Ë o Domingo Realmente Sagrado?

Joe Crews
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Uma das mais bonitas orações de David está registrada em Salmos 43:3. “Envia a tua luz e a tua verdade, para que me guiem e me levem ao teu santo monte, e aos teus tabernáculos.”

Esta mesma fervorosa petição para entender a Palavra de DEUS deveria estar no coração de cada um que realmente está em busca da verdade. Uma predisposição para aprender e obedecer tem que caracterizar todos aqueles que expectam ser iluminados pelo Espírito Santo. A tais, a maravilhosa promessa da santificação será cumprida. “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos.” Mateus 5:6.

Mas isso não faz nenhuma diferença, e não nos traz nenhum regozijo, orar pela verdade, se nós não temos nenhuma intenção de obedecer, quando DEUS responder nossas orações.  Um dos grandes favores que DEUS pode nos honrar é dar-nos o conhecimento de Sua Palavra. E uma das maiores presunções que o indivíduo pode ter é orar por entendimento quanto à vontade Divina e depois se recusar, por qualquer razão que se possa apresentar, quando a resposta vier.

Muitas pessoas são culpadas em colocar a Bíblia p’ra baixo, para poder combinar suas pobres e fracas experiências, ao invés de trazer suas experiências para cima para que possam combinar com os requerimentos da Palavra de DEUS. Existe somente um grande e ácido teste da verdade, e este é a Bíblia. Todo pensamento religioso, todo livro que lemos, e todo sermão que nós ouvimos deveriam ser medidos pela infalível regra inspirada das Sagradas Escrituras. Isto não interessa o que nos foi ensinado, quando ainda éramos crianças, ou o que a maioria está seguindo, ou o que nosso emocional sentimento nos leva a pensar ou crer. Estes fatores são perfeitamente inválidos como teste de absoluta verdade. A última questão tem que ser respondida: O que a Palavra de DEUS fala sobre o subjeto?

Algumas pessoas pensam que se eles são sinceros no que eles acreditam, DEUS irá aceitá-los e salvá-los. Mas sinceridade sòzinha, não é o suficiente. Uma pessoa pode ser sincera, e estar sinceramente errada. Eu me lembro uma vez, eu estava dirigindo para West Palm Beach, na Flórida, a alguns anos atrás. Pelo menos eu pensei que estava indo p’ra lá. Era de noite, e eu não via sinais na estrada por algum bom tempo já. De repente, as luzes do carro iluminaram um sinal que dizia:

“Belle Glade 14 milhas”. Frustrado, eu me dei conta que estava viajando ao oposto da minha meta, a qual era West Palm Beach. Eu estava numa estrada errada. Ninguém poderia estar mais sincero do que eu naquela noite, mas eu estava sinceramente errado. Eu poderia ter continuado, dizendo, bem pode ser que daqui a pouco, de alguma maneira eu possa encontrar uma maneira de chegar em West Palm Beach. Mas eu parei o carro, dei meia volta e voltei ao lugar aonde eu havia pego a estrada errado, e desta vez tendo me certificado que havia pego a rota certa, comecei a dirigir-me ao locar o qual eu estava dirigindo para; West Palm Beach. Esta era a única coisa certa a fazer.

 

MENTES FECHADAS
E A 
REGRA DA MAIORIA

A Palavra de DEUS, tem muito a dizer àqueles que concordam em ser corrigidos. As pessoas a serem as mais contemplativas são aquelas com mentes fechadas. Eles irão resistir a qualquer informação a qual não combine com as suas pessoais opiniões. Suas mentes já estão feitas e eles não querem ser aborrecidos pelos fatos. Isto é especialmente verdade concernente ao subjecto do Sábado.

Multidões tem herdado opiniões sobre o dia a ser observado semanalmente, e eles acham isso muito difícil, olhar objetivamente a qualquer outro ponto de vista. Muitos deles sabem que um dos Dez Mandamentos requer a guarda do sétimo-dia da semana. Eles também sabem que o sétimo dia da semana é o Sábado. Mas no entanto eles tenazmente seguem a tradição de observar um dia diferente daquele que DEUS comandou. Eles guardam o domingo, o primeiro dia da semana, pelo qual não existe nenhum comando Bíblico.

Porque eles fazem isso? A maioria dos que guardam o domingo tem simplesmente aceitado a prática de religiosidade da maioria em sua comunidade, onde eles foram crescidos, assumindo que isto tem que estar certo, desde que a grande maioria está fazendo isso. É isso uma segura razão?  Tem a maioria usualmente estado certa em questões religiosas?

A Bíblia claramente responde estas questões negativamente. Toda a fonte disponível de informação revela que em questões religiosas, pelo menos, a maioria sempre tem estado errado. O próprio Jesus disse: “E, como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do homem.” Lucas 17:26. Somente oito pessoas entraram na arca para serem salvas do dilúvio. Cristo ensinou que somente uma comparável pequena multidão seria salva no final dos tempos, no fim do mundo. Ele disse: “Entrai pela porta estreita; porque  larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos sãos os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, poucos há que a encontrem.” Mateus 7:13, 14.

