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mensagem ao mudo

09
May

Armagedom

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Joe Crews (Amazing Facts)
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Cover illustration by Ademir P. Soares
Cover Design by Ademir P. Soares

“Lança teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás”. Eccl. 11:1 

Armagedom

A assinatura do tratado de paz entre Egito e Israel, em 26 de Março de 1979, marcou um emocional momento na história do Oriente-Médio. Depois de anos de amarga animosidades pontuadas por conflitos militares, uma nação Árabe e uma nação Judia se abraçam com promessas de paz de ambos os lados.
O que isso isso significou para o pequeno bolso de Zionismo, o qual a luta pela sobrevivência tem conseguido o apoio dos Estados Unidos com suporte financeiro? Sadat, antes de sua morte, foi incapaz de prover a segurança e a paz permanente, que tem iludido os Israelitas desde os tempos de Abraão. A resposta para o dilema Israelita é claramente revelada nas fantásticas profecias da Bíblia.
De acordo com a Palavra de DEUS, Israel não irá encontrar uma verdadeira libertação de seus inimigos até que isso lhe seja assegurado pelos Reis do Oriente. Sua última batalha ainda não foi lutada. O livro de Apocalipse descreve a aliança com aluguns poderosos defensores os quais finalmente destroem os opressores de Israel e estabelecem sua eterna segurança. A estes aliados lhe são dado o títulos enigmáticos de “Reis do Oriente”, em Apocalipse 16:12. Eles, atualmente intervém para liberar Israel durante a guerra do Armagedom, descrita na Bíblia como o final conflito a ter efeito no planêta Terra. Todas as nações estarão envolvidas nesta batalha, mas Israel será o único vitorioso.
Nosso objetivo nesse estudo é responder inúmeras questões, as quais sejam: Qual é a natureza desta final batalha do Armagedom? Como que todas as nações da terra estarão envolvidas nesta batalha? Como é possível que somente um grupo, o povo de Israel, ser o sobrevivente deste terrível holocausto? Quem são os miteriosos Reis do Oriente, que em efeito lhes trazem esta vitória? E finalmente, como Israel e libertado de seus inimigos pelo secamento do rio Eufrates, como descrito em Apocalipse 16:12? Primeiro de tudo, nós precisamos descobrir se a presente nação de Israel é a mesma nação de Israel a qual está designada no livro de Apocalipse como o povo de DEUS. Algumas tremendas profecias são encontradas neste livro, a maioria delas concernentes com o salvamento de um grupo constantemente em batalha, um grupo remanescente de fiéis seguidores de Jesus Cristo. Estes seguidores são algumas vezes referidos como as “tribos de Israel” e falados a respeito como no contexto do costume judáico. Quer isso dizer literalmente que a nação de Israel – esta que está lutando com tanques e bombas – irá completamente ter um revez e se tornar cristã? Irão eles deixar de lado sua ambição Zionista de matar seus atacantes e desposar os princípios do sermão da montanha – aquele que fala de amar o seu inimigo e de tornar a outra face?
Milhões de estudantes da Bíblia acreditam que este tipo de espetacular conversão tem te ter efeito em ordem para que se cumpra a profecia Bíblica. Eles baseiam sua fé e seus estudos sobre o que é encontrado nos livros de Jeremias, Ezequiel, Isaías, etc…, referentes à restauração de Israel e seu final triunfo. Estão eles corretos? É isso verdade que os profetas pintaram uma gravura com brilhantes palavras sobre o futuro de Israel e registraram suas muitas promessas sobre a autoridade de Israel sobre as outras nações. Mas é o Israel do Antigo Testamento o mesmo Israel do livro de Apocalipse? Foram as promessas incondicionais e irrevogáveis? Irá o literal e carnal decendente de Abraão volver em massa para o Messias, ser restaurado como nação e salvo como povo?

