro Israel de hoje.
Eis aqui a regra: Existe uma primária, local e literal aplicação da profecia, a qual aponta a uma futura, mundial e espiritual aplicação. Em aplicando este princípio às Escrituras do Antigo Testamento, não existe absolutamente confusão nenhuma em localizar o lugar de Israel na profecia e na história.
Todas as gloriosas promessas foram primariamente reclamadas mediante uma imediata benção que DEUS queria dar à nação. Mas em um segundário senso, elas apontavam à frente, a um maior acontecimento espiritual, um preenchimento a nível mundial. Ainda que as promessas locais falhassem, quando Israel falhou em cumprir fielmente a sua parte do pacto, as promessas nunca foram anuladas ou retiradas. Elas serão honradas, mas somente para aquela nação a qual Jesus disse; terá que substituir os Judeus como recebedores do reino. Quem é esta nação e povo? O Novo Testamento está saturado com as mais explícitas declarações com relação a quem é “O Novo Israel”.
Pedro descreve assim: “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; Vós, que em outro tempo não éreis povo, mas agora sois povo de DEUS; que não tinheis alcançado misericórdia, mas agora alcançaste misericórdia.” I Pedro 2:9,10. Aqui está uma nova nação, a qual substitue a nação de Israel. Os Gentios os quais irão receber o verdadeiro Messias agora entram em um Novo Concerto, ratificados pelo sangue da cruz, e passam a ser o o verdadeiro Israel Espiritual de DEUS. Aqueles que não eram povo de DEUS, passam a ser a Sua “Santa Nação.”
Irão eles receber as mesmas promessas que foram oferecidas aos decendentes de Abraão? Certamente, a Bíblia diz que eles são contados como a atual semente de Abraão. “E se sois de Cristo, então sois decendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa.” Gálatas, 3:29. Paulo descreve mais claro ainda em Romanos 9:8, “Isto é: Não são os filhos da carne que são filhos de DEUS, mas os filhos da promessa são contados como descendência.” Outa vez Paulo escreve em Romanos 2:28,29. “Porque não é Judeu o que o é exteriormente, nem é circuncisão a que o é exteriormente na carne. Mas é Judeu o que o é no interior, e circuncisão a que é do coração, no espírito, não na letra: cujo louvor não provém dos homens, mas de DEUS.” Note que o verdadeiro Israel será caracterizado pela circuncisão do coração e não da carne. O que é a circuncisão do coração? “Na qual também estais circuncidado com a circuncisão não feita por mão no despojo do corpo da carne: a circuncisão de Cristo.” Não perca o significado deste texto. Assim como o Antigo Concerto foi representado pelo corte da carne física, assim o Novo Concerto será exemplificado pelo corte da natureza carnal do pecado. Em outras palavras, todos os que aceitam a Cristo e tem a experiência do Nascer-De-Novo, são os verdadeiramente circuncisados e únicos e verdadeiros Judeus. E de acordo com Paulo, eles também irão herdar as promessas feitas a Abraão.