Isto é bem verdade, que a grande maioria dos cristãos hoje, incluindo muitos famosos evangelistas e teólogos, estão guardando o domingo ao invés do Sábado do sétimo-dia. Este fato sòzinho, não deveria impressionar muita gente. Pego por ele próprio sob a luz das palavras de Cristo, isto deveria levantar uma bandeira de aviso. Verdade nunca foi popular com as massas. E aqueles, em maioria hoje, como em todas as idades passadas, realmente não estão procurando por verdade, o muito que estão buscando é uma suave, fácil e confortável religião a qual permita a eles viver do jeito que eles queiram viver.

O que então deve ser o teste da verdade do Sábado?  Somente uma coisa, e uma coisa somente – a Palavra de DEUS. Desafortunadamente, milhões nunca estudaram a Bíblia por eles mesmo, nesse subjecto. Eu proponho que nós testemos a prática da guarda do domingo desse grupo majoritário para verificarmos se isso é correto. Se isso é correto e Bíblico, então todos nós deveríamos aceitar isso e fielmente guardar todo o domingo. Mas se isso não é suportado pelas Escrituras, então nós diligentemente deveríamos pesquisar nas Escrituras até nós encontrarmos o dia o qual o nosso Senhor endorsou para nós guardarmos.

A mais honesta maneira que eu sei para abordarmos esse subjecto é olhar em absolutamente tudo o que a Bíblia diz a respeito do primeiro dia da semana. Existe somente 8 textos no Novo Testamento os quais fazem qualquer referência ao domingo, e em cuidadosamente estudando estes versos, nós poderemos estar certos de que todas as evidências para considerações estão diante de nós. Se existe alguma autoridade Bíblica para guardar o domingo, o primeiro dia da semana, seguramente iremos encontrar em um desses 8 versos.

Estamos nós aptos a encarar as consequências desse tipo de estudo exaustivo? Aqui é onde a nossa capacidade de julgar será testada! Podemos nós abrir completamente nossas mentes, não interessando o que este estudo objetivo irá nos revelar?  Estas não são perguntas capiciosas. Pessoalmente, eu não me importo que dia será encontrado ser Sábado. Se a Bíblia ensina isso, eu com o maior prazer irei guardar, não interessa ser; segunda, terça, quarta, ou domingo. A muito tempo atrás eu decidi ser cristão e seguir a Palavra de DEUS não importando o lugar que ela me levar, não importando os meus sentimentos. Isso não faz diferença nehuma para mim o dia que eu guardo como santo, conquanto este seja o dia que esteja comandado na Bíblia! Eu espero que voce se sinta da mesma maneira na medida que nós começamos nossa pesquisa de toda e qualquer referência no Novo Testamento a quais mencionam o primeiro dia da semana.

 

RESSURREIÇÃO
NO DOMINGO

Vamos começar com o primeiro Evangelho. Mateus escreve:  “E, no fim do Sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro.” Mateus 28:1. Aqui nós temos uma prova bem interessante de que o Sábado não podia ser o primeiro dia da semana. De acordo com este registro, o Sábado estava terminando quando o primeiro dia estava começando. Eles são dois sucessivos dias. Com base nas Escrituras, ninguém poderia, verdadeiramente chamar domingo de Sábado. Isso seria ambos, não-Bíblical e confuso.

A substância do testemunho de Mateus é simplesmente que as mulheres vieram no dia que se seguia a Sábado e não mais encontraram a Jesus, pois Ele já havia ressussitado. Isso perfeitamente se harmoniza com o próximo Evangelho, o qual adiciona alguns novos detalhes. Note que Marcos equaliza o “anoitecer com o aparecimento do sol.” E, passado o Sábado, Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem ungí-lo. E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nascer do sol; E diziam umas às outras: Quem nos revolverá a pedra da porta do sepulcro? Marcos 16:1-3.

Esta descrição paralela do Evangelho limpa qualquer comum erro de interpretação que possa ter aparecido sobre o significado das palavras de Mateus; “… e no fim do Sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana… .”  Alguns têm interpretado isso como sendo um pouco antes da entrada do sol, Sábado de tarde. Desde que os Hebreus reconhecem e tem estabelecido o fim do Sábado como à entrada do sol, eles assumem que as mulheres vieram justamente antes do primeiro dia começasse a aparecer, no pôr-do-sol.

Aqui nós vemos o valor de comparar texto contexto. As palavras de Marcos fazem impossível o ponto de que as mulheres vieram Sábado à noite e encontraram a tumba vazia. As mesmas mulheres são relatadas como vindo ao nascer do sol, domingo pela manhã, mas elas estavam perguntando; “Quem irá remover a pedra? Obviamente, se elas estivessem estado lá na noite anterior e descoberto a tumba vazia, então elas saberiam que a pedra já havia sido removida da entrada da tumba. Dessa maneira, nós podemos entender claramente que Mateus está se referindo à madrugada de domingo, justo antes do sol nascer, domingo de manhã.

A terceira referência que encontramos no Novo Testamento sobre o domingo, é simplesmente uma narrativa de afirmação feita em Marcos 16:9, “ E Jesus tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios.” Não necessitamos de muito comentários aqui, visto que o verso está somente repetindo a mesma história da ressurreição, domingo pela manhã bem cedo. O importante a notar é que nada foi dito com relação a este dia nestes textos referenciando ser ele um dia para guardarmos. Não existe nenhuma intimação de ninguém observando o dia em honra à ressurreição.