CONDICIONAIS PROMESSAS A ISRAEL

Um cuidadoso estudo da Bíblia revela-nos que aquelas promessas do Antigo Testamento não eram incondicionais, sobre hipótes alguma. Repetidamente a nação de Israel foi admoestada sobre as terríveis consequências da desobediência. Ambas, bençãos e maldições foram postas à sua frente, dependendo em obediência ou desobediência. Por causa de um contínuo caminho de rebelião. DEUS permitiu que eles fossem dizimados quase que à extinção e espalhados e levados cativos ao império Babilônico por setenta anos. Muitos profetas foram erguidos por DEUS para falar-lhes com antecedência de seu retorno desta captividade. Alguns modernos comentaristas tem cometido o engano de aplicar estas profecias de restauração a um futuro ajuntamento de Israel. Eles se recusam a ver que a restauração falada pelos profetas Isaías e Jeremias já tiveram efeito e foram cumpridas.
Aqui, nós não temos tempo nem espaço para registrar uma fração dos inúmeros tratos e rejeições feitas a Israel. Um após outro, DEUS deu avisos a Israel, como este: “E se tu andares perante mim como andou Davi teu pai, com inteireza de coração e com sinceridade, para fazeres segundo tudo o que te mandei, e guardares os meus estatutos e os meus juízos, Então confirmarei o trono de teu reino sobre Israel para sempre, como falei acerca de teu pai Daví, dizendo: Não te faltará varão sobre o trono de Israel. Porém se vós e vosos filhos de qualquer maneira vos apartardes de mim, e não guardardes os meus mandamentos, e os meus estatutos, que vos tenho proposto, mas fordes e servirdes a outros deuses, e vos curvardes perante eles, Então destruirei a Israel da terra que lhes dei; e a esta casa, que santifiquei a meu nome, lançarei longe da minha presença; e Israel será por ditado e mote, entre todos os povos.” I Reis, 9:4-7.
Finalmente, como relatado através do profeta Daniel, DEUS estabeleceu um período de provação, de 490 anos para o povo Judeu, para ver o que eles fariam a respeito do Messias (Daniel 9:24). Este período profético de 70 semanas (um dia por um ano – Ezequiel 4:6) começou com a ordem para a restauração e construção de Jerusalém, (decreto de Artaxerxes em 457 B.C., Esdras 7:11) e terminou em 34 D.C. Neste mesmo ano o evangelho começou a ser pregado para os gentios, Estevão foi apedrejado, e Paulo foi em frente em seu ministério de apresentar o evangelho aos não-Judeus. A ocasião marcou a formal e final separação de Israel em relação ao antigo concerto.
Jesus já havia explicado aos líderes, na linguagem mais clara possível que a sua (do povo de Israel) rejeição com relação a Ele, iria selar a sua (povo de Israel) própria rejeição como filhos do reino. “Portanto Eu vos digo que o reino de DEUS vos será tirado, e será dado uma nação que dê os seus frutos.” Mateus 21:43.
Não existe mistérios, do porquê que centenas de expecífica promessas do Antigo Testamento nunca foram cumpridas com Israel. Eles falharam totalmente em preencher as condições de obediência. De outra maneira, eles teriam herdado a terra, teriam sido libertados de todos os seus inimigos, e feito de Jerusalém o centro de adoração de todas as nações.

QUEM É O VERDADEIRO ISRAEL?

A grande questão é esta: Irão as promessas de DEUS falhar, somente porque os literais decendentes de Abraão não satisfizeram as condições do antigo concerto? Foram as promessas transferidas para esta outra “nação”, a qual Jesus disse o reino seria dado? Ou devemos nós por a nossa fé em uma futura reviravolta na qual irá restaurar a Israel nacional em favor com DEUS? Todos estes pontos serão completamente clarificados no momento em que nós estabelecermos uma regra básica de interpretação Bíblica. Sem este princípio em mente, ninguém pode propriamente entender os livros de Daniel e Apocalipse, nem tampouco identificar o verdadeiro Israel de hoje.
Eis aqui a regra: Existe uma primária, local e literal aplicação da profecia, a qual aponta a uma futura, mundial e espiritual aplicação. Em aplicando este princípio às Escrituras do Antigo Testamento, não existe absolutamente confusão nenhuma em localizar o lugar de Israel na profecia e na história.
Todas as gloriosas promessas foram primariamente reclamadas mediante uma imediata benção que DEUS queria dar à nação. Mas em um segundário senso, elas apontavam à frente, a um maior acontecimento espiritual, um preenchimento a nível mundial. Ainda que as promessas locais falhassem, quando Israel falhou em cumprir fielmente a sua parte do pacto, as promessas nunca foram anuladas ou retiradas. Elas serão honradas, mas somente para aquela nação a qual Jesus disse; terá que substituir os Judeus como recebedores do reino. Quem é esta nação e povo? O Novo Testamento está saturado com as mais explícitas declarações com relação a quem é “O Novo Israel”.
Pedro descreve assim: “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; Vós, que em outro tempo não éreis povo, mas agora sois povo de DEUS; que não tinheis alcançado misericórdia, mas agora alcançaste misericórdia.” I Pedro 2:9,10. Aqui está uma nova nação, a qual substitue a nação de Israel. Os Gentios os quais irão receber o verdadeiro Messias agora entram em um Novo Concerto, ratificados pelo sangue da cruz, e passam a ser o o verdadeiro Israel Espiritual de DEUS. Aqueles que não eram povo de DEUS, passam a ser a Sua “Santa Nação.”
Irão eles receber as mesmas promessas que foram oferecidas aos decendentes de Abraão? Certamente, a Bíblia diz que eles são contados como a atual semente de Abraão. “E se sois de Cristo, então sois decendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa.” Gálatas, 3:29. Paulo descreve mais claro ainda em Romanos 9:8, “Isto é: Não são os filhos da carne que são filhos de DEUS, mas os filhos da promessa são contados como descendência.” Outa vez Paulo escreve em Romanos 2:28,29. “Porque não é Judeu o que o é exteriormente, nem é circuncisão a que o é exteriormente na carne. Mas é Judeu o que o é no interior, e circuncisão a que é do coração, no espírito, não na letra: cujo louvor não provém dos homens, mas de DEUS.” Note que o verdadeiro Israel será caracterizado pela circuncisão do coração e não da carne. O que é a circuncisão do coração? “Na qual também estais circuncidado com a circuncisão não feita por mão no despojo do corpo da carne: a circuncisão de Cristo.” Não perca o significado deste texto. Assim como o Antigo Concerto foi representado pelo corte da carne física, assim o Novo Concerto será exemplificado pelo corte da natureza carnal do pecado. Em outras palavras, todos os que aceitam a Cristo e tem a experiência do Nascer-De-Novo, são os verdadeiramente circuncisados e únicos e verdadeiros Judeus. E de acordo com Paulo, eles também irão herdar as promessas feitas a Abraão.