Depois da Crucifixão de Cristo, não existe indicação nenhuma de que os Judeus literais fizeram algum acordo e reconhecidos como filhos de DEUS. Isto é verdade, que as portas foram deixadas abertas através das pregações dos apóstolos até 34 A.D. o final da profecia das 70 semanas (falada por Daniel). Mas depois desta data nenhum reconhecimento é feito a Israel como nação. Israel, daqui por diante, O Povo de DEUS, será composto de todos aqueles que aceitam o Salvador, quer seja Judeu, quer seja Gentio. As sombras e terminologias do Antigo Testamento continuam sendo usadas, especialmente no livro de Apocalipse, mas Israel é agora a igreja.
Assim nós podemos ver que de maneira nehuma, existiu falhas com relação as promessas. Elas simplesmente foram transferidas ao verdadeiro “Israel Espiritual”, o qual é a igreja, feita de todos os que acreditam em Cristo. E as coisas que irão acontecer à verdadeira igreja, foram de antemão mostradas pelo que aconteceu ao antigo Israel em um senso literal. Vamos dar uma olhada a um simples exemplo deste princípio em operação.
No meio da descrição que Ezequiel pinta com relação a vitória de Israel sobre os seus inimigos e influência sobre as nações, ele começa por descrever o magnificente templo que seria construído. Muitos capítulos (40-48) são devotados às precisas medidas e apontamentos físicos do daquele templo. No entanto aquele templo jamais foi construído. Outros profetas referem-se ao programa de construção ou restauração de tal templo. Amós profetizou: “Naquele dia tornarei a levantar a tenda de Daví, que caiu, e taparei as suas aberturas, e tornarei a levantar as suas ruínas, e a edificarei como nos dias da anatiguidade.” Amós 9:11.
Muitos intérpretes modernos, aplicam esta promessa para uma futura construção de um templo físico. Mas o princípio Bíblico é de que existe um secundário e mundial cumprimento, o qual não é físico, mas espiritual. O Novo Testamento confirma isto em explanando como a profecia de Amós foi cumprida. “Simão relatou como primeiramente DEUS visitou os gentios, para tomar deles um povo para o seu nome. E com isto concordam as palavras dos profetas; como está escrito: Depois disto voltarei, e reedificarei o tabernáculo de Daví, que está caído, levantá-lo-ei das suas ruínas, e tornarei a edificá-lo.” Atos, 15:14-16.
Por favor, note como Tiago aplica a profecia do templo do Antigo Testamento à Igreja atual! O templo físico passou agora a ser o templo espiritual da igreja, constituída dos Gentios e verdadeiros crentes. Ninguém deveria estar olhando agora por um templo literalmente restauradoe construído. O corpo da igreja de Cristo é agora o templo. (I Corintios 3:16), e nós somos “as pedras vivas” desta “casa espiritual”. (I Pedro 2:5).
Alguns tem se sentido confusos por que muito das terminologias do Antigo Testamento é trazida para descrição da igreja do Novo Testamento – palavras como; reino, nação, Israel, templo, Jerusalém, Sião, tribos de Israel, etc…. Até mesmo Cristo, disse aos Fariseus, “Portanto eu vos digo que o reino de DEUS vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos.” Mateus 21:43. Esta é uma razão, os futuristas e dispensacionalistas acreditam que o livro de Apocalipse se referencia ao Judeu literal no moderno Israel. Mas não existe nenhuma causa para tal confusão. A explanação tem sido feita tão clara em muitos diferentes pontos que os escritores do Novo Testamento estavam cientes de que todos sabiam que a igreja havia substituído ao Israel nacional.

AS DUAS BABILÔNIAS

Na medida que entramos no estudo do Armagedom, isto é tremendamente importante que mantenhamos este grande pricípio de interpretação em nossas mentes. A vasta confusão em profecias, hoje, tem a ver com a ignorãncia deste pricípio. Deixe-me repetir uma vez mais que as profecias do reino, dada por Isaías, Jeremias, Ezequiel, etc…, tem uma aplicação dupla – uma para ser cumprida localmente; e a outra para ser cumprida em uma escala mundial, nos últimos dias. E a igreja toma o lugar da nação como “O verdadeiro e escolhido povo de DEUS”. Com esta retrospectiva, nós estamos preparados para estudar o subjecto do Armagedom. Este conflito final do final do mundo, está intimamente relacionado com os fatos que acabamos de constatar sobre o espiritual Israel e a secundária aplicação da profecia. Um mais fantástico paralelo existe entre o que aconteceu ao antigo Israel e os eventos concernentes ao Israel espiritual no livro de Apocalipse.
Ancient Israel Spiritual Israel
Jer. 50:33,34
Perseguido por Babilônia Rev. 17:6