 

LOCALIZANDO O
VERDADEIRO SÁBADO

Uma das mais completas palavra dando uma gravura da ressurreição, nós encontramos no Evangelho de Lucas, e aqui nós lemos a quarta referência com relação ao primeiro dia da semana. “Esse (homem – José de Arimatéia), chegando a Pilatos, pediu o corpo de Jesus. E, havendo-o tirado, envolveu-o num lençol, e pô-lo num sepulcro escavado numa penha, onde ninguém ainda havia sido posto. E era o dia da preparação, e amanhecia o Sábado.” S. Lucas, 23:52-54.

Antes de irmos adiante com nossa leitura, vamos examinar cuidadosamente a inspirada descrição deste dia da crucificação. A vasta maioria dos cristãos concordam que estes eventos transpiraram no dia que nós chamamos hoje como Sexta-Feira Santa. Aqui ele é chamado como dia da “preparação”, porque era hora de fazer arranjamentos para o Sábado que se aproximava. Em fato, o texto afirma simplesmente que o “Sábado vinha se aproximando.” Isso quer dizer que ele (o Sábado) era o próximo dia que se aproximava.

O que mais aconteceu naquele dia em que Jesus morreu? “E as mulheres, que tinha vindo com ele da Galiléia, seguiram também e viram o sepulcro, e como foi posto o seu corpo. E, voltando elas, prepararam especiarias e unguentos, e no Sábado repousaram, conforme o mandamento.” Lucas 23:55, 56. Durante o resto daquela sexta-feira fatídica aquelas devotadas mulheres compraram os óleos, unguentos e especiarias para fazerem um preparado para usarem quando elas fossem para a sua visita de domingo pela manhã à tumba. Depois, à medida que o Sábado se aproximava com o pôr-do-sol, eles “descansaram no dia de Sábado, conforme o mandamento.”  Isto identifica a este dia, como sendo o específico Sábado semanal dos Dez Mandamentos e não o “Passover” ou algum outro sábado de festas, o que poderia cair em qualquer dia da semana.

O próximo verso fala do que as mulheres fizeram no dia em que sucedeu ao Sábado. “E no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado. E acharam a pedra resolvida do sepulcro. E, entrando não acharam o corpo do Senhor Jesus.” S. Lucas 24:1, 2.

Primeiro de tudo, notamos que as mulheres voltaram às suas tarefas diárias no dia da ressurreição. Modernas igrejas referem-se àquele particular dia como sendo o domingo de páscoa. Não existe nenhuma dúvida de que Jesus tenha ressuscitado algum tempo durante aquela madrugada do primeiro dia. Em nenhum dos pontos citados nos Evangelhos nós temos qualquer evidência de que as mulheres ou qualquer uma outra pessoa tenha atachada qualquer ato sagrado com relação ao dia da ressurreição.

A descrição de Lucas com relação àquele cheio fim-de-semana, prova acima de qualquer questão de que o verdadeiro Sábado do Sétimo-dia pode ser precisamente localizado. Ele descreve a sequência dos eventos sobre os três dias sucessivos – Sexta-feira, Sábado e Domingo. Jesus morreu no dia da ‘preparação’, (sexta-feira) e o Sábado estava se aproximando. Cristãos referem-se a este dia, atualmente como (sexta-feira santa). O próximo dia foi Sábado, “de acordo com o mandamento”. Desde que o mandamento planamente designa que “O Sétimo-dia é o Sábado do Senhor”, o Sábado tem que ser o sétimo-dia.

Isto é muito interessante notar, que Jesus descansou na tumba durante o dia do Sábado, deste seu trabalho de redenção do homem. Ele tinha também descansado de seu trabalho da criação, no sétimo-dia.

No dia que se seguiu ao Sábado, Jesus ressuscitou. Hoje este dia é referido como sendo domingo de páscoa, mas a Bíblia designa este dia como “primeiro dia da semana.” Na luz destes indisputáveis e históricos fatos e evidências, para os quais toda a cristandade o subscreve, ninguém pode alegar ignorância com relação ao verdadeiro Sábado. Isto é o dia entre o dia da “preparação” e o “Domingo de Páscoa.” Os registros de Lucas, em tal perfeita ordem cronológica destes três dias, não deixa nenhuma dúvida, até o mais simples e educado, pode localizar o sétimo-dia Bíblico em nosso calendário atual.

Agora nós estamos prontos para examinar a quinta afirmação do Novo Testamento com relação ao domingo. “E no primeiro dia da semana Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro.” Existe muito pouco a ser acrescentado na declaração de João com relação à ressurreição. Como todos os outros escritores ele não dá indicação nenhuma de que o primeiro dia da semana foi alguma vez considerado santificado, guardado como santo, por qualquer que seja. Até agora o significante e comum traço em todas as histórias do Evangelho tem sido uma total absência de tal evidência.

 

POR MEDO DOS
JUDEUS

João menciona o “primeiro dia” novamente em algum outro capítulo, e isso tem frequentemente sido mal-interpretado como referência à adoração no domingo. “Chegada pois à tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco.” S. João 20:19.