Depois da Crucifixão de Cristo, não existe indicação nenhuma de que os Judeus literais fizeram algum acordo e reconhecidos como filhos de DEUS. Isto é verdade, que as portas foram deixadas abertas através das pregações dos apóstolos até 34 A.D. o final da profecia das 70 semanas (falada por Daniel). Mas depois desta data nenhum reconhecimento é feito a Israel como nação. Israel, daqui por diante, O Povo de DEUS, será composto de todos aqueles que aceitam o Salvador, quer seja Judeu, quer seja Gentio. As sombras e terminologias do Antigo Testamento continuam sendo usadas, especialmente no livro de Apocalipse, mas Israel é agora a igreja.
Assim nós podemos ver que de maneira nehuma, existiu falhas com relação as promessas. Elas simplesmente foram transferidas ao verdadeiro “Israel Espiritual”, o qual é a igreja, feita de todos os que acreditam em Cristo. E as coisas que irão acontecer à verdadeira igreja, foram de antemão mostradas pelo que aconteceu ao antigo Israel em um senso literal. Vamos dar uma olhada a um simples exemplo deste princípio em operação.
No meio da descrição que Ezequiel pinta com relação a vitória de Israel sobre os seus inimigos e influência sobre as nações, ele começa por descrever o magnificente templo que seria construído. Muitos capítulos (40-48) são devotados às precisas medidas e apontamentos físicos do daquele templo. No entanto aquele templo jamais foi construído. Outros profetas referem-se ao programa de construção ou restauração de tal templo. Amós profetizou: “Naquele dia tornarei a levantar a tenda de Daví, que caiu, e taparei as suas aberturas, e tornarei a levantar as suas ruínas, e a edificarei como nos dias da anatiguidade.” Amós 9:11.
Muitos intérpretes modernos, aplicam esta promessa para uma futura construção de um templo físico. Mas o princípio Bíblico é de que existe um secundário e mundial cumprimento, o qual não é físico, mas espiritual. O Novo Testamento confirma isto em explanando como a profecia de Amós foi cumprida. “Simão relatou como primeiramente DEUS visitou os gentios, para tomar deles um povo para o seu nome. E com isto concordam as palavras dos profetas; como está escrito: Depois disto voltarei, e reedificarei o tabernáculo de Daví, que está caído, levantá-lo-ei das suas ruínas, e tornarei a edificá-lo.” Atos, 15:14-16.
Por favor, note como Tiago aplica a profecia do templo do Antigo Testamento à Igreja atual! O templo físico passou agora a ser o templo espiritual da igreja, constituída dos Gentios e verdadeiros crentes. Ninguém deveria estar olhando agora por um templo literalmente restauradoe construído. O corpo da igreja de Cristo é agora o templo. (I Corintios 3:16), e nós somos “as pedras vivas” desta “casa espiritual”. (I Pedro 2:5).
Alguns tem se sentido confusos por que muito das terminologias do Antigo Testamento é trazida para descrição da igreja do Novo Testamento – palavras como; reino, nação, Israel, templo, Jerusalém, Sião, tribos de Israel, etc…. Até mesmo Cristo, disse aos Fariseus, “Portanto eu vos digo que o reino de DEUS vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos.” Mateus 21:43. Esta é uma razão, os futuristas e dispensacionalistas acreditam que o livro de Apocalipse se referencia ao Judeu literal no moderno Israel. Mas não existe nenhuma causa para tal confusão. A explanação tem sido feita tão clara em muitos diferentes pontos que os escritores do Novo Testamento estavam cientes de que todos sabiam que a igreja havia substituído ao Israel nacional.