Dan. 3:13
Obrigado a Adorar Imagem Rev. 13:15

Dan. 4:30
Chamada “Babilônia a Grande” Rev. 17:5

Jer. 51:13,14
Babilônia sentada em muitas as águas Rev. 17:1

Isa. 44:27,28
Socorrida— Euphrates Seco Rev. 16:12

Jer. 51:6-8
Chamado para for a de Babilônia Rev. 18:4

Isa. 45:1
Quem Socorre – chammado o ungido Dan. 9:25

Isa. 41:2, 25
Ambos vemdo Oriente Mat. 24:27, Rev. 7:2

Voce irá notar que o povo de DEUS tem as mesmas experiências, no Antigo Testamento e no Novo Testamento. Eles foram forçados a adorar imagems e foram socorridos por alguém que veio do oriente, o qual secou o rio Eufrates, para libertá-los. Com este largo quadro delineado existe muitas outras estonteantes similaridades entre os dois Israeis – um literal e o outro espiritual.
Isto é óbvio de que a igreja – O povo de DEUS dos últimos dias – será perseguida e ameaçada com pena de morte, justamente como o antigo Israel. No livro de Apocalipse eles são libertados da Babilônia espiritual em conexão com a batalha do Armagedom. “E o sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates; e a sua água secou-se, para que se preparasse o caminho dos reis do oriente. E da boca do do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha, naquele grande dia do DEUS Todo-poderoso. Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia, a guarda os seus vestidos, para que não ande nu, e não se vejam as suas vergonhas. E os congregaram no lugar que em hebreu se chama Armagedom.” Apoc. 16:12-16. Este versos são cheios de grande significado. Eles revelam que três poderosas forças serão utilizadas por Satanás para preparar o caminho para o Armagedom. Estes três – a besta, o dragão e o falso profeta – instigarão as forças políticas da terra para tomar parte nesta guerra. Isto é aparente que estes três são forças religiosas, pelo menos em suas reinvidicações, porque eles operam milagres para impressionar os governantes da terra. Milagres são somentes operativos no reino religioso.
Tempo e espaço não me permite que ofereça todas as evidências Bíblicas para mostrar como estes três símbolos incorporam toda a moderna forma de falsa religião. Rejeitando a autoridade da Lei de DEUS e escolhendo as amenidades das tradições pagãs e seus padrões de adoração, este combinado sistema eclesiástico irá exercer uma poderosa influência em ajuntar todo o mundo à batalha do Armagedom.

ARMAGEDOM – Satanás X DEUS

Antes de nós tentar determinar a identidade do “Rei do Oriente” e o que isto significa, “o secar do rio Eufrates”, nós temos que entender mais claramente o que o Armagedom realmente involve. As Escrituras descreve isto como o final e decisivo combate o qual chega ao climax da secular batalha entre Cristo e Satanás. O mundo inteiro é involvido porque boas e más pessoas estão espalhadas no mundo inteiro, em todas as nações da terra. Armagedom representa todo o esforço posto para fora por Satanás para tentar destruir o povo o qual não recusa a obedecer a DEUS, mesmo com ameaças de tortura e morte.
Armagedom é o climax de uma batalha que tem um programa de 6.000 anos, programado por Satanás para evitar que o povo de DEUS seja salvo. Como o adversário, em uma prória-busca da sua identidade, causou a ele a expulsão do céu, Satanás declarou seu objetivo em destronar DEUS e tomar o controle do Universo. Ouçam seu fanfarronar em Isaías 14:13,14; “E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das etrelas de DEUS exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, da banda dos lados do norte. Subirei acima das mais altas nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. E contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo dos abismos.”
Este incrível reclamo de Satanás expõe o coração de seu plano em colocar-se a si mesmo no lugar de DEUS. Em subverter a adoração dos subjetos de DEUS a si próprio, isto pareceria natural e necessário para Satanás, construir seu apelo envolto no aspecto religioso. Trabalhando com um disfarce de um falso sistema religioso de adoração, ele tem egendrado um astuto composto de verdade e falsidade através dos séculos. Sua obra-prima de decepção irá ocorrer no final-dos-tempos quando ele trabalhará através da força da besta para obrigar a marca de lealdade para com a besta de todas as pessoas do planeta. Aqueles que recusarem à marca serão sentenciados à morte, e assim o final obstáculo será removido para Satanás ter toda a criação como seus seguidores. Assim lê-se a planta dos planos e estrategia de Satanás.