Ainda que esta reunião tenha acontecido atrás de portas fechadas, no mesmo dia da ressurreição, foi esta uma especial comemoração daquele evento?  As circunstâncias fazem isso ser impossível que venha a ser o caso. O texto explica planamente que eles estavam se reunindo às portas fechadas, “com medo dos Judeus.” Os amedrontados discípulos já sabiam que a tumba estava vazia, eles tinham a expectativa de serem momentâneamente considerados culpados em terem roubado o corpo de Jesus. Eles se reuniram às portas fechadas para proteção e seguridade.

O fato é que eles não acreditaram que Jesus havia ressuscitado dos mortos. O relato de Marcos revela que eles totalmente rejeitaram o testemunho de Maria e dos outros discípulos que trouxeram a palavra de que atualmente tinha visto o Senhor ressurreto. “E partindo  ela, anunciou-o àqueles que tinham estado com ele, os quais estavam tristes, e chorando. E, ouvindo eles que vivia, e que tinha sido visto por ela, não o creram. E depois manifestou-se noutra forma a dois deles, que iam de caminho para o campo. E, indo estes, anunciaram-no aos outros, mas nem ainda estes creram. Finalmente apareceu aos onze, estando eles assentados juntamente, e lançou-lhes em rosto a sua incredulidade, e dureza de coração, por não haverem crido nos que O tinham visto já ressuscitado.” Marcos 16:10-14.

Baseado nestas palavras, nós temos que passar quietamente sobre este embaraçoso ‘domingo à tarde’ reunião naquela sala fechada. Isso não foi uma ocasião para uma irefreável e deleitosa manifestação de felicidade sobre a ressurreição, como alguns tem caracterizado isso. Em fato, lá não existiu até mesmo um reconhecimento por parte dos discípulos de que um milagre havia acontecido, Jesus havia ressuscitado. Eles estavam temerosos, chorosos, depressivos e não acreditando. Quando Jesus apareceu para eles, Ele falou fortes palavras de reprensão por causa da falta de fé por parte dos discípulos e por causa que eles tinham rejeitado o testemunho de seus próprios companheiros. Quão inapropriado é fazer desse acontecimento um serviço memorial honrando a ressurreição!

Até aqui nós já analizamos cuidadosamente seis das oito referências encontradas no Novo Testamento sem encontrar nenhuma singular evidência de observância ao domingo como dia sagrado. Em fato, todos os textos revelam uma consistente, total ignorância de qualquer reconhecimento do primeiro dia da semana para adoração, oração, culto, descanso ou em honra à ressurreição. Os evangelhos foram escritos muitos anos após o evento transcorrido, dando ampla oportunidade para o Espírito Santo inspirar os autores com todos os fatos. Jesus falou a Seus discípulos que o trabalho deste Espírito era para “…Guiá-los em toda a verdade… .”Se a observância do primeiro-dia tivesse sido parte qualquer da verdade, então o Espírito Santo deveria ser divinamente obrigado a revelar isto a Mateus, Marcos, Lucas ou João. Assim disse o Senhor.

Agora nós voltamos às duas restantes referências. Se nós não encontrarmos nenhuma evidência nestes textos, nós teremos que abandonar a pesquisa, porque não existe lugar nenhum mais para procurar. Paulo e Lucas são as finais testemunhas que mencionam o primeiro dia da semana, e ambos tem sido totalmente mal-interpretados no que eles disseram.

 

NÃO EXISTIA GUARDA DO
DOMINGO EM CORINTHOS

Em I Corintios 16:1, 2 Paulo Escreveu: “Ora, quanto à coleta que se faz para os santos, fazei vós também o mesmo que ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que se não façam as coletas quando eu chegar.”

Por favor, note cuidadosamente o que o apóstolo disse e o que ele não disse também. Muitos tem assumido que uma reunião religiosa teve efeito e que a coleta foi retirada. Este não é o caso. Paulo estava escrevendo um especial apelo às igrejas da Ásia Menor, porque muitos estavam sofrendo grandemente por falta de comida e necessidades diárias, em Jerusalém. Paulo apelou à igreja de Corinthos que arrecadassem comida, roupas, etc…, e que guardassem isso em suas casas até que ele pudesse mandar homens para transportar o arrecadado para Jerusalém. A expressão “Lay by him in store” no original Grego dá a clara conotação de colocar de lado, em casa. Até os advogados do domingo concordam com isso.

Lá não existiu serviço nenhum que se realizasse no primeiro dia da semana. A arrecadação e guarda do arrecadado era para ser feita naquele dia. Porque Paulo sugeriu que este trabalho fosse executado no domingo, e o que envolvia em ter esse serviço realizado?