AS DUAS BABILÔNIAS

Na medida que entramos no estudo do Armagedom, isto é tremendamente importante que mantenhamos este grande pricípio de interpretação em nossas mentes. A vasta confusão em profecias, hoje, tem a ver com a ignorãncia deste pricípio. Deixe-me repetir uma vez mais que as profecias do reino, dada por Isaías, Jeremias, Ezequiel, etc…, tem uma aplicação dupla – uma para ser cumprida localmente; e a outra para ser cumprida em uma escala mundial, nos últimos dias. E a igreja toma o lugar da nação como “O verdadeiro e escolhido povo de DEUS”. Com esta retrospectiva, nós estamos preparados para estudar o subjecto do Armagedom. Este conflito final do final do mundo, está intimamente relacionado com os fatos que acabamos de constatar sobre o espiritual Israel e a secundária aplicação da profecia. Um mais fantástico paralelo existe entre o que aconteceu ao antigo Israel e os eventos concernentes ao Israel espiritual no livro de Apocalipse.
Ancient Israel Spiritual Israel
Jer. 50:33,34
Perseguido por Babilônia Rev. 17:6

Dan. 3:13
Obrigado a Adorar Imagem Rev. 13:15

Dan. 4:30
Chamada “Babilônia a Grande” Rev. 17:5

Jer. 51:13,14
Babilônia sentada em muitas as águas Rev. 17:1

Isa. 44:27,28
Socorrida— Euphrates Seco Rev. 16:12

Jer. 51:6-8
Chamado para for a de Babilônia Rev. 18:4

Isa. 45:1
Quem Socorre – chammado o ungido Dan. 9:25

Isa. 41:2, 25
Ambos vemdo Oriente Mat. 24:27, Rev. 7:2

Voce irá notar que o povo de DEUS tem as mesmas experiências, no Antigo Testamento e no Novo Testamento. Eles foram forçados a adorar imagems e foram socorridos por alguém que veio do oriente, o qual secou o rio Eufrates, para libertá-los. Com este largo quadro delineado existe muitas outras estonteantes similaridades entre os dois Israeis – um literal e o outro espiritual.
Isto é óbvio de que a igreja – O povo de DEUS dos últimos dias – será perseguida e ameaçada com pena de morte, justamente como o antigo Israel. No livro de Apocalipse eles são libertados da Babilônia espiritual em conexão com a batalha do Armagedom. “E o sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates; e a sua água secou-se, para que se preparasse o caminho dos reis do oriente. E da boca do do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha, naquele grande dia do DEUS Todo-poderoso. Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia, a guarda os seus vestidos, para que não ande nu, e não se vejam as suas vergonhas. E os congregaram no lugar que em hebreu se chama Armagedom.” Apoc. 16:12-16. Este versos são cheios de grande significado. Eles revelam que três poderosas forças serão utilizadas por Satanás para preparar o caminho para o Armagedom. Estes três – a besta, o dragão e o falso profeta – instigarão as forças políticas da terra para tomar parte nesta guerra. Isto é aparente que estes três são forças religiosas, pelo menos em suas reinvidicações, porque eles operam milagres para impressionar os governantes da terra. Milagres são somentes operativos no reino religioso.
Tempo e espaço não me permite que ofereça todas as evidências Bíblicas para mostrar como estes três símbolos incorporam toda a moderna forma de falsa religião. Rejeitando a autoridade da Lei de DEUS e escolhendo as amenidades das tradições pagãs e seus padrões de adoração, este combinado sistema eclesiástico irá exercer uma poderosa influência em ajuntar todo o mundo à batalha do Armagedom.

ARMAGEDOM – Satanás X DEUS

Antes de nós tentar determinar a identidade do “Rei do Oriente” e o que isto significa, “o secar do rio Eufrates”, nós temos que entender mais claramente o que o Armagedom realmente involve. As Escrituras descreve isto como o final e decisivo combate o qual chega ao climax da secular batalha entre Cristo e Satanás. O mundo inteiro é involvido porque boas e más pessoas estão espalhadas no mundo inteiro, em todas as nações da terra. Armagedom representa todo o esforço posto para fora por Satanás para tentar destruir o povo o qual não recusa a obedecer a DEUS, mesmo com ameaças de tortura e morte.
Armagedom é o climax de uma batalha que tem um programa de 6.000 anos, programado por Satanás para evitar que o povo de DEUS seja salvo. Como o adversário, em uma prória-busca da sua identidade, causou a ele a expulsão do céu, Satanás declarou seu objetivo em destronar DEUS e tomar o controle do Universo. Ouçam seu fanfarronar em Isaías 14:13,14; “E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das etrelas de DEUS exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, da banda dos lados do norte. Subirei acima das mais altas nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. E contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo dos abismos.”
Este incrível reclamo de Satanás expõe o coração de seu plano em colocar-se a si mesmo no lugar de DEUS. Em subverter a adoração dos subjetos de DEUS a si próprio, isto pareceria natural e necessário para Satanás, construir seu apelo envolto no aspecto religioso. Trabalhando com um disfarce de um falso sistema religioso de adoração, ele tem egendrado um astuto composto de verdade e falsidade através dos séculos. Sua obra-prima de decepção irá ocorrer no final-dos-tempos quando ele trabalhará através da força da besta para obrigar a marca de lealdade para com a besta de todas as pessoas do planeta. Aqueles que recusarem à marca serão sentenciados à morte, e assim o final obstáculo será removido para Satanás ter toda a criação como seus seguidores. Assim lê-se a planta dos planos e estrategia de Satanás.