DEUS HABITA EM SIÃO

Agora, notem novamente, onde Satanás queria sentar-se. Ele disse: “Eu também irei sentar no monte da congregação, nas bandas do norte.” Porque ele disse isso? Este ponto é muito importante. A expressão “monte da congregação” está sem dúvida nenhuma se referindo ao santo monte da habitação de DEUS. Através da Bíblia isto é falado como o monte Sião. “Formoso de sítio e alegria de toda a terra é o monte de Sião sobre os lados do norte, a cidade do grande Rei.” Salmos 48:2.
A coisa mais intrigante é que o “lugar de DEUS, o monte Sião” é localizado sobre os lados do norte. Agora nós entendemos porque Satanás queria sentar-se no monte da congregação, nos lados do norte. Lá é onde DEUS irá congregar o seu povo, Sua congregação. O monte de Sião é um lugar de segurança. Satanás quer destruir a congregação ou o povo de DEUS. Ele penetraria até mesmo nos eleitos de DEUS com seu sistema de decepção e com eles o trono de DEUS. O salmista disse: “Cantai louvores ao Senhor, que habita em Sião; anunciai entre os povos os seus feitos.” Salmos 9:11.
Origináriamente, Sião fora designado como uma local onde o templo estava localizado em Jerusalém. Mais tarde, isto passou a ser conhecido como o símbolo da cidade de Jerusalém. Isto também é aplicado através de toda as Escrituras como todo o povo de DEUS. Mas depois que os Judeus rejeitaram Jesus, o termo Sião passou a ter a designação de Igreja. Assim, no Novo Testamento isto já não é mais identificado como uma localilzação terrena, mas um povo – o povo da igreja a qual está espalhada através do mundo todo, ou então o local espiritual da presença e proteção de DEUS.
Através de toda a Bíblia, DEUS é descrito como juntando ou acolhendo Seu povo para Sião, onde eles podem estar em segurança com Ele. “Tocai a buzina em Sião, santificai um jejum, proclamai um dia de proibição; Congregai o povo, santificai a congregação, ajuntai os anciãos, congregai os filhinhos, e os que mamam; saia o noivo da sua recâmara, e a noiva do seu tálamo.” Joel 2:15-16. “E há de ser que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo; porque no monte de Sião e em Jerusalém haverá livramento, assim como o Senhor tem dito, e nos restantes, que o Senhor chamar.” Joel 2:32. Em Apocalipse 14:1 os remidos são retratados como sendo resgatados da força da besta do capítulo anterior e seguros no monte Sião. “E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte de Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, e em suas testas tinham escrito o nome dele e o de seu Pai.”
Mas enquanto que o programa de DEUS, tem um ajuntamento de Seu povo para Si, no monte Sião, Satanás também tem um programa de ajuntamento. Isto é o ajuntamento de suas forças para o Armagedom. “Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha, naquele grande dia do DEUS Todo-poderoso… E os congregaram no lugar que em hebreu se chama Armagedom.” Apocalipse 16:14-16. Este ajuntamento é para contra-atacar o ajuntamento que DEUS está fazendo de Seus santos no monte Sião. Joel também fala sobre o mesmo ajuntamento; “Ajuntai-vos e vinde, todos os povo sem redor, e congregai-vos (ó Senhor, faz descer alí os teus fortes!); Movam-se as nações, e subam ao vale de Jeosafá; porque alí me assentarei, para julgar todas as nações em redor… E o Senhor bramará de Sião, e dará a sua voz de Jerusalém, e os céus e a terra tremerão; mas o Senhor será o refúgio do seu povo, e a fortaleza dos filhos de Israel.”