Primeiro de tudo, a carta provavelmente foi discutida com a igreja no Sábado, quando eles estavam todos juntos reunidos para o culto de adoração. A primeira oportunidade para executar o trabalho seria o próximo dia – o primeiro dia da semana. Tenha em mente, que aparentemente havia uma grande falta de comida em Jerusalém, e a primeira necessidade não era por dinheiro. Tais condições não eram raras de acontecer naquela região, como Lucas relembra-nos em Atos 11:28-30. “E, levantando se um deles, por nome Ágabo, dava a entender, pelo espírito, que haveria uma grande fome… . E os discípulos determinaram mandar, cada um coforme o que pudesse… .”A igreja em Roma dá uma dica com relação às necessidades especiais para aqueles cristãos sofredores “Mas agora vou a Jerusalém para ministrar aos santos. Porque pareceu bem à Macedônia e a Acaia fazerem umam coleta para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém. Isto lhes pareceu bem, como devedores que são para com eles. Porque se os gentios foram participantes dos seus bens espirituais, devem também ministrar-lhes os temporais. Assim que, concluído isto, e havendo-lhes consignado este fruto, de lá passando por vós, irei à Espanha.” Romanos 15:25-28.

Aqui o apóstolo toca um sensível local em seu eloquente apelo. Os cristãos Romanos deviam um grande débito de gratidão à igreja mãe de Jerusalém a qual havia mandado mestres para evangelizar eles. Paulo urge que eles retornem bens carnais ou materiais como presente de sua apreciação pela verdades espirituais que eles receberam deles. Que tipo de dádivas Paulo tinha em mente?  Isto é bem interessante que ele descreve isso como selando para eles “este fruto.”  A palavra original no Grego, usada aqui é “karpos”, o que é o universal termo usado para a fruta literal. Isso pode também ter a conotação de “frutos do labor de alguém.”

Isso atira luz ao conselho de Paulo aos cristãos de Corinthos para o trabalho deles no primeiro dia da semana, “assim não tenha arrecadação quando eu venha.” Tal trabalho de arrecadação e guarda de produtos dos pomares e dos campos certamente não é um trabalho apropriado para ser executado no Sábado. Nestes versos, domingo é identificado novamente como um dia de secular atividades e não nos dá indicação nenhuma de observância religiosa.

 

O MAIS LONGO
SERMÃO DE PAULO

Isto nos traz à final referência a qual poderia prover qualquer suporte para a Santidade do domingo. Na história de Lucas sobre a igreja primitiva, ele descreve a dramática reunião de adeus a qual Paulo teve com os crentes em Tróia. Este relato no livro de Atos tem sido distorcido grandemente por aqueles que buscam uma pequena desculpa para justificar sua desobediência dos Mandamentos de DEUS. Por causa que este é o único registro no Novo Testamento de uma reunião religiosa no primeiro dia da semana, nós deveríamos examinar este texto com especial cuidado e interesse.

O contexto total revela-nos que esta foi uma reunião noturna. “E, depois dos dias dos pães asmos, navegamos de Filipos, e em cinco dias fomos ter com eles a Troas, onde estivemos sete dias. E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e alargou a prática até à meia-noite. E havia muitas luzes no cenáculo onde estavam juntos. E, estando um certo mancebo, por nome Êutico, assentado numa janela, caiu do terceiro andar, tomando de um sono profundo que lhe sobreveio durante o extenso discurso de Paulo; e foi levantado morto. Paulo, porém, descendo, inclinou-se sobre ele e, abraçando-o disse: Não vos perturbeis, que a sua alma nele está. E subindo, e partindo o pão e comendo, ainda lhes falou largamente até a alvorada; e assim partiu. E levaram vivo o mancebo, e ficaram não pouco consolados. Nós, porém, subindo ao navio, navegamos até Assôs, onde devíamos receber a Paulo, porque assim o ordenara, indo ele por terra.”Atos 20:6-13.

Existe alguma coisa nada de normal com esta (toda a noite) reunião em Troas. Primeiro de tudo, isto tinha que ser solene, tocante ocasião tanto para o orador como para a congregação. No verso 25 Paulo declarou: “E, agora, na verdade, sei que todos vós, por quem passei pregando o reino de Deus, não vereis mais o meu rosto.” Atos 20:25.

Isto é óbvio que esta reunião de despedida foi realizada na noite do primeiro dia da semana. Existia luzes no salão, e Paulo pregou até à meia-noite. Isto é importante entender a maneira Judia de reconhecer o tempo. Os dias não eram contados de acordo com o método da Roma pagã, de uma meia-noite até outra meia-noite. Na Bíblia o dia começa ao anoitecer. Gênesis descreve todos os dias da criação da mesma maneira – “E foi tarde e manhã e o primeiro dia…. e foi tarde e manhã e o dia segundo, … etc, “. Em outras palavras, a noite sempre vem primeiro no dia.

Isto explica porque o Sábado é descrito nestas palavras: “Sábado de descanso vos será; então afligireis as vossas almas; aos nove do mês à tarde, duma tarde a outra tarde, celebrareis o vosso Sábado.” Levítico 23:32. Mas quando começa a noite segundo a Bíblia?  “E, tendo chegado a tarde, quando já se estava pondo o sol, trouxeram-lhe todos os que se achavam enfermos, e os endemoninhados.” Marcos 1:32. Considerando que os Fariseus ensinavam que era pecado curar no Sábado, as pessoas esperavam até que o Sábado acabasse para trazer os seus doentes para Jesus. Assim eles traziam eles “à noite quando o sol já tinha entrado.” Moisés escreveu, “Senão no lugar que escolher o Senhor teu DEUS, para fazer habitar o seu nome; alí sacrificarás a páscoa à tarde, ao pôr do sol, ao tempo determinado da tua saída do Egito.” Deuteronômio 16:6.