DEUS HABITA EM SIÃO

Agora, notem novamente, onde Satanás queria sentar-se. Ele disse: “Eu também irei sentar no monte da congregação, nas bandas do norte.” Porque ele disse isso? Este ponto é muito importante. A expressão “monte da congregação” está sem dúvida nenhuma se referindo ao santo monte da habitação de DEUS. Através da Bíblia isto é falado como o monte Sião. “Formoso de sítio e alegria de toda a terra é o monte de Sião sobre os lados do norte, a cidade do grande Rei.” Salmos 48:2.
A coisa mais intrigante é que o “lugar de DEUS, o monte Sião” é localizado sobre os lados do norte. Agora nós entendemos porque Satanás queria sentar-se no monte da congregação, nos lados do norte. Lá é onde DEUS irá congregar o seu povo, Sua congregação. O monte de Sião é um lugar de segurança. Satanás quer destruir a congregação ou o povo de DEUS. Ele penetraria até mesmo nos eleitos de DEUS com seu sistema de decepção e com eles o trono de DEUS. O salmista disse: “Cantai louvores ao Senhor, que habita em Sião; anunciai entre os povos os seus feitos.” Salmos 9:11.
Origináriamente, Sião fora designado como uma local onde o templo estava localizado em Jerusalém. Mais tarde, isto passou a ser conhecido como o símbolo da cidade de Jerusalém. Isto também é aplicado através de toda as Escrituras como todo o povo de DEUS. Mas depois que os Judeus rejeitaram Jesus, o termo Sião passou a ter a designação de Igreja. Assim, no Novo Testamento isto já não é mais identificado como uma localilzação terrena, mas um povo – o povo da igreja a qual está espalhada através do mundo todo, ou então o local espiritual da presença e proteção de DEUS.
Através de toda a Bíblia, DEUS é descrito como juntando ou acolhendo Seu povo para Sião, onde eles podem estar em segurança com Ele. “Tocai a buzina em Sião, santificai um jejum, proclamai um dia de proibição; Congregai o povo, santificai a congregação, ajuntai os anciãos, congregai os filhinhos, e os que mamam; saia o noivo da sua recâmara, e a noiva do seu tálamo.” Joel 2:15-16. “E há de ser que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo; porque no monte de Sião e em Jerusalém haverá livramento, assim como o Senhor tem dito, e nos restantes, que o Senhor chamar.” Joel 2:32. Em Apocalipse 14:1 os remidos são retratados como sendo resgatados da força da besta do capítulo anterior e seguros no monte Sião. “E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte de Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, e em suas testas tinham escrito o nome dele e o de seu Pai.”
Mas enquanto que o programa de DEUS, tem um ajuntamento de Seu povo para Si, no monte Sião, Satanás também tem um programa de ajuntamento. Isto é o ajuntamento de suas forças para o Armagedom. “Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha, naquele grande dia do DEUS Todo-poderoso… E os congregaram no lugar que em hebreu se chama Armagedom.” Apocalipse 16:14-16. Este ajuntamento é para contra-atacar o ajuntamento que DEUS está fazendo de Seus santos no monte Sião. Joel também fala sobre o mesmo ajuntamento; “Ajuntai-vos e vinde, todos os povo sem redor, e congregai-vos (ó Senhor, faz descer alí os teus fortes!); Movam-se as nações, e subam ao vale de Jeosafá; porque alí me assentarei, para julgar todas as nações em redor… E o Senhor bramará de Sião, e dará a sua voz de Jerusalém, e os céus e a terra tremerão; mas o Senhor será o refúgio do seu povo, e a fortaleza dos filhos de Israel.”
Esta é uma outra descrição deste final conflilto, chamado Armagedom. O vale de Jeosafá é justamente outro título para o local da batalha. Isto irá involver todas as nações da terra. Os “ateus” é um termo usado para descrever aqueles que não são povo de DEUS. Satanás irá por em ordem, contra o povo de DEUS, todos os reis da terra e todos vís e maus que se opõe aos fiéis seguidores santos de DEUS. O Senhor estará envolvido nesta batalha. (“O Senhor soará de Sião”), porque Ele lutará pelo Seu povo. Em essência, este é a tremenda disputa entre Cristo e Satanás com seguidores de ambos os lados sendo envolvidos.
Aqui é onde nós chegamos ao coração deste subjecto. O verso chama a atenção para a palavra em Hebreu para Armagedom. Aparentemente, a palavra é enraizada no termo Hebreu “har moed,” o que significa “monte da congregação”, ou “monte da assembleia.” Voce se dá conta onde isto nos leva? Esta mesma palavra (har moed) foi usada por Satanás quando ele disse: “Eu irei também sentar-me sobre o monte da congregação.” Isto ata a batalha do Armagedom à original ameaça de Satanás em capturar e destruir a congregação de DEUS – no monte Sião. E a final tentativa deste ser malígno em levar a efeito suas ameaças atinge o fundo, até aos últimos eventos desta terra. João, o revelador, descreve isto, sob as seis pragas. Ele viu espíritos imundos saindo ao encontro dos reis da terra, fazendo milagres, e congregando eles para o Armagedom. Estes são forças reliosas trabalhando com o poder dos governos políticos e influenciando eles a destruir os fiéis seguidores de DEUS.
Se voce quizer ler esta emocionante descrição da parte que DEUS desempenha em Armagedom, estude Apocalipse 19. “E ví o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça. E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabía senão ele mesmo. E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e nome pelo qual se chama é a Palavra de DEUS. E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro. E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do DEUS Todo-poderoso.” Apocalipse 19:11-15. Muitas coisas se notam nesta gravura simbólica de Cristo e Sua segunda vinda. Os exércitos dos céus fazem guerra e esmagam as nações (verso 15). Estas são as nações as quais foram aguçadas pelos maus espíritos de Apocalipse 16:14, Cristo prevalece neste conflito do Armagedom. Note que esta batalha é descrita como a que pisa o lagar do vinho do furor da ira de DEUS. Em Apocalipse 15:1 as sete últimas pragas são designadas como “o ódio de DEUS.” Desde que a batalha do Armagedom é arranjada sob os eventos da sexta praga, e as pragas são chamadas o ódio de DEUS; e desde que os exércitos de Cristo fazem guerra pisando o lagar do vinho do furor da ira de DEUS, nós temos que concluir que Apocalipse 19 é a clara fotografia do Armagedom.
Incidentalmente, as taças da ira de DEUS, foram derramadas em toda a terra. “…Ide, e derramai sobre a terra as sete salvas da ira de DEUS.” Apocalipse 16:1. Isto é o porquê todas as nações estão envolvidas no Armagedom. Os bons e os maus de todo o mundo serão trazidos juntos a esta final batalha. Desde que o povo de DEUS está espalhado em todos os paízes, a terra inteira é falada como sendo afetada pelas pragas, uma das quais, é o Armagedom.