Esta é uma outra descrição deste final conflilto, chamado Armagedom. O vale de Jeosafá é justamente outro título para o local da batalha. Isto irá involver todas as nações da terra. Os “ateus” é um termo usado para descrever aqueles que não são povo de DEUS. Satanás irá por em ordem, contra o povo de DEUS, todos os reis da terra e todos vís e maus que se opõe aos fiéis seguidores santos de DEUS. O Senhor estará envolvido nesta batalha. (“O Senhor soará de Sião”), porque Ele lutará pelo Seu povo. Em essência, este é a tremenda disputa entre Cristo e Satanás com seguidores de ambos os lados sendo envolvidos.
Aqui é onde nós chegamos ao coração deste subjecto. O verso chama a atenção para a palavra em Hebreu para Armagedom. Aparentemente, a palavra é enraizada no termo Hebreu “har moed,” o que significa “monte da congregação”, ou “monte da assembleia.” Voce se dá conta onde isto nos leva? Esta mesma palavra (har moed) foi usada por Satanás quando ele disse: “Eu irei também sentar-me sobre o monte da congregação.” Isto ata a batalha do Armagedom à original ameaça de Satanás em capturar e destruir a congregação de DEUS – no monte Sião. E a final tentativa deste ser malígno em levar a efeito suas ameaças atinge o fundo, até aos últimos eventos desta terra. João, o revelador, descreve isto, sob as seis pragas. Ele viu espíritos imundos saindo ao encontro dos reis da terra, fazendo milagres, e congregando eles para o Armagedom. Estes são forças reliosas trabalhando com o poder dos governos políticos e influenciando eles a destruir os fiéis seguidores de DEUS.
Se voce quizer ler esta emocionante descrição da parte que DEUS desempenha em Armagedom, estude Apocalipse 19. “E ví o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça. E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabía senão ele mesmo. E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e nome pelo qual se chama é a Palavra de DEUS. E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro. E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do DEUS Todo-poderoso.” Apocalipse 19:11-15. Muitas coisas se notam nesta gravura simbólica de Cristo e Sua segunda vinda. Os exércitos dos céus fazem guerra e esmagam as nações (verso 15). Estas são as nações as quais foram aguçadas pelos maus espíritos de Apocalipse 16:14, Cristo prevalece neste conflito do Armagedom. Note que esta batalha é descrita como a que pisa o lagar do vinho do furor da ira de DEUS. Em Apocalipse 15:1 as sete últimas pragas são designadas como “o ódio de DEUS.” Desde que a batalha do Armagedom é arranjada sob os eventos da sexta praga, e as pragas são chamadas o ódio de DEUS; e desde que os exércitos de Cristo fazem guerra pisando o lagar do vinho do furor da ira de DEUS, nós temos que concluir que Apocalipse 19 é a clara fotografia do Armagedom.
Incidentalmente, as taças da ira de DEUS, foram derramadas em toda a terra. “…Ide, e derramai sobre a terra as sete salvas da ira de DEUS.” Apocalipse 16:1. Isto é o porquê todas as nações estão envolvidas no Armagedom. Os bons e os maus de todo o mundo serão trazidos juntos a esta final batalha. Desde que o povo de DEUS está espalhado em todos os paízes, a terra inteira é falada como sendo afetada pelas pragas, uma das quais, é o Armagedom.