Em Neemias nos é dado outra descrição sobre o começo do Sábado. “Sucedeu pois que, dando as portas de Jerusalém já sombra antes do Sábado, ordenando-o eu, as portas se fecharam; e mandei que as não abrissem até passado o Sábado, e pus às portas alguns de meus moços, para que nenhuma carga entrasse no dia de Sábado.” Isto definitivamente coloca os primeiros momentos do Sábado ao entrar do sol, quando então começa a escurecer.

Agora nós estamos preparados para aplicar este profundo princípio Bíblico à reunião de Paulo no primeiro dia da semana, em Troas. Os preparativos para esta reinião requeriam que ela fosse realizada Sábado à noite. O Sábado havia acabado no pôr-do-sol, e o primeiro dia da semana havia começado. Paulo, que já havia ficado uma semana completa, assim ele poderia estar com o povo no Sábado, decidiu não ir com o navio aquela noite de Sábado. Ao invés, ele se congregou com a irmandade durante toda a noite e caminhou 36 Kilômetros através da península, no domingo pela manhã para se juntar com a tripulação do navio em Assôs.

Incidentalmente, este navio estava sendo comandado pela companhia missionária de Paulo, incluindo Lucas que fez a crônica detalhada dos mais importantes tópicos desta jornada. Isto é muito significante que eles não partiram sem que o Sábado houvesse acabado, isto é depois do pôr-do-sol. Trabalhar extenuadamente para içar velas e navegar não teria sido mais próprio para o dia de repouso do que a caminhada de paulo através da península, de 36 quilômetros no domingo pela manhã. Nem Paulo nem seus amigos de viagem se engajariam nestas seculares atividades no Santo Dia do Senhor, o Sábado.

 

PORQUE ÊUTICUS CAIU
DA JANELA NA IGREJA?

A nova tradução Inglesa da Bíblia, atualmente afirma que esta reunião aconteceu Sábado à noite. O focus chefe da história parece centralizar-se na ressurreição de Êuticus dos mortos, depois que ele caiu da janela. O corajoso Paulo, após ministrar durante o Sábado inteiro, e depois à noite de Sábado também, caminhou trinta e seis quilômetros no domingo pela manhã para juntar-se aos seus companheiros em Assôs. Eles permaneceram no navio enquanto ele navegava pela península, Sábado à noite, depois que o pôr-do-sol havia passado. Aquela longa jornada a pé, por Paulo no próximo dia teria sido totalmente inapropriada em qualquer tipo de dia santo.

Alguns tem equalizado a quebra do pão com o serviço de comunhão, mas tal interpretação não pode ser suportada pelas Escrituras. Lucas assegura-nos que aqueles cristãos primitivos quebravam o pão diariamente. “ E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração.”Atos 2:46.

A contenção que Paulo celebrou a Santa-Ceia com os crentes na sala de cima não pode ser confirmada pela Bíblia. As palavras, isto sim, parecem indicar que eles tiveram uma refeição comum, que repartiram entre todos. “E subindo, e partindo o pão e comendo, ainda lhes falou largamente até à alvorada; e assim partiu.” Atos 20:11. Aqui nós  encontramos que comer estava associado com o partir de pão. Isto é muito improvável que a comunhão fosse refereciada desta maneira.

Mas mesmo que esta reunião de despedida tivesse incluída a celebração do sofrimento e morte de Cristo, isto não poderia emprestar nenhuma credencial para a observação do domingo. Nós já vimos dos escritos de Atos 2, que a quebra do pão era feita diariamente e em lugar nenhum é a Ceia do Senhor conectada com qualquer particular dia. Isto é certamente óbvio para qualquer um que a reunião de Troas não foi uma regular reunião semanal de adoração. A importância daquela ‘noite inteira’de sermão aparece no miraculoso levantar do jovem Êuticus, e tambem pelo fato de que Paulo nunca mais os veria de novo, antes de sua morte. Este particular espaço de tempo – todo a noite de Sábado –  não tem espiritual significado nenhum. Lucas, o historiador meticuloso, não registra nem o conteúdo do maratônico sermão de Paulo, no entanto ele fielmente registra o milagre da ressurreição do jovem. Aparentemente isto foi o jeito que Êuticus caíu e não o dia em que ele caíu é que Lucas está procurando estabelecer.

Nós temos agora completado uma intensiva examinação de cada um de todos os textos referenciados no Novo Testamento com relação ao primeiro dia da semana. Nenhum deles ofereceram a menor evidência que domingo foi alguma vez santificado por DEUS, ou celebrado pelo homem. O grande e infalível Livro-teste de DEUS tem revelado que a maioria está seguindo uma tradição em vez da verdade. Milhões tem sido enganados em uma cega aderência a um vazio símbolo pagão.