SECAMENTO DO EUFRATES

Agora nós estamos preparados para examinar Apocalipse 16:12 e deixar a Bíblia interpretar “o secamento do grande rio Eufrates” para preparar o caminho para “Os Reis do Oriente”. Qualquer que sejam estes eventos, eles ocorrem quando o Armagedom atinge um violento clímax.
Para que possamos entender esta profecia, temos que referenciar a uma paralela experiência da antiga Babilônia. Seiscentos anos antes de Cristo ter nascido, o pagão império de Babilônia era o grande inimigo do povo de DEUS. Por setenta anos eles prenderam cativos o povo Hebreu em sujeitando os em escravidão. Finalmente Babilônia foi destronada por Cyro, o “Medo”, e os Israelitas foram libertos. Cyro o “Medo”, veio do oriente e capturou Babilônia, desviando o curso do grande rio Eufrates, e assim ganhando acesso à cidade sobre os portões dos canais que protegiam a cidade. DEUS disse à Babilônia, “Eu secarei o rio Eufrates,… sim o Senhor disse a seu ungido, a Cyro, o meu pastor cumprirá tudo o que me apraz…. Assim diz o Senhor ao seu ungido, a Cyro, a quem tomo pela sua mão direita, para abater as nações diante de sua face; eu soltarei os lombos dos reis, para abrir diante dele as portas, e as portas não se fecharão.” Isaías 44: 27, 45:1. Em Isaías 41:2, Cyro é referido por DEUS como o “ungido” e como “o homem justo”.
De acordo com o pricípio de interpretação, a literal descrição no Antigo Testamento tem que ser aplicada em um senso espiritual no final-dos-tempos. Assim sendo, nós lemos no livro de Apocalipse sobre o espritual Israel (a igreja) sendo oprimida por “Babilônia a grande” (Apocalipse 15: 5,6). Esta Babilônia não é o reinado físico mas o falso sistema religioso manipulado por Satanás. O povo de DEUS, será finalmente liberto da força da espiritual Babilônia pelo secamento das águas do rio Eufrates. “E o sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates; e a sua água secou-se, para que se preparasse o caminho dos reis do oriente.” Apocalipse 16:12. Esta surprendente similaridade com a história do Antigo Testamento é óbvia, mas nós temos que nos lembrar que a secundária aplicação não pode ser literal. O imediato cumprimento é sempre literal e local, mas o cumprimento dos últimos-dias atinge proporções mundiais e tem uma aplicação espiritual somente.
Assim, não temos uma expectativa de um “literal” Cyro para secar as águas de um “literal” Eufrates, para libertar um “literal” Israel. Já descobrimos que todo o verdadeiro povo de DEUS é o espiritual Israelita. Agora o que a água representa? “E disse-me: As águas que viste, onde se assenta a prosituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas.” Apocalipse 17:15. Neste capítulo Babilônia a grande é representada como sentada “sobre muitas águas”(Apocalipse 17:1). As águas são identificadas como povos, nações que dão suporte à grande protituta, Babilônia (falsa religião) que persegue os verdadeiros santos. Apocalipse 17:6.
Assim o secamento das águas do rio Eufrates, significa o fim do suporte por aqueles povos os quais tem sido seguidores do sistema Babilônico – (falsa religião). Este é um dos finais eventos que acontece justamente antes da vinda de Cristo. Os povos reconhecem que eles foram enganados e enfurecidos se tornam uns contra os outros. Zacarias descreve o que toma a efeito sob esta sétima praga quando o Armagedom atinge o seu climax. “E esta será a praga com que o Senhor ferirá a todos os povos que guerrearam contra Jerusalém: a sua carne será consumida, estando eles de pé, e lhes apodrecerão os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na sua boca. Naquele dia também acontecerá que haverá uma grande perturbação do Senhor entre eles; porque pegará cada um na mão do seu companheiro, e alçar-se-á a mão de cada um contra a mão de seu companheiro.” Zacarias 14:12,13. João descreve esta mesma cena assim: “E os dez chifres que viste na besta são os que aborrecerão a prostituta, e a porão desolada e nua, e comerão a sua carne, e queimarão no fogo.” Apocalipse 17:16.
Da mesma maneira que o literal Eufrates na antiga Babilônia, foi tornado de segurança a meio de sua própria destruição, assim o espiritual Eufrates, de suporte (povos) da espiritual Babilônia tornarão a ser os meios de sua destruição. Este secamento, prepara o caminho para “Os Reis do Oriente” para vir e resgatar o povo de DEUS das mãos de Babilônia.