SECAMENTO DO EUFRATES

Agora nós estamos preparados para examinar Apocalipse 16:12 e deixar a Bíblia interpretar “o secamento do grande rio Eufrates” para preparar o caminho para “Os Reis do Oriente”. Qualquer que sejam estes eventos, eles ocorrem quando o Armagedom atinge um violento clímax.
Para que possamos entender esta profecia, temos que referenciar a uma paralela experiência da antiga Babilônia. Seiscentos anos antes de Cristo ter nascido, o pagão império de Babilônia era o grande inimigo do povo de DEUS. Por setenta anos eles prenderam cativos o povo Hebreu em sujeitando os em escravidão. Finalmente Babilônia foi destronada por Cyro, o “Medo”, e os Israelitas foram libertos. Cyro o “Medo”, veio do oriente e capturou Babilônia, desviando o curso do grande rio Eufrates, e assim ganhando acesso à cidade sobre os portões dos canais que protegiam a cidade. DEUS disse à Babilônia, “Eu secarei o rio Eufrates,… sim o Senhor disse a seu ungido, a Cyro, o meu pastor cumprirá tudo o que me apraz…. Assim diz o Senhor ao seu ungido, a Cyro, a quem tomo pela sua mão direita, para abater as nações diante de sua face; eu soltarei os lombos dos reis, para abrir diante dele as portas, e as portas não se fecharão.” Isaías 44: 27, 45:1. Em Isaías 41:2, Cyro é referido por DEUS como o “ungido” e como “o homem justo”.
De acordo com o pricípio de interpretação, a literal descrição no Antigo Testamento tem que ser aplicada em um senso espiritual no final-dos-tempos. Assim sendo, nós lemos no livro de Apocalipse sobre o espritual Israel (a igreja) sendo oprimida por “Babilônia a grande” (Apocalipse 15: 5,6). Esta Babilônia não é o reinado físico mas o falso sistema religioso manipulado por Satanás. O povo de DEUS, será finalmente liberto da força da espiritual Babilônia pelo secamento das águas do rio Eufrates. “E o sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates; e a sua água secou-se, para que se preparasse o caminho dos reis do oriente.” Apocalipse 16:12. Esta surprendente similaridade com a história do Antigo Testamento é óbvia, mas nós temos que nos lembrar que a secundária aplicação não pode ser literal. O imediato cumprimento é sempre literal e local, mas o cumprimento dos últimos-dias atinge proporções mundiais e tem uma aplicação espiritual somente.
Assim, não temos uma expectativa de um “literal” Cyro para secar as águas de um “literal” Eufrates, para libertar um “literal” Israel. Já descobrimos que todo o verdadeiro povo de DEUS é o espiritual Israelita. Agora o que a água representa? “E disse-me: As águas que viste, onde se assenta a prosituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas.” Apocalipse 17:15. Neste capítulo Babilônia a grande é representada como sentada “sobre muitas águas”(Apocalipse 17:1). As águas são identificadas como povos, nações que dão suporte à grande protituta, Babilônia (falsa religião) que persegue os verdadeiros santos. Apocalipse 17:6.
Assim o secamento das águas do rio Eufrates, significa o fim do suporte por aqueles povos os quais tem sido seguidores do sistema Babilônico – (falsa religião). Este é um dos finais eventos que acontece justamente antes da vinda de Cristo. Os povos reconhecem que eles foram enganados e enfurecidos se tornam uns contra os outros. Zacarias descreve o que toma a efeito sob esta sétima praga quando o Armagedom atinge o seu climax. “E esta será a praga com que o Senhor ferirá a todos os povos que guerrearam contra Jerusalém: a sua carne será consumida, estando eles de pé, e lhes apodrecerão os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na sua boca. Naquele dia também acontecerá que haverá uma grande perturbação do Senhor entre eles; porque pegará cada um na mão do seu companheiro, e alçar-se-á a mão de cada um contra a mão de seu companheiro.” Zacarias 14:12,13. João descreve esta mesma cena assim: “E os dez chifres que viste na besta são os que aborrecerão a prostituta, e a porão desolada e nua, e comerão a sua carne, e queimarão no fogo.” Apocalipse 17:16.
Da mesma maneira que o literal Eufrates na antiga Babilônia, foi tornado de segurança a meio de sua própria destruição, assim o espiritual Eufrates, de suporte (povos) da espiritual Babilônia tornarão a ser os meios de sua destruição. Este secamento, prepara o caminho para “Os Reis do Oriente” para vir e resgatar o povo de DEUS das mãos de Babilônia.

QUEM SÃO OS REIS DO ORIENTE?