Eu me lembro de uma história de um C’zar da Rússia, que certa vez, caminhando pelo jardim do palácio, pela manhã. Ele avistou um soldado com seu fuzil no ombro, marchando para cima e para baixo, próximo de um corner deserto do jardim. Ele perguntou ao soldado, que aparentemente estava de sentinela, guardando aquele expecífico lugar, o que ele estava guardando. O soldado respondeu que ele estava apenas cumprindo ordens de seu superior e que não sabia o porque que ele estava guardando aquele particular lugar. O C’zar perguntou ao Capitão da guarda o que o soldado estava fazendo, mas o ele não tinha a menor idéia também. O general responsável pela segurança do palácio foi consultado, mas ele não pode dar nenhuam razão para tal procedimento. Finalmente o rei ordenou uma busca nos empoeirados registros militares, e o mistério foi dissolvido. Há muitos anos atrás, a rainha-mãe havia plantado algumas rosas naquele corner do jardim, e um soldado foi designado para proteger as tenras flores de serem arrancadas pelos visitantes. Mais tarde, alguém se esqueceu de revogar a ordem, e diariamente um sentinela era designado cuidar daquele particular lugar, este ritual se seguiu por muitos anos através dos tempos –  soldados com seus fuzís guardando nada, mas um vaso vazio num lugar vazio do jardim.

Hoje existe milhões de cristãos sinceros que estão religiosamente tentando proteger a santidade do domingo, não se dando conta que lá não existe realmente nada para ser guardado. A santidade do primeiro dia da semana é simplesmente vazia como era o vaso de rosas que o sentinela estava protegendo. Jesus disse: “… Toda a planta, que meu Pai celestial não plantou, será arrancada.” Mateus 15:13.

 

O DIA QUE ELES
GUARDARAM

Agora que nós exaurimos todas as possíveis fontes para a guarda do domingo sem encontrarmos a menor evidência favorável, vamos dar volta e dar uma olhada na inspirada história da igreja primitiva. Se eles não guardavam o primeiro dia da semana, qual dia ele observavam então? O livro de Atos estabelece um consistente padrão da guarda do Sábado do sétimo-dia. Em uma ocasião Paulo foi solicitado pelos gentios a realizar um  exclusivo serviço a eles no Sábado. “ E, saídos os judeus da sinagoga, os gentios rogaram que no Sábado seguinte lhes fossem ditas as mesmas coisas. “E, despedida a sinagoga, muitos dos judeus e dos prosélitos religiosos seguiram Paulo e Barnabé, os quais, falando-lhes, os exortavam a que permanecessem na graça de DEUS.” Atos 13:42-44.

Existe alguns pontos muito interessantes nesses dinâmicos versos os quais validam a prática do Sábado de Paulo e seus amigos cristãos. Depois de pregar na sinagoga, onde os gentios não eram permitido entrar, Paulo foi cercado pelos gentios e esses imploravam a Paulo que pregasse para eles “no próximo Sábado”. Muitos dizem que Paulo somente pregava nas sinagogas aos Sábados, porque ele já tinha uma audiência de judeus prontos, esperando. Esta é uma falsa alegação. Porque neste particular caso, Paulo fez um apontamento para pregar aos gentios no ‘próximo Sábado’, e de acordo com o verso 43, muitos daqueles que ouviram o sermão eram “prosélitos” na fé. Isto quer dizer que eles eram conversos ao cristianismo, e Paulo e Barnabás “persuadiram eles a continuar na graça de DEUS.”

Quão interessante é isso que a adoração do Sábado aqui falada, no contexto, referencia-se a continuar na graça de DEUS!

Modernos críticos do Sábado, tentam colocar um rótulo nos guardadores do Sábado como legalistas os quais estão alienados da graça do evangelho. Não é assim com os escritores da Bíblia, que associam obediência com a verdadeira salvação pela fé.

Em Atos 16:13 nós temos uma positiva prova que Paulo guardou o Sábado até mesmo quando não existia sinagoga e não existia judeus. Ele estava ministrando na Grécia, onde havia somente um pouco de judeus espalhados e não existia nenhuma sinagoga. O que fez ele no Sábado? “ E no dia de Sábado saímos fora das portas, para a beira do rio, onde julgávamos ter lugar para oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que alí se ajuntaram.”

Até mesmo sem igreja para ir, o apóstolo procurou um lugar aonde o serviço religioso pudessse ser realizado – um lugar para orar junto ao rio – e pregou para os que foram lá. Certamente ninguém pode falhar em dicernir a determinação profunda de Paulo com relação ao Sábado na medida que nós o seguimos nesta não usual missão ao ar livre. Somente suponha esta Macedônica experiencia tivesse sido realizada no primeiro dia da semana ao invés do Sábado. Sem questionar isso poderia ser citado como evidência  absoluta para a adoração no domingo, e nós teríamos que concordar. Mas que possível argumento pode alguém apresentar contra este exemplo de Paulo na guarda do Sábado?

De novo, nós lemos sobre a prática costumeira de Paulo nestas palavras: “ E Paulo, como tinha por costume, foi ter com eles; e por três Sábados disputou com eles sobre as Escrituras.” Atos 17:2.  “E todos os Sábados disputava na sinagoga, e convencia a judeus e gregos.” Atos 18:4.