QUEM SÃO OS REIS DO ORIENTE?

Quem são estes Reis do Oriente? Aqui está um dos mais excitantes aspectos da batalha do Armagedom. Assim como o Local de DEUS estava em Sião, localizado nos lados do norte, assim Sua aproximação sempre se refere como vindo do oriente. Porque? Porque o Antigo Sião era a atual colina ao norte da cidade de Jerusalém. Qualquer que vindo do oriente terá que fazer um ângulo ao norte por causa dos impassáveis desertos, e vir a Sião desta direção. Isto é o porquê ambos, norte e oriente são usados na Bíblia como os quadrantes de DEUS. “E eu vi outro anjo subir da banda do sol nascente, e que tinha o selo do DEUS vivo: e clamou com grande voz aos quatro anjos, a quem fora dado o poder danificar a terra.” Apocalipse 7:2. Cristo irá retornar a esta terra vindo oriente. “Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até o ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem.” Mateus 24:27. Os “Reis do Oriente” são exatamente os mesmos como os exércitos dos céus em Apocalipse 19 que triunfam sobre “a besta e os reis da terra, e seus exércitos” (verso 19). A Glória de DEUS foi descrita por Ezequiel como vinda do oriente. “Então me levou à porta que olha para o caminho do oriente. E esi que a glória de DEUS de Israel vinha do caminho do oriente; e a sua voz era como a voz de muitas águas, e a terra resplandeceu por causa da sua glória.” Ezequiel 43: 1,2. João revevelou a esta grande majestade de Cristo liderando os exércitos dos céus para fazer guerra. “E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro. E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do DEUS Todo-poderoso. E no vestido e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores.” Apocalipse 19: 14-16. Que quadro! “Os reis do oriente” cavalgando contra “os reis da terra” e de toda a terra. Espiritual Babilônia e todas as forças da terra as quais a seguiram são destruídas pelo Reis dos reis, o qual reinará por toda a eternidade.
Cyro, o homem do oriente, o qual salvou o literal Israel das mãos da antiga Babilônia era o tipo dos “Reis do Oriente” os quais salvariam a espiritual Israel de Babilônia. Assim como Cyro foi chamado de “o ungido” e “homem justo”, assim Jesus também foi designado com os mesmos títulos.
Com isso nós podemos facilmente concluir que a segunda vinda de Cristo é realmente a única esperança de Israel. DEUS e Cristo, os verdadeiros “Reis do oriente”, irão tomar de roldão este mundo à meia-noite da extremidade do homem. Quando a marca da besta estiver sendo usada em toda a sua força e todo humano plano de escape tiver sido exaurido, os fiéis de DEUS serão repentinamente livrados da morte certa contra eles tramada.