Quem são estes Reis do Oriente? Aqui está um dos mais excitantes aspectos da batalha do Armagedom. Assim como o Local de DEUS estava em Sião, localizado nos lados do norte, assim Sua aproximação sempre se refere como vindo do oriente. Porque? Porque o Antigo Sião era a atual colina ao norte da cidade de Jerusalém. Qualquer que vindo do oriente terá que fazer um ângulo ao norte por causa dos impassáveis desertos, e vir a Sião desta direção. Isto é o porquê ambos, norte e oriente são usados na Bíblia como os quadrantes de DEUS. “E eu vi outro anjo subir da banda do sol nascente, e que tinha o selo do DEUS vivo: e clamou com grande voz aos quatro anjos, a quem fora dado o poder danificar a terra.” Apocalipse 7:2. Cristo irá retornar a esta terra vindo oriente. “Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até o ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem.” Mateus 24:27. Os “Reis do Oriente” são exatamente os mesmos como os exércitos dos céus em Apocalipse 19 que triunfam sobre “a besta e os reis da terra, e seus exércitos” (verso 19). A Glória de DEUS foi descrita por Ezequiel como vinda do oriente. “Então me levou à porta que olha para o caminho do oriente. E esi que a glória de DEUS de Israel vinha do caminho do oriente; e a sua voz era como a voz de muitas águas, e a terra resplandeceu por causa da sua glória.” Ezequiel 43: 1,2. João revevelou a esta grande majestade de Cristo liderando os exércitos dos céus para fazer guerra. “E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro. E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do DEUS Todo-poderoso. E no vestido e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores.” Apocalipse 19: 14-16. Que quadro! “Os reis do oriente” cavalgando contra “os reis da terra” e de toda a terra. Espiritual Babilônia e todas as forças da terra as quais a seguiram são destruídas pelo Reis dos reis, o qual reinará por toda a eternidade.
Cyro, o homem do oriente, o qual salvou o literal Israel das mãos da antiga Babilônia era o tipo dos “Reis do Oriente” os quais salvariam a espiritual Israel de Babilônia. Assim como Cyro foi chamado de “o ungido” e “homem justo”, assim Jesus também foi designado com os mesmos títulos.
Com isso nós podemos facilmente concluir que a segunda vinda de Cristo é realmente a única esperança de Israel. DEUS e Cristo, os verdadeiros “Reis do oriente”, irão tomar de roldão este mundo à meia-noite da extremidade do homem. Quando a marca da besta estiver sendo usada em toda a sua força e todo humano plano de escape tiver sido exaurido, os fiéis de DEUS serão repentinamente livrados da morte certa contra eles tramada.

TODOS OS OLHOS NO ORIENTE

Que tragédia que milhões de cristãos estejam olhando para uma direção errada e esperando por eventos transpirarem, que nunca virão a acontecer. Seus olhos estão fixados no oriente, pode ser, mas no Oriente-Médio, onde os filhos de Abraão, cheios de ódio tentam destruir uns aos outros com armamento Americano ou Russo. Que tipo de travestimento seria ter a expectativa de que estes planificadores político-mililtar viriam a cumprir as lindas predições de Isaías, “leão e cordeiro” mundo de paz.
Verdade isto é, que por um momento, Isaque e Ismael podem parar de lutar. Também isto é verdade que um dos assinantes deste tratado seja chamado Israel. Mas não deixe ninguém agarrar-se à esta esperança, de que Israel tem alguma coisa a ver com “Verdadeiro Povo de DEUS”. Eles foram substituídos por uma outra nação, obediênte e fiél – a qual tem sua procedência de todas as nações, reino, língua e povos. Eles são o verdadeiro Israel. Eles nunca mais tomarão mão das armas para lutar contra ninguém. Eles viverão como Jesus viveu e escolherão morrer antes de desonrá-Lo.
Este fraco tratado de paz assinado em 26 de Março de 1979, seria mais do que fútil, ainda que o nacional Israel continuasse a ser o escolhido povo de DEUS. Anos atrás uma aliança similar foi formada e DEUS a avaliou com as seguintes palavras: “Porque a força de Faraó se vos tornará em vergonha, e a confiança na sombra do Egito em confusão. Porque o Egito os ajudará em vão, e para nenhum fim; pelo que clamei acerca disto: No estarem quietos estará a sua força. Porque povo rebelde é este, filhos mentirosos, filhos que não querem ouvir a lei do Senhor.” Isaías 30:3,7,9.
DEUS está olhando para aqueles que irão confiar em justiça ao invés de poder. Para tais, Ele proverá livramento de qualquer inimigo, através dos conquistadores “Reis do Oriente.” Deixe-nos tirar nossos olhos para longe dos campos petrolíferos e política e intrigas do oriente, e fixá-los no céu oriental, porque será de lá que nossos verdadeiros aliados virão salvar-nos.