Finalmente nós citamos o grande testemunho pessoal do apóstolo Paulo que ele nunca teve o domingo como santo e nunca guardou este dia em toda a sua vida. Um pouco antes de sua morte, Paulo fez esta enfática declaração aos líderes judeus: “ E aconteceu que três dias depois Paulo convocou os principais dos judeus e, junto eles, lhes disse: Varões irmãos, não havendo feito eu nada contra o povo, ou contra os ritos paternos, vim contudo preso desde Jerusalém, entregue nas mãos dos romanos.” Atos 28:17.

Pense por um momento! Se Paulo alguma vez tivesse quebrado o Sábado deliberadamente, ou guardado um outro dia que não fosse o sétimo-dia ele não poderia ter declarado verdadeiramente que ele não havia feito nada contra os costumes judáicos. Na força de uma qualificada declaração por um homem de uma tremenda integridade nós fechamos a pesquisa pela autoridade de guarda do domingo na Bíblia, isto simplesmente não está lá.

Tivesse nós sido capaz de encontrar isso, nossas obrigações religiosas deveriam sem sombra de dúvidas serem muito mais fáceis de serem preenchidas. Nós teríamos o suporte e exemplo da maioria das grandes instituições religiosas da terra, ambas, Protestantes e Católicas.

Mas nós não estamos procurando pela mais popular ou mais coveniente maneira, nós estamos procurando pela maneira da Bíblia. E nós encontramos isto. Com toda a honestidade, nós temos que declarar que o costume que prevalece de guardar um dia diferente do qual a Bíblia ensina, na grande lei escrita com o dedo de DEUS, é totalmente contrário à Palavra, a qual finalmente irá julgar-nos. Não existe quantidade de popularidade ou maioria de opinião que possa anular o peso do testemunho de um cristalino “Assim diz o Senhor”.  Nós temos que  tomar o partido da Bíblia e a Bíblia sòmente para nossa doutrina nesse subjecto.

A Palavra de DEUS declara, “O sétimo-dia é o Sábado do Senhor teu DEUS: nesse dia não farás nenhuma obra… .” Êxodo 20:10.  Até nós encontrarmos alguma indicação na Bíblia que DEUS retirou esta moral lei que Ele introduziu para o mundo com tal fanfarra, demonstração de força e grandiosidade, nós iremos aceitar os Dez Mandamentos como continuando em vigor, atuando em toda sua força atualmente. DEUS disse o que Ele estava pensando, e Ele pensou no que Ele disse.

Alguns argumentam que DEUS livrou-nos da guarda do quarto mandamento porque isto é impossível guardar nos dias em que vivemos, nesta competição da sociedade industrializada em que nós temos que lutar pela sobrevivência. Isto é sem dúvida verdade que Satanás tem manipulado o mundo econômico para uma distinta desvantagem para os que guardam o Sábado, mas DEUS nunca requereu o impossível de nós. Isto é, nunca será necessário quebrar um dos mandamentos  por qualquer razão que possa acontecer.

Você poderá dizer, “Mas meu patrão requer que eu trabalhe aos Sábados, e eu não posso deixar minha família morrer de fome.” A resposta para este dilema foi dada a muito tempo atrás por Jesus, no Sermão da Montanha. Ele disse: “ Mas buscai primeiro o reino de DEUS, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” Mateus 6:33. O verso que precede a este, explica o que são ‘estas coisas’, como sendo comida, vestuário e trabalho. Jesus simplesmente está dizendo que se existir conflito entre obedecer Ele ou obedecer ser patrão, nós deveríamos pô-Lo, sempre, em primeiro lugar. Considerações materiais deveriam nunca serem consideradas mais importantes do que fazer a vontade de DEUS.

Em todos os casos DEUS honra a fé dos cristãos que decidem guardar o Sábado, não importando o que possa acontecer com o seu trabalho. Muitas vêzes DEUS opera milagres por fazer alguns arranjamentos especiais para os que guardam o Sábado. Em alguns casos Ele permite que seu filhos percam o trabalho para que dessa maneira eles sejam testados, e abre outras melhores oportunidades em resposta de sua fé. Mas as “coisas” são sempre adicionadas quando nós acreditamos e obedecemos à Sua vontade, independente das circunstâncias.

O real segredo em guardar o Sábado do Senhor é ter O Senhor do Sábado em nossos corações!  Isto é o amor que leva os filhos de DEUS escolher a morte do que desobedecer nem que seja um de seus mandamentos. Jesus disse: “ Se voce me ama, guarde os meus mandamentos.” João 14:15. O apóstolo João define o amor nessas palavras: “ Porque esta é a caridade (amor) de DEUS, que guardamos os seus mandamentos.” I João 5:3.

Assim, isto não é muito uma questão de dia, mas de via – pela via da obediência através do amor, ou pela via da desobediência através da falta de amor. Marque isso bem, e nunca se esqueca! A guarda do Sábado, até mesmo a guarda do verdadeiro Sábado do sétimo-dia, é uma operação fútil se isso não proceder de um coração cheio de amor e devoção  a DEUS. Sem amor, toda a guarda da lei, se torna mecânica e miserável, mas com amor, todo o mandamento se torna um prazer e deleite. Faça desse tipo de relação pessoal as bases de sua guarda do Sábado, e este será o seu dia mais feliz da semana, pelo resto de sua vida!

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Cast thy bread upon the waters, for thou shalt find it after many days. Eccl. 11:1