TODOS OS OLHOS NO ORIENTE

Que tragédia que milhões de cristãos estejam olhando para uma direção errada e esperando por eventos transpirarem, que nunca virão a acontecer. Seus olhos estão fixados no oriente, pode ser, mas no Oriente-Médio, onde os filhos de Abraão, cheios de ódio tentam destruir uns aos outros com armamento Americano ou Russo. Que tipo de travestimento seria ter a expectativa de que estes planificadores político-mililtar viriam a cumprir as lindas predições de Isaías, “leão e cordeiro” mundo de paz.
Verdade isto é, que por um momento, Isaque e Ismael podem parar de lutar. Também isto é verdade que um dos assinantes deste tratado seja chamado Israel. Mas não deixe ninguém agarrar-se à esta esperança, de que Israel tem alguma coisa a ver com “Verdadeiro Povo de DEUS”. Eles foram substituídos por uma outra nação, obediênte e fiél – a qual tem sua procedência de todas as nações, reino, língua e povos. Eles são o verdadeiro Israel. Eles nunca mais tomarão mão das armas para lutar contra ninguém. Eles viverão como Jesus viveu e escolherão morrer antes de desonrá-Lo.
Este fraco tratado de paz assinado em 26 de Março de 1979, seria mais do que fútil, ainda que o nacional Israel continuasse a ser o escolhido povo de DEUS. Anos atrás uma aliança similar foi formada e DEUS a avaliou com as seguintes palavras: “Porque a força de Faraó se vos tornará em vergonha, e a confiança na sombra do Egito em confusão. Porque o Egito os ajudará em vão, e para nenhum fim; pelo que clamei acerca disto: No estarem quietos estará a sua força. Porque povo rebelde é este, filhos mentirosos, filhos que não querem ouvir a lei do Senhor.” Isaías 30:3,7,9.
DEUS está olhando para aqueles que irão confiar em justiça ao invés de poder. Para tais, Ele proverá livramento de qualquer inimigo, através dos conquistadores “Reis do Oriente.” Deixe-nos tirar nossos olhos para longe dos campos petrolíferos e política e intrigas do oriente, e fixá-los no céu oriental, porque será de lá que nossos verdadeiros aliados virão salvar-nos.

VESTIDO PARA O ARMAGEDOM

Agora nós estamos aptos a harmonizar todos os versos de Apocalipse 16:12-16, com execção daquele estranho verso 15, o qual parece ser completamente fora de contexto com todos os outros. Porque o Espírito Santo inspirou a colocar tal verso na descrição da organização do Armagedom? “Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda os seus vestidos, para que não ande nu, e não se vejam suas vergonhas.” Depois, segue as palavras: “E os congregaram no lugar que em hebreu se chama Armagedom.”
O que tem a ver aproppriados vestimentos com os preparativos para eminente conflito entre Cristo e Satanás? E porque o ‘robe’ é importante para aqueles que aguardam a vinda de Jesus? Apocalipse 19:7,8 nos dá a surprendente resposta: “Regozigemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente: porque o linho fino sãos as justiças dos santos.” Como um farol, estas palavras iluminam o significado de Apocalipse 16:15. Aqueles vestimentos simbolizam a justiça de Cristo com a qual todo o ser deverá estar envolto, para que possam estar prontos para encontrar o Senhor. A batalha do Armagedom será lutada sobre o subjeto da Justiça de Cristo. Somente aqueles que confiaram completamente nos méritos da vida totalmente sem pecado de Cristo e de sua morte redentora, poderão triunfar com Ele sobre as forças do mal. “E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho: e não amaram as suas vidas até à morte.”
Aqui está uma vencedora combinação a qual finalmente colocará por terra o acusador de nossos irmãos. Os santos ganharam a vitória pela sua simples fé na suficiência da cruz. Não pela confidência na carne. Não pela fé nas obras da lei para justificar. Seu mérito sòzinho para limpar e dar força. Assim a combinação é tripla:
1. Fé na justiça de Jesus;
2. O compartilhar a “palavra do testemunho” sem temer;
3. Eles não amaram suas vidas até à morte. Em outras palavras, eles preferiram morrer do que pecar.
Quando a cruz faz isso para a pessoa ela pode sobreviver todos os ataques concentrados de milhares de Armagedons. Demônios, anjos caídos e o próprio Satanás tem que se retirar em terror ante a autoridade de uma pessoa que tenha a Cristo em sua vida. Verdadeira fé produz uma total obediência, e portanto, verdadeira justificação pela fé inclui santificação bem como justificação. Aqueles que preferiram dar suas vidas, do que desobedecer à DEUS, são os únicos que irão recusar a marca da besta.
Multidões, com alguma coisa a menos do que justificação pela fé, não sentirão que a obediência a todos os mandamentos seja alguma coisa que vale a pena morrrer por. Muitos irão racionalizar que a obediência de Cristo foi imputada a eles, e portanto eles não precisam se preocupar com as obras da lei. Tais não entendem o inteiro evangelho. Isto é a força de DEUS para a salvação” – não somente uma perdoadora força, mas uma força que permanece. Nós não somos somente salvos da culpa do pecado, mas do pecado propriamente dito.
Assim o Armagedom e preparação para encontrar Cristo focaliza uma relação pessoal com o Salvador. Vestidos com o escudo de Sua justiça, os santos irão prevalecer, até mesmo quando tiverem que encarar o decreto de morte. Se voce não tem a doce certeza desta espiritual proteção agora, coloque Seu ‘robe’ neste exato momento. Participe desta celebração celestial, isto não contém linhas de planejamento humano. Fazendo em pedaços a autoridade do pecado na vida, isto clama os méritos e a força da vida de Cristo e a sua morte redentora. Possa isso ser a sua experiência hoje. Amém!

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