VESTIDO PARA O ARMAGEDOM

Agora nós estamos aptos a harmonizar todos os versos de Apocalipse 16:12-16, com execção daquele estranho verso 15, o qual parece ser completamente fora de contexto com todos os outros. Porque o Espírito Santo inspirou a colocar tal verso na descrição da organização do Armagedom? “Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda os seus vestidos, para que não ande nu, e não se vejam suas vergonhas.” Depois, segue as palavras: “E os congregaram no lugar que em hebreu se chama Armagedom.”
O que tem a ver aproppriados vestimentos com os preparativos para eminente conflito entre Cristo e Satanás? E porque o ‘robe’ é importante para aqueles que aguardam a vinda de Jesus? Apocalipse 19:7,8 nos dá a surprendente resposta: “Regozigemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente: porque o linho fino sãos as justiças dos santos.” Como um farol, estas palavras iluminam o significado de Apocalipse 16:15. Aqueles vestimentos simbolizam a justiça de Cristo com a qual todo o ser deverá estar envolto, para que possam estar prontos para encontrar o Senhor. A batalha do Armagedom será lutada sobre o subjeto da Justiça de Cristo. Somente aqueles que confiaram completamente nos méritos da vida totalmente sem pecado de Cristo e de sua morte redentora, poderão triunfar com Ele sobre as forças do mal. “E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho: e não amaram as suas vidas até à morte.”
Aqui está uma vencedora combinação a qual finalmente colocará por terra o acusador de nossos irmãos. Os santos ganharam a vitória pela sua simples fé na suficiência da cruz. Não pela confidência na carne. Não pela fé nas obras da lei para justificar. Seu mérito sòzinho para limpar e dar força. Assim a combinação é tripla:
1. Fé na justiça de Jesus;
2. O compartilhar a “palavra do testemunho” sem temer;
3. Eles não amaram suas vidas até à morte. Em outras palavras, eles preferiram morrer do que pecar.
Quando a cruz faz isso para a pessoa ela pode sobreviver todos os ataques concentrados de milhares de Armagedons. Demônios, anjos caídos e o próprio Satanás tem que se retirar em terror ante a autoridade de uma pessoa que tenha a Cristo em sua vida. Verdadeira fé produz uma total obediência, e portanto, verdadeira justificação pela fé inclui santificação bem como justificação. Aqueles que preferiram dar suas vidas, do que desobedecer à DEUS, são os únicos que irão recusar a marca da besta.
Multidões, com alguma coisa a menos do que justificação pela fé, não sentirão que a obediência a todos os mandamentos seja alguma coisa que vale a pena morrrer por. Muitos irão racionalizar que a obediência de Cristo foi imputada a eles, e portanto eles não precisam se preocupar com as obras da lei. Tais não entendem o inteiro evangelho. Isto é a força de DEUS para a salvação” – não somente uma perdoadora força, mas uma força que permanece. Nós não somos somente salvos da culpa do pecado, mas do pecado propriamente dito.
Assim o Armagedom e preparação para encontrar Cristo focaliza uma relação pessoal com o Salvador. Vestidos com o escudo de Sua justiça, os santos irão prevalecer, até mesmo quando tiverem que encarar o decreto de morte. Se voce não tem a doce certeza desta espiritual proteção agora, coloque Seu ‘robe’ neste exato momento. Participe desta celebração celestial, isto não contém linhas de planejamento humano. Fazendo em pedaços a autoridade do pecado na vida, isto clama os méritos e a força da vida de Cristo e a sua morte redentora. Possa isso ser a sua experiência hoje. Amém!